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 2090 Resumo encontrados. Mostrando de 351 a 360


PN0358 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Clareamento de consultório com géis experimentais incorporados com nanopartículas de dióxido de titânio co-dopadas com flúor e nitrogênio
Kury M, Picolo MZD, Hiers RD, Zhao D, Khajotia S, Florez FLE, Cavalli V
Vice-Reitoria de Pesquisa (PPG Odontolog UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a cor e o conteúdo inorgânico do esmalte submetido ao tratamento com géis experimentais contendo peróxido de hidrogênio (PH 6, 15 e 35%) com incorporação de nanopartículas (NPs) de TiO2 co-dopadas com F e N. Duzentos blocos de esmalte, selecionados quanto à microdureza, foram submetidos ao clareamento (3 sessões, 30min, intervalos de 7d) com (n=10) géis de PH incorporados ou não com NP (5% ou 10%p/v), e irradiados ou não com luz LED violeta. Nos grupos controles, o esmalte permaneceu sem tratamento (armazenado em saliva artificial) e submetidos ou não à irradiação. A alteração de cor (ΔE00) e o índice de clareamento (ΔWID) foram conduzidos em espectrofotometria, antes e após 14 dias do clareamento. Os dados foram submetidos à ANOVA três-fatores, teste Bonferroni, e Dunnett (α=5%). Picos de carbonato (CO32) e fosfato (PO43) detectáveis no esmalte dental foram obtidos em ATR-FTIR. Entre os grupos sem as NPs, não houve diferença entre PH 6%, 15% e os controles, porém PH 6% apresentou menor ΔE00 e ΔWID que PH 35%, independente da irradiação (p<0.05). Após incorporação de 5% NP e irradiação, não houve diferença (ΔE00 e ΔWID) entre PH 6% e 35% (p>0.05), e o espectro do esmalte clareado com NPs demonstrou maiores níveis de absorbância nos picos de CO32 e PO43.

O gel clareador experimental contendo baixa concentração de PH (6%) com incorporação de 5% NPs de TiO2 co-dopadas com F e N, e irradiados com luz LED violeta promoveram clareamento semelhante ao PH 35%. Ainda, a incorporação de NPs preservou o conteúdo inorgânico avaliado no esmalte.

(Apoio: FAPESP  N° 2019/02393-6 e 2020/06782-4  |  Fulbright Commission  N° Doctoral Dissertation Research Award  |  CAPES  N° 001)
PN0360 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação de cremes dentais contendo carvão ativado no desgaste do esmalte dental
Yoshida ML, Cabral CC, Maia MB, Maximiano V, Lopes RM, Aranha ACC
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro avaliou o efeito de cremes dentais contendo carvão ativado em superfícies de esmalte dental erodidos e abrasionados. Sessenta espécimes de esmalte (3 x 3 x 1,5 mm) foram obtidos a partir de terceiros molares humanos e alocados em 6 grupos (n=10): Água destilada (controle negativo); Colgate Total 12 (CT12; dentifrício de referência sem carvão); Bianco Carbon (BC); Curaprox Black is White (CBW); Colgate Essentials com Carvão (CEC); e Colgate Luminous White Carvão Ativado (CLW). Todos os espécimes foram submetidos à ciclagem erosiva-abrasiva com ácido cítrico 0,3% (2 min), saliva artificial (60 min), 4x/dia e escovação 2x/dia (de acordo com os grupos experimentais) por 5 dias. Todos os espécimes foram avaliados através de Perfilometria Óptica para determinação da perda de superfície. Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste de ANOVA 1 fator e post-hoc de Tukey (α= 0,05). CLW apresentou os maiores valores de perda de superfície e CEC os menores valores. CBW e CEC não mostraram diferença em relação ao controle negativo. BC e CBW não diferiram de CT12.

Apenas um dentifrício resultou em um aumento significativo do desgaste do esmalte dental quando comparado ao dentifrício de referência. A maioria dos produtos com carvão ativado não apresenta riscos adicionais em indivíduos com desgaste dental erosivo.

(Apoio: FAPESP  N° 2019/15783-7 )
PN0361 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Impacto de nanotecnologia na composição do cimento de ionômero de vidro em odontoblastos estimulados por lipopolissacarídeo bacteriano
Coelho RMI, Bronze-Uhle ES, Casarin RCV, Peruzzo DC, França FMG, Nociti-Júnior FH, Lisboa Filho PN, Kantovitz KR
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou verificar se a presença de nanotubos de dióxido de titânio (nTiO2) na composição do cimento de ionômero de vidro (CIV) modifica o padrão de expressão de citocinas inflamatórias em cultura de odontoblastos (MCDP23) estimulados ou não por LPS. Ao CIV (Ketac Molar EasyMix) foi incorporado 0, 3, 5 ou 7% em peso de nTiO2 (≅20 nm). MCDP23 foram cultivados sobre as amostras, estimuladas ou não por LPS (Fusobacterium nucleatum - 2 µg/mL). Os seguintes ensaios foram realizados (n=3; 24, 48 e 72 h): 1. Proliferação (Hemocitômetro e azul de tripano) e 2. Metabolismo celular (MTT); 3. Determinação dos níveis de citocinas pró- e anti-inflamatórias (Multiplex: IL-1β, IL-6, IL-10, VEGF e TNF); 4. Microscopia confocal. Dados foram submetidos à análise estatística utilizando os testes de Shapiro-Wilk e Modelos lineares generalizados (=0,05). Análise dos resultados demonstrou que: 1. Houve aumento da taxa proliferativa ao longo do tempo para todos os grupos; 2. A presença dos nTiO2 promoveu atraso no processo de proliferação celular em 48 h apenas no grupo sem LPS; 3. Independentemente da presença de nTiO2 houve diminuição da atividade metabólica celular a partir de 48 h, na presença ou não da LPS; 4. A presença de LPS promoveu aumento dos níveis das citocinas analisadas para o grupo controle em ambos os períodos de análise; 5. A presença do CIV (com ou sem nTiO2) promoveu diminuição da expressão das citocinas avaliadas independente da presença da LPS.

Concluiu-se que independente da presença de LPS, a presença de CIV, com ou sem nTiO2, modificou a resposta biológica de células MDPC23.

(Apoio: FAPESP  N° 2019/14078-8)
PN0362 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito de um agente umectante nas propriedades de um compósito convencional microhíbrido
Ferretti MA, Pereira PL, Pereira R, Silva BG, Lins RBE, Lima DANL, Aguiar FHB
Odontologia Restauradora FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivo: Avaliação in vitro das propriedades físico-mecânicas de uma resina composta microhíbrida (Filtek Z250 XT - 3M Oral Care) coberta por um agente umectante (Modeling Resin - Bisco), submetida a ciclos de escovação mecânica simulada (EMS) e manchamento com vinho tinto. Foram confeccionados em incremento único de 2mm de altura, 80 amostras em formato cilíndrico, a partir de uma matriz de teflon bipartida. Estas, foram divididas em 4 grupos experimentais (n=20), de acordo com o grupo umectante e os ciclos de EMS. O agente umectante foi aplicado sobre o compósito e fotoativado por 20 s. Todas as amostras foram submetidas à análise de cor, rugosidade, microdureza e brilho em dois tempos: 24h após confecção, e após os EMS e manchamento. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística ANOVA one-way e teste de Tukey (ΔL, Δa, Δb and ΔE), e two-way ANOVA e teste de Bonferroni (brilho, rugosidade e microdureza). De forma geral, o compósito apresentou maiores valores de brilho quando acrescido pelo agente umectante. Nenhuma diferença estatística foi observada entre os grupos quanto à diferença de cor. A rugosidade do compósito aumentou após ciclos de escovação, independente da aplicação do agente umectante. O grupo sem agente umectante associado ao manchamento teve sua microdureza diminuída.

Concluiu-se que a aplicação do agente umectante sobre a resina composta não interferiu de forma negativa em suas propriedades de brilho, cor, rugosidade e microdureza superficiais.

(Apoio: FAPESP  N° 2018/13189-8  |  CNPq  N° 001)
PN0363 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da resistência de união à dentina de um adesivo com nanopartículas de prata associado ao uso de nanopartículas de hidroxiapatita
Araujo LMP, Aguiar JD, Toma SH, Araki K, Medeiros IS
Biomateriais e Biologia Oral UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A fim de inibir cáries adjacentes e aumentar a longevidade de restaurações, componentes são adicionados aos sistemas adesivos, e as nanopartículas de prata (NAg) são destaque por sua ação antimicrobiana associada à alta efetividade. Este estudo avaliou a resistência de união após 24h e 1 ano de envelhecimento de um adesivo de três passos modificado por NAg a 0,05% e 0,1% associado à hidroxiapatita (NHA) a 0,5% e 1%. Foram seccionados 61 molares humanos expondo a dentina, e os procedimentos adesivos foram realizados seguindo 9 grupos experimentais de acordo com a presença ou ausência das NHA e NAg e suas diferentes concentrações. Realizou-se o teste de microtração, 24 h e 1 ano após a restauração. Superfícies de fratura foram classificadas de acordo com padrões de fratura: adesiva, coesiva em resina, coesiva em dentina ou mista. Foi aplicado o teste de normalidade (Shapiro-wilk) e homocedasticidade (Levene), análise de variância (ANOVA) de três fatores e teste de Tukey (p<0,05). A análise de variância demonstrou que não houve diferença estatisticamente significante para nenhum dos fatores ou interações testados. Nos grupos de 24h houve predominância de fraturas adesivas. Fraturas mistas representaram entre 6% (0.1 NAg) e 19% (0.5 NHA) das falhas observadas. Fraturas coesivas em resina e coesivas em dentina ocorreram com menor frequência. Após 1 ano também houve predominância de fraturas adesivas, seguidas das fraturas mistas.

Adesivos com adição de NAg são promissores quanto à obtenção de um material bioativo antibacteriano e não alteram a resistência de união.

PN0364 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Microesferas de quitosana funcionalizadas com sinvastatina para modulação de regeneração dentinária em casos de exposição pulpar
Bronze-Uhle ES, Carlucci BR, Rinaldo D, Lisboa Filho PN, de-Souza-Costa CA, Soares DG
Dentística UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Nesse estudo, microesferas de quitosana, associadas ou não à sinvastatina, foram sintetizadas, visando a liberação de dosagens bioativas capazes de modular a regeneração dentinária. Microesferas de quitosana (ME) e microesferas de quitosana contendo 2% de sinvastatina (MESV) foram preparadas a partir da técnica de emulsão-crosslinking, sendo 2% de SV adicionada à fase líquida. Microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia na região do infravermelho confirmaram a morfologia esférica e incorporação química da SV nas MESV, respectivamente. Cromatografia líquida de alta eficiência confirmou o padrão de liberação controlada e contínua da droga. A citotoxicidade (MTT) e deposição de nódulos de mineralização (vermelho de alizarina; 21 dias) (ANOVA/Tukey; α=5%) de células pulpares humanas (HDPCs) foram avaliados nos extratos de liberação das microesferas (concentrações:0,675; 1,25 e 2,5 mg/mL), sendo o extrato coletado e aplicado continuamente a cada 48 horas sobre células. O ensaio de MTT demonstrou ausência de efeitos citotóxicos para os componentes liberados das ME e MESV nos períodos de 1, 3, 7 e 14 dias. Aos 21 dias, as HDPCs apresentaram aumento significante na deposição de nódulos de mineralização quando cultivadas com os extratos das MESV nas concentrações de 1,25 e 2,5 mg/mL em comparação ao controle (26,6 e 26,7%, respectivamente).

Conclui-se que a encapsulação de 2% de SV em microesferas de quitosana proporciona o desenvolvimento de um sistema de liberação controlada, em dosagens citocompatíveis e bioativas com células de origem pulpar.

(Apoio: CAPES  |  FAPs)
PN0365 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Enxaguante bucal à base de oxalato de potássio e ciclos erosivos: efeitos sobre a condutância hidráulica da dentina
Lourenço MB, França FMG, Basting RT, Amaral FLB, Turssi CP
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a condutância hidráulica (CH) da dentina após uso de enxaguatório dessensibilizante de oxalato de potássio (Ox) e ciclos erosivos subsequentes. Em 45 fatias de terceiros molares humanos foram criadas lesões que simulam morfologia de dentina hipersensível e avaliada a CH inicial (CHI, máquina de permeabilidade Odeme). As fatias foram alocadas em 3 grupos: EnxOx: enxaguatório de Ox (Listerine Advanced Defense Sensitive, ‎J&J); GelOx: gel de Ox (Oxa-gel, Kota); AD: água destilada. (controle). No grupo EnxOx, foram simuladas 4 semanas de uso (28 aplicações, 2min cada), já o GelOx foi tratado 4x (2min cada). Mediu-se a CH pós-tratamento (CHT). Então, metade das amostras de cada grupo foi submetida a 2 ciclos erosivos diários em ácido cítrico (0,3%, pH 2,6, 120s, 5d) e saliva artificial (SA), enquanto a outra metade foi exposta somente à SA. Mediu-se a CH pós-ciclos erosivos (CHD) e foram calculadas as alterações em % entre CHT e CHI e também entre CHD e CHT. Os dados foram submetidos a ANOVAs e testes de Tukey. Pós-tratamento, houve alteração na CH (p=0,009), com o grupo GelOx tendo redução maior que o EnxOx e este maior que o Con. Houve interação entre tratamentos e desafios erosivos (p=0,018), com os grupos que receberam Ox tendo menor CH que o Con e sem diferença entre gel e enxaguatório quando apenas na SA. Porém, com os ciclos erosivos, os 3 grupos não diferiram quanto à CH.

Concluiu-se que o enxaguatório à base de Ox foi capaz de reduzir a CH, ainda que em grau inferior ao gel, permanecendo com sua ação oclusiva na SA, mas perdendo eficácia diante de ciclos erosivos.

PN0366 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da rugosidade superficial e alteração de cor do esmalte submetido ao clareamento com peróxido de hidrogênio 35% associado ao TiF4
Carneiro RVTSM, Nascimento CG, Kury M, Coelho CSS, Souza LVS, Matos ICRT, Melo PBG, Cavalli V
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a rugosidade de superfície (Ra) e a alteração de cor do esmalte submetido ao clareamento com peróxido de hidrogênio (PH) 35% associado ao tetrafluoreto de titânio (TiF4) 1%. Blocos de esmalte bovino foram aleatoriamente divididos e submetidos aos tratamentos (n=12): (CT) Controle; (TiF4) tratamento com gel experimental contendo TiF4 1%; (PH) clareamento com PH 35% comercial; (PHT) PH 35% associado a TiF4 1%. Foram realizadas em 3 sessões de clareamento (3 aplicações de 15 minutos em cada sessão), com intervalo de 7 dias. O grupo CT permaneceu imerso em saliva artificial a 37ºC. Foram realizadas análises de cor (CIELab - ΔL, Δa, Δb, CIEDE 2000 - ΔE e Whiteness Index of Dentistry - ΔWID) após a pigmentação com chá preto (T0), após a 1ª (T1), 2ª (T2), 3ª sessão (T3) e após 14 dias da 3ª sessão (T4) e Ra antes (T0) e após 24h da 3ª sessão do tratamento clareador (T1). Os dados de Δb, ΔE e Ra apresentaram distribuição normal e homocedasticidade (Shapiro-Wilk/Levene) e foram analisados pela ANOVA two-way para amostras repetidas e ANOVA one-way, com post-hoc de Bonferroni. ΔL, Δa e ΔWID não apresentaram normalidade e foram analisados por Kruskal-Wallis, com nível de significância de 5%. Os resultados de ΔL, Δa, Δb, ΔE e ΔWID indicaram não haver diferenças entre os grupos (p>0,05). Em relação a Ra, em T0 não houve diferenças estatísticas (p=1,000). Em T1, o grupo PHT diferiu estatisticamente do TiF4 (p=0,0001).

