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 2477 Resumo encontrados. Mostrando de 1231 a 1240


PR0404 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 2

Influência do Ribbond na tensão de contração de polimerização, deformação de cúspide e resistência à fratura em molares com cavidades MOD
Barbosa GM, Oliveira AA, Firmiano TC, Cardoso LS, Godoi JAS, Morais GRS, Veríssimo C
Materiais Dentários UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar se a inserção da fibra de polietileno (Ribbond) influenciou na deformação de cúspide (DC), nas tensões de contração de polimerização (CP), e resistência à fratura (RF) de molares restaurados com dois tipos de resina composta (convencional e bulk-fill). Foram selecionados 40 terceiros molares inferiores naturais (n=10) e realizados preparos cavitários com 5x5 mm. Os espécimes foram divididos em 04 grupos experimentais: G1- Incremental sem Ribbond. G2- Incremental + Ribbond. G3- Bulk sem Ribbond. G4- Bulk + Ribbond. A DC foi mensurada por extensometria e, em seguida foi realizado o teste de RF. O modo de falha foi categorizado em fraturas reparáveis ou não reparáveis. A CP foi calculada pela análise de elementos finitos 3D e avaliadas pelo critério de Von Mises Modificado. Os dados de DC e RF foram analisados estatisticamente usando ANOVA Two-Way e Tukey HSD (α=0,05). ANOVA Two-Way demostrou que a presença do Ribbond não influenciou na DC (p=0.128). A técnica restauradora foi significante (p=0.022). A interação entre os fatores presença do Ribbond e técnica restauradora não foi significante (p=0.290). A inserção do Ribbond (p=0.108), a técnica restauradora (p=0.267) e a interação entre os dois fatores (p=0.105) não foram significantes para o teste de RF. O modo de falha predominante foram fraturas reparáveis. Os grupos G2 e G4 apresentaram diminuição das tensões na interface dente-restauração.

Concluiu-se que a presença do Ribbond não influenciou na DC e na RF. A presença do Ribbond diminuiu as tensões na interface dente-restauração.

PR0405 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 2

A aplicação de dimetil sulfóxido melhora as propriedades adesivas da dentina erodida? Quatro anos de avaliação in vitro
Ferreira GMLBM, Muniz LP, Wendlinger M, Carneiro TS, Reis A, Loguercio AD, Siqueira FSF, Cardenas AFM
Departamento de Pós Graduação CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o efeito do dimetil sulfóxido (DMSO) na resistência de união à microtração (µTBS) e na nanoinfiltração (NL) de adesivos universais em dentina erosionada, imediatamente e após 4 anos de armazenamento em água. No estudo,128 molares humanos foram distribuídos em 16 grupos: 1) Substrato de dentina (dentina hígida e erodida); 2) Aplicação de dimetil sulfóxido (com ou sem aplicação de DMSO); 3) Modo de aplicação (condicionamento e lavagem ou autocondicionante) e 4) Tempo (imediato e quatro anos). Foi utilizado um adesivo universal (Scotchbond Universal). A restauração foi realizada em resina composta por incrementos e os espécimes foram seccionados em palitos de resina-dentina. Os palitos de resina-dentina foram testados (imediatamente e após quatro anos de armazenamento em água) para µTBS (0,5 mm/min) ou usados para avaliar NL. Os dados em μTBS e NL foram analisados usando ANOVA de quatro vias e teste de Tukey (α = 0,05). Apenas a interação entre 'substrato vs DMSO vs tempo' foi estatisticamente significante (p = 0,007). Porém, a dentina erosionada apresentou uma média menor de µTBS e uma média maior de valores de NL do que a dentina hígida. Normalmente, quando o DMSO foi aplicado, nenhuma diminuição significativa dos valores de μTBS ou aumento da NL foi observada após quatro anos de armazenamento em água, independentemente das estratégias adesivas ou da dentina avaliada quando comparada aos resultados imediatos.

