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 2725 Resumo encontrados. Mostrando de 431 a 440


PN-R0403 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Microinfiltração e força adesiva da interface entre dente artificial e materiais de base de próteses
Adriana Pinto Bezerra, Alexandra Feldmann, Luiz Carlos de Lima Dias Junior, Liliane Bonatto Drummond, Laura Costa Beber Copetti, Isabela Reginaldo, Thaís Marques Simek Vega Gonçalves
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro avaliou o grau de microinfiltração e força de adesão da interface dente artificial e material de base. Foram confeccionados 150 espécimes incluindo um dente artificial (Ivostar, Ivoclar Vivadent) e dois materiais de base (resina acrílica termopolimerizável convencional (RAAT) (Ondacryl, Clássico) e resina de alto impacto (Diamond D, Keystone)) (n=75 cada). Os espécimes foram randomizados para confecção da margem gengival em RAAT (controle) ou em compósito gengival fotopolimerizável (Nexco, Ivoclar Vivadent; e Gradia Plus Gum, GC America) (n=50 cada). Após o acabamento, os espécimes foram imersos por 7 dias em diferentes soluções corantes (azul de metileno 5% e café). Após a secção, o grau de infiltração da interface dente/resina foi avaliado em estereomicroscópio e a força de adesão avaliada com teste de push-out (máquina de ensaios universal). Os dados foram analisados com ANOVA dois fatores, seguido de Bonferroni (α=0,05). A margem em RAAT apresentou a menor microinfiltração (P < 0.000) para ambos os corantes, não havendo diferença entre os materiais de base (p=0.643). No azul de metileno, a maior infiltração foi observada no grupo Gradia Gum (P = 0.001), seguido da Nexco para ambos os materiais de base (P < 0.000 ). No café, ambos os compósitos apresentaram maior percolação (p<0.000) sem diferença entre eles (P = 1.00). Em relação aos materiais de base, a RAAT convencional apresentou maior infiltração do azul de metileno (P = 0.534) e menor infiltração de café (P = 0.06) quando comparada à Diamond D. A maior força de adesão foi observada entre a base de Diamond D e a Nexco (19.8±4.04 MPa).

Os compósitos aumentam a microinfiltração da margem gengival e a força de adesão é dependente do material de base e do compósito aplicado.

(Apoio: CAPES)
PN-R0405 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Espessura de cerâmicas de dissilicato de lítio e de zircônia na resistência de união de um cimento resinoso universal ao longo do tempo
Cristiano Pires E. Silva, Odirlei Arruda Malaspina, Roberta Tarkany Basting
dentistica e materiais dentários FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se a influência da espessura de cerâmicas de dissilicato de lítio e de zircônia monolítica na resistência de união de um cimento resinoso em diferentes tempos de armazenagem. Discos cerâmicos de dissilicato de lítio (IPS E.max CAD) e zircônia (Ceramill Zolid) de alta translucidez foram fresados nas espessuras de 0,5 e 1,5mm (n=10). Cilindros de cimento resinoso universal (RelyX Universal) com 0,7mm de diâmetro foram cimentados aos discos cerâmicos após aplicação de sistema adesivo universal (Scotchbond Universal Plus) e fotoativados através dos discos. Testes de resistência de união por microcisalhamento e avaliação do modo de fratura foram realizados nos tempos 24 horas e 6 meses de armazenamento em água. Modelos lineares generalizados mistos mostraram que a zircônia apresentou maior resistência de união na espessura de 1,5 mm do que com 0,5 mm (p<0,05). Quando utilizada a espessura de 1,5 mm, a zircônia apresentou maior resistência que o dissilicato de lítio (p<0,05), havendo diminuição significativa na resistência para a zircônia após 6 meses de armazenamento (p<0,05). O teste de qui-quadrado mostrou que houve associação significativa da ocorrência de falha precoce e o grupo, sendo que ambos os tempos o dissilicato de lítio a 0,5mm não apresentou falha precoce. No tempo imediato, os grupos apresentaram maioria de falhas mistas. No tempo 6 meses de armazenamento, dissilicato de lítio apresentou maioria de falhas adesivas, e a zircônia teve maioria de falhas mistas.