Concluiu-se que o PHT não influenciou negativamente na alteração de cor e na rugosidade de superfície do esmalte.

(Apoio: CNPq)
PN0367 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação das propriedades mecânicas e da resistência de união à dentina radicular de cimentos resinosos auto-adesivos
Santi MR, Lins RBE, Sahadi BO, Soto J, Martins LRM
Dentistica Restauradora FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo comparou as propriedades mecânicas e a resistência de união por push-out (RUP) de cimentos resinosos auto-adesivos (CRAs) com um cimento resinoso convencional (CRC). Oitenta raízes bovinas foram divididas em 4 grupos para a cimentação de pinos de fibra de vidro com diferentes cimentos: três CRAs (Maxcem Elite-[MAX]; Calibra Universal-[CAL]; RelyX Unicem 2-[RUN]) e um CRC (RelyX Ultimate-[RXU]). Os grupos foram subdivididos em dois grupos cada (n=10) para avaliação do RUP após 24h e após ciclagem térmica (5.000 ciclos). O padrão de falha foi avaliado com estereomicroscópio. A resistência flexural (RF) e o módulo de elasticidade (ME) foram determinados através do teste de três pontos. O pH dos cimentos resinosos foi mensurado por 48h. Analisou-se a morfologia das partículas através do microscópio eletrônico de varredura (MEV). Análises estatísticas apropriadas para cada teste foram aplicadas (α=0.05). RXU apresentou maios valores de RUP em ambos os tempos avaliados. Entre os CRAs, RUN e CAL apresentaram valores de RUP mais baixos comparado ao MAX no terço cervical e médio no tempo de 24h e em todos os terços após a termociclagem. Falhas adesivas entre o cimento e a dentina foram as mais prevalentes. MAX apresentou o menor valor de RF e RUN o maior valor de ME. O pH mínimo de RXU e MAX foi após 30 minutos e para RUN e CAL após 60 mim. RXU e RUN apresentaram partículas regulares e MAX e CAL partículas irregulares.

O comportamento mecânico de CRAs não é superior ao CRC, entretanto, dentre todos os CRAs avaliados, MAX apresentou melhores resultados.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0368 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Análise do envelhecimento do silano, adesivo universal e estabilidade hidrolítica na resistência de união de reparo de resinas compostas
Vargas RP, Vilela ALR, Soares AG, Machado AC, Borges MG, Menezes MS
Dentística e Materiais Odontológicos UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se a resistência de união do sistema adesivo universal (AU), silanos pré-hidrolisado (PH) e de hidrólise imediata (IH) com e sem envelhecimento. As amostras foram preparadas com resina composta incorporada em resina de poliestireno e envelhecidas em água destilada a 37ºC, durante 6 meses. Metade dos silanos e os adesivos universais também foram submetidos ao processo de envelhecimento (AB, 48°C/1 mês) e a outra metade foi utilizada sem envelhecimento (NB). As amostras de resina composta envelhecidas foram jateadas com óxido de alumínio, limpos com ácido fosfórico e posteriormente foram aplicados o silano e o sistema adesivo de acordo com cada grupo experimental. Na sequência, foram confeccionados quatro corpos de prova por amostra com resina composta da mesma marca. Foram realizados testes de resistência de união ao microcisalhamento (μSBS) e análise do padrão de falha. A análise estatística foi realizada por Two-way ANOVA, testes de Tukey e Kruskal Wallis (α = 0,05). Os diferentes sistemas de adesão não apresentaram diferença estatística para "NB". No entanto, no "AB" apresentou a maior resistência de união para "AU". O "PH" diminuiu estatisticamente a adesão após o envelhecimento. O padrão de falha mostrou falhas coesivas em resina composta de base.

Portanto, concluiu-se que o silano pré-hidrolizado apresenta mais instabilidade hidrolítica do que o silano de hidrólise imediata e o adesivo universal.

(Apoio: CAPES  N° 001)