O pré-tratamento com DMSO foi eficaz para melhorar e manter o desempenho de união em dentina hígida e erosionada, mesmo após 4 anos de armazenamento em água.

PR0406 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

Efeito da epigalocatequina-3-galato em restaurações de lesões de abfração com resina composta: estudo clínico randomizado boca dividida
Alves LVGL, Fracasso LM, Cortez TV, Souza-Gabriel AE, Corona SAM
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Extratos naturais têm sido investigados como uma estratégia biomimética para fortalecer a rede de colágeno da dentina. Este estudo avaliou o efeito da epigalocatequina-3-galato (EGCG) em lesões de abfração antes da restauração com resina composta. Foram incluídos 30 pacientes (entre 28 e 60 anos) com lesões de abfração em dois pré-molares homólogos, distribuídos de acordo com o tratamento de dentina: solução de EGCG 0,02% ou água destilada (controle). Após condicionamento ácido do esmalte, as soluções foram aplicadas por 1 min e os dentes foram restaurados. Após 7 dias e 18 meses, dois examinadores utilizaram os critérios USPHS modificados (retenção, cárie secundária, adaptação marginal e sensibilidade pós-operatória) e critérios fotográficos (cor, pigmentação marginal e forma anatômica). Os dados foram analisados pelo teste de Friedman e Wilcoxon (α = 0,05). Em 7 dias todas as restaurações foram avaliadas como alfa em todos os critérios, exceto para sensibilidade pós-operatória. Após 18 meses, todas as restaurações foram avaliadas como alfa para cárie secundária, cor e pigmentação marginal. Houve diferença significativa entre 7 dias e 18 meses para adaptação marginal (p=0,009) e sensibilidade pós-operatória (p=0,029), mas não houve diferença significativa entre os tratamentos. Não houve diferença significativa entre tratamentos e entre tempos para os critérios de forma anatômica e retenção.

Após 18 meses, a aplicação da solução de EGCG não teve influência significativa na sobrevivência das restaurações com base nos critérios clínicos e fotográficos.

PR0410 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

Potencial remineralizador e alteração de cor e rugosidade de superfície de esmalte dental escovado com dentifrícios à base de carvão ativado
Rodrigues PRB, Maciel JLB, Pires-De-souza FCP
Reabilitação Oral UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou a alteração de cor (ΔE), rugosidade de superfície (Ra) e potencial remineralizador (PR) de dentifrícios com carvão ativado. Leituras iniciais de cor e rugosidade de superfície foram realizadas sobre fragmentos de dentes bovinos (6x6x2mm). As amostras foram aleatorizadas em cinco grupos conforme o dentifrício utilizado: Controle - convencional com 1450ppm de flúor; com carvão e 1450ppm de NaF; com carvão, MFP e nanohidroxiapatita (nHA); com carvão sem flúor; e pó de carvão ativado. A escovação foi realizada 3 vezes/dia e o pó de carvão foi utilizado 2 vezes/dia, por 14 dias. Leituras finais de cor e rugosidade de superfície foram obtidas. Os fragmentos foram polidos e foram realizadas leituras iniciais de microdureza. As amostras foram submetidas à cárie artificial e escovadas novamente. Leituras finais de microdureza foram obtidas. ΔE (CIEDE2000), Whiteness index for dentistry (WID) e ΔRa foram calculados. PR foi definido pela microdureza relativa (%). A superfície do substrato foi analisada por MEV. Dentifrício controle resultou em menor ΔRa (Kruskal-Wallis, Dunn, p<0,05). O pó de carvão apresentou menor ΔE e valores negativos de WID. O grupo Controle apresentou maior PR. A MEV demonstrou que os grupos escovados com carvão apresentaram defeitos no esmalte, com rugosidade profunda.

