9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2768 Resumo encontrados. Mostrando de 61 a 70


PN-R0034 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

Avaliação do preparo mecânico com instrumentos rotatórios em molares inferiores decíduos
Fernanda Barros Steffens, Lucas da Fonseca Roberti Garcia, Lisa Yurie Oda, Giovanna Pimentel, Béthaillard Louis, Maria Eduarda Scariot, Bruno Cavalini Cavenago
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar, por meio de microtomografia computadorizada de feixe cônico (micro-CT), a instrumentação de molares decíduos inferiores realizada com os sistemas Sequence Baby File (SBF) e XP-Endo Shaper (XPS), considerando a espessura dentinária, o transporte e o aumento volumétrico dos canais. Foram selecionados oito molares inferiores decíduos (16 canais por grupo), pareados por curvatura, comprimento e volume. Os canais foram divididos em dois grupos, de acordo com o sistema de instrumentação utilizado: SBF ou XPS. Foram realizados escaneamentos por micro-CT antes e após o preparo. Foram analisados: tempo operatório, aumento do volume, redução da espessura dentinária e transporte do canal. Os dados foram submetidos a testes estatísticos com nível de significância de 5%.O XPS apresentou tempo operatório significativamente menor em comparação ao SBF (p<0,05). Quanto ao aumento de volume, ambos os sistemas apresentaram resultados semelhantes. Na análise da espessura dentinária, o XPS promoveu maior desgaste em segmentos próximos à furca, enquanto o SBF mostrou maior preservação dentinária em algumas regiões. No transporte do canal, não houve diferenças significativas entre os sistemas, embora ambos tenham mostrado tendência de transporte em direção à furca.

O XP-Endo Shaper proporcionou um preparo mais rápido, enquanto o Sequence Baby File preservou mais dentina na região de furca. Não houve diferença no aumento de volume, e ambos apresentaram tendência de transporte em direção à furca.

PN-R0037 - Painel Aspirante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

Avaliação do efeito do laser de baixa potência na cicatrização de feridas e redução da dor após gengivectomia: estudo clínico
Vitoria Bortolon Jassniker, Patricia Oehlmeyer Nassar, Mahyara Branchi, Stefany Baldwin Buttenmuller Vilas Boas, Alana Zenilda Thomaz Sacht, Mateus Pacer de Lima, Carlos Augusto Nassar
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO OESTE DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo trata-se de um ensaio clínico randomizado, duplo-cego, e teve como objetivo avaliar a influência do laser de baixa potência (LBP) na cicatrização, sensibilidade dolorosa e qualidade de vida de pacientes submetidos à gengivectomia. Foram selecionados 10 pacientes com indicação para gengivectomia bilateral em arcada superior e/ou inferior. O estudo seguiu o modelo de boca dividida, sendo uma hemi-arcada designada para o Grupo 1 (teste), tratado com LBP no pós-operatório imediato e nos 3º, 7º e 15º dias, e a outra hemi-arcada para o Grupo 2 (controle), sem aplicação do laser. A cicatrização foi avaliada por meio da aplicação de um corante à base de azul de metileno na concentração 0,01% e registrada fotograficamente para posterior comparação entre os grupos utilizando o software ImageJ. A sensibilidade dolorosa e o impacto na qualidade de vida foram mensurados por meio da escala visual analógica e do questionário OHIP-14 (Oral Health Impact Profile), sendo aplicados também no 3º, 7º e 15º dia de pós-operatório. Para análise estatística foi adotado um nível de significância de 5%. Os resultados mostraram que o grupo tratado com o LBP apresentou respostas, clínica e estatística (p<0,05), significativamente melhores na cicatrização desde a primeira avaliação. Em contrapartida, os parâmetros de dor e qualidade de vida não apresentaram diferenças estatisticamente significativas entre os grupos.

Assim, a aplicação do laser de baixa potência destaca-se como uma estratégia segura e eficaz no pós-operatório de gengivectomias, promovendo aceleração significativa da cicatrização da ferida cirúrgica, reforçando seu potencial como importante aliado terapêutico na prática clínica.

