RESUMOS APRESENTADOS

2725 Resumo encontrados. Mostrando de 421 a 430
PN-R0384 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 04/09 - Horário: 08h00 - 12h00 - Sala: 19
Prevalência de sangramento gengival e qualidade de vida relacionada à saúde de adolescentes vulneráreis do ensino público de Bauru
Marcelo Salmazo Castro, Gabriela de Figueiredo Meira, Eliel Soares Orenha, Ana Virginia Santana Sampaio Castilho, Rharessa Gabrielly Ferreira Mendes, Leonardo Trench, Silvia Helena de Carvalho Sales Peres
Odontopediatria,Ortodontia e Saúde Colet UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a influência do sangramento gengival na qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) de escolares do ensino médio de escolas públicas de Bauru. A coleta dos dados foi realizada nos meses de março e abril de 2024, por meio do Google Forms preenchidos pelos participantes. O Senso de Coerência (SOC) foi avaliado pela escala SOC-13, a raça e o gênero foram autodeclarados, o Índice de massa corporal (IMC) foi mensurado pelo peso e altura, dicotomizados pelo escore Z, a condição econômica pela renda familiar, sangramento gengival foi avaliado pelo número de dentes acometidos. A QVRS foi a variável de desfecho e foi avaliada pelo questionário Kiddo-KINDL. Foram realizados os testes Mann-Whitney, Correlações de Spearman e Regressão de Poisson não ajustada e ajustada. A maioria dos participantes (109) (65,5%) estavam com baixo peso/peso normal. A média de sangramento entre os adolescentes foi de 8,98 (DP±8,65), a média da QVRS foi de 57,8 DP (±13,8), houve correlação entre sangramento gengival e a QRVS (rs=-0,131; p=0,09), os meninos apresentaram melhor média de QVRS 60,6 (DP± 13,8; p<0,01). Não houve associação significativa entre a cor da pele e a QVRS (p= 0,33). A maior renda foi relacionada a melhor QVRS (rs= 0,195; p<0,01). Na análise ajustada, os meninos com menor média de dentes com sangramento gengival apresentaram melhor QVRS.
Conclui-se que as condições bucais influenciam na QVRS de adolescentes vulneráveis e as meninas apresentaram pior QVRS.
(Apoio: CAPES N° 001 | FAPESP N° 022/05123-2)
PN-R0387 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 04/09 - Horário: 08h00 - 12h00 - Sala: 19
Complicações dentárias decorrentes da intubação orotraqueal por anestesistas na Paraíba: um estudo sobre ocorrências e impactos
Karolyne de Melo Soares, Lucas Pereira Andrade, José Maria Chagas Viana Filho
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo da pesquisa foi investigar a prevalência de traumas dentários durante a intubação orotraqueal por médicos especialistas em anestesiologia na Paraíba. Realizou-se, portanto, um estudo transversal quantitativo, com anestesistas em atividade e inscritos no Conselho Regional de Medicina da Paraíba. Os participantes responderam a um questionário virtual, composto por 24 questões objetivas, divididas em domínios demográficos, de conhecimentos científicos e experiências prévias, cujas respostas foram analisadas de forma descritiva e inferencial. A amostra foi composta por 50 médicos, com idade média de 40 anos (±6,44), sendo a maioria do sexo masculino (n=42; 84,0%), com formação em anestesiologia na Paraíba (n=22; 44,0%) e tempo de atuação compreendido entre 5 e 10 anos (n=24; 48,0%). Um total de 62,0% (n=31) dos profissionais provocaram algum trauma dentários durante a intubação, sendo este evento associado ao tempo de 5 a 10 anos de atuação profissional (p<0,001), ao local de formação (Paraíba, p=0,001) e, contraditoriamente, àqueles que declararam ter conhecimento suficiente sobre a boca e dentes (p=0,023). A maioria dos anestesistas que experienciaram trauma na intubação e disseram ter chamado o cirurgião-dentista na sala de cirurgia, não souberam responder se havia o cirurgião-dentista em seus hospitais de trabalho (55,6%; n=15) ou afirmaram que não há este profissional no ambiente hospitalar (44,4%; n=12).
Traumas dentários durante a intubação por anestesistas na Paraíba são prevalentes. A maioria dos anestesistas paraibanos desconhecem ou afirmam não ter cirurgiões-dentistas em seus locais de trabalho.
PN-R0393 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Avaliação físico-mecânicas dos adesivos universais livres de BPA
Viviane Guadagnin, Alberto Youssef Filho, Klissia Romero Felizardo, Danielle Ferreira Sobral de Souza, Sandrine Bittencourt Berger, Ricardo Danil Guiraldo, Murilo Baena Lopes
Odontologia restauradora UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O uso de materiais restauradores com Bis-GMA pode levar à exposição ao BPA (bisfenol-A), que tem potencial cancerígeno. Diante disto, o objetivo foi analisar propriedades físico-mecânicas de adesivos livres de BPA. Foram utilizados Scotchbond Universal Plus (SP) e Ambar Universal APS (AB), ambos livres de BPA, e Single Bond Universal (SU) como controle. Para cada teste foram confeccionados 30 corpos de prova, divididos em 3 grupos (n=10). Os testes foram: tensão de contração, grau de conversão, radiopacidade e resistência de união. Os adesivos foram inseridos em matriz circular de resina fotoelástica, polimerizados por 20s e analisadas no polaroscópio. No teste de grau de conversão das amostras foram analisadas em FTIR, polimerizadas e não polimerizadas. Para microcisalhamento, os adesivos foram aplicados na superfície de dentina bovina e a resina Filtek Z-350 inserida em um tygon em posição, polimerizado e testado em uma máquina de ensaio. No teste de radiopacidade as amostras foram aferidas utilizando uma escala de alumínio. Os dados foram submetidos à ANOVA e teste de Tukey (5%). Na fotoelasticidade (MPa), o adesivo SU (40,00±18,41) apresentou tensões de contração menor que os demais (SP 85,20±14,67, AB 84,80±13,64). No microcisalhamento (MPa), o adesivo AB (7,40±4,96) apresentou menor resistência à fratura comparado com SU (12,89±7,58) e SP (11,86±2,38). Na radiopacidade (mmAl), o adesivo AB (1,00±0,00) e SU (1,00±0,00) apresentaram menor radiopacidade comparado com SP (5,60±1,50). Na análise de FTIR (%), não houve diferenças estatísticas entre os adesivos (SU 56,06±13,90, SP 68,85±4,32, AB 56,02±17,04).
O Scothbond Universal Plus apresentou propriedades similares ao grupo controle, porém com melhor radiopacidade.
PN-R0395 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Propriedades físico-químicas de um monômero a base de flavonóide: Estudo in vitro de um compósito modificado
Bruna Tavares Carneiro, Luciana Pereira Silva Viana, Isabela Gomes Medeiros, Thayná Caroline França de Pinho Carvalho, Cleiton Moreira da Silva, Allyson Nogueira Moreira, Carolina Bosso André
Departamento de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo preliminar teve como objetivo sintetizar um monômero experimental a base de flavonoide e adicioná-lo em uma resina composta. Após síntese, purificação e caracterização, o flavonoide-metacrílico (FM) foi adicionado em três concentrações (0,5, 1 e 1,5 %) em uma resina experimental a base de Bis-GMA/TEGDMA (50/50), canforquinona e 70% de partícula de carga. As resinas com FM foram comparadas a um controle de mesma composição, porém sem adição de FM. As resinas experimentais foram avaliadas em relação às suas propriedades físico-químicas: sorção e solubilidade (discos de 1mm x 5mm), resistência flexural e módulo de elasticidade (barras de 25mm x 2mm x 2mm), grau de conversão e análise de cor (discos de 2mm x 5mm; parâmetro L8, a*, b* e C*); (n=3). Os dados apresentaram normalidade na distribuição e foram submetidos ao teste de ANOVA um fator seguido de Tukey. Não houveram diferenças significativas quanto aos valores de sorção/solubilidade, resistência flexural e grau de conversão para os grupos testados (p> 0,05). Quanto ao módulo de elasticidade, os valores diminuíram com adição do FM a 1% e 1,5%. No que concerne a análise de cor, o parâmetro L* (luminosidade) apresentou uma redução no quando o FM foi adicionado em 1%. Em relação aos parâmetros a*, b* e C*, os valores aumentaram proporcionalmente a concentração do FM, sendo que os grupos com adição de FM a 1% e 1,5% não exibiram diferença significativa entre si.
Os resultados sugerem que a maioria das propriedades físico-químicas não foram afetadas com adição do FM, com exceção do módulo de elasticidade e dos parâmetros de cor, que sugerem um amarelamento da resina composta nos grupos experimentais.