Concluiu-se que os dentifrícios a base de carvão não produzem alteração de cor diferente do convencional, exceto o carvão em pó que produziu menor ΔE. Dentifrício com carvão, MFP e nHA e o carvão em pó não tem potencial remineralizador.

PR0411 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

Análise do envelhecimento na resistência de união à dentina radicular após a cimentação de pinos de fibra
Gelio MB, Zaniboni JF, Silva MVM, Silva ALP, Silva AS, Kuga MC
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o envelhecimento da cimentação de pinos de fibra usando ionômero de vidro e cimentos resinosos na resistência de união, modo de falha e formação de tags de resina. Cento e vinte incisivos bovinos foram preparados para cimentação dos pinos e aleatoriamente distribuídos em 12 grupos (n=10) de acordo com o sistema de cimentação utilizado: GC - GC Gold Label Luting & Lining; RL - RelyX Luting 2; MC - MaxCem Elite; RU - RelyX U200 e os períodos de envelhecimento (24 horas, 6 meses e 12 meses). Cortes dos terços cervical, médio e apical foram obtidos e analisados ​​pelo teste de resistência de união push-out e microscopia confocal de varredura a laser. ANOVA one-way e teste de Tukey foram usados ​​com nível de significância de 5%. Para o teste de resistência adesiva push-out, não foram observadas diferenças entre GC, RU e MC nos terços cervical e médio, independentemente do período de armazenamento (P>0,05). No terço apical, GC e RU apresentaram resistência de união semelhante, mas superior aos outros grupos (P>0,05). Após 12 meses, GC apresentou a maior resistência de união (P<0,05). A resistência de união à dentina diminuiu com o tempo, independentemente do sistema de cimentação usado. A falha coesiva foi a mais frequente, independentemente do período de armazenamento, sistema de cimentação e terço avaliado. A formação de tags foi semelhante entre todos os grupos.

A resistência de união de todos os cimentos diminui ao longo de um ano. O cimento de ionômero de vidro (GC Golden Label Luting & Lining) apresentou a maior resistência de união após 12 meses.

PR0413 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

O pré-tratamento da dentina com quitosana melhora a resistência de união do material restaurador? Revisão sistemática e meta-análise
Cerqueira NM, Alves LVGL, Candemil A P, Faria-E-silva AL, Sousa-Neto MD, Souza-Gabriel AE
RESTAURADORA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esta revisão sistemática avaliou o efeito do pré-tratamento dentinário com quitosana (0,1 a 2,5%) na resistência de união (RU) imediata ou tardia do material resinoso a este substrato. Realizou-se revisão sistemática com meta-análise utilizando as bases de dados PubMed, Scopus, Embase, Web of Science e Scielo para estudos in vitro publicados até 2022. Após a busca e remoção dos artigos duplicados, restaram 1.272 estudos, dos quais 27 foram lidos na íntegra e 11 foram incluídos. As análises dos subgrupos seguiram abordagens adesivas (condicionamento ácido total ou autocondicionante) e tempos de armazenamento (imediato e tardio). Os dados foram analisados, e a diferença de médias padronizadas (SMD), com intervalo de confiança de 95%, calculadas. Os estudos apresentaram baixo risco de viés, porém com heterogeneidade substancial (I2 variou de 55 a 73%). Na análise imediata, houve aumento na RU com quitosana seguida de adesivos autocondicionantes (SMD=-0.75; -1.27 a -0.24; I2=35%). Não houve diferença na RU com quitosana e condicionamento ácido total (SMD=-0.06; -0.45 a 0.34; I2=45%). A longo prazo, a quitosana teve efeito positivo na RU para a técnica de condicionamento total (SMD=-1.24, -1.88 a -0.60, I2=50%) em comparação ao controle sem quitosana e não houve diferença na intervenção para os adesivos autocondicionantes (SMD=-0.11; -0.62 a 0.41; I2=20%).

