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RESUMOS APROVADOS

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 1343 Resumo encontrados. Mostrando de 521 a 530


PN0617 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Ação antibacteriana de uma suspensa de nanopartículas de prata coloidal reduz a contaminação interna do implante externo de hexágono
Pignataro RRDG, Lepesqueur LSS, Koga-Ito CY, Nogueira Junior L
Materiais Dentários - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou, in vitro, ação antimicrobiana de nanopartículas de prata coloidal, sobre E.faecalis e a infiltração bacteriana na interface dos implantes hexágono externo (HE) e pilares protéticos. Determinada a concentração inibitória mínima da solução de nanoprata coloidal. A infiltração bacteriana na interface implante/pilar, avaliada com 40 conjuntos de HE (n=10) em 4 grupos segundo o tratamento: (1) prata 29 ppm; (2) prata 58 ppm; (3) controle sem tratamento e (4) clorexidina 2%. A suspensão padronizada 1x106 cel/mL de E. faecalis foi inoculada no interior dos implantes, e pilares instalados com torque 30N segundo o fabricante. As amostras testadas para contaminação externa imediata, suspensas em tubos contendo 3 mL de meio de cultura BHI (Brain Heart Infusion), incubados 24h a 37ᵒC em estufa de CO2. A seguir, as amostras incubadas em aerobiose a 37C,120 horas. Após incubação, os pilares removidos, conteúdo interno dos implantes coletado com cone de papel estéril e semeado em ágar para a determinação do número de células viáveis. Os dados de log10 UFC/mL dos grupos foram comparados estatisticamente com GraphPad Prism 6.0. Realizado teste de normalidade, e aplicados Kruskal-Wallis e Dunn's post hoc com nível de significância de 5%. Nenhuma amostra teve contaminação externa. As células viáveis foram significativamente menor no grupo com nanoprata 58 ppm em relação ao grupo sem tratamento. O grupo clorexidina 2% obteve contagem significativamente menor em relação aos demais grupos.
A nanoprata coloidal 58 ppm apresentou ação antimicrobiana sobre o E. faecalis
(Apoio: Conexão Sistemas de Prótese  |  CAPES)
PN0629 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Avaliação do potencial osteocondutor e osteoindutor de scaffolds híbridos nanofibrilares de PLA/PEG/Fosfato de Cálcio - estudo in vitro
Reis DCS, Gomes DS, Santos AMC, Lima IL, Menezes RR, Filice LSC, Dechichi P, Rocha FS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A reconstrução adequada dos defeitos ósseos continua sendo um desafio e a demanda por substitutos aos enxertos autógenos leva à necessidade de novos biomateriais. Este trabalho avalia scaffolds nanofibrilares de poliácido láctico/polietileno glicol/CaP (PLA/PEG/CaP) produzidos por meio da técnica de fiação por sopro em solução. Utilizou-se a razão de Ca/P de 1.1 e temperatura de calcinação de 1000ºC, sendo obtidas fibras nas seguintes concentrações: 20/10 (20% PEG e 10% CaP), 20/20 (20% PEG e 20% CaP), 30/10 (30% PEG e 10% CaP), 30/20 (30% PEG e 20% CaP). Foi realizada caracterização dos scaffolds e testes in vitro com células pré-osteoblásticas da linhagem MC3T3-EI cultivadas em meio osteogênico. Após 7, 14 e 21 dias foram analisadas a viabilidade celular pelo método MTT, dosagem de proteína total e fosfatase alcalina. A viabilidade celular foi menor em 7 dias para scaffolds 30/20 e maior em 14 dias para scaffold 20/10. Em 21 dias a viabilidade celular foi semelhante entre os grupos. Todos os scaffolds resultaram em produção crescente de proteína total e fosfatase alcalina, nos diferentes períodos, com melhores resultados para 30/10, em 21 dias.
Estudo indica que o processo de formação do tecido ósseo pode ser potencializado pela utilização dos scaffolds nanofibrilares de PLA/PEG/CaP produzidos por fiação por sopro em solução, com melhores resultados para o scaffold 30/10.
(Apoio: FAPEMIG  N° APQ-03063-16)
PN0634 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Influência do material restaurador de coroas sobre implantes extra-curtos na biomecânica periimplantar
Ribeiro MA, Ferrarez LL, Rosa LH, Castilho EB, Martins LBC, Sudre JPS, Lopes DGF, Sotto-Maior BS
Doutourado - UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A atrofia óssea, aliada a localização de estruturas nobres faciais como o canal mandibular e seio maxilar é um dos principais fatores que indicam o uso de implantes curtos e extra-curtos na reabilitação oral. Entretanto, o seu comportamento biomecânico ainda é controverso, no intuito de melhorar a dissipação de força e diminuir o estresse periimplantar alguns materiais restauradores são indicados para confeccionar a prótese sob esses implantes. Buscou-se então avaliar a dissipação de forças para o tecido periimplantar ao redor de implantes extra-curtos, reabilitados com três diferentes materiais. Utilizou-se blocos de poliuretano, e instalou-se um implante de conexão interna extra-curto. Sobre o implante foi instalado um componente protético para prótese cimentada. A amostra foi dividida em três grupos (n=10), de acordo com o material restaurador. Os grupos foram classificados em MC (Metalocerâmica), ZC (Zircônia -Zirkonzahn Prettau) e EC (Vita Enamic). As amostras passaram por teste de Extensiometria para avaliar as tensões nas regiões Vestibular (V), Mesial (M), Distal (D) e Palatina (P). Resultados: Não houve diferença estatística significativa entre os grupos nas regiões V, M, D, e P, sendo os valores de p, respectivamente 0,94; 0,84; 0,71; 0,92.
Do ponto de vista biomecânico, todos os materiais se comportam de maneira semelhante na dissipação de forças periimplantares sobre implantes de conexão interna.
PN0638 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Efeito de osteoclastos sobre osteoblastos crescidos sobre o titânio com nanotopografia
Bighetti-Trevisan RL, Gordon JAR, Tye C, Lian JB, Stein GS, Stein JL, Rosa AL, Beloti MM
Biologia Básica e Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A remodelação óssea, crucial para a osseointegração de titânio (Ti), envolve atividades osteoblástica e osteoclástica. O Ti com nanotopografia (Ti-Nano), obtido por condicionamento com H2SO4/H2O2, induz diferenciação osteoblástica, mas a ação de osteoclastos na interação osteoblastos/Ti-Nano não foi investigada. Assim, nosso objetivo foi avaliar o efeito de osteoclastos em osteoblastos crescidos sobre Ti-Nano, comparado ao Ti-Usinado. Pré-osteoblastos (MC3T3-E1) foram plaqueados sobre superfícies de Ti e macrófagos (RAW 264.7), em insertos (1x104 células), e mantidos em condições osteogênicas ou osteoclastogênicas por 4 dias, para diferenciação osteoblástica e osteoclástica, respectivamente, seguidos de 2 dias em cocultura em meio osteogênico. Osteoblastos crescidos sobre superfícies de Ti, na ausência de osteoclastos, foram usados como controle. Utilizando RNAseq (DESeq2: FC>1,7; p≤0,05), identificamos 4.338 genes modulados nas condições experimentais testadas, os quais estão relacionados, em parte, com organização de matriz extracelular, regulação de transcrição e de histonas. Estes dados foram confirmados por expressão gênica por PCR em tempo real (Runx2, Alp, Ibsp, e Bglap; p≤0,05) e proteica por Western blotting (RUNX2), e atividade de ALP (p≤0,05), mostrando que osteoclastos inibem a diferenciação osteoblástica sobre ambas as superfícies, mas menos intensamente sobre Ti-Nano.
Assim, concluímos que a nanotopografia regula o crosstalk osteoclastos/osteoblastos, o que pode impactar positivamente a osseointegração de Ti-Nano.
(Apoio: FAPESP   N° 2019/09349-2   |  FAPESP  N° 2018/17356-6  |  CNPq  N° 303464/2016-0)
PN0641 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Influência da vitamina D na osseointegração de implantes dentários com dois tipos de tratamentos de superfície: estudo em animais
Michels R, Araújo LM, Martinez EF, Lemos AB, Silva J, Benfatti CAM
Pós Graduação - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A insuficiência de vitamina D é altamente prevalente na população, e está associada a deficiência de reparação e osseointegração em implantes dentários. Nesse estudo foi investigado a deficiência de vitamina D nos estágios iniciais de osseointegração em implantes com dois diferentes tipos de tratamentos de superfície. Foram instalados implantes com dois tipos de tratamento de superfície, um com duplo ataque ácido (DDA) e outro com duplo ataque ácido mais revestimento de nano hidroxiapatita (DDA + nano) em dez coelhos. Estes grupos foram sub-divididos em dois grupos, um controle (alimentação padrão) e um teste (alimentação com deficiência de vitamina D), e analisados em dois tempos diferentes de osseointegração (7 e 30 dias), onde foram realizados testes de torque inserção e remoção dos implantes (N/cm2), e análises histológicas. Obteve-se diferença significantemente estatística (p<0,05) quando comparados torque de inserção (DDA=16,2 N/cm2/DDA + nano=22,3N/cm2) de remoção (DDA=17,3N/cm2 /DDA + nano= 29,1N/cm2) em ambos os grupos. Analisando somente a osseointegração, de forma quantitativa, independente de superfície, houve uma taxa maior de osseointegração (p<0,05) do grupo controle.
Os resultados desse trabalho permitem concluir que a deficiência de vitamina D interfere diretamente no processo de osseointegração.
PN0642 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

A influência da descontaminação bacteriana na adesão e proliferação celular osteoblástica em superfícies rugosas de implantes dentários
Balderrama IF, Cardoso MV, Stuani VT, Oliveira RC, Matos AA, Marcantonio-Junior E, Greghi SLA, Santana ACP
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi investigar em superfícies de implantes o comportamento celular osteoblástico após a descontaminação bacteriana. Implantes dentários de diferentes tratamentos de superfície foram adquiridos: CM (Neoporos) e ACQ (Acqua) da Neodent®/Brasil, SLA (SLActive) Straumann®/Suíça, OT (Osseotite) e NT (Nanotite) da Biomet 3i®/Estados Unidos. Propriedades físico-químicas da superfície (n=2/implante) foram avaliadas através da análise de rugosidade, espectroscopia de raios-X e teste de molhabilidade. Implantes foram contaminados (n=6/implante) com A. actinomycetencomitans e descontaminados por terapia fotodinâmica antimicrobiana (aPDT), EDTA associado com ácido cítrico (EDTA+CA) e clorexidina (CHX). As amostras foram analisadas em 3 áreas para determinação da contagem de células osteoblásticas (Saos-2) aderidas nos implantes descontaminados (D) e não-descontaminados (ND) após 24 e 72 horas (n=5/implante). Apenas NT e CM resultaram 100% de composição química com titânio e ACQ evidenciou uma melhor propriedade hidrofílica. NT mostrou maior superfície contaminada quando comparado com ACQ (p=0.0016; Tukey's test) e SLA resultou em descontaminação favorável com aPDT vs. EDTA+CA (p=0.0114; ANOVA post-hoc Tukey's test). Implante CM demonstrou ser o único sem diferença estatística entre área coberta por células em D vs. DC durante 72 horas (p=0.2833; Tukey's test).
A presença de bactéria residual e agente químico de descontaminação afetam negativamente a adesão e proliferação de células osteoblásticas em implantes.
PN0643 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Analgesia preemptiva com ibuprofeno no controle da dor pós-operatória em cirurgias de implantes: ensaio clínico randomizado, triplo-cego
Pereira GHM, Cota LOM, Lima RPE, Costa FO
Clínica, Patologia e Cir - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A analgesia preemptiva tem como princípio básico a administração de analgésicos antes do início dos estímulos dolorosos, a fim de reduzir ou prevenir a dor pós-operatória, mas essa questão é pouco explorada na implantodontia. Assim, este estudo foi realizado com o objetivo de avaliar a eficácia clínica do ibuprofeno na prevenção da dor após cirurgia de implante unitário. Para este ensaio clínico triplo-cego, paralelo, controlado por placebo e randomizado, foram realizadas 54 cirurgias de inserção de implantes unitários. Dois grupos receberam dois protocolos diferentes 1 hora antes da cirurgia: grupo ibuprofeno (IBU) 600 mg de ibuprofeno; e grupo placebo (amido de milho). A intensidade da dor foi avaliada por meio da escala visual analógica (EVA) em 6 momentos (1, 6, 12, 24, 48 e 72 horas após a cirurgia). Os pacientes foram instruídos a tomar 750 mg de paracetamol como medicamento de resgate, se necessário. A ocorrência e a intensidade da dor foram analisadas por meio de uma análise de variância ANOVA com medidas repetidas usando o procedimento geral do modelo linear. O grupo IBU teve escores EVA significativamente mais baixos no geral (IBU = 0,30, ± 0,57; placebo = 1,14, ± 1,07; p <0,001) e em todos os momentos nas comparações intra-grupo e interação tempo / grupo do que o grupo placebo ( p <0,001). O uso de medicação de resgate foi significativamente menor e o intervalo pós-operatório foi maior no grupo IBU em comparação ao placebo (p = 0,002).
O uso único de ibuprofeno é significativamente superior na redução da dor após cirurgia de implante unitário em comparação ao placebo.
PN0648 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Comparação intra-paciente de implantes de 6 e 8mm em região posterior: estudo retrospectivo de 10 anos
Segalla DB, Villarinho EA, Correia ARM, Vigo A, Shinkai RSA
Ppgo - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo intra-sujeito e retrospectivo de até 10 anos avaliou o sucesso clínico de implantes dentários de 6 e 8 mm e suas próteses, instalados na mesma arcada do paciente, em região posterior de maxila ou mandíbula. Também analisou possíveis fatores de risco para o sucesso de implantes e próteses. A amostra foi composta por pacientes de um serviço de Policlínica Militar, que receberam ambos os implantes de 6 e 8 mm de comprimento, do tipo Tissue Level, instalados em região posterior da mesma arcada (maxila ou mandíbula). Os dados foram coletados por exame clínico e radiográfico, auto-relato de bruxismo, aferição de força máxima de mordida e de proporção coroa/implante clínica. Os dados foram analisados por modelos univariáveis e multivariável hierárquico, ao nível de significância de 0,05. Os 30 pacientes (27 mulheres), com idade média de 67,7 anos, possuíam 85 implantes e 83 próteses. Houve perda de 02 implantes, ambos antes da confecção da prótese, e 10 casos de falha protética (perda de torque do parafuso protético) em cinco pacientes, totalizando uma taxa de sucesso protético de 87,9%. Somente a variável preditora proporção coroa/implante clínica teve efeito significativo para falha de prótese (P<0,05).
Os resultados sugerem que implantes de 6mm e de 8 mm de comprimento não diferem quanto ao sucesso clínico de implantes e próteses, e que somente o aumento da proporção coroa/implante clínica teve efeito no aumento de ocorrência de complicação protética.
(Apoio: CAPES)
PN0650 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Biomateriais xenogênicos ósseos não interferem na viabilidade e proliferação de células-tronco mesenquimais - Estudo Piloto
Stroparo JLO, Deliberador TM, Fonseca SC, Spisila LJ, Gonzaga CC, Franco CRC, Leão MP, Zielak JC
UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliação em modelo in vitro da influência de biomateriais xenogênicos bovinos sobre células-tronco mesenquimais (CTMs) da polpa de dente decíduo. Desenho do estudo:1) Grupo C (controle), contendo apenas CTMs; 2) Grupo BP, contendo CTMs e Bonefill Porous®; 3) Grupo BO, contendo CTMs e Bio-Oss®. As CTMs utilizadas foram provenientes de um dente decíduo em exfoliação, de um doador do sexo masculino de 7 anos de idade. Uma alíquota de células foi submetida à imunofenotipagem por citometria de fluxo. Foram realizados os ensaios de viabilidade celular (vermelho neutro), citotoxicidade (MTT), e proliferação celular (cristal violeta); todos os grupos foram submetidos a uma análise morfológica por microscopia de luz (ML), e um biomaterial com desempenho considerado superior foi submetido à avaliação por microscopia eletrônica de varredura (MEV). Foram utilizados os tempos de 24, 48 e 72 h de cultivo.Os resultados evidenciaram que ambos os biomateriais mantiveram viabilidade celular e citotoxicidade semelhantes ao grupo C. Quanto à proliferação, houve diferença para menor no grupo BO em relação aos outros grupos. À ML, o grupo BP apresentou células mais espraiadas e aderidas do que o grupo BO. Assim, ao MEV, as células do grupo BP apresentaram características de células mais ativas do que as do grupo C.
Pode-se concluir que o BP apresentou maior potencial carreador de células-tronco para futuros trabalhos com aplicação in vivo e/ou clínica.
PN0651 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Efeito da conexão protética e da perda óssea marginal no comportamento biomecânica de prótese fixa implanto- suportada de dois elementos
Campos JF, Marques AC, Tribst JPM, Borges ALS, Nishioka RS
Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho avaliou o comportamento biomecânico de dois sistemas de conexão (Hexágono externo e conexão cônica interna), com três diferentes alturas de inserção óssea (Sem perda óssea, 3.0 mm e 5.0 mm de perda óssea). Os implantes foram desenhados (3,75 x 13 mm) em um software de desenho assistido por computador contendo os parafusos protéticos e uma próse fixa simplificada de dois elementos. O substrato foi simulado com poliuretano para simulação de tecido ósseo isotrópico. Os modelos foram exportados para o software de engenharia assistida por computador. O módulo de elasticidade e coeficiente de Poisson de cada material foram informados com base na literatura para realização da análise estrutural mecânica e os contatos considerados colados. A malha foi criada com elementos tetraédricos de 0.3mm. A fixação do sistema definida na face inferior do bloco e a carga de 300N foi aplicada no centro da prótese. A tensão de von-Mises foi avaliada para os implantes e a microdeformação para o osso.
Independente do sistema de conexão, os grupos sem perda óssea apresentaram menor microdeformação óssea e tensão nas estruturas. Nas três diferentes alturas ósseas o grupo com conexão interna apresentou maior tensão na plataforma do implante (36 MPa) do que o grupo com hexágoto externo (33 MPa). Em conclusão, sob cargas axiais, ambos os sistemas de implante são aptos a serem utilizados para suportar uma prótese fixa de dois elementos mesmo com perda óssea marginal de até 5 mm.