PN-R0038 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

Efeito da tanshinona-IIa-sulfonato de sódio, um inibidor de catepsina k, no desenvolvimento da periodontite apical
Bárbara Roma Mendes, Paulo Sérgio Cerri, Rosmeli Coasaca Rivera, Andréia Bosco Boaventura, Pedro Paulo Chaves de Souza, Gisele Faria
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O desenvolvimento da periodontite apical (PA), uma doença inflamatória de origem infecciosa associada à reabsorção óssea periapical, envolve a participação de citocinas pró-inflamatórias, osteoclastogênese e a ação de enzimas proteolíticas, como a catepsina K (CatK). As tanshinonas, derivadas da planta Salvia miltiorrhiza, são amplamente utilizadas na medicina chinesa para tratamento de diversas doenças, incluindo as osteolíticas, como a osteoporose. A tanshinona-IIA-sulfonato de sódio (T06) inibe reabsorção óssea via inibição seletiva da atividade colagenolítica da CatK. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da T06 na perda óssea em PA induzida em camundongos. Foram utilizados 40 camundongos C57BL/6, distribuídos em 4 grupos (n=10): PA+T06; PA+água; sem PA+T06; sem PA+água. A PA foi induzida por abertura coronária dos primeiros molares inferiores. As substâncias foram administradas por gavagem, uma vez ao dia. Após 21 dias foi realizada eutanásia e as hemimandíbulas foram analisadas por microtomografia computadorizadas para quantificação do volume da perda óssea periapical. Os dados foram analisados por ANOVA de uma via e pós-teste de Tukey (α = 0,05). Nos grupos sem indução de PA, a lâmina dura, o espaço do ligamento periodontal e o osso alveolar estavam preservados. Nos grupos com PA observou-se aumento da área correspondente ao espaço do ligamento periodontal, associado à reabsorção óssea alveolar. Entre os grupos com PA, o grupo tratado com T06 apresentou menor volume de lesão periapical em comparação ao tratado com água (p< 0,05).

Concluiu-se que a T06 apresentou efeito modulador sobre a reabsorção óssea e apresenta potencial como terapia adjuvante no controle da reabsorção óssea em PA.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2021/02070-2  |  FAPs - Fapesp  N° 2024/16074-8  |  FAPs - Fapesp  N° 2022/08004-4)
PN-R0039 - Painel Aspirante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

Impacto da senescência sobre o potencial regenerativo das células da papila apical humana
Letícia Odaguiri Watanabe, Daianny Kelly Rodrigues Fidelis, Marcos Roberth Craveiro de Carvalho, Luana Roleto Cardoso, Maria Ester França de Melo, Taia Maria Berto Rezende
Odontologia UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Em dentes com necrose pulpar e rizogênese incompleta, a senescência de células da papila apical humana (hAPCs) pode comprometer o potencial regenerativo em ambiente inflamatório. Este estudo avaliou efeitos da senescência de hAPCs sobre as funções essenciais ao processo de reparo tecidual. As hAPCs obtidas por explant foram divididas em grupos não senescente e senescente (doxorrubicina) e estimuladas com DMEM (controle), LPS ou LPS+IFN-γ (CAAE: 86052124.4.0000.0030). Foram avaliados a senescência (SA-β-Gal e p53), atividade mitocondrial (MTT), morfologia (MEV), migração (scratch), proliferação (azul de tripan) e expressão dos genes TNF-α, IL-6, IL-10 e TGF-β (RT-qPCR). Os dados foram analisados pelos testes t de Student, Mann-Whitney ou two-way ANOVA (p<0,05). A senescência foi confirmada pelo aumento de SA-β-Gal e p53. As células senescentes apresentaram aumento de atividade mitocondrial na condição controle. Além disso, exibiram aumento de tamanho e redução de prolongamentos. A migração e a proliferação foram prejudicadas em todos os grupos senescentes. Observou-se maior expressão de IL-6 e redução de TGF-β, enquanto o TNF-α permaneceu inalterado. A expressão de IL-10 aumentou apenas sob estímulo com LPS. Conclui-se que a senescência prejudica as funções das hAPCs e altera seu perfil imunoinflamatório, podendo impactar negativamente o sucesso das TER.

Conclui-se que a senescência prejudica as funções das hAPCs e altera seu perfil imunoinflamatório, podendo impactar negativamente o sucesso das TER.

(Apoio: CNPq  N° 305242/2022  |  FAPs - 00193-00000782/2021-63  N° FAPDF  |  CAPES  N° 88887.134000/2025-00)
PN-R0040 - Painel Aspirante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

DOENÇA PERIODONTAL EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA TRATADOS COM HEMODIÁLISE NA REGIÃO SUL DO BRASIL: UM ESTUDO TRANSVERSAL
Larissa Steilmann Demarchi, Micheline Sandini Trentin
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

