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 2447 Resumo encontrados. Mostrando de 1781 a 1790


PI0306 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Terapia fotodinâmica associada ao alargamento foraminal no reparo apical de dentes com lesão periapical: estudo clínico randomizado
Tavares MLCD, Guimarães LS, Silva EAB, Hespanhol FG, Moraes VG, Fontes KBFC, Antunes LAA, Antunes LS
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE- PÓLO NOVA FRIBURGO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o reparo apical após 12 meses do tratamento endodôntico com alargamento do foraminal associado a fotobiomodulação, em dentes necrosados e com lesão periapical. Este estudo clínico prospectivo, duplo cego e randomizado consistiu em uma amostra de 70 participantes que foram atendidos nas clínicas do curso de Odontologia da Universidade Federal Fluminense / Instituto de Saúde de Nova Friburgo. Os participantes foram divididos aleatoriamente em dois grupos: G1= alargamento foraminal (n=35); G2= alargamento foraminal associado a terapia fotodinâmica e ao laser de baixa intensidade (n=35). Todos os tratamentos foram realizados em sessão única, com o sistema reciprocante. No G2, utilizou o azul de metileno como fotossensibilizador após a instrumentação; e uma fibra no interior do canal durante 90 segundos (9J). Foi realizado laserterapia em contato pontual mediante a irradiação de um ponto na gengiva da face vestibular e um outro ponto na face palatina/lingual, por 40 segundos (4J). Os desfechos foram categorizados como: reparado, em reparação e não reparado. As categorias reparado e em reparação foram classificadas como sucesso, enquanto que não reparado como insucesso. A taxa de sucesso geral foi de 100%/100%, com 84,4%/67,9% reparados, 15,6%/32,1% em reparação e 0%/0% não reparado, para os grupos G1 e G2, respectivamente.

O emprego da terapia fotodinâmica com alargamento foraminal não influenciou no reparo apical após o tratamento endodôntico de dentes com lesão periapical.

PI0307 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Quantificação de proteínas totais, fatores de virulência e citocinas em dentes necrosados nas diferentes fases do tratamento endodôntico
Bueno LC, Bronzato JD, Herrera DR, Gabrielli E, Lima AR, Francisco PA, Gomes BPFA
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os objetivos foram quantificar os níveis de proteínas totais nas amostras iniciais e os níveis de lipopolissacarídeos (LPS), ácido lipoteicóico (LTA) e citocinas pró- inflamatórias, como IL-1b (interleucina-1b), IL-1α, IL-6 e TNF- α (fator de necrose tumoral- α) em canais radiculares (CR) necróticos sintomáticos (G1); e nos CR necróticos assintomáticos (G2) nas diferentes fases do tratamento endodôntico (TE). Amostras foram coletadas de 20 CR, antes e após o preparo químico-mecânico (PQM) com clorexidina gel 2% e após 30 dias de medicação intracanal (MIC) com (Ca[OH]2)+ clorexidina. Os níveis de proteína total foram quantificados com Micro BCA, e os níveis de LPS e de LTA com o método de Lisado de Amebócito de Limulus (LAL) e ELISA, respectivamente. Os resultados mostraram que G1 possuiu maior quantidade de proteínas totais em relação ao G2. Os níveis de LPS foram maiores no G1 do que no G2 (P <0,05). Houve redução significativa nos níveis de LPS após PQM e MIC (P < 0,05) em G1 e G2. Os níveis de LTA foram maiores no G2 e significativamente reduzidos no G1 após MIC; e no G2 após PQM e MIC (P < 0,05). Sobre as citocinas pró-inflamatórias, os níveis de IL-1b, IL-1α e IL-6 foram menores no G2 em relação ao G1, os níveis de TNF- α se mantiveram. No G1, os níveis de IL-1b, IL-1α e IL-6 se mantiveram após o PQM e aumentaram após a MIC, os níveis de TNF- α se mantiveram. No G2, todos os níveis de citocinas se mantiveram após o PQM, sendo a IL-6 a única que aumentou após a MIC.

Concluiu-se que diferentes níveis de proteínas totais, citocinas e LPS e LTA foram encontradas no G1 e G2 nas diferentes fases do TE.

(Apoio: FAPESP  N° 2015/23479-5 e 2017/25090-3  |  FAPESP  N° 2015/23479-5 e 2017/25090-3  |  CNPq  N° 303852/2019-4   |  CAPES  N° 001)
PI0309 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito da pré-medicação oral com ibuprofeno-arginina no bloqueio anestésico do nervo alveolar inferior em dentes com pulpite sintomática
Barbosa YM, Oliveira JP, Alencar AHG, Decurcio DA, Estrela CB, Estrela C
Ciência Endodôntica UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da pré-medicação de ibuprofeno e ibuprofeno-arginina no bloqueio do nervo alveolar inferior (BNAI) com lidocaína 2% em casos de pulpite sintomática (PS). 150 pacientes com diagnóstico de PS em dentes posteriores inferiores (n=50) receberam aleatoriamente ibuprofeno (600mg), ibuprofeno-arginina (1155mg) ou placebo, 30 minutos antes do BNAI. A intensidade da dor pré-operatória e durante o tratamento foram avaliadas pela escala visual Heft-Parker modificada. O BNAI foi considerado eficiente no relato de ausência ou dor leve durante o tratamento endodôntico. Para variáveis categóricas foi empregado teste Qui-quadrado e teste z. As variáveis quantitativas foram avaliadas pela Análise de Variância. Diferenças entre as médias dos grupos foram avaliadas pelo teste t Student. As variáveis com distribuição não normal foram comparadas pelo teste de Kruskal Wallis ou Mann Whitney. O nível de significância adotado foi de 5,0%. Os grupos que receberam ibuprofeno e ibuprofeno-arginina apresentaram taxas significativamente maiores de eficiência do BNAI, 62,0% e 78,0%, respectivamente, em comparação ao placebo (34,0%), porém, não houve diferença significativa entre os grupos ibuprofeno e ibuprofeno-arginina. Os pacientes que tiveram bloqueio eficiente nos grupos ibuprofeno e ibuprofeno-arginina apresentaram a menor média de dor pré-operatória (118,3).

A medicação preemptiva de ibuprofeno e ibuprofeno-arginina aumentou a eficiência do BNAI, porém, sem diferença significativa entre eles.

PI0310 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Potencial antimicrobiano de moluscos marinhos contra microrganismo associado à infecção endodôntica
Abreu ND, Chianca GC, Póvoa HCC, Braga RR, Iorio NLP, Antunes LS
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE- PÓLO NOVA FRIBURGO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A persistência de microrganismos no sistema de canais radiculares, incluindo Enterococcus faecalis, está associada ao insucesso no tratamento endodôntico. Por isso, a busca por novos compostos antimicrobianos, em locais subexplorados torna-se relevante. O objetivo deste trabalho foi avaliar as propriedades antimicrobianas de moluscos marinhos frente a uma amostra de E. faecalis. Extratos alcoólicos foram obtidos das espécies Felimare lajensis e Tambja stegosauriformis (SisGen A85E6DF), diluídos em dimetilsulfóxido (DMSO) e água, e avaliados em diferentes concentrações (80 a 0,078 mg/mL) frente a uma amostra padrão de E. faecalis (ATCC 29212) (SisGen A26E3E0). Foram realizados testes a fim de obter as Concentrações Inibitórias Mínimas, em microplacas de 96 poços, e Concentrações Bactericidas Mínimas dos extratos e do diluente DMSO. Os controles de esterilidade e positivo foram concebidos por poços contendo extratos dos moluscos com meio de cultura e inóculos com meio de cultura, respectivamente. O extrato de F. lajensis apresentou ação bacteriostática, inibindo o crescimento da amostra na concentração 5 mg/mL e atividade bactericida na concentração 40 mg/mL. O extrato de T. stegosauriformis apresentou ação bacteriostática, inibindo o crescimento de E. faecalis na concentração 2,5 mg/mL e atividade bactericida na concentração 10 mg/mL.

Os resultados sugerem que os extratos de moluscos marinhos constituem possíveis alternativas antimicrobianas complementares ao tratamento endodôntico e propõem futura avaliação da citotoxicidade.

PI0311 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Análise de substâncias químicas auxiliares submetidas a diferentes técnicas de irrigação: estudo in vitro
Trevisan BC, Lopes ABS, Lima AR, Abuná G, Sinhoreti MAC, Gomes BPFA
Odontologia Restauradora FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia das técnicas de irrigação (TI) [convencional (IC) e ativação ultrassônica (AUS)] utilizando as substâncias químicas auxiliares (SQA) [clorexidina gel 2% (CLX) e hipoclorito de sódio 2,5% (NaOCl)] na redução de E. faecalis do canal radicular e da dentina intratubular. Foram selecionadas e padronizadas 60 raízes de pré-molares inferiores. Após, foram contaminadas com E. faecalis, e divididas em 18 grupos (n=10) de acordo com a TI, SQA e apresentação. Solução salina foi utilizados como controle. Amostras bacteriológicas foram coletadas antes e após a TI para a contagem de unidades formadoras de colônia (UFC). Para analise de Microscopia Confocal de Varredura a Laser (MCVL), foram obtidos 3 discos de dentina referente aos terços radiculares (TR) para quantificação de células viáveis (CV) intratubular. Os testes de Friedman/Wilcoxon foram utilizados para comparar UFC inicial/final e grupos, Kruskal-Wallis para comparar CV e U de Mann-Whitney para comparar as TI e TR. A contagem de UFC mostrou que a AUS é mais efetiva que a IC (p<0,05). Os resultados do MCVL mostraram que a IC ainda deixou muitas CV intratubular e que AUS é melhor que IC, respectivamente, nos TR (p<0,05). Não houve diferença entre NaOCl e CLX nas analises de UFC e MCVL (p<0,05).

Concluiu-se que a ativação da SQA otimiza sua ação de limpeza.

(Apoio: FAPESP  N° 2015/23479-5, 2019/09115-1  |  CAPES  N° 001  |  CNPq  N° 303852/2019-4)
PI0312 - Painel Iniciante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência da fibrina rica em plaquetas no procedimento endodôntico regenerativo em molares imaturos de ratos
Arantes LC, Silva MVAS, Reis-Prado AH, Paula KS, Peixoto IFC, Alvim HH, Arruda TCFT, Benetti F
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a influência da fibrina rica em plaquetas (PRF) no reparo após procedimento endodôntico regenerativo (REP) em molares imaturos de ratos. Molares superiores de 18 ratos foram divididos em grupos (n = 6): SI - foi removido o tecido pulpar do canal mesial, feita irrigação com hipoclorito de sódio e ácido etilenodiaminotetracético, e induzido o sangramento intracanal (SI); PRF - após protocolo de irrigação, foi inserido no interior do canal radicular a PRF injetável, sem indução do SI; SI-PRF - foi realizado o tratamento como no grupo SI e então, inserida a PRF injetável; controle - molares não tratados foram controle. Ao término, os dentes foram selados. Para produzir a PRF, outros 3 animais foram utilizados para a coleta sanguínea intracardíaca, e o sangue foi centrifugado. Aos 21 dias, os animais foram eutanasiados e as peças preparadas para análise histológica. Teste estatístico foi aplicado (p < 0,05). Houve formação de tecido mineralizado em comprimento ou espessura da raiz em todos os grupos (p > 0,05). A formação de tecido conjuntivo nos canais ocorreu até terço médio na maior parte dos espécimes de SI, e até terço cervical em PRF e SI-PRF (p < 0,05). Houve células semelhantes a odontoblastos no terço apical de metade dos espécimes de PRF, e terços apical e médio na maior parte dos espécimes de SI-PRF; estas células não foram encontradas no grupo SI (p < 0,05).

Conclui-se que PRF auxiliou o processo de reparo após REP em ratos, induzindo formação de tecido conjuntivo nos canais radiculares e de células semelhantes a odontoblastos quando associada ao SI.

(Apoio: CAPES  N° 88887.489995/2020-00)
PI0313 - Painel Iniciante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Análise morfológica do tempo de armazenamento da polpa dental para transplante pulpar
Solidonio RB, Morais ADA, Melo RB, Jardim JF, Vieira LV, Oliveira DHIP, Sousa LM, Feitosa VP
FACULDADE PAULO PICANÇO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O transplante de polpa foi desenvolvido como nova modalidade de terapia regenerativa baseada nas propriedades morfológicas do próprio tecido pulpar. Durante o transplante pulpar, especialmente em canais atrésicos, o procedimento de remoção da polpa pode demandar muito tempo até ser implantada no dente receptor. O objetivo desse estudo foi avaliar in vitro a morfologia da polpa dentária e sua viabilidade para o transplante pulpar quanto ao tempo e armazenagem em solução fisiológica. Foram retiradas dezoito polpas de terceiros molares hígidos, as quais foram armazenadas em solução fisiológica a 0,9%, e alocadas aleatoriamente nos grupos (n=3) definidos de acordo com o tempo: imediato, 2 horas, 4 horas, 8 horas, 12 horas e 24 horas e, em seguida, fixadas em formol a 10%. Para análise morfológica das polpas, foram produzidas lâminas histológicas coradas em H&E. Foi observado que após o tempo de 8 horas, as polpas apresentaram na zona rica em células uma redução da densidade celular e uma desorganização da disposição das fibras colágenas. Nas polpas de 24 horas, na zona central, foi visualizado um aumento da angiogênese, aumento da vacuolização da matriz extracelular, presença de células gigantes multinucleadas e infiltrado celular predominante mononuclear.

Dessa forma, estudos com tempos maiores de armazenamento e diferentes tipos de meios de solução se fazem necessários para avaliar o processo de degeneração pulpar, otimizando assim os prognósticos dos transplantes de polpa.

PI0314 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação radiográfica de dentes tratados endodonticamente: correlação entre status periapical e qualidade da obturação
Castro PNS, Lima MSFF, Sá PPA, Tonelli SQ, Bruzinga FFB, Nunes E, Silveira FF
Odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade radiográfica da obturação de dentes tratados endodonticamente, correlacionando com o status periapical. A qualidade da obturação de quatrocentos e dezesseis dentes tratados endodonticamente foi criteriosamente avaliada em três parâmetros radiográficos: limite apical, homogeneidade e conicidade, recebendo os scores E0, E1 e E2. Receberam E0 e E1 os parâmetros inadequados, correspondendo, respectivamente, a acentuado e suave desvio da normalidade; e receberam E2 os parâmetros adequados, considerados padrão-ouro no tratamento. Pela combinação dos escores atribuídos, a obturação que recebeu três E2 foi classificada como perfeita; dois E2 como satisfatória; e um ou nenhum E2 como deficiente. Além disso, o status periapical foi avaliado como periodonto sadio, espessamento da lâmina dura e presença de radioluscência periapical, compatível com lesão periapical de origem pulpar. Duzentos e vinte e um dentes apresentaram obturação deficiente (53,1%). O limite apical foi o parâmetro com maior número de E0 e E2, com 38,94% e 55,04% dos dentes, respectivamente. Individualmente, os parâmetros observados não apresentaram associação estatisticamente significativa com o status periapical (p>0.05), entretanto, o mesmo associou-se significativamente com a qualidade geral da obturação (p=0.021).

Concluiu-se que as obturações apresentaram baixo padrão de qualidade, influenciando negativamente o status periapical em toda a amostra; não havendo influência significativa de um único parâmetro isolado.

PI0315 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Citotoxicidade, biocompatibilidade e biomineralização do Bio-C Temp e da pasta experimental à base de 45S5 bioglass
Rodrigues AGB, Benetti F, Oliveira PHC, Andrade MPB, Cantiga-Silva C, Reis-Prado AH, Diniz IMA, Cintra LTA
Odontologia preventiva e restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a citotoxicidade, biocompatibilidade, deposição de cálcio e maturação colágena do Bio-C Temp e da pasta experimental à base de 45S5 bioglass comparadas à pasta de Ca(OH)2. As pastas 45S5 Bioglass e Ca(OH)2 foram preparadas com água destilada (proporção 2:1), enquanto Bio-C Temp apresenta-se pronta para uso. In vitro, células da polpa dentária foram expostas aos extratos dos materiais nas diluições ½ e ¼ por 24, 48 e 72h e submetidas aos testes de MTT e de células vivas/mortas. In vivo, tubos de polietileno preenchidos com as pastas ou vazios para controle foram implantados no dorso de 16 ratos (n=8/grupo/tempo). Após 7 e 30 dias, os ratos foram eutanasiados e os espécimes processados para avaliação nas colorações de H&E, von Kossa e PSR, ou sem coloração para análise sob luz polarizada. Testes estatísticos foram aplicados (p<0,05). In vitro, Bio-C Temp foi mais citotóxico que o controle em todos períodos e diluições (p<0,05). In vivo, não houve diferença entre os grupos em nenhum período (p>0,05) e a cápsula fibrosa foi espessa aos 7 dias e fina aos 30 dias. Todas as pastas apresentaram estruturas positivas para cálcio e birrefringentes. Aos 7 dias, houve mais fibras imaturas nos grupos controle e 45S5 Bioglass comparado aos outros materiais (p<0,05). Aos 30 dias, apenas 45S5 Bioglass apresentou predomínio de fibras imaturas, diferente dos demais grupos (p<0,05).

Conclui-se que Bio-C Temp apresentou alta citotoxicidade, no entanto, as 3 pastas foram biocompatíveis e capazes de induzir biomineralização.

PI0316 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 05/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da correlação entre cones de guta-percha acessórios e espaçadores digitais
Neves MM, Santos BX, Coutinho Filho T, Cardeal RMA, Amaral G
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o diâmetro de cones de guta-percha acessórios e espaçadores digitais, buscando uma correlação entre os mesmo que facilite a etapa da obturação endodôntica. Com um paquímetro digital (Digimess) foram feitas medições dos espaçadores de tamanho B e C 25 mm (TDK) em 5 diferentes pontos (D1, D3, D6, D9 e D12). Nas mesmas referências foram obtidos os diâmetros de cones de guta-percha acessórios FM das marcas Tanari Plus, Meta Biomedical e Dentsply. A análise entre os dois espaçadores e as três marcas de cone de guta-percha (T-test) não revelou diferença significativa entre os grupos em nenhum comprimento. Já a ANOVA revelou diferença entre as dimensões dos 3 cones avaliados ( p=0.032).

Concluiu-se que não existe uma padronização entre cones de mesma numeração e fabricantes diferentes e os cones da marca Meta Biomedical apresentam diâmetro maior que o espaçador B em 3 pontos, o que pode ser relevante na clínica.