Conclui-se que a aplicação de quitosana na dentina prévia ao tratamento restaurador aumenta a RU imediata dos adesivos autocondicionantes e a longo prazo com adesivos de condicionamento ácido total.

(Apoio: CAPES  N° 88887.483429/2020-00)
PR0414 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

Qualidade, confiabilidade e leiturabilidade de informações sobre clareamento dental disponíveis online
Lins-Filho PC, Araújo MMS, Melo MCF, Macêdo TS, Ferreira AKA, Godoy GP, Guimarães RP, Caldas-Junior AF
Pós-Graduação em Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a qualidade das informações sobre clareamento dental disponíveis nos sites de busca mais utilizados no Brasil e em postagens no Instagram®. Para o conteúdo acessado via buscadores foram coletados 100 websites obtidos através de busca com termos de maior tendência envolvendo clareamento dental, apontados pelo Google Trends®. Para o conteúdo disponível no Instagram® o termo #clareamentodental foi empregado na opção "buscar" do Instagram®. Os primeiros 100 perfis consecutivos em cada pesquisa foram visitados e classificados. A qualidade e a confiabilidade do conteúdo dos sites e das postagens da rede social foram avaliadas por dois examinadores independentes usando o questionário DISCERN e os critérios de referência do Journal of American Medical Association (JAMA), a presença da certificação Health on Net (HON) nos sites também foi registrada. A leiturabilidade do conteúdo dos sites foi avaliada pelo Flesch Reading Ease adaptado para o português brasileiro (FRE-BP). Além disso, os sites foram categorizados de acordo com a afiliação. Para o conteúdo dos sites a média da avaliação JAMA obteve score 1,90 (±0,99); 2,681 (±0,78) para o DISCERN e 22,225 (±14,82) no FREBP. Apenas 1 site apresentou o selo HON. Resultados semelhantes foram encontrados para o conteúdo do Instagram®, com uma média para o JAMA de 1,95 (±0,73) e de 1,76 (±0,83) para o DISCERN.

Com base nesta amostra, os resultados mostraram que a qualidade das informações relacionadas ao tratamento de clareamento dental disponíveis online foi baixa.

PR0415 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

Influência da espessura de cerâmicas na transmitância e estabilidade de cor de restaurações cimentadas com variação na intensidade de luz
Silva TC, Maluly-Proni AT, Queiroz ME, Gallo R, Reis BO, Briso ALF, Santos PH
DENTÍSTICA RESTAURADORA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a alteração cromática e a transmitância de diferentes cerâmicas: dissilicato de lítio (e.max CAD), monossilicato de lítio (Celtra Duo) e cerâmica híbrida (Vita-Enamic CAD) em oito espessuras (0,3mm a 2,0mm), com variação da potência do fotopolimerizador Valo® (1000 e 3200mW/cm2) e submetidos ao envelhecimento UV. As análises da alteração cromática foram realizadas em espectrofotômetro de reflexão UV-Visivel (n=8), enquanto que a análise da transmitância foi realizada medindo-se a radiação de luz transmitida pelos materiais com um medidor de potência. Os resultados obtidos mostraram que as diferentes espessuras influenciaram na cor do conjunto após o envelhecimento UV em todos os materiais estudados, sendo que o e.max e a Vita Enamic apresentaram influência nas espessuras mais delgadas. No e.max as amostras de 0,7 a 2,0 apresentaram maior estabilidade de cor, sem diferença estatisticamente significante entre elas (p>0,05). No Vita Enamic a espessura de 0,3 apresentou o maior valor de alteração cromática (ΔE 12.06 ± 8.37), com diferença estatisticamente significante para todas as espessuras a partir de 0,7 mm (p=0,0010). Para o Celtra Duo, os maiores valores de alteração cromática se apresentaram entre 0,7 e 1,5 mm, sem diferença estatisticamente significante entre eles (p>0,05).

A transmitância dos materiais foi influenciada pela sua espessura e composição. A variação da potência do fotopolimerizador não influenciou na estabilidade de cor dos materiais analisados nas diferentes espessuras.