A resistência de união por microcisalhamento ao cimento foi maior para a zircônia, especialmente na espessura de 1,5mm, apesar de haver redução da resistência ao longo do tempo de armazenagem.

PN-R0407 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Influência da técnica de inserção da resina composta em dentes posteriores na força máxima à fratura por compressão
Ariadiny Francisco Felix Carneiro, Bruna Mueller, Renata Gondo, Sylvio Monteiro Junior
Faculdade de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência de diferentes técnicas de inserção da resina composta em dentes posteriores na força máxima à fratura por compressão. Confeccionou-se preparos cavitários do tipo mésio-ocluso-distal em quarenta terceiros molares humanos hígidos. Os dentes foram aleatoriamente divididos em quatro grupos (n=10) de acordo com a técnica de inserção do material, sendo TRC: técnica incremental tradicional com resina convencional; MRC: técnica incremental modificada com resina convencional; MBF: técnica incremental modificada com resina Bulk Fill e UBF: técnica de incremento único com resina Bulk Fill. Após 7 dias da confecção da restauração, os corpos de prova foram submetidos à ciclagem mecânica com carga de 100 N e frequência de 1.6 Hz em máquina simuladora de mastigação com movimentos circulares utilizando ponta esférica de 6 mm de aço inoxidável. Após a ciclagem mecânica, os corpos de prova foram submetidos ao teste de compressão em máquina universal de ensaios mecânicos Kratos e a carga necessária para a fratura foi registrada em Newtons (N). Os grupos foram comparados pela análise de variância unidirecional e post-hoc de Tukey (p>0,05). O grupo UBF apresentou carga para a fratura significativamente maior que o grupo MRC (p=0,016), enquanto as demais comparações entre os grupos não foram significativamente diferentes (p>0,05). Os corpos de prova do grupo UBF apresentaram o maior número de falhas catastróficas, seguidos pelos grupos TRC, MBF e MRC, respectivamente.

Todas as técnicas avaliadas apresentaram alta carga máxima para a fratura. A técnica incremental modificada precisa ser melhor investigada pois apresentou desempenho inferior quando comparada à resina Bulk Fill inserida em incremento único.

PN-R0408 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Influência do polimento adicional no esmalte dentário com pó de eritritol utilizando airflow
Enio Kuramoto, Bianca Biagio Gomes Dos Santos, Alejandra Hortencia Miranda González, Sandrine Bittencourt Berger, Murilo Baena Lopes, Danielle Ferreira Sobral de Souza, Mariela Peralta-mamani, Ricardo Danil Guiraldo
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a influência do polimento adicional do esmalte dentário após jateamento com pó de eritritol utilizando airflow com diferentes tempos. Foi realizado polimento com pedra pomes em 60 incisivos bovinos e a rugosidade superficial média (Ra) foi mensurada, amostras com valores abaixo ou acima de 10% da média foram excluídas do estudo. Assim, 30 amostras restantes foram aleatoriamente divididas em 3 grupos experimentais (n=10) de acordo com o tempo de polimento adicional da superfície das amostras (5 ou 10 segundos). O polimento adicional foi realizado com pó de eritritol utilizando airflow. Os grupos experimentais foram: Grupo controle (sem jateamento); Grupo 5S (jateamento por 5 s); Grupo 10S (jateamento por 10 s). Rugosidade superficial média (Ra) das amostras foi realizada novamente após polimento adicional. Os dados dos valores de rugosidade (Ra) foram submetidos ao teste de normalidade Kolmogorov-Smirnov e posteriormente à Análise de Variância e pós teste de Tukey com significância fixada em 5%. Os valores médios de rugosidade para o grupo 10S (0,430 μm) foram estatisticamente inferiores ao grupo controle (0,553 μm) e ao grupo 5S (0,540 μm). Os valores médios de rugosidade foram significantemente diferentes após jateamento para o grupo 10S.

O polimento adicional por 10 segundos promoveu superfícies mais lisas ao esmalte dental.

