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 2476 Resumo encontrados. Mostrando de 1241 a 1250


PR0420 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Influência da simulação do ligamento periodontal no comportamento biomecânico de protetores bucais individualizados
Costa PVM, Firmiano TC, Girardi AG, Kitatani-Junior S, Veríssimo C
Areá Dentística UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da simulação do ligamento periodontal em modelos de resina acrílica no comportamento biomecânico de protetores bucais individualizados. Um dispositivo de impacto foi desenvolvido para realização dos testes de impacto com ponta de aço inoxidável. Dois modelos experimentais foram avaliados: 1-modelo de resina acrílica monolítico (MM); 2-modelo de resina acrílica com simulação ligamento periodontal (M-PDL). Protetores bucais individualizados 3mm (PB) foram confeccionados. O impacto foi realizado na presença e ausência do PB. Extensômetro foi fixado na superfície palatina do incisivo central e o impacto aplicado na superfície vestibular. Os valores de deformação (µS) e capacidade de absorção de choques (%) foram calculados e analisados por ANOVA Two-way e Teste de Tukey (α=0.05). Uma análise dinâmica não-linear de impacto em modelos de elementos finitos bidimensional foi realizada com a ponta atingindo o incisivo central com velocidade de 1 m/s. Os valores de tensão e deformação foram analisados pelo critério de Von Mises. ANOVA Two-way indicou que os fatores: modelo experimental, presença do protetor e a interação entre eles foi estatisticamente significante (p<.001). Os valores de deformação sem e com PB foram: MM: 3231.7±416.9Aa e 1290.7±166.9Ab; M-PDL: 592.1±102.7Ba e 711.9±62.0Bb. O método de elementos finitos validou os resultados encontrados na extensometria.

M-PDL não apresentou adequado comportamento biomecânico para avaliação de protetores bucais.

(Apoio: CNPq  N° 28/2018)
PR0422 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Avaliação de diferentes jateadores e pós de óxido de alumínio na resistência de união à resina composta
Jing JZ, Matias PMS, Zanatta RF, Hilgert LA
Odontologia UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diferentes aparelhos para o jateamento com óxido de alumínio (AlO), com ou sem spray de água(w), sob diferentes pressões, bem como distintas granulometrias do pó têm sido empregados. Este estudo in vitro avaliou a influência desses fatores na resistência de união ao microcisalhamento (µSBS). 48 discos (Ø8mm) de resina composta (Z100, 3M) foram confeccionados e polidos até lixa de carbeto de silício #600. Após 24h, eles foram divididos em 6 grupos (n=8) de acordo com o tratamento de superfície: Con(nenhum); Aq53-2w (AquaCare, AlO 53µm, 2bar, w); Aq53-4w (AquaCare AlO 53µm, 4bar, w); Aq29-4w (AquaCare AlO 29µm, 4bar, w); BA50-4 (BioArt, AlO 50µm, 4bar, sem w); AOM50-4w (AOM, AlO 50µm, 4bar, w). As superfícies foram lavadas, secas e receberam uma camada de silano (Ceramic Primer, 3M) e adesivo (Single Bond Universal, 3M). Sobre cada disco foram construídos quatro cilindros (Ø0,8mm x 1,5mm) de resina composta fluída (Filtek Supreme Flow, 3M). Após 24h, os cilindros foram submetidos ao teste de µSBS. Cada disco foi considerado como unidade experimental (n=8). Os dados foram avaliados por ANOVA a um fator. Os valores médios de SBS (em MPa) foram Con (15,0); Aq53-2w (14,4); Aq53-4w (14,0); Aq29-4w (13,7); BA50-4 (13,4); AOM50-4w (13,6). Não foi apontada diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p=0,178).

Conclui-se que não houve ganho de resistência de união imediata com o jateamento com óxido de alumínio, nem diferenças entre suas variações, quando aplicado sobre uma resina microhíbrida recém produzida e posteriormente tratada com silano e adesivo.

PR0423 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Avaliação da citotoxicidade da galactomanana das sementes de Caesalpinia ferrea
Rabelo CS, Ricardo NMPS, Rodrigues FAM, Melo MAS, Marques VM, Rocha AVC, Terto CNN, Passos VF
Departamento de Clínica Odontológica UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar a citotoxicidade da galactomanana das sementes de Caesalpinia ferrea (GSJ), popularmente conhecida como jucá, em fibroblastos gengivais humanos (FGH) e células-tronco da polpa dentária (CTPD). A GSJ foi usada até 40 mg/mL (2%). A citotoxicidade foi avaliada usando FGH e CTPD. Foi realizada uma diluição em série da GSJ a 2% nas seguintes concentrações: 0, 1,5, 3,1, 6,2, 12,5, 25 e 50 µL/mL. FGH e CTPD foram semeados a 5000 células/poço em um 96- placa de poços, incubada durante a noite a 37 ° C e exposta a diferentes diluições de GSJ por 24 horas. Após, 10 µL/poço de solução de kit de contagem de células foi adicionado para avaliar a viabilidade celular e incubado por 2 h a 37 °C. Posteriormente, a absorbância foi medida usando um leitor de placas a 450 nm. GSJ mostrou uma boa viabilidade diante de duas células diferentes, FGH e CPTD. A viabilidade do FGH mostrou um ligeiro aumento à medida que a concentração de GSJ diminuía, enquanto suas maiores concentrações foram quase iguais ao grupo controle que não tinham GSJ. Por outro lado, a viabilidade de CTPD caiu em comparação com o controle, depois se recuperou quando a concentração de GSJ diminuiu. A 2% de GSJ, a viabilidade de FGH foi de cerca de 100%, enquanto foi de cerca de 88% em CTPD. No entanto, quando a concentração de JSG estava em 1,5%, a viabilidade celular marcou a capacidade máxima com cerca de 111% e 114% em FGH e CTPD, respectivamente.

Todos os resultados ficaram dentro das recomendações, com viabilidade superior a 70%. Podendo ser concluído que a GSJ apresenta baixa toxicidade às células avaliadas.

PR0425 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Resistência adesiva de raízes fragilizadas restauradas com pinos de fibra de vidro anatômicos ou autoajustáveis ao canal
Lima TD, Singolano GL, Pelozo LL, Corona SAM, Souza-Gabriel AE
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a resistência de união (RU) do sistema de pino de fibra de vidro ajustável ao canal (SAP) em comparação aos pinos de fibra de vidro (PFV) convencional ou anatomizado com resinas compostas, em raízes fragilizadas. Foram selecionados 40 caninos superiores, que tiveram suas coroas seccionadas, as raízes tratadas endodonticamente e o preparo do conduto fragilizado. As raízes foram divididas em 4 grupos (n= 10): PFV - PFV sem customização (controle); SAP - PFV ajustável ao canal (Splendor-SAP, Angelus); PFV + bulk - PFV reembasado com resina Ecosite Bulk Fill (DMG); e PFV + nano - PFV reembasado com resina nanohíbrida Ecosite Elements (DMG). Os pinos foram cimentados com cimento resinoso dual (Luxacore Z, DMG). As raízes foram seccionadas em fatias de 1 mm. Os dados de RU (MPa) foram analisados por ANOVA a dois critérios e teste de Tukey e as falhas por Qui-quadrado (α=0,05). Não houve diferença significante entre os terços do preparo (p= 0,066). Houve diferença entre os pinos (p=0,014). Não houve diferença na interação dos fatores (p=0,926). As raízes que receberam PFV + bulk (6,32 ± 1,37 a) e SAP (5,67 ± 1,42 a) apresentaram os maiores valores de RU, semelhantes entre si e diferentes das raízes restauradas com PFV (3,39 ± 1,78 b) e PFV + nano (3,66 ± 1,87 b). Houve predomínio de falha adesiva nos grupos PFV, PFV + bulk e PFV + nano e nas raízes com SAP predominaram falhas mistas.

Conclui-se que as técnicas utilizando PFV autoajustável (SAP) e anatomizado com resina bulk-fill (PFV + bulk) aumentam a resistência adesiva à dentina intrarradicular em raízes com canais alargados.

PR0426 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Influência do monômero 2-hidroxoetil-metacrilato em sistemas adesivos universais com 10-MDP nas propriedades adesivas a longo prazo
Verde TC, Trovao MMA, Cochinski GD, Wendlinger M, Carneiro TS, Loguercio AD, Cardenas AFM, Siqueira FSF
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o efeito da ausência de 2-hidroxietil metacrilato (HEMA) em sistemas adesivos universais contendo 10-metacriloiloxidecil dihidrogenofosfato (10-MDP) resistência de união (µSBS), microcizalhamento (SBS) e nanoinfiltração (NLD) da interface adesiva em dentina ou esmalte, imediata e após 1 ano de armazenamento em água. 112 molares hígidos foram usados para avaliar a adesão à dentina (n=64) e esmalte (n=48). Para cada substrato, os dentes foram divididos em 8 grupos experimentais de acordo com: 1) Sistemas adesivos (Scotchbond Universal-SBU; Gluma Bond Universal-GBU; Solare Universal Bond-SUB e Zipbond Universal-ZIP). 2) Estratégias adesivas: condicionamento total (CT) e autocondicionante (AC). Os espécimes restaurados foram divididos para avaliação da µSBS, SBS e NLD da interface resina-esmalte e resina-dentina. Os dados de cada substrato foram submetidos à ANOVA três-fatores e teste de Tukey (5%) para cada propriedade avaliada. SBU e ZIP tiveram os maiores valores de µTBS, SBS e menor NLD na dentina quando comparados ao GBU e SUB em ambas estratégias e avaliação de tempo. O CT apresentou maiores valores de µTBS e µSBS quando comparado à estratégia AC para ambos os tempos de avaliação, exceto para SBU. Para todos os adesivos e estratégias adesivas avaliados, menores valores de NLD para dentina foram observados no tempo imediato quando comparado a 1 ano de armazenamento em água.

A ausência de HEMA em adesivos universais contendo 10-MDP na longevidade das propriedades adesivas do esmalte e dentina parece ser material dependente.

PR0427 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

A irradiância e tempo de exposição influenciam as propriedades adesivas de adesivos universais após 2 anos de armazenamento?
Correia MN, Cavalcanti KGBA, Moreira PHA, Carpio-Salvatierra B, Reis A, Loguercio AD, Cardenas AFM, Siqueira FSF
Mestrado em Odontologia CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o efeito do tempo de exposição/irradiância de adesivos universais nas propriedades adesivas à dentina (resistência de união à microtração [μTBS] e nanoinfiltração [NL]) após 24 h e 2 anos de armazenamento. 74 molares humanos foram distribuídos em 16 grupos de acordo com: (estratégia adesiva vs. irradiância/tempos de exposição vs. tempo de armazenamento) para cada adesivo universal testado. Os adesivos foram aplicados nas estratégias de autocondicionamento e condicionamento total e fotopolimerização usando os tempos de irradiância/exposição: 1400 mW/cm2 por 5 s (1400*5); 1400 mW/cm2 por 10 s (1400*10); 3200 mW/cm2 por 5 s (3200*5); e 3200 mW/cm2 por 10 s (3200*10). Em seguida, cada um foi restaurado, seccionado e testado por μTBS e nanoinfiltração NL, após 24 h ou 2 anos de armazenamento. A média de μTBS e NL foram analisados utilizando ANOVA de 3-vias e teste de Tukey (5%). Apesar da diminuição significativa nos valores de μTBS para todos os grupos, após 2 anos de armazenamento em água, 3200*5 apresentou os maiores valores de μTBS, enquanto 3200*10 apresentou menores valores de μTBS para ambos os adesivos universais testados. Apesar do aumento significativo nos valores de NL para todos os grupos, após 2 anos de armazenamento em água, 3200*10 apresentou maiores valores de NL quando comparado aos outros grupos (p < 0,001).

A melhora na estabilidade da interface adesiva resina-detina foi obtida quando 14-16 J/cm2 foi usado. Maior tempo de exposição (10s) a maior irradiância (3200 mW/cm2) promoveu maior padrão de degradação da interface adesiva.

PR0428 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 3

Influência do clareamento dental com luz LED violeta na adesão ao esmalte
Castro GG, Vieira BL, Souza TBP, Araújo LV, Jesus ASM, Siqueira FSF, Cardenas AFM, Tavarez RRJ
Programa de Pós-Graduação em Odontologia CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o efeito do clareamento dental com luz LED violeta (LV) na resistência de união do esmalte clareado. Quarenta molares permanentes humanos foram seccionados em quatro partes e divididos aleatoriamente em 8 grupos de acordo com: tipo de tratamento (Sem tratamento; Peróxido de Hidrogênio 35% [PH]; LV e LV+PH) e estratégia adesiva (condicionamento total [ER] ou autocondicionante [SE]). Após tratamentos, todas as superfícies foram restauradas utilizando o adesivo Single Bond Universal (SBU) e os espécimes foram armazenados a 37 ºC por 24 h ou por 1 ano de armazenamento e testados a 1,0 mm (µSBS). Os dados foram analizados utilizando two-way ANOVA e teste de Tukey com 5% de nível de significância. O grupo sem tratamento apresentou maiores valores de µSBS quando comparado com os outros tratamentos (p < 0.001). No entanto, HP diminuiu significativamente os valores de µSBS, independente da estratégia adesiva (p = 0,001). Independente da estratégia, LV não diminuiu significativamente os valores de µSBS quando comparado ao grupo controle (p = 0,001).

Independente da estratégia adesiva, o clareamento dental utilizando luz violeta não diminuiu a resistência de união do adesivo single bond universal.

PR0429 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 3

Desenvolvimento de um dispositivo empregado como coadjuvante ao tratamento de doença periodontal crônica: Análises preliminares
Marski SRS, Sul EGO, Gerardo CF, Bastos DC, Archanjo BS, Simão RA, Prado M
Pós-Graduação em Odontologia UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A terapia periodontal coadjuvante ao tratamento mecânico, utilizando antimicrobianos, tem sido sugerida com a finalidade de não permitir a reincidência da infecção. O objetivo do presente estudo é desenvolver um dispositivo de liberação controlada de fármaco, para ser utilizado como coadjuvante ao tratamento de doença periodontal crônica, e avaliar suas propriedades mecânicas. Foram fabricadas nanopartículas de clorexidina-hexametafosfato (NnpsCHX), que foram incorporadas a filmes de amido termoplástico, em diferentes concentrações (0% - controle; 0,5%, 1% e 2%). Foram realizadas caracterizações morfológicas por microscopia eletrônica de varredura e química por infravermelho por transformada de Fourier (FTIR). As propriedades mecânicas foram avaliadas de acordo com a norma ASTM D638. Os resultados dos testes mecânicos foram avaliados estatisticamente pelos testes de Kruskal-Wallis e Dunn. As análises topográficas mostraram uma boa incorporação da matriz de amido com os agregados de NnpsCHX, corroborando com os resultados de FTIR. A incorporação das NnpsCHX não levou a alterações significativas na força e tensão máxima e deformação na ruptura. Os maiores valores de módulo de elasticidade foram encontrados para os filmes controles.

Houve a incorporação de NnpsCHX, em diferentes concentrações, aos filmes de amido termoplástico. Estes filmes apresentaram bom desempenho mecânico quando submetidos ao teste de tração, mostrando-se promissores para serem empregados como coadjuvante ao tratamento de doença periodontal crônica.

PR0430 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 3

As resinas para impressão de restaurações de longa duração superam as de uso provisório?
Vianna-De-pinho MG, Borges MW, Gebrin FL, Cavalcante LM, Schneider LFJ
PPGO UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
Conflito de interesse: Autodeclarado "O trabalho tem apoio da Makertech."

Este estudo objetivou determinar se resinas para impressão de restaurações definitivas apresentam propriedades superiores às de uso provisório. Foram consideradas as resinas ResiLab 3D (Wilcos), BioProv (Makertech), NanoLab 3D (Wilcos) e BioCrown (Makertech). Amostras em formatos de disco (10x2mm, n=5) e barra (25x2x2 mm, n=10) foram obtidas por impressão, lavagem e pós-cura (90 min). A resistência flexural foi determinada por ensaio de 3 pontos. Rugosidade (Ra), brilho, e cor (L,a,b para CIE2000) foram obtidas antes e após escovação (10.000 x, Odeme). Os dados foram submetidos à análise de variância e teste de Tukey (95%). As resinas para uso temporário apresentaram valores intermediários de resistência flexural (ResiLab=91±3; BioProv=89±3), BioCrown os valores mais elevados (99±2) e Nanolab 3D os menores (62±6). Não houve diferença para rugosidade antes do processo de escovação. Após, BioCrown apresentou a menor rugosidade. Para brilho, não houve diferença antes e após o processo de escovação para as resinas temporárias (ResiLab 3D = 34,9±5,6 / 39,1±2,0; BioProv = 30,8±5,9 / 33,7±9,2). Para uso definitivo, houve redução de brilho para NanoLab 3D (30,8±5,9 antes; 19,8±2,3 pós) e aumento para BioCrown (18,2±6,9 antes; 35,6±5,1 pós). A resina NanoLab 3D apresentou a maior variação de cor.

As resinas para impressão de restaurações de longa duração podem apresentar propriedades superiores àquelas para uso provisório, mas depende da marca empregada.

PR0432 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 3

Influência do polimento de superfície e viscosidade do compósito na dureza de diferentes resinas compostas
Silva GCL, Ribeiro EP, Silva VFFME, Tonetto MR, Berger SB, Lopes MB, Favaro JC, Guiraldo RD
UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a dureza de compósitos com diferentes polimentos de superfície e viscosidades. Os compósitos fluídos Filtek Supreme Flow e GrandioSO Heavy Flow; e o compósito de viscosidade regular Filtek Z350 XT foram divididos em nove grupos (N = 81) de acordo com o compósito e o polimento da superfície do topo da amostra. As amostras foram confeccionadas com a superfície em contato com tira de poliéster (controle), lâmina de silicone translúcido (utilizada na técnica da resina injetada) e lâmina de silicone translúcido com realização posterior de acabamento e polimento (n = 9). Após a confecção das amostras, foram armazenas em água destilada a 37ºC por 24 horas e submetidas ao teste de dureza Knoop. Posteriormente, foram submetidas ao protocolo de envelhecimento simulado por termociclagem com 10.000 ciclos e submetidas ao teste novamente. Os dados foram submetidos ao teste de normalidade Kolmogorov-Smirnov e posteriormente à Análise de Variância e ao teste de Tukey (= 0,05). No geral a dureza dos compósitos quando confeccionados em contato com lâmina de silicone translúcido com posterior acabamento e polimento (53,56 KHN) foi estatisticamente superior aos confeccionados com tira de poliéster (46,50 KHN) que foi significantemente maior aos confeccionados com lâmina de silicone translúcido (34,85 KHN).

O acabamento e polimento após a polimerização do compósito é etapa imprescindível quando a realização da técnica da resina injetada.

(Apoio: CAPES  N° 001)