PR0417 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 2

Efeito da aplicação prolongada de um adesivo universal após 18 meses: Ensaio clínico randomizado duplo-cego
Almeida RAM, Ferreira GMLBM, Cochinski GD, Ferreira SCC, Reis A, Siqueira FSF, Loguercio AD, Cardenas AFM
Doutorado CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o desempenho clínico do Clearfil Universal Bond Quick (CUBq) aplicado em diferentes tempos (sem tempo de espera e 20s de espera), comparado ao adesivo Clearfil SE bond (CSE) após 18 meses de avaliação clínica em lesões cervicais não cariosas (LCNCs). Após aprovação do Comitê de Ética (4.748.555) e REBEc (RBR-69p7mpr), 183 restaurações foram aleatoriamente distribuídas em três grupos de acordo com o sistema adesivo e com o tempo de espera: CUBq sem tempo de espera (CUBq-NW); CUBq com tempo de espera (CUBq-W) de 20s e CSE, com tempo de espera de 20s. Após confecção, as restaurações foram avaliadas após 18 meses, utilizando os critérios da Federação Dentária Internacional (FDI). Os dados foram analisados através dos testes de Friedman e teste de Wilcoxon, com nível de significância de 5%. Ao longo dos 18 meses nenhuma restauração foi perdida em nenhum dos grupos testados. Na avaliação da adaptação marginal, 21 restaurações foram consideradas com pequenas discrepâncias (8 CUBq-NW, 6 CUBq-W e 7 CSE). Não foram encontradas diferenças significativas entre os três grupos após 18 meses de avaliação clínica (p>0,05). Apenas 2 restaurações foram consideradas com descoloração marginal após 18 meses (1 CUBq-NW e 1 CSE).

O desempenho clínico do Clearfil Universal Bond Quick quando utilizado nos diferentes tempos de aplicação (sem tempo de espera e 20s de espera) foi similar ao Clearfil SE bond após 18 meses de avaliação clínica nas LCNCs.

PR0419 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Influência dos ciclos de escovação e termociclagem sobre a estabilidade de cor de maquiagem em zircônia policromáticas
Macedo JCB, Palma-Dibb RG, França FMG

Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As zircônias ultratranslucidas apresentam um gradiente contínuo de cor que garante uma pré estratificação da peça cerâmica. No entanto, caso haja necessidade pode-se usar maquiagem com corantes e glaze para individualização. Avaliou-se a estabilidade de cor e rugosidade de superfície das zircônias ultratranslúcidas com e sem maquiagem após serem submetidas a ciclos de escovação e termociclagem. Foram utilizados corpos de prova confeccionados em CAD/CAM divididos em quatro grupos: cerâmica Multilayer Ceramill AmannGirrbach com e sem maquiagem, cerâmica Zolid FX Preshades Ceramill Amann Girrbach com e sem maquiagem que foram submetidos a testes de abração em máquina de escovação em um total de 48000 ciclos (5 anos) e por ciclos térmicos com variação de temperatura. O registro de cor de cada corpo-de-prova com auxílio de aparelho espectrofotômetro, microscopia confocal a laser e rugosidade de superfície por meio de rugosímetro realizados antes e após os ciclos de escovação e térmicos. As duas cerâmicas se apresentaram mais rugosas com maquiagem do que sem, independentemente do tempo. Contudo, para a cerâmica Zolid FX Preshades a rugosidade diminuiu após a escovação/termociclagem. Em relação a cor, apesar da maquiagem garantir uma maior luminosidade final, foi observada uma variação de cor significativa nesse grupo, sendo maior para Zolid FX Preshade em comparação a Zolid FX Multilayer

conclui-se que após os desafios térmicos e de escovação ambas as zircônias se tornaram mais rugosas e apresentaram maior variação de cor com a aplicação de técnicas de maquiagem