(Apoio: Fapemig N° APQ-01185-21 | CNPq N° 422588/2021-0 | CAPES N° 001)
PN-R0396 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Influência da orientação de impressão e do tempo de pós-cura na estabilidade dimensional e cor de resina para impressão 3D
Marcos Vinicius da Silva Araujo, Leandro Edgar Pacheco, Bruno Alexandre Pacheco de Castro Henriques, Vitor Schweigert Bona
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Investigar o impacto da orientação de impressão e dos tempos de pós-cura na precisão dimensional e estabilidade de cor de uma resina para impressão 3D de uso temporário (Cosmos TEMP, YLLER). Amostras (n=10) foram desenhadas em CAD (Meshmixer, Autodesk) e impressas (Anycubic PhotonMono X). Para avaliar a precisão dimensional, retângulos vazados (15mm x 10mm x 4mm) foram impressos em três orientações: 0° (G0), 45° (G45) e 90° (G90), com suas dimensões medidas utilizando um paquímetro digital. Para análise da cor, discos (diâmetro de 10mm e espessura de 2mm) foram fabricados e submetidos a três tempos de pós-cura: 1 minuto (G1), 5 minutos (G5) e 10 minutos (G10). A cor foi mensurada com um espectrofotômetro (EasyShade, VITA Zahnfabrik) pelas coordenadas L*, a* e b* do sistema CIE-Lab, e a diferença de cor (ΔE) foi calculada. Os dados foram analisados quanto à normalidade usando testes Kruskal-Wallis/Dwass-Steel-Critchlow-Flinger (ΔE) e ANOVA de duas vias/Tukey (precisão dimensional), com α=0,05. Observou-se diferença significativa na precisão dimensional (p<0,05) no eixo Y entre o grupo G90 (15mm) em relação aos grupos G0 (14,9mm) e G45 (14,9mm), enquanto não foram observadas diferenças significativas (p>0,05) no eixo X entre os grupos G0 (19,9mm), G45 (19,9mm) e G90 (19,9mm). Quanto ao ΔE, houve diferença significativa entre todos os grupos (p<0,05): G1 (1,82), G5 (3,27) e G10 (5,96).
A orientação de impressão e o tempo de pós-cura demonstraram influenciar tanto na precisão dimensional quanto na estabilidade de cor da resina para impressão 3D avaliada.
PN-R0397 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Efeito do dimetilsulfóxido e temperatura de volatilização na resistência de união de restaurações adesivas
Guilherme Miguel Moreira de Oliveira, Bruna Hecht Mariano, Larissa Dos Santos de Moraes, Larissa Sgarbosa de Araujo Matuda, Giselle Maria Marchi, Ticiane Cestari Fagundes, André Luiz Fraga Briso, Anderson Catelan
Odontologia Preventiva e Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo neste estudo foi avaliar o efeito do pré-tratamento da dentina com dimetilsulfóxido (DMSO) e da volatilização dos solventes do adesivo com ar aquecido na resistência de união de restaurações adesivas após 24 h e termociclagem. Quarenta incisivos bovinos (n = 10) tiveram a superfície vestibular desgastada para exposição de dentina média. Então foi realizado o condicionamento ácido por 15 s, o pré-tratamento da dentina por 30 s com água destilada (grupo controle) ou solução etanólica de DMSO 50% e aplicação de um adesivo convencional de dois passos. A volatilização dos solventes do sistema adesivo foi realizada por 5 s à 23ºC (temperatura ambiente) ou à 40ºC (ar aquecido), seguido pela fotoativação por 10 s. Posteriormente foi confeccionado um bloco retangular (4 x 5 mm e 3 mm de espessura) de uma resina composta "bulk fill" e fotoativação por 20 s. Os espécimes foram cortados para obtenção de 12 palitos (0,8 x 0,8 mm), sendo que 6 palitos foram avaliados após 24 h de armazenamento em água destilada e 6 palitos foram avaliados após a termociclagem (10.000 ciclos térmicos, 5 e 55ºC). A resistência de união foi obtida por meio do ensaio de microtração usando uma máquina universal de ensaios. Os dados foram submetidos à ANOVA três fatores e teste de Tukey (α = 0,05). O pré-tratamento da dentina com DMSO e a volatilização dos solventes do adesivo com a temperatura de 23ºC apresentaram maiores valores de resistência de união comparado com o pré-tratamento com água destilada (p < 0,001) e a volatilização à 23ºC (p < 0,001), respectivamente. A termociclagem não afetou a resistência de união (p = 0,370).
Assim, pode-se concluir que o pré-tratamento da dentina com DMSO e a volatilização dos solventes do adesivo com ar aquecido foram efetivos para aumentar a adesão.
(Apoio: FAPs - FAPESP N° 2021/08024-2)
PN-R0398 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Resistência flexural e módulo de elasticidade do cimento de ionômero de vidro com nanotecnologia submetido ao desafio ácido
Jose Luciano Maciel de Castro, Fernando Pelegrim Fernandes, Erika Soares Bronze-uhle, Fabiana Mantovani Gomes França, Paulo Noronha Lisboa Filho, Kamila Rosamilia Kantovitz , Francisco Humberto Nociti-júnior
Odontologia FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Investigou-se o efeito da incorporação de nanotubos de dióxido de titânio (nTiO2) ao cimento de ionômero de vidro (CIV) quanto a resistência flexural (RF) e módulo de elasticidade (ME) após submissão ao desafio ácido (DA). Ao CIV (Ketac Molar EasyMix) foi incorporado 0% (controle) e 5% em peso de nTiO2 (~20 nm). Foram confeccionadas 72 amostras (25 x 2 x 2 mm), metade submetida a 5 dias de DA (HCl 0,01 M; pH 2,0; 2 min. + saliva artificial; 60 min) (n=18). RF e ME foram testados em EMIC, dispositivo três pontos, 20 mm de distância, 0,5 mm/min e 200kgf. Dados (MPa) foram submetidos a Shapiro-Wilk, Mann Whitney e Wilcoxon (α≤0,05). Após DA, CIV+5%nTiO2 obteve maiores valores de RF (7,25±1,88) que CIV (5,62±2,79) (p=0,008). Houve redução da RF após DA independente da incorporação de nTiO2 (p=0,0003). No baseline, os valores de RF para CIV+5%nTiO2 (18,62±4,41) foram similares ao CIV (17,75±4,46) (p=0,56). Para ME, CIV+nTiO2 (1.512,30±121,37) foi similar a CIV (1.457,41±131,19) no baseline (p=0,1529) e após DA [CIV+nTiO2 (680,65±69,06) e CIV (642,89±179,33) (p=0,4183)]. Após DA, houve redução do ME para ambos os grupos, CIV e CIV+nTiO2 (p=0,003).
Concluiu-se que a incorporação de 5% nTiO2 ao CIV não alterou o ME e otimizou a RF do material restaurador após o DA, podendo representar estratégias promissora no campo de inovação tecnológica.
PN-R0399 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Avaliação da radiopacidade de resinas compostas de diferentes viscosidades utilizadas como preenchimento ou forramento
Carolina Alves Andrade, Isabela de Souza Silva, Claudio Costa, Edgard Michel-crosato, Letícia Passarelli Petris, Maria Angela Pita Sobral
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a radiopacidade de resinas compostas (RC) de viscosidade baixa e regular utilizadas como preenchimento e forramento, esmalte e dentina. Corpos de prova (CP) de 1, 2 e 3 mm de espessura e 4mm de diâmetro (n=6) foram confeccionados a partir de 19 RC de baixa viscosidade e 12 de viscosidade regular, e 3 coroas de molares humanos foram seccionadas em 1, 2 e 3 mm de espessura (n=3) para os espécimes. 5 exposições radiográficas dos CP e espécimes foram realizadas com um aparelho de raios-x digital (50kVp/7mA) e placa de fósforo fixada em um dispositivo acrílico juntamente uma escala de alumínio de 9 degraus (intervalos de 1mm). Os valores de cinza obtidos foram transformados em valores de alumínio equivalentes e submetidos à análise estatística, pelos testes Welch One-way Anova, Games-Howell/Tukey e Kruskal Wallis (p<0,05). A radiopacidade das RC de baixa viscosidade foi semelhante ou superior à dentina; Master Flow em 3mm foi menos radiopaca que o esmalte; Xtra Base sempre foi mais radiopaca que o esmalte e Beautifil Bulk Flowable em 1 e 2 mm (p<0,05). Para as RC de viscosidade regular, Gradia Direct Anterior foi menos radiopaca que o esmalte em 2mm, e que dentina em 3mm; Vittra foi menos radiopaca que o esmalte em 2mm; Z250 em 1 e 3mm, Llis e Beautifill II LS em 1mm, e Beautifil II, Charisma, Forma, Filtek One Bulk Fill e Xtra Base nas 3 espessuras foram mais radiopacas que o esmalte (p<0,05). Em 2mm: as RC Bulk-fill foram mais radiopacas que as convencionais (p=0.001); não houve diferença significativa entre cores da mesma marca de RC (p≥0,05).
Concluiu-se que a maioria das resinas avaliadas foi mais radiopaca que a dentina; as bulk-fill apresentaram maior radiopacidade que as convencionais; e a cor em uma mesma marca não influenciou na radiopacidade.
(Apoio: CAPES)
PN-R0400 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Fatores associados ao desgaste dentário em adolescentes em uma cidade do nordeste brasileiro
Nádia Vanessa de Carvalho Figueirêdo, Cecilia Claudia Costa Ribeiro, Marcela Mayana Pereira Franco, Erika Barbara Abreu Fonseca Thomaz, Cláudia Maria Coêlho Alves
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Hábitos alimentares, comportamentais e de higiene bucal, condições socioeconômicas e problemas de saúde podem estar associado ao desgaste dentário. O objetivo deste trabalho foi analisar os principais fatores associados ao desgaste dentário em adolescentes. Estudo transversal aninhado à uma coorte com adolescentes de 18 e 19 anos (n=2404). Utilizou-se um questionário padronizado para os dados sociodemográficos e comportamentais. As variáveis coletadas foram: condições socioeconômicas; hábitos comportamentais; hábitos de higiene bucal e alimentares; distúrbios gastresofágicos e asma. O desgaste dentário foi avaliado através do Índice de Desgaste Dentário (Tooth Wear Index - TWI). Para comparar os grupos utilizou-se análise bivariada com teste qui-quadrado e teste qui-quadrado para tendência linear nos casos de variáveis ordinais e análise multivariada através de regressão logistica para estimar o odds ratio entre as variáveis associadas na análise bivariada e o desfecho. O nível de significância foi estabelecido em 0,05 e o intervalo de confiança de 95% (IC 95%). A prevalência de desgaste dentário foi de 38,11% (n=939), com predominância do sexo masculino (n=481; 20%; p<0,003). O consumo de refrigerante (n= 770; 32%; p<0,03), bebidas alcoólicas (n=417; 17,34%; p<0,007) e o hábito de apertamento/ranger de dentes (n=250; 10,39%; p<0,04) foram positivamente associados ao desgaste dentário.
Os autores concluíram que a prevalência de desgaste dentário em adolescentes foi alta, maior no sexo masculino. Os principais fatores associados ao desgaste dentário foram consumo de refrigerante e álcool e hábito de apertar/ranger dentes.
(Apoio: CAPES N° 1.302.489)
PN-R0401 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1
Avaliação clínica do tratamento clareador dental com peróxido de hidrogênio a 35% comparada ao LED violeta - estudo clínico randomizado
Raphaela Pacheco de Oliveira, Gabriela Torres Zanin, Bianca Medeiros Maran, Maria Vitoria Mota Pestana, Danielle Ferreira Sobral de Souza, Murilo Baena Lopes, Ricardo Danil Guiraldo, Sandrine Bittencourt Berger
odontologia restauradora UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O uso de LED violeta vem sendo usado como alternativa para clareamento de consultório com uma alternativa para minimizar os efeitos do peróxido de hidrogênio. O objetivo deste estudo foi realizar por meio de um ensaio clínico randomizado a eficácia clareadora após o clareamento com gel clareador à base de peróxido de hidrogênio 35% (HP) comparada ao LED violeta (LED) associado ou não ao uso do gel clareador. Oitenta e quatro participantes foram randomizados e alocados em 3 grupos experimentais (n=28): gel peróxido de hidrogênio 35% (HP), Led violeta (LED) e peróxido de hidrogênio a 35% associado ao LED violeta (HP+LED). Antes e após os tratamentos foi realizada a avaliação de cor dos participantes e os dados de alteração de cor por meio de espectrofotômetro (ΔE00), análise visual (ΔSGU) e índice de clareamento (ΔWID) foram calculados. Os valores de ΔE00 e ΔSGU foram analisados pelo teste de Kruskall-Waliss seguido de Dwass-Steel-Critchlow-Fligner e ΔWID por ANOVA seguido de Tukey(α=5%). O grupo tratado com LED apresentou valores de ΔE00, ΔSGU e ΔWID estatisticamente inferior aos grupos HP e HP+LED e estes foram similares estatisticamente.
Podemos concluir que o uso de LED violeta sozinho promoveu efetividade clareadora inferior quando comprado ao PH sozinho ou quando associado ao PH.
(Apoio: CAPES N° 001)