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 2477 Resumo encontrados. Mostrando de 2001 a 2010


PR0437 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 3

Efeito da emissão de luz em diferentes comprimentos de onda no manchamento de resinas compostas após diferentes técnicas de polimento
Silva LJR, Paes YFO, Xavier GMB, Alves EB, Silva CM, Quaresma JJ, Araújo JLN
Programa de Pós-graduação em Ciências Od UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro teve como objetivo avaliar o efeito da alteração de cor (ΔE) e rugosidade superficial (Ra) de resinas compostas submetidas a técnicas de polimento distintas após utilizar diferentes unidades fotoativadoras. Foram confeccionados 240 corpos de prova corpos de prova (n=10) com matriz circular bipartida (5x2mm), das resinas Forma-Ultradent (F) e Tetric N-ceram- Ivoclar/Vivadent (TN), divididas em grupos de acordo com a unidade fotoativadora (BP-Bluephase-Ivoclar/Vivadent ou V-Valo-Utradent); sistema de polimento (Sof-lex Pop on/3M-ESPE ou Opti 1 Step Polisher/Kerr Corporation) e solução de imersão (água destilada, café ou vinho tinto): F-BP e TN-BP (20s/1200mW/cm2); F-V e TN-V (24s/1000mW/cm2). Foram realizados ciclos de imersão por 7 dias. Para Ra foram feitas três medições com cut off de 0,25mm e para alteração de cor foi calculado o ΔE00 (CIEDE2000), as análises foram feitas em T0 (antes das imersões) e T1 (após último ciclo de imersão). Os dados foram analisados por ANOVA 3-fatores e Tukey (α=0,05). Observou-se que os grupos imersos em café e vinho apresentaram maior ΔE, independente do sistema de polimento e unidade fotoativadora utilizada (p=0,734); enquanto que para Ra houve diferença significativa tanto na técnica de polimento (p<0.001) quanto na unidade fotoativadora utilizada (p=0,006).

Soluções corantes podem interferir no manchamento de resinas compostas, assim como a unidade fotoativadora e sistemas de polimento podem influenciar na sua rugosidade superficial.

PR0445 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 4

Efeito do cimento de ionômero de vidro modificado com um nanomaterial na prevenção da desmineralização do esmalte após formação de biofilme
Ribeiro KLG, Cunha BM, Oliveira VC, Schiavon MA, Reis AC, Castro DT, Lepri CP
Departamento de Biomateriais UNIVERSIDADE DE UBERABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi comparar a desmineralização nas margens de restaurações de cimento de ionômero de vidro (CIV) comercial e modificado com vanadato de prata nanoestruturado decorado com nanopartículas de prata (AgVO3) após biofilme cariogênico. Foram confeccionados 40 blocos de esmalte obtidos de incisivos bovinos com cavidades padronizadas e divididos em 4 grupos: Riva Self Cure, Riva Self Cure + 1% de AgVO3, Riva Self Cure + 2,5% de AgVO3 e Riva Self Cure + 5% de AgVO3. Metade de cada superfície de esmalte restaurada foi protegida com verniz ácido-resistente. Após esterilização, os blocos foram expostos ao biofilme de Streptococcus mutans por 5 dias a 37ºC. Foi mensurada a microdureza (Knoop, 50 g, 15s), através de 3 linhas com 5 identações (50, 150, 250, 350 e 450 µm da margem da restauração). As medições foram realizadas nos lados protegidos e exposto ao biofilme. Os dados foram submetidos a análise de variância de dois fatores e pós-teste de Bonferroni (α=0,05). Não houve diferença significativa na interação dos fatores (p=0,795). Diferença significativa foi observada ao comparar os grupos de forma independente (p=0,005), sendo que o grupo Riva SelfCure + 1% apresentou menor perda percentual de microdureza (-45,17%±28,13%), com diferença em relação ao Riva Self Cure + 2,5% (-60,06%±15,93%) (p=0,005) e o Riva Self Cure + 5% (-60,79%±11,27%) (p=0,003).

Nenhum dos grupos foi capaz de prevenir a desmineralização do esmalte. Os resultados sugerem que a incorporação de 1% de AgVO3 ao CIV apresentou desempenho semelhante ao material comercial.

PR0449 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 4

Cimento Experimental de Óxido de Zinco e Copaíba
Scaranni GZ, Souza TP, Silva LME, Brasil GRL, Nascimento RM, Toda C
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os cimentos para cimentação odontológica são materiais que promovem a união de uma peça protética ao dente após seu tempo de presa. Dentre os cimentos existentes na reabilitação oral protética o cimento de óxido de zinco e eugenol, o qual apresenta qualidades terapêuticas e pH neutro, porém, o eugenol livre residual pode interferir na polimerização de resinas compostas e cimentos resinosos e, em alguns casos, pode causar irritação aos tecidos subjacentes e a polpa dentária. A copaíba (Copaifera multijuga Hayne) é uma alternativa farmacológica fitoterápica na formulação de cimentos odontológicos devido às suas propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias. O objetivo de desenvolver um cimento experimental de copaíba e óxido de zinco é a substituição do eugenol. A formulação do cimento experimental associou resina de copaíba, hidróxido de cálcio, óxido de zinco, breu branco em resina, bórax e sulfato de bário. As quantidades foram mensuradas e pesadas. Durante a espatulação a formulação apresentou aspecto brilhante, liso e "ponto de fio". O tempo de trabalho, desde a mistura dos componentes em pó com a parte líquida, ficou estimado em torno de 10 minutos.

Infere-se que existe plausabilidade na confecção de cimento experimental de óxido de zinco e copaíba em substituição ao eugenol.

PR0453 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 4

Produção de nódulos mineralizados após contato direto de células pulpares com extrato de própolis vermelha brasileira
Souza ET, Silva WHT, Martins CHG, Guedes FR, Turrioni AP
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A fitoterapia tem sido alvo de estudos em diversas áreas devido às características anti-inflamatórias e bactericidas dos produtos naturais. Na odontologia, poucos são os dados a respeito do potencial destes materiais na diferenciação de células pulpares, visando a criação de novos produtos para as áreas de dentística e endodontia. O estudo avaliou o efeito da aplicação direta de própolis vermelha brasileira (PVB) no estímulo da produção nódulos mineralizados por células pulpares obtidas de molares humanos. As células foram semeadas em placas de 24 poços (20.000/poço) e após 24h submetidas à aplicação direta de PVB (50ug/mL), meio de diferenciação osteogênica (MDO) e meio de cultura DMEM (controle). A troca de meio ocorreu a cada 48 h. A produção de nódulos mineralizados utilizando o teste vermelho de alizarina foi avaliada 7, 14 e 21 dias após o contato direto com as soluções. Os testes: ANOVA e Tukey foram utilizados (α=5%). Os resultados apontaram aumento de 13,2% e 12,3% para os grupos MDO e PVB respectivamente no período de 14 dias. Já para o período de 21 dias, houve um aumento de 111,7% e 36,6% para os grupos MDO e PVB respectivamente com relação ao grupo controle (p<0,05).

Concluiu-se que a PVB estimulou a produção de nódulos mineralizados nos períodos de 14 e 21 dias quando comparada ao grupo controle.

PR0460 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 4

Análise da resistência a união de cimentos resinosos utilizados em restaurações semidiretas: estudo in vitro
Cardoso SAM, Cordeiro TO, Barros SAL, Silva ML, Matos LMR
CENTRO UNIVERSITÁRIO SANTO AGOSTINHO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os cimentos resinosos proporcionam a união da restauração semidireta à estrutura dental, o que tem ganhado espaço nos estudos quanto à sua resistência de adesão. Realizou-se um ensaio laboratorial "in vitro", com os fatores de estudo sendo os tipos de cimentos resinosos, cimento convencional e cimento autoadesivo, e a resistência à união como variáveis de resposta. Utilizou-se incisivos bovinos (n=40) distribuídos em 2 grupos, sendo cada um composto por 20 dentes, distribuídos de forma aleatória. A simulação da técnica de moldagem para semidireta foi feita na cavidade preparada das amostras. A cimentação foi realizada e a restauração foi assentada em cada preparo de forma individual com posterior fotopolimerização por 20 segundos. Para mensurar a resistência de união, utilizou-se uma máquina universal de ensaios com um orifício no centro, a força necessária para romper a restauração foi registrada no momento da fratura e os resultados calculados em KgF (N). Os procedimentos estatísticos foram realizados por meio do software GraphPad Prism versão 8. Para a análise inferencial foi adotado o teste T de amostras independentes para comparação de médias da resistência de união ao push out entre as duas estratégias cimentantes. Não houve diferença entre os sistemas adesivos utilizados (p=0,41), porém numericamente o sistema autoadesivo (196,7 N) apresentou valores de resistência maiores que o convencional (177,4 N).

O cimento resinoso autoadesivo possui uma técnica menos sensível por dispensar etapas extras à sua aplicação de pré-tratamento ao substrato.

PR0466 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 5

Influência de sistema adesivo de uso restrito: avaliação da resistência de união adesiva em esmalte e dentina superficial
Oliveira SRF, Pinheiro AN, Herrera MLR, Silva FC, Ribeiro MES, Oliveira RP, Baia JCP
Laboratório de Odontologia UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se a resistência adesiva do esmalte e dentina superficial, quando utilizado um sistema adesivo indicado para uso restrito em esmalte e em cavidades de média profundidade (MB) e, outro adesivo de uso irrestrito (SB). Foram utilizados 45 dentes incisivos bovinos, onde os grupos foram divididos de acordo com os sistemas adesivos utilizados e tipo de substrato envolvido: G1 - adesão em esmalte com MB, G2 - adesão em dentina superficial com MB, G3 - adesão em esmalte com SB e G4 - adesão em dentina superficial com SB. Foi realizada a técnica de condicionamento ácido total (ácido fosfórico a 37%) - onde foi aplicado por 30 segundos em G1 e G3 e, por 15 segundos em G2 e G4, de acordo com as normas preconizadas pelos fabricantes. Dois cilindros de resina composta (Z350 - 3M®) foram confeccionados sobre a superfície do esmalte e dentina superficial e, após 24h, foram submetidos ao teste mecânico de microcisalhamento - seguido da avaliação dos padrões de fratura através de microscopia eletrônica de varredura. Através da ANOVA two-way, verificou-se diferença estatística entre todas as comparações realizadas - independente do substrato e sistema adesivo utilizado (p≤0.001), sendo observada a maior média para o G3 (35.80 MPa) e menor média para G2 (8.65 MPa). O padrão de fratura predominante foi o tipo misto.

O adesivo com utilização indicada para uso em esmalte e em cavidades de média profundidade, representa uma alternativa que oferece os menores valores em resistência adesiva - onde tal condição foi agravada quando a adesão foi realizada em dentina.

PR0473 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 5

Resistência ao cisalhamento de cimentos de ionômero de vidro tipo I modificados com grafeno
Dias MO, Martins SP, Monteiro CMG, Silva RR, Menezes LR, Pintor AVB, Pithon MM, Maia LC
Odontopediatria e Ortodontia UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência ao cisalhamento de cimentos de ionômero de vidro (CIVs) para cimentação Vidrion C® (VC), GC GL® (GCGL) e GC Plus® (GCP) com incorporação de grafeno (Gr) em diferentes concentrações (Gr E%, Gr F%, p/p - sigilo de patente), comparados aos seus controles (CIVs sem Gr).  Um total de 120 dentes bovinos tiveram as faces vestibulares polidas na politriz (#100, #220, #400) para padronização da superfície de colagem. Na sequência, foram aleatoriamente alocados em 9 grupos. Bráquetes com base de 3,8x2,7 mm foram colados, e as amostras armazenadas à 5°C e 90% de umidade por 24h. Avaliou-se a resistência ao cisalhamento com carga de 50gf e velocidade por 1 mm/min em máquina de ensaios universais (EMIC). Os dados de média e desvio-padrão foram tabulados e analisados estatisticamente no software Jamovi®2.2.5 (p<0,05). Na análise para o grupo VC, a incorporação F% (0,82 ± 0,27) apresentou resultado inferior ao controle (3,08 ± 0,83) (p<0,05), enquanto E% (2,11 ± 2,09) mostrou resistência ao cisalhamento semelhante (p>0,05).  Da mesma forma, em relação à GCGL (11,6 ± 4,21), a incorporação F% (3,22 ± 1,08) foi inferior (p<0,05), enquanto E% (4,32 ± 1,76) foi similar (p>0,05). Para o grupo GCP (5,05 ± 0,94) as incorporações F% (6,82 ± 1,80) e E% (3,61 ± 1,90) mostraram resultados semelhantes ao controle (p>0,05), embora o F% tenha sido superior à E% (p<0,05).

Concluiu-se que incorporações de grafeno alteraram a resistência ao cisalhamento dos CIVs, com menor efeito em GC Plus®.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPs - FAPERJ  N° E-26/202.037/2021  |  FAPs - FAPERJ  N° E-26/201.175/2021)
PR0477 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 15h30 - 17h30 - Sala: 5

Ação de enxaguatórios bucais com e sem álcool sobre a rugosidade superficial de resinas compostas
Silva RAG, Marques MP, Santos WI, Almeida ABMS, Cavalcanti JVWN, Rodrigues RF, Fragoso LSM, Romão DA
Faculdade de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As resinas compostas podem sofrer desgastes pelo uso de produtos de higiene bucal. Assim, este estudo teve como objetivo avaliar, in vitro, o efeito de enxaguatórios bucais com e sem álcool na rugosidade superficial de resinas compostas microhíbrida e nanoparticulada. Para isto, foram confeccionados 40 corpos de prova de resina compostas microhíbrida Filtek Z250 XT e 40 com resina nanoparticulada Filtek utilizando matrizes de teflon individualizadas. Posteriormente, as amostras de cada resina foram divididas aleatoriamente em quatro subgrupos (n=10) de acordo com os seguintes enxaguantes: Colgate® Plax Classic, Colgate® Plax Kids, Listerine® Cool Mint Zero álcool e Listerine® Cool Mint. As amostras foram imersas em 20ml de cada enxaguante, por 12 horas (equivalente a um ano de uso diário por 2 min) e avaliados por rugosidade superficial inicialmente e após os tratamentos. Os corpos de prova foram armazenados em água destilada até a realização da leitura final no rugosímetro. Os dados foram submetidos ao teste de normalidade e posteriormente ao Teste de Friedman. Os resultados apontaram que apesar da diferença entre o tamanho das partículas de carga das resinas não houve diferenças de rugosidade entre elas.

Os enxaguantes bucais com e sem álcool não interferiram na rugosidade superficial das resinas compostas microhíbrida Filtek Z250 XT e nanoparticulada Filtek Z350 XT.

PR0484 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 6

Efeito da incorporação de partículas de fluorsilicato de cálcio funcionalizadas com CHX nas propriedades físico-químicas de um CIV
Gomes FS, Ferreira PVC, Oliveira TBM, Nunes FRS, Macêdo RFC, Trinta LB, Costa-Oliveira BE, Bauer JRO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diferentes alterações tem sido propostas à Cimentos de Ionômero de Vidro (CIV) objetivando atribuir propriedade antibacteriana a esses materiais. Entretanto, esse processo influência negativamente a cinética de reação e consequentemente as propriedades físico-químicas do material. Assim, este estudo tem por objetivo analisar os efeitos da funcionalização de partículas de fluorsilicato de cálcio (CaF6Si) com clorexidina nas propriedades mecânicas e físico-químicas do material. Partículas de CaF6Si foram funcionalizadas com diglunonato de clorexidina e adicionadas em diferentes concentrações (1%, 2,5% e 5%, por peso) ao pó de um CIV comercial (Bioglass R, Biodinâmica): Controle (Bioglass sem CHX); CIV + 1% CaF6Si-CHX; CIV + 2,5% CaF6Si-CHX e CIV + 5% CaF6Si-CHX. Foram avaliados: microdureza de superfície (MDS), resistência coesiva (RC), rugosidade de superfície (RS) e tempo de presa (TP). Adicionalmente, a liberação de íons F, Ca e P foi mensurada após 28 dias de armazenamento. Medidas de pH foram realizadas em diferentes períodos durante 28 dias. Os grupos CIV + 2,5% CaF6Si-CHX e CIV + 5% CaF6Si-CHX apresentaram os maiores valores de MDS e RC (p<0,05). O TP do grupo CIV + 5% CaF6Si-CHX foi idêntico ao controle, enquanto os demais grupos apresentaram um aumento de 5 segundos. Análises de liberação iônica (F, Ca e P) e pH apresentaram valores similares (p>0,05).

A funcionalização de partículas de CaF6Si potencializou a coesão e dureza superficial dos CIVs experimentais sem alterar a liberação iônica do material.

PR0486 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação Remota: 02/09 - Horário: 13h30 - 15h15 - Sala: 6

Avaliação da permeabilidade dentinária de sistemas adesivos experimentais contendo vidros bioativos
Pedrosa JPC, Carvalho NMP, Macêdo RFC, Nery LMS, Ferreira PVC, Lima DM, Bauer JRO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este objetivou avaliar a permeabilidade dentinária (PD) sistemas adesivos experimentais contendo partículas de vidro bioativo 45S5 e NbG. Adesivos autocondicionantes de duas etapas foram preparados e as partículas adicionadas ao bond em diferentes concentrações: Controle (sem partículas), 45S5-10%, 45S5-20%, NbG-10% e NbG-20%. A permeabilidade dentinária foi avaliada imediatamente após aplicação do sistema adesivo e 30 dias, após armazenamento em solução tampão fosfatada (PBS). 40 discos de dentina (1,8 ± 0,1mm de espessura) foram obtidos e submetidos a tratamento ácido para abertura dos túbulos. Em seguida, foram divididos de forma aleatória em 5 tratamentos (n=8). A permeabilidade foi medida utilizando máquina de ensaio (Odeme Equipamentos Médicos e Odontológicos Ltda, Luzerna, Brasil). A PD foi calculada como uma % da condutância hidráulica inicial (%Lp). Os dados obtidos foram submetidos aos testes de Shapiro-Wilk, ANOVA One-way e Holm-Sidak. Todos os grupos experimentais apresentaram valores superiores a 40% de redução da PD, imediatamente após a aplicação dos sistemas adesivos. Houve diferença estatística na redução do valor da condutância hidráulica (Lp) entre os sistemas adesivos avaliados após 30 dias (p ≤ 0,001).

Conclui-se que a adição de vidro bioativo 45S5 e NbG nas concentrações de 10% e 20% reduz a PD de sistemas adesivos aplicados sobre dentina.