(Apoio: CAPES)
PN-R0409 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Influência de enxaguante bucal a base de canabinóides na microdureza e rugosidade superficial do esmalte dental bovino
Marina Lima Wanderley, Gabriela Monteiro Barbosa Xavier , Yngrid Fernanda Oliveira Paes, Jamily Jose Quaresma, Dayane Dos Reis Costa Dias, Tayanne Laíse da Rocha Pirixan, Cecy Martins Silva, Jesuina Lamartine Nogueira Araújo
Dentística UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Canabis sativa L. é uma planta medicinal constituída de ativos denominados canabinóides. Dentre eles, destacam-se o canabidiol e o canabigerol os quais apresentam propriedades antiinflamatórias, bactericidas e analgésicas. O objetivo desse estudo foi avaliar a influência de um enxaguante bucal contendo canabinóides na microdureza e rugosidade superficial do esmalte dental bovino. Para obtenção dos espécimes foram utilizadas trinta amostras de esmalte bovino, distribuídas aleatoriamente em 3 grupos (n=10): GA (água destilada)/ grupo controle, GCN (enxaguante de canabinóides) e GCX (enxaguante de Clorexidina 0,12%). As ciclagens com os enxaguantes e água destilada foram realizadas duas vezes ao dia, por 1 minuto, com intervalo 12 horas entre os ciclos, durante 7 dias, sendo os espécimes mantidos em saliva artificial e estufa a 370 durante este período. As leituras de Microdureza Knoop (KHN) e Rugosidade superficial (Ra) foram realizadas antes da exposição às soluções (T0) e ao final dos 7 dias de ciclagens (T1). Após a confirmação da normalidade, os resultados foram submetidos a ANOVA 1 fator para medidas repetidas, seguido de pós-teste de Tukey (α=5%). Não houve diferença estatísticamente significante entre as médias de Ra na análise intragrupo. Na análise intergrupo, o GCX em T1 apresentou Ra significativamente maior (P<0,05) que GA em T0. Não houve diferença de KHN (p>0,05) entre os grupos avaliados. O GCN apresentou KHN e Ra estatisticamente semelhantes (p> 0,05) ao grupo controle.

O enxaguante bucal a base de canabinóides não influenciou na microdureza Knoop e rugosidade superficial do esmalte dental bovino.

PN-R0411 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Síntese e avaliação da citotoxicidade de géis de pregabalina para aplicação oral
Yngrid Fernanda Oliveira Paes, Gabriela Monteiro Barbosa Xavier , Marina Lima Wanderley, Jamily Jose Quaresma, Dayane Dos Reis Costa Dias, Bianca Barroso Santana, Cecy Martins Silva, Jesuina Lamartine Nogueira Araújo
Faculdade de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A eficácia da pregabalina no tratamento da dor leva ao advento da busca por novas formulações para sua utilização em diferentes vias de administração. Este estudo objetivou preparar e avaliar a citotoxicidade de géis de pregabalina (PG) para aplicação tópica na cavidade oral. Foram preparadas soluções com três diferentes concentrações de PG e adicionadas a um gel base de carbopol 1%. Realizou-se nos géis o estudo de estabilidade (preliminar e acelerada) e reologia. A citotoxicidade foi avaliada em fibroblastos gengivais humanos nos seguintes grupos: GB (gel base de carbopol 1%), GPG2 (gel de pregabalina 2%), GPG5 (gel de pregabalina 5%) e GPG10 (gel de pregabalina 10%). Obteve-se um gel transparente e homogêneo com pH 6. As formulações apresentaram estabilidade e as diferentes concentrações do fármaco não influenciaram nas características do produto. Nenhum dos grupos testados apresentou citotoxicidade para as células analisadas.

Os géis de pregabalina apresentaram características favoráveis e não tóxicas para fibroblastos gengivais humanos in vitro. Logo, este produto pode ser uma alternativa terapêutica promissora para a aplicação tópica na mucosa oral.

PN-R0412 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Potencial reticulador e propriedades adesivas do primer de Terminalia catappa Linn na interface adesiva
Aline Braga Melo, Rammon de Faria Nonato, Milena Maria Andrade Trovao, Pedro Henrique de Aguiar Moreira, Michel Wendlinger, Alessandro D. Loguercio, Fabiana Suelen Figuerêdo de Siqueira, Andres Felipe Millan Cardenas
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar a interação química e resistência de união após 24 meses do primer de Terminalia catappa linn (TCL) na interface resina-dentina. 288 molares humanos foram divididos em 32 grupos experimentais (n=9): (1) agente de tratamento - controle negativo (sem tratamento) e primers em concentrações de 1xMIC, 5xMIC e 10xMIC; (2) adesivos - Scotchbond Universal e Futurabond Universal; (3) estratégia adesiva (condicionamento total ou autocondicionante); e (4) tempo de armazenamento - 24 horas ou após 2 anos. Os primers foram aplicados por 60 s, seguido pela restauração. Em seguida, os dentes foram cortados seccionalmente em palitos e testados após 24 horas e 2 anos de armazenamento em água. A interação química da camada híbrida foi determinada via cópia de espectros micro-Raman. A resistência de união (µTBS) foi avaliada utilizando ANOVA quatro-fatores e teste de Tukey (5%). A aplicação do primer TCL em todas as concentrações aumentou significativamente os µTBS quando comparado ao grupo controle (p<0,05), independentemente das estratégias adesivas. A µTBS permaneceu constante após 2 anos para ambos os adesivos, enquanto uma diminuição no µTBS foi observada no controle grupos (p<0,05). Geralmente, 10xMIC apresentou melhores resultados (p<0,05).A aplicação do TCL promoveu potencial de reticulação e as taxas de reticulação aumentaram proporcionalmente à concentração (p<0,05).

Os primers de TCL promoveram maiores taxas de reticulação à dentina, mantendo as propriedades adesivas da interface adesivo-dentina após 2 anos de armazenamento em água.

PN-R0413 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Estabilidade de cor de resinas compostas de tonalidade única
Zuila Maria Lobato Wanghon, Isabela Kendra Rodrigues Oliveira, Laura Costa Beber Copetti, Adriana Pinto Bezerra, Alexandra Feldmann, Henrique César Schimitz Gassen, Analucia Gebler Philippi, Thaís Marques Simek Vega Gonçalves
ODT - Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Alterações cromáticas podem levar à substituição precoce de restaurações. Assim, o presente estudo avaliou as alterações de cor de resinas de tonalidade única após o envelhecimento e a imersão em diferentes soluções corantes por diferentes tempos. Incisivos bovinos (n=90) foram limpos, armazenados em água destilada, e randomizados para receber ou não o preparo cavitário (n=45 cada). Esse preparo foi realizado no centro da face vestibular (2 mm diâmetro e 1 mm profundidade) e, após nova randomização, uma das três marcas de resinas de tonalidade única (Omnichroma (Tokuyama), Charisma Diamond One (Kulzer), Essencia Universal (GC)) foi aplicada sobre o esmalte ou dentro da cavidade segundo as instruções do fabricante. Foi feito o envelhecimento a 55ºC por 5 dias e a cor das resinas foi mensurada por fotocolorimetria (protocolo eLabor_aid) (T0). Após nova randomização, os dentes foram imersos em uma das soluções corantes (água destilada (controle negativo), café e vinho) sendo mantidos à 37ºC . Após 2,5 (T1), 5 (T2), 7 (T3) e 14 dias (T4) de imersão, novas fotografias foram feitas e as variações de cor calculadas (ΔE00). Os dados foram analisados com ANOVA de medidas repetidas e post-hoc Sidak (α=0,05). Todos os efeitos principais e as interações foram significativas (P<0,05). O vinho provocou as maiores alterações cromáticas, seguido do café (P=0,0001). Quanto maior o tempo de imersão, maior a alteração de cor de todas as resinas (P<0,05). A maior estabilidade de cor foi encontrada na resina Essentia, seguida pela Omnichroma e Charisma (P<0,05), para ambos os grupos com e sem preparo.

Conclui-se que as resinas de tonalidade única apresentam variações significativas de cor ao longo do tempo, sendo susceptíveis às diferentes soluções corantes.

(Apoio: FAPESC  N° 3003/2021)
PN-R0414 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Protocolos de reparo de resina composta
Marina Ferreira Pires Sobral, Sergio Brossi Botta, Luciana de Almeida Silva, Priscila Helena de Assis, Heide Mendonça Moreira de Souza, Kleber Rosa de Almeida, Cristina Lucia Feijo Ortolani
Odontologia UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes tratamentos superficiais na resistência de união (RU) por microtração de reparos em resina composta laboratorial (RCL) reparados com uma resina composta (RC), realizados após envelhecimento por termociclagem. Foram confeccionados 6 espécimes em RCL (SR Adoro, Ivoclar), medindo 6x6x6mm, e divididos em 3 grupos (n=2) de acordo com protocolo de tratamento de superfície (TS) e de envelhecimento por termociclagem. Após o envelhecimento por termociclagem (1000 ciclos, 5-55oC), os espécimes foram submetidos a diferentes TS: asperização com ponta diamantada F, jateamento com óxido de alumínio, aplicação de ácido hidrofluorídrico 10%, para posterior reparo com RC, armazenados em água destilada por 24h a 37oC. Os espécimes foram seccionados em palitos com área de secção transversal de aproximadamente 1 mm2 e submetidos a novo ciclo de envelhecimeto por termociclagem (1000 ciclos, 5- 55 ºC); tracionados a uma velocidade de 0,5 mm/min até a fratura. Em seguida foi avaliado o padrão de fratura obtido em microscopia óptica. Os dados foram analisados estatisticamente (ANOVA e Tukey), que apontou diferença estatisticamente significante (p< 0,0001).

Podemos concluir que a aplicação de ácido hidrofluoridrico a 10% não obteve melhores resultados de resistência de união, no entanto, a utilização de um modo de asperização da superfície, por óxido de alumínio ou ponta diamantada apresentou maiores valores de resistência de união, sendo similares entre si.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN-R0415 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Avaliação da Resistência ao Cisalhamento de Adesivos em Cerâmicas de Dissilicato de Lítio: Efeitos da Polimerização prévia e Armazenamento
Douglas Visconte Gonçalves, Isabella Sousa Corrêa, Douglas Ferreira de Freitas, Gabriela Pitanga de Andrade, Camilla Lage Martins, Alberto Nogueira da Gama Antunes
Odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi de avaliar a resistência ao cisalhamento de diferentes sistemas adesivos, considerando adesivos previamente polimerizados e não polimerizados. Foram feitas comparações com a condição controle (sem adesivo). Fabricados corpos de prova, consistindo em cilindros de resina cimentados em cerâmicas de dissilicato de lítio. A técnica de adesão variou entre grupos com sistemas adesivos previamente polimerizados e grupos não polimerizados. Além disso, o meio de armazenamento também foi variado, com metade dos corpos de prova mantidos em água destilada a 37 graus por um período de 6 meses. Todos os corpos de prova foram submetidos a um teste de resistência ao cisalhamento, visando comparar os valores obtidos nas duas técnicas empregadas, bem como avaliar os efeitos de diferentes tempos de armazenamento em meio úmido. O padrão de fratura foi posteriormente analisado por meio de microscopia óptica.

O estudo, dentro de suas limitações, conclui que: (1) Para adesivos previamente polimerizados, todos foram similares nas primeiras 24 horas, mas após 6 meses, o Scotch Bond MP teve a maior resistência ao cisalhamento. O armazenamento não afetou a resistência. (2) Para adesivos não polimerizados, o Single Bond 2 teve os melhores resultados após 24 horas, enquanto após 6 meses, o Scotch Bond MP melhorou a união, mas o Universal teve queda nos valores. (3) Não houve diferenças significativas entre as técnicas, exceto para o Scotch Bond MP em 24 horas. (4) O uso do Scotch Bond MP melhorou a adesão comparado ao controle. (5) Falhas adesivas foram comuns, com o padrão Misto B se tornando mais frequente após 6 meses.

(Apoio: FAPEMIG)