Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


 2105 Resumo encontrados. Mostrando de 1751 a 1760


PI0428 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência de fatores extrínsecos sobre a estabilidade de cor, rugosidade e dureza de silicone para próteses bucomaxilofaciais
Quadros LCS, Silva-Lovato CH, Soto AF, Adriano-Junior GE, Badaró MM
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a alteração de cor, rugosidade de superfície e dureza shore A de um silicone platinum (Dragon Skin) frente às situações vivenciadas por usuários de próteses bucomaxilofaciais. Espécimes com pigmentação intrínseca foram distribuídos em grupos (n=36/grupo), sendo Controle (C): sem exposição aos fatores de variação; SO: suor e oleosidade da pele; SOP: suor, oleosidade e protetor solar; D: imersão em digluconato de clorexidina a 0,12% (DC0,12%); SOPD: associação de todos os fatores. A alteração de cor foi avaliada por espectrofotômetro (CIELab e sistema National Standard Bureau, NBS), a rugosidade por rugosímetro e dureza shore A com durômetro. As mensurações foram obtidas logo após confecção dos espécimes e depois de 30 dias. Os resultados foram avaliados pelos testes de Kruskal-Wallis (alteração de cor) e ANOVA two-way (rugosidade e dureza) com pós-teste Sidak (α= 0,05). Os grupos D (1,54±0,49) e SOPD (2,10±1,03) apresentaram as menores médias de alteração de cor e foram semelhantes entre si. Houve diferença na percepção clínica (NBS: leve e notável, respectivamente). A maior alteração de cor (6,99±1,43, NBS: grande) e dureza (17,97±0,56) ocorreu em SOP, que promoveu rugosidade intermediária (3,48±1,05) entre SOPD (2,25±0,53) e os grupos C (4,46±0,95) e D (4,39±1,26), que foram semelhantes entre si. Não houve diferença na dureza entre os grupos, exceto para SOP.

A associação entre suor, oleosidade, protetor solar e imersão em digluconato de clorexidina a 0,12% promoveu alterações de cor, rugosidade e dureza clinicamente aceitáveis.

PI0429 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Caracterização da superfície da resina composta após diferentes tratamentos mecânicos
Melo BI, Netto VPS, Bernardes P, Pereira LM, Prudente MS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A resina composta é utilizada na reconstrução de dentes com perdas coronárias extensas. Chamada de núcleo de preenchimento pode receber o preparo e a adesão de restaurações indiretas. O tratamento químico possibilita a adesividade entre a resina composta e o cimento e, entretanto, depende do tratamento mecânico previo para otimizar a adesividade. O objetivo deste estudo foi avaliar a rugosidade gerada pelos tratamentos mecânicos de forma qualitativa e quantitativa após o uso de coroas porvisórias fixadas por cimento provisório. Doze amostras de resina composta foram divididas aleatoriamente em quatro grupos (n=3) receberam a fixação de um corpo de prova de resina quimicamente ativada com cimento provisório e após 24 horas os seguintes tratamentos mecânicos foram realizados: asperização com pontas diamantadas (BD), jato de óxido de alumínio (JOAl), ultrassom (Ul) e um grupo controle (GC). Em seguida foi realizado a rugosidade média de 12 pontos pré estabelecidos da superfície da amostra e imagens da superfíce capturadas utilizando a microscopia eletrônica de varredura. Os dados foram analisados estatisticamente por meio do ANOVA, e em seguida pelo teste de tukey (α=0,05). O grupo controle apresentou os menores valores de rugosidade (0,061 ± 0,03) seguido dos grupo BD (1,1±0,47), JOAL (1,38 ±0,48) e UL (1,45±0,51), estes dois últimos semelhantes estatisticamente e diferente dos demais p<.005.

Concluisse que o ultrassom e óxido de aluminio apresentaram valores maiores de rugosidade e foram semelhantes entre si.

(Apoio: FAPEMIG  N° APQ-03081-21)
PI0430 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Análise da atividade antimicrobiana de extratos naturais comerciais e experimentais pelas técnicas de diluição em caldo e poço difusão
Silva SPR, Ribeiro AB, Arruda CNF, Oliveira VC, Lopes JLC, Watanabe E, Silva-Lovato CH
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Analisar a atividade antimicrobiana de extratos naturais comerciais (CR: romã e CB: banana) e experimentais (E1: casca de romã; E2: semente de romã e E3: casca de banana). Candida albicans (Ca), Candida glabrata (Cg), Staphylococcus aureus (Sa) e Streptococcus mutans (Sm) foram cultivados a 37ºC por 24h. Os inóculos em fase de crescimento exponencial das bactérias e das leveduras foram adicionados aos meios de cultura específicos. A CIM foi obtida pelo método de diluição em caldo em duplicata (DC) com 12 concentrações dos extratos (10 a 0,0048%) e controles positivo, negativo e álcool. A atividade antimicrobiana foi confirmada pelo método por poço difusão em ágar (PD) com orifícios de 5mm de diâmetro preenchidos com extratos na concentração de 20% ou controle positivo (álcool 90%). Os resultados foram dados pela menor concentração fungicida ou bactericida para DC e pela média do diâmetro do halo de inibição (HI) ou traço de inibição (TI) em milímetros para PD. Pelo método DC, a CIM de CR foi de 5% para Cg, 2,5% para Ca, 0,125% para Sa e Sm; a CIM do E1 foi de 0,31% para Ca, 0,16% para Cg e Sm, e de 0,04% para Sa. CB, E2 e E3 não inibiram o crescimento dos microrganismos. Pelo método PD, houve HI com CR para Cg (9,67), Sa (12,58) e Sm (11,42) e com E1 para Cg (10,67), Sa (18,22) e Sm (12,22). E1 causou TI para Ca (10,44), E2 para Sa (9,22) e E3 para Sa (10) e Sm (8,33). CB não inibiu o crescimento dos microrganismos.

Extrato natural de romã, especialmente obtido da casca apresentou os melhores resultados, podendo ser empregado como alternativa para inibição do crescimento dos microrganismos estudados.

(Apoio: CNPq  N° 2021-1797 )
PI0431 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Comparação dos métodos presuntivo e por biologia molecular para identificação de espécies de Candida
Fifolato MA, Ribeiro AB, Clemente LM, Fortes CV, Oliveira VC, Watanabe E, Silva-Lovato CH
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo comparou o método presuntivo pelo uso do meio cromogênico CHROMagar- Candida com o método de Reação de Cadeia Polimerase (PCR) para identificação de Candida spp.. Biofilme de próteses totais superiores foi semeado em meio CHROMagarT Candida, e as colônias de Candida foram identificadas pela diferenciação de cores, sendo colônias verde para C. albicans, roxo ou azul para C. tropicalis, roxo claro ou lilás para C. glabrata. Após a identificação presuntiva de 58 cepas, foi realizada a reação de PCR pela amplificação do IGS2 e restrição com a enzima NlaIII para C. albicans e amplificação através de IGS com restrição pela enzima AluI para outras espécies de Candida, empregando primers descritos por Cornet et al. (2011). Das 58 (100%) cepas identificadas pelo método cromogênico, 46 (79,31%) foram confirmadas pelo PCR. Das amostras identificadas presuntivamente como C. albicans, 77,7% foram confirmadas como C. albicans e 22,3% como C. dubliniensis por PCR; entre as amostras de C. glabrata, 76,9% tiveram a identificação confirmada, 15,38% foram identificadas como C. tropicalis e 7,69% como C. parapsilosis por PCR. Entre as amostras de C. tropicalis, 86,7% foram confirmadas, 6,7% foram identificadas como C. dubliniensis, e 6,7% como C. glabrata.

O estudo concluiu que a taxa de acerto do método cromogênico foi de 79,3% no geral, podendo ser considerado útil na identificação das espécies de Candida e apresentar boa relação custo/benefício.

(Apoio: FAPESP  N° 2020/06043-7)
PI0432 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito da pigmentação, higienização e envelhecimento na dureza shore A de um silicone alimentício e de um silicone médico para prótese facial
Almeida LL, Magdalena CMAP, Liu PL, Paranhos HFO, Macedo AP, Silva-Lovato CH
Materiais Dentários e Próteses UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o efeito da pigmentação, higienização e envelhecimento na dureza shore A de um silicone alimentício platinum (2420) e de um silicone médico (MDX4-4210) para próteses faciais. Amostras circulares com pigmentação intrínseca (PI; n=45), pigmentação intrínseca e extrínseca (PIE; n=45) ou incolor (I; n=45) foram submetidas à mensuração da dureza (1Kg/5seg, ASTM D 2240-64) após a obtenção das mesmas (T0), após 6 meses (T1) de exposição aos protocolos de higiene com sabão neutro (SN), sabão neutro+imersão em peróxido de hidrogênio a 2% por 20 minutos (SNH2O2), sabão neutro+imersão em triclosan a 0,15% por 20 minutos (SNT) e, após 6 meses (T2) de envelhecimento acelerado por luz. Os dados foram analisados por Wald test com ajuste de Bonferroni (p<0,05). Houve interação entre tempo/pigmentação/protocolo (p=0,000) para ambos os silicones. Para o silicone 2420 tanto em T1 como em T2, a maior alteração da dureza ocorreu no grupo I com SN e SNT e as menores alterações com PIE com o protocolo SNH2O2 e com PI com o protocolo SN. Para o silicone MDX4-4210, em T1 e T2 a maior alteração ocorreu com os grupos PI e PIE com SN e a menor alteração da dureza foi verificada com PIE associado aos protocolos SNH2O2 e SNT. Apesar dos fatores terem influenciado a propriedade do material, os valores foram clinicamente aceitáveis.

Para ambos os silicones, a dureza foi mais estável com a pigmentação intrínseca e extrínseca e desinfecção com peróxido de hidrogênio.

(Apoio: CAPES - FAPESP  N° 001)
PDI001 - Painel Pesquisa Dentro da Indústria
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Desenvolvimento, validação e registro de novo dispositivo AIoT de desinfeção por UVC. Solução inovadora entre indústria e academia
Oliveira ECL, Junqueira JLC, Napimoga MH, Torres-Junior OF, Torres MF, Basting RT, Barbosa JA, Montalli VAM
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou desenvolver, validar e patentear a Unidade de Desinfecção por Ultravioleta, equipamento de desinfecção ambiental com tecnologia UVC utilizando sensores remotos para controle automático do tempo de radiação, em parceria com a empresa UVCtec (São Paulo, Brasil). Com a proposta de desenvolvimento, a interação com a empresa fez gerar um protótipo, que após visitas dos pesquisadores à empresa e ensaios fez gerar o produto final (Patente BR102016016624-1). Para validação, os testes foram realizados em duas clínicas de pós-graduação da faculdade, divididas em dois grupos: a) grupo controle positivo e; b) grupo UV-C, o qual foi utilizado o equipamento UMDUV 2.0, com sistema de ativação à distância por bluetooth. Utilizou-se a suspensão bacteriana de Lactobacillus casei Shirota (1,5x108UFC/mL) adicionada no sistema de refrigeração de uma cadeira odontológica. A ativação da alta rotação foi feita por 1 minuto em ambos os grupos. No grupo experimental, o equipamento de UV-C foi ligado no centro da clínica e que desligou após os sensores registrarem a dose de radiação. As 40 placas de Petri (20 por grupo), com meio de cultura MRS, foram armazenadas em estufa por 48h e as UFC foram contadas. Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste ANOVA seguido de Tukey (α=0,05). Os resultados mostraram, em média, redução de 97,6% (p<0,0001) na contagem de UFC.

Pode-se concluir a alta eficiência de descontaminação do ambiente clínico pela tecnologia UV-C, sendo uma opção efetiva para melhorar a biossegurança nas clínicas odontológicas.

PDI002 - Painel Pesquisa Dentro da Indústria
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Espectroscopia ATR-FTIR salivar associada com inteligência artificial para detecção do Diabetes Mellitus tipo 2
Alves DCT, Espindola FS, Caixeta DC, Carneiro MG, Rodrigues R, Sabino-Silva R
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O diagnóstico do diabetes mellitus (DM) realizado pelo sangue é altamente preciso, porém é um procedimento invasivo e doloroso. Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi avaliar se a espectroscopia de infravermelho com transformada de Fourier associada à reflectância total atenuada (ATR-FTIR) acoplada com algoritmos de aprendizado de máquinas em amostras de saliva pode ser utilizada como plataforma de diagnóstico sustentável e não-invasivo do DM tipo 2. Neste estudo, a saliva foi coletada de 68 pacientes, sendo 23 indivíduos normoglicêmicos não-diabéticos e 45 diabéticos tipo 2 (DM-2). A saliva de normoglicêmicos e DM-2 foi analisada em ATR-FTIR associado ao algoritmo de máquinas de suporte vetorial (SVM). Os valores da área das bandas 2962 cm-1, 1641 cm-1, 1549 cm-1, 1451 cm-1, 1073 cm-1 que representam modos vibracionais de lipídeos, proteínas e carboidratos foram maiores em DM-2 comparado aos normoglicêmicos. A classificação dos espectros de infravermelho salivar por SVM mostrou uma sensibilidade de 93,3% (42/45), especificidade de 73,9% (17/23) e acurácia de 87% entre DM-2 e normoglicêmicos.

Em resumo, esses dados destacam o potencial das plataformas ATR-FTIR, juntamente com o SVM, como uma ferramenta sustentável, livre de reagentes e não-invasiva para triagem diagnóstica e monitoramento de diabéticos utilizando um volume ultrabaixo de saliva e mínima preparação de amostras.

(Apoio: CAPES  N° 458143/2014  |  FAPEMIG  N° APQ-02872-16  |  CNPq  N° 465669/2014-0)
PDI003 - Painel Pesquisa Dentro da Indústria
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Cerdas biodegradáveis para escova dental ecológica: desenvolvimento de alternativas biosustentáveis
Azinaro GSS, Silva ACBN, Pereira TC, Oliveira LD, Teixeira SC, Segala WF, Duarte ML, Marco AC
INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Autodeclarado "A empresa Resix foi responsável pelo fornecimento de materiais para execução do projeto de pesquisa."

A proposta deste estudo foi desenvolver alternativas biodegradáveis para cerdas de escova dental a partir de fibras de bananeira (FB) e de sisal (FS) sob os aspectos de propriedades dos materiais, teste de desgaste, biodegradação e potencial antimicrobiano com incorporação de extratos de bardana (b) e própolis (p). Observou-se que a FS 160 µm é relativamente mais espessa que a FB 150 µm. Na secagem em estufa, as FS e FB mostraram menor rugosidade e maior uniformidade em 48h. Na microscopia eletrônica de varredura a FS apresentou superfície uniforme com sulcos menos profundos. No teste de microdiluição, a melhor combinação obtida foi a bardana com própolis (b+p) para C. albicans (0,72 e 1,0) com CIM de 2x e bacteriostático para S. mutans; contudo quando adicionados às fibras em diferentes concentrações não foram capazes de inibir o crescimento do S. mutans. No ensaio de tração, houve diferença entre FB 48h vs. FS 48h (p=0,0046), sendo FS mais resistente. No desgaste simulado das cerdas à escovação de 1 mês (1m) e 3 meses (3m), houve diferença entre FB (b+p) -1m vs. FS (b+p) -1m (p=0,020) e FB (p) -3m vs. FS (p) -3m (p=0,007), sendo que a FS apresentou menor desgaste. Na biodegradação, a FB apresentou decomposição completa em 60 dias enquanto a FS necessitou de 90 dias.

Conclui-se que a FS por apresentar maior resistência a tração, menor desgaste na escovação e um curto tempo de biodegradação revelou-se uma opção promissora para cerdas ecológicas, contudo a incorporação de antimicrobianos ainda necessita de maior desenvolvimento.

PDI004 - Painel Pesquisa Dentro da Indústria
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

A clinical study to assess the tooth whitening efficacy of brushing with a powered toothbrush and 1% hydrogen peroxide toothpaste
Hernandez KX, Gonzalez MF, Ramos LJ, Malheiros Z, Stewart B, Cepeda JA, Benítez CG
Periodontia UNIVERSIDAD AUTÓNOMA DE SAN LUIS POTOSÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

The aim of this randomized controlled clinical trial was to assess the tooth whitening efficacy of oral hygiene regimen encompassing a Philips-Colgate powered toothbrush in combination with a 1% hydrogen peroxide toothpaste as compared to a negative control regimen. Ninety subjects with a score of Lobene Stain Index of at least 1 were enrolled in the 7-day clinical study and assigned to the Test Group: a powered toothbrush in combination with an 1% hydrogen peroxide toothpaste or the Negative Control Group: an adult manual soft bristle toothbrush with a regular fluoride toothpaste containing 1450 ppm F. Subjects were evaluated at baseline, 3 and 7 days for the Lobene Stain Index. Comparisons of the treatment groups were performed using analysis of covariance. The 90 subjects completed the clinical study. After 3 and 7 days, subjects who brushed with the Philips-Colgate powered toothbrush and 1% hydrogen peroxide toothpaste exhibited statistically significant reductions between groups of 16.0% (p< 0.001) and 30.9% (p< 0.001) respectively in extrinsic tooth stain when compared to the negative control.

The results of this study support that brushing with an Philips-Colgate powered toothbrush and toothpaste containing 1% hydrogen peroxide provides a greater level of efficacy in the removal of extrinsic tooth stain as compared to brushing with an adult manual soft bristle toothbrush and a regular fluoride toothpaste.

(Apoio: Colgate Palmolive N° CRO-2021-06-WHT-ETB-MX-BS)
PDI006 - Painel Pesquisa Dentro da Indústria
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Blue ® M associado à terapia fotodinâmica antimicrobiana como tratamento preventivo para osteonecrose dos maxilares por medicamentos
Franciscon JPS, Rocha TE, Silveira GRC, Gomes NA, Freitas RM, Garcia VG, Theodoro LH, Ervolino E
diagnóstico e cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito do gel Blue ® M (BM) associado à terapia fotodinâmica antimicrobiana (aPDT) sobre o processo de reparo alveolar em ratas senescentes, tratadas com zoledronato e, analisar sua efetividade na prevenção da osteonecrose dos maxilares por medicamentos (ONMM). Vinte e oito ratas senescentes foram distribuídas nos grupos (n=7): NT (nenhum tratamento local), BM (alvéolos tratados com deposição de Blue-M), aPDT (Azul de metileno e laser 660 mm) e BM+aPDT (Bluem e aPDT). Foi instalada uma ligadura ao redor do primeiro molar inferior, para induzir periodontite experimental (PE). Na sequência iniciou-se o tratamento com zoledronato (100µg/Kg), a cada três dias por sete semanas. Após três semanas foi realizada a exodontia dos molares com PE. Imediatamente, 2 e 4 dias pós exodontia foram efetuados os tratamentos no sítio de extração. A eutanásia foi realizada aos 28 dias pós-operatórios. As hemimandíbulas foram processadas e realizadas análises clínica, histológica do grau de reparação tecidual e da porcentagem de tecido ósseo neoformado (PTONF) e de tecido ósseo não vital (PTONV). Os dados foram enviados para análise estatística. Nos grupos aPDT e BM+aPDT o processo de reparação foi mais favorável. Nos valores de PTONF os resultados mostraram: BM+aPDT > aPDT > BM > NT (P < 0,05). Os dados de PTONV foram menores nos grupos BM+aPDT e aPDT que em BM e NT (P < 0,05).

O tratamento com BM e aPDT isolados ou associados foram efetivos para evitar a ocorrência de ONMM pós-exodontia em dentes com PE.