RESUMO Objetivo: estudo teve como objetivo avaliar o perfil periodontal e sociodemografico em pacientes com doença renal crônica (DRC) em hemodiálise no Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) em Passo Fundo - RS. Materais e métodos: 0 presente estudo transversal analítico e descritivo avaliou um grupo de indivíduos, 133 pacientes em tratamento de hemodiálise no HSVP, Os voluntários do estudo responderam um questionário sociodemográfico, médico odontológico, e logo em seguida, foram avaliados através de um exame clinico odontológico, abordando índice de placa visível (IPV), indice de sangramento gengival (ISG), profundidade de sondagem (PS), nível de inserção cínica (NIC), mobilidade dental, indice de envolvimento de urca. A análise descritiva dos dados qualitativos oi através da frequência absoluta e frequência percentual e dos dados quantitativos foram média aritmética e desvio padrão. Resultados: A amostra foi composta por 133 pacientes. A média de idade foi de 57 anos (215,3). Cerca de 66,9% do sexo masculino. A maioria estava em tratamento de até um ano (31,6%). As principais doenças relatadas foram hipertensão, anemia e diabetes 82%, 54,1%, e 39,1% respectivamente Grande parte da população estudada apresentava periodontite, 8%, sendo 80,4% periodontite moderada a grave.Com o teste qui-quadrado de Pearson, foi verificada associação entre a faixa etária e doença periodontal p=0,008. Conclusão: A periodontite e uma doença altamente prevalente em pacientes que estão em hemodiálise a higiene bucal e acompanhamento odontológico precisam ter mais atenção no setor médico de hemodiálise.

Este estudo transversal concluiu que há uma alta taxa de pacientes com doença periodonta moderada e grave. Além disso, a porcentagem de indivíduos que apresentavam periodontite leve/moderada/severa) é substancialmente elevada, 88% dos pacientes que estavam en nemodiálise. A doença periodontal também teve correlações estatisticamente significativas com a faixa etária, pessoas mais novas são diagnosticadas mais com gengivite. A revisão de literatura com os achados do estudo realizado reforçam a importância da assistência odontológica no plano de tratamento dos pacientes em hemodiálise devido às inúmeras evidências da possibilidade de contribuição com a melhoria do prognóstico da doença renal e da doença periodontal neste grupo de indivíduos.

(Apoio: UPF )
PN-R0041 - Painel Aspirante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

Associação entre periodontite e doença renal crônica em indivíduos com diabetes: estudo de base populacional utilizando dados do NHANES
Karolina Skarlet Silva Viana, Victor Zanetti Drumond, Pedro Sérgio Corradi Silva, Renata Magalhaes Cyrino, Fernando de Oliveira Costa, Rafael Paschoal Esteves Lima, Luís Otávio de Miranda Cota
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A doença renal crônica (DRC) pode ser considerada uma das complicações associadas ao diabetes, assim como a periodontite. O objetivo deste estudo foi investigar a associação entre a periodontite e a DRC em indivíduos com diabetes mellitus. Este estudo transversal utilizou dados do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES), de 2009-2014 disponíveis pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC- EUA). Uma subpopulação de indivíduos examinados periodontalmente foi definida e os pesos amostrais foram usados para a análise. Foram incluídos 4.859 indivíduos, avaliados para o desfecho de presença de DRC associado ao diabetes. A variável desfecho foi definida com 3 categorias: saudável (referência), diabetes e diabetes + DRC. A exposição principal foi a periodontite, diagnosticada e classificada de acordo com o EFP/AAP 2018 e agrupada em 3 grupos para fins de análise: Saudável/Estágio I, Estágio II e Estágio III/IV. Uma regressão logística multinomial foi ajustada para os fatores de confusão idade, etnia, índice de massa corporal e presença de hipertensão. Indivíduos com diabetes + DRC tiveram maior taxa de risco relativo (RRR 2.38, 95%IC 1.29; 4.41, P = 0.006) para periodontite nos estágios mais avançados (Estágio III/IV) do que os indivíduos com apenas diabetes (RRR 1.76, IC95% 1.17-2.64, P = 0.007), quando ambos foram comparados aos indivíduos saudáveis. A probabilidade de ocorrência de periodontite Estágio III/IV foi maior em indivíduos com diabetes + CKD, assim como a probabilidade de ocorrência de médias de perda de inserção aumentadas.

Estágios mais avançados de periodontite estão associados com a presença da DRC como complicação do diabetes.

(Apoio: CAPES  N° 88887.005538/2024-00)
PN-R0042 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 4

Manejo clínico e desfechos de fraturas radiculares em dentes permanentes: revisão sistemática e metanálise
Elane Lima da Silva, Camila Segatto Hartmann, Luiz Fernando Monteiro Czornobay, Julia Menezes Savaris , Maria Eduarda Paz Dotto, Lívia Ribeiro, Lucas da Fonseca Roberti Garcia, Cleonice da Silveira Teixeira
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esta revisão sistemática e metanálise avaliou o sucesso de estratégias de tratamento para fraturas radiculares horizontais (FRH), verticais (FRV) e coroa-raiz (FCR) em dentes permanentes. Foram incluídos estudos clínicos sobre o manejo dessas fraturas. O risco de viés foi avaliado pela Escala de Newcastle-Ottawa. Uma metanálise em rede comparou os tratamentos para FRH; análises pareadas avaliaram os efeitos da duração da contenção e do desenvolvimento radicular; e metanálises de proporção estimaram as taxas de sucesso para FRV e FCR. A certeza da evidência foi avaliada pelo sistema GRADE (Grading of Recommendations, Assessment, Development and Evaluation). Foram incluídos 36 estudos sendo 2 com baixo risco de viés. Para FRH, a contenção flexível apresentou maior probabilidade de sucesso (razão de chances [OR]: 2,67; intervalo de credibilidade [ICr] 95%: 1,25-5,72), seguida do cap splint (OR: 1,93; ICr 95%: 1,03-3,55). O ranqueamento confirmou a contenção flexível como melhor opção (95,24%), seguida de cap splint (64,53%), contenção rígida (34,73%) e ausência de contenção (5,49%). A duração da contenção não se associou ao sucesso (OR: 1,05; intervalo de confiança [IC] 95%: 0,73-1,51; p=0,78), enquanto dentes imaturos apresentaram maior chance de sucesso que maduros (OR: 3,71; IC 95%: 2,26-6,09; p<0,01). Para FRV, o manejo cirúrgico apresentou taxa de sucesso de 82% (IC 95%: 69-92%) e para FCR, de 89% (IC 95%: 78-99%). A certeza da evidência foi muito baixa.

A contenção flexível foi o tratamento mais eficaz para FRH, e dentes imaturos demonstraram maior potencial de cicatrização que maduros. O manejo das FRV e FCR apresentou taxas de sucesso relativamente altas, apoiando o manejo conservador independentemente da duração da contenção.

PN-R0045 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Influência da desnutrição calórico-proteica no reparo e presença de osteocalcina após regeneração endodôntica em ratos
Karol Marçal Dos Santos Souza, Lara Cancella de Arantes, Barbara Figueiredo Resende, Gabriela Luiza Moreira Carvalho, Juliana Goto, Edilson Ervolino, Luciano Tavares Angelo Cintra, Francine Benetti
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo analisou a influência da desnutrição calórico-proteica na neoformação tecidual e presença de osteocalcina (OCN) em molares imaturos de ratos após procedimento endodôntico regenerativo (REP) com ou sem fibrina rica em plaquetas injetável (iPRF). Vinte e quatro ratos foram divididos em nutridos (N) e desnutridos (DN; dieta hipoproteica e restrição calórica), e após, distribuídos nos grupos (n = 6): N, DN, N-iPRF e DN-iPRF. Foi induzida a necrose pulpar nos primeiros molares superiores direito ou esquerdo de cada animal, por 21 dias. Então, foi realizada antissepsia com hipoclorito de sódio e ácido etilenodiaminotetracético, seguida de medicação intracanal (MIC). Após 15 dias, a MIC foi removida e o sangramento intracanal (SI) induzido; os grupos N-iPRF e DN-iPRF receberam a iPRF antes do SI. Os molares foram selados. Em 21 dias, os animais foram eutanasiados, e o peso e comprimento foram obtidos, assim como amostras de sangue (avaliação de proteínas totais e frações). Os molares foram preparados para análises histológicas e imunoistoquímica. Análise estatística foi realizada (p < 0,05). A DN resultou em redução significativa de peso, comprimento e níveis de proteína total e albumina (p < 0,05), sem diferença na globulina (p > 0,05). A formação de tecido mineralizado e conjuntivo no canal radicular foi maior nos grupos N e N-iPRF comparados aos grupos DN e DN-iPRF (p < 0,05). A área total de colágeno foi menor no grupo DN em comparação ao grupo N (p < 0,05). Houve baixa imunomarcação de OCN em N, N-iPRF e DN-iPRF, e ausente à baixa em DN (p > 0,05).

A desnutrição influenciou negativamente o reparo tecidual em molares de ratos após REP com ou sem iPRF; iPRF não influenciou a presença de OCN, independentemente da condição sistêmica.

(Apoio: CNPq  N° 310683/2022-0)
PN-R0046 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

INFLUÊNCIA DAS DIFERENTES VELOCIDADES DE ROTAÇÃO NA CAPACIDADE DE CORTE DOS INSTRUMENTOS DE NiTi 25/.04
Geovana Maria Bruno, Ana Grasiela da Silva Limoeiro, Marilia Fagury Videira Marceliano-Alves, Iris Nogueira Bincelli Seckler, Raphael Carneiro, