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RESUMOS APROVADOS

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 1343 Resumo encontrados. Mostrando de 981 a 990


PI0129 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

A deficiência de estrógeno aumenta a expressão gênica de MMP-8 e MMP-13 em sítios de crescimento da mandíbula de ratas ovariectomizadas
Calixto RD, Nabarro HMD, Omori MA, Paza AO, Moro A, Nelson-Filho P, Kuchler EC, Scariot R
Biologia Básica e Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Metaloproteinases de matriz (MMPs) são proteínas da família de enzimas proteolíticas que degradam a matriz extracelular e facilitam a remodelação tecidual, cuja expressão pode ser afetada por hormônios sexuais. O objetivo desse estudo foi avaliar se a deficiência de estrógeno influenciava a expressão dos genes MMP-8 e MMP-13 em sítios de crescimento de maxila e mandíbula. A amostra foi composta por 12 ratas da linhagem Wistar em período pré-puberal (21 dias) as quais foram divididas em grupo OVX (submetidas a procedimento bilateral de ovariectomia) e grupo SHAM (submetidas a cirurgias de ovariectomias fictícias) para controle. Após eutanásia (45°dia), fez-se dissecação de sítios da sutura palatina, cabeça da mandíbula, processo coronoide, ângulo, sínfise e parassínfise mandibular. Para análise da expressão gênica dos sítios, utilizou-se a técnica de Reação em Cadeia da Polimerase em tempo real - qPCR para os genes MMP-8 e MMP-13. Quanto a análise estatística, os dados foram agrupados de acordo com os testes específicos num nível de significância de 0,05 (alfa de 5%). Na região da cabeça da mandíbula a expressão gênica de MMP-8 (p=0,03) sofreu significante aumento no grupo OVX. Quanto a correlação entre a expressão do MMP-8 e MMP-13, verificou-se significância estatística na região de ângulo mandibular (p=0,03; r=0,690) e cabeça da mandíbula (p=0,0003; r=0,927).
Conclui-se que a deficiência de estrógeno foi capaz de alterar a expressão gênica de MMP-8 e MMP-13 na mandíbula, podendo ser este um dos mecanismos pelo qual este hormônio afeta o crescimento craniofacial.
(Apoio: FAPESP  N° 2016/13982-4)
PI0132 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Análise de parâmetros clínicos após protocolos preemptivos na remoção de terceiros molares: Ensaio randomizado, triplo cego e prospectivo
Costa MG, Delanora LA, Hadad H, Momesso GAC, Rios BR, Oliveira GAG, Bassi APF, Faverani LP
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a eficiência da dexametasona (DEXA) usada na forma preemptiva isoladamente ou em combinação com anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) no controle da dor, edema e trismo em cirurgias de terceiros molares. 44 pacientes foram divididos em 4 grupos: DEX (8 mg de DEXA); DEX + IBU (8 mg de DEXA + 600 mg de ibuprofeno); DEX + IBU + KETO (8 mg de DEXA+ 600 mg de ibuprofeno+10 mg de cetorolaco); e DEX + KETO (8 mg de DEXA+ 10 mg de cetorolaco) administrados uma hora antes da cirurgia. Foi realizado acompanhamento para avaliar dor, através da Escala Visual Analógica (EVA) e Número de Analgésico Resgate (NAR) durante os períodos de 6, 12, 24, 48, 72 horas e 1 semana após a cirurgia; edema e trismo durante o pré-operatório e pós de 48 e 72 horas. Para EVA , não houve diferença estatística entre os grupos (p>0,05, Teste ANOVA 1 fator), porém DEX + KETO apresentaram os menores valores médios para dor em 6 horas e 7 dias no pós-operatório. Para NAR, DEX + IBU e DEX + IBU + KETO, apresentaram a menor média, e DEX + KETO apresentou o valor mais alto (p<0,05, Teste Tukey). Para edema e trismo, não houve diferença estatística.
A associação dos AINEs utilizados no estudo com DEXA não melhorou o controle da dor, edema e trismo, não justificando a indicação das associações.
PI0133 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

A oxidação por plasma eletrolítico estimula bioatividade de miniplacas utilizadas na fixação de fraturas femorais: estudo pré-clínico
Barbosa S, Momesso GAC, Polo TOB, Silva WPP, Lima-Neto TJ, Cordeiro JM, Barão VAR, Faverani LP
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar a bioatividade de miniplacas texturizadas pela oxidação por plasma eletrolítico (PEO) no reparo de fraturas femorais em ratas osteoporóticas. Para isso, 35 ratas foram submetidas à cirurgia de ovariectomia bilateral (OVX) e outras 35 à cirurgia fictícia (SHAM). Após 90 dias, os animais foram submetidos à osteotomias para simulação de fraturas femorais e fixação com miniplacas de titânio (1,5mm). Para cada animal, utilizou-se uma miniplaca texturizada por PEO, no fêmur direito, e uma miniplaca com superfície convencional (CONV), no fêmur esquerdo. Após 60 dias, todos os animais foram eutanasiados e as amostras encaminhadas para análise por microtomográfia computadorizada, histometria, microscopia confocal, análise molecular e biomecânica. A partir da microtomografia computadorizada observou-se que o grupo OVX/PEO obteve maior valor para os parâmetros Tb.Th, Tb.N e Tb.Sp quando comparado ao grupo OVX/CONV. A análise histométrica constatou formação óssea mais significante para o grupo OVX/PEO, do que o obtido pelo grupo OVX/CONV (p<0.05- Teste de Tukey). Em relação a área de fluorocromo, houve uma maior precipitação de calceína do que de alizarina para os grupos OVX (PEO e CONV). A análise molecular demonstrou que as proteínas presentes na fase final da formação óssea foram as mais expressadas (P<0.05). OVX/PEO demonstrou ainda, maiores valores de resiliência óssea em relação aos outros grupos (P<0.05).
Portanto, a texturização por PEO leva a uma otimização do reparo ósseo em fraturas femorais de ratas osteoporóticas.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2018/00522-0)
PI0134 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Qualidade de vida e DTM em pacientes com má oclusão esquelética classe II submetidos à cirurgia ortognática
Fanderuff M, Bergamaschi IP, Cavalcante RC, Gerber JT, Petinati MFP, Sebastiani AM, Costa DJ, Scariot R
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da cirurgia ortognática na qualidade de vida (QV) relacionada à saúde bucal, disfunção temporomandibular (DTM) e sintomas psicológicos em pacientes com má oclusão esquelética classe II, assim como verificar quais são as variáveis que alteram a percepção da QV pós-operatória. Para isso, 43 pacientes com má oclusão esquelética classe II submetidos à cirurgia ortognática foram avaliados quanto sua percepção de QV relacionada à saúde bucal, através do OHIP-14 e quanto a DTM, segundo os eixos I e II do RDC/TMD, nos períodos pré e pós-operatório (6 meses a 1 ano). Foi então verificada a evolução da QV e da DTM, assim como a relação entre essas variáveis utilizando os testes Wilcoxon, McNemar, Qui-Quadrado e Mann-Whitney, com nível de significância de 5%. Através da diminuição da pontuação do OHIP-14 geral e de 5 de seus domínios, pode-se observar melhora na percepção da QV após a cirurgia ortognática (p < 0,05). Houve também melhora de dor articular (p = 0,016), dor crônica (p = 0,019) e sintomas físicos não específicos excluindo dor (SFNEED) (p = 0,013) no pós-operatório. Além disso, observou-se associação entre a pior percepção de QV (geral e domínios) e as variáveis do eixo II do RDC/TMD (p < 0.05).
Logo, sugere-se que a cirurgia ortognática melhora a percepção de QV relacionada à saúde bucal, dor articular, dor crônica e SFNEED nos pacientes com má oclusão esquelética classe II. Além disso, pacientes com algum diagnóstico do eixo II tendem a apresentar pior percepção de QV.
PI0140 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Avaliação da fratura de dentes em relação a presença / ausência de restaurações de amálgama: Um estudo caso-controle
Ruano V, Rocha RS, Tessarin FBP, Bresciani E
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a possível associação entre fraturas e a presença ou não de restaurações em amálgama de prata. Foram selecionados 25 pacientes para o grupo caso (fratura coronária de dente com restauração - amálgama ou resina) e 48 pacientes para o grupo controle (restauração de amálgama/resina sem fratura coronária ou dente hígido), seguindo parâmetros de idade, gênero e grupo de dentes dos pacientes incluídos no grupo caso. Em ambos os grupos, as extensões mésio-distal e vestíbulo-lingual da restauração foram analisadas. Nos casos, as fraturas coronárias foram analisadas a partir das medidas de profundidade e extensão. Os dentes incluídos foram moldados, fotografados e analisados em relação à presença de facetas de desgaste. Os dados obtidos foram avaliados pelos testes Qui-quadrado (5%) e Odds Ratio. Não houve diferença estatística (p=0.848) entre a presença ou não de restaurações de amálgama quanto ao risco de fratura dentária. O risco foi 1,1 vezes as chances de fratura quando da presença de restauração de amálgama.
Conclui-se que não há associação entre dentes fraturados e a presença de restaurações em amálgama de prata.
(Apoio: FAPs - Fapesp   N° 2018/14926-6  |  Fapesp   N° 2018/14926-6)
PI0141 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Influência da espessura do laminado cerâmico nas tensões de impacto durante trauma dental com e sem protetor bucal
Cunha LS, Vilela ABF, Versluis A, Tantbirojn D, Soares CJ
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Laminados cerâmicos (LC) são amplamente utilizados para fins estéticos, no entanto, pouco se sabe sobre o efeito de traumatismo dentário e o uso de protetor bucal personalizado (PBP) em sua estrutura. Este estudo avaliou a influência da espessura do LC e a presença de PBP nas tensões de impacto durante o traumatismo dentário em um incisivo central superior. Seis modelos de elementos finitos com estruturas maxilares e incisivo central foram criados a partir de uma imagem de tomografia computadorizada de feixe cônico. As três condições de LC foram: incisivo hígido (sem LC), LC fino de 0,3 mm; e LC convencional de 1,0 mm. Estes foram avaliados com e sem PBP de 4,0 mm de espessura. Foi realizada uma análise de impacto, na qual a cabeça atingiu frontalmente uma superfície rígida, impactando o incisivo a uma velocidade de 1 m / s (3,6 km / h). As tensões durante o impacto foram avaliadas usando critério von Mises modificado, que reflete a resistência às falhas de cada material. A presença de PBP reduziu as tensões de impacto no LC, cimento interfacial e esmalte. Áreas de tensões foram encontradas no esmalte palatino e na região cervical vestibular para todos os modelos sem PBP. O esmalte alcançou os níveis mais altos de tensão sem o PBP, enquanto os laminados atingiram a maior concentração de tensão ao longo da interface de cimento do modelo LC de 1,0 mm de espessura.
A falha na interface com esmalte é mais provável no impacto, a presença do LC aumentou os níveis de tensões no impacto em esmalte. O uso de PBP reduziu substancialmente os níveis de tensão de impacto nas estruturas dentárias.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PI0142 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Estudo in vitro da eficácia do clareamento dental com uso de luz violeta
Felix LHP, Almeida SAG, Daltro TWS, Silva CHV, Guimarães RP
Programa de Pós-graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se, in vitro, a eficácia de diferentes protocolos de clareamento dental utilizando LED violeta, comparados a técnicas clareadoras usuais. Setenta incisivos bovinos foram distribuídos aleatoriamente em 7 grupos (n=10) de acordo com a técnica e o produto de clareamento utilizado. Grupo 1 = Saliva artificial; Grupo 2 = 3 sessões Peróxido de Hidrogênio (PH) a 35% sem ativação de luz; Grupo 3 = 3 semanas de Peróxido de Carbamida (PC) a 16% - 4h/dia; Grupo 4 = 3 sessões PH a 35% sem ativação de luz + 2 semanas de PC a 16% - 4h/dia; Grupo 5 = 4 sessões com LED violeta (Bright Max Whitening - MMO); Grupo 6 = 3 sessões com PH a 35% + LED violeta (Bright Max Whitening - MMO); Grupo 7 = 3 sessões com PC a 16% + LED violeta (Bright Max Whitening - MMO). A modificação da cor foi mensurada por espectrofotômetro digital portátil (Easyshade-Vita). Os dados foram expressos através das estatísticas média de ∆E, L* e desvio padrão. Por meio da análise dos dados obtidos, observou-se diferenças significativas apenas quando comparado o Grupo Controle com os demais. Revelando que todas as técnicas estudadas proporcionaram alteração na cor dos dentes.
O uso do LED violeta associado ou não a géis clareadores de diferentes concentrações foi eficaz para o clareamento dental, além disso, concluiu-se também que a técnica de clareamento físico, com LED violeta, produziu menor variação da luminosidade dentária quando realizadas 4 sessões clínicas.
PI0146 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Resistência à flexão de uma resina composta experimental submetida à polimerização adicional
Silva YS, Duarte TS, Souza APC, Pithon MM, Pereira RP, Carvalho AO
Saúde - UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a influência da polimerização adicional sobre a resistência à flexão de uma resina composta experimental. Foram confeccionados 60 corpos de prova por meio de uma matriz metálica bipartida de acordo com a norma ISO 9094. A amostra foi dividida em 06 grupos, segundo à potência de fotopolimerização utilizada e o tratamento de polimerização adicional: G1: 20s à 1000mw/cm²; G2: 20s à 1000mw/cm² + micro-ondas à 450W/3min; G3: 2x 3s à 3200mw/cm²; G4: 2x 3s à 3200mw/cm²+ micro-ondas à 450W/3min; G5: 3x 4s à 1400mw/cm²; G6: 3x 4s à 1400mw/cm² + micro-ondas à 450W/3min. Os espécimes foram fixados num dispositivo metálico, acoplado à uma máquina de ensaios universal e submetidos ao teste de resistência à flexão de 3 pontos, sob a taxa de carregamento de 50 N/min, até a falha completa. Os valores da carga, no momento da fratura, foram utilizados para o cálculo da resistência à flexão. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente pelo teste t de Student a 5% de significância. Os resultados demostraram que, independente do tratamento de polimerização adicional, não houve diferença estatística na resistência à flexão entre os grupos comparados (p>0.05).
Conclui-se que a realização do tratamento de polimerização adicional não promoveu benefícios na resistência à flexão de uma resina composta experimental.
PI0147 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Desenvolvimento de um cimento de ortofosfato de cálcio-ionômero
Avelino SG, Fronza BM, Vilela HS, Braga RR
Cirurgia, Prótese e Traumatologia Maxilo - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi desenvolver um cimento de ortofosfato de cálcio-ionômero, baseado na reação entre ortofosfato de cálcio (CaP) e ácido poliacrílico, e comparar suas propriedades mecânicas com dois cimentos comerciais (ionômero de vidro/CIV e hidróxido de cálcio/HC). Foram realizadas análises químicas dos materiais através de espectroscopia ATR-FTIR. A microdureza (KHN; 10 g, 10 s, n=5) foi determinada em discos com 5 mm de diâmetro. A resistência à flexão (RF) foi determinada em barras (10x2x1 mm, n=10) armazenadas a seco (25±2 ºC) ou sob umidade relativa (37±2 ºC). Os dados foram analisados por ANOVA/Tukey (5%). Existem semelhanças entre os espectros do cimento experimental e CIV, com bandas intensas em 3480cm-1 (O-H da água) e 1750cm-1 (C-O do ácido poliacrílico). Entretanto, os espectros do cimento experimental não evidenciam a ocorrência de reação química como observado no CIV, com o surgimento de uma banda em 1600 cm-1 (ligações O-Ca). O cimento experimental apresentou KHN semelhante ao cimento de HC (11,1±1,1 e 9,5±0,1, respectivamente) e inferior ao CIV (21,7±1,6). O cimento experimental não tomou presa sob umidade. Entre as amostras armazenados a seco, não houve diferença estatística na RF entre o CIV (18,4±1,1 MPa) e o cimento de CaP-ionômero (16,9±3,4 MPa).
Para os cimentos comerciais, não houve influência das condições de armazenamento sobre RF. Apesar de não ser detectada uma reação química entre partículas de CaP e o ácido poliacrílico, foi possível determinar as propriedades mecânicas do cimento experimental quando armazenado a seco.
(Apoio: bolsa PUB-USP)
PI0148 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Efeito de agentes clareadores sobre resinas compostas e cerâmicas
Rodrigues MLA, Mendonça LC, Quagliatto PS, Soares CJ
Saúde Coletiva e Odontologia Legal - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi analisar por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV) e visual direta o efeito dos géis clareadores peróxido de hidrogênio a 7,5% - PH7,5% (PolaDay - SDI); de peróxido de carbamida a 16% - PC16% (Whiteness Perfect - FGM); e peróxido de hidrogênio a 35% - PH35% (Whiteness HP Maxx - FGM) sobre resinas compostas nano-híbridas (Vittra APS, FGM, e IPS Empress Direct, Ivoclar Vivadent); resina composta nanoparticulada (Filtek Z350XT, 3M Oral Care); cerâmicas feldspática (Noritake EX-3), reforçada por leucita (IPS Empress CAD, Ivoclar Vivadent); e por dissilicato de lítio (e-max CAD, Ivoclar Vivadent). Para cada material restaurador foram confeccionadas 6 amostras sendo utilizada 2 amostras para cada protocolo clareador. As imagens em MEV foram realizadas com aumento de 20.000X e a analise qualitativa realizada por dois operadores. As imagens demonstraram maior influência dos géis clareadores, principalmente o PH35% nas resinas nano-híbridas do que na resina nanoparticulada. A degradação não foi perceptível pela analise visual. Sobre materiais cerâmicos analisados foi evidente a ausência de dano tanto pela análise visual e por MEV.
Géis clareadores causam danos superficiais mínimos sobre resinas compostas e não altera a superfície de cerâmicas de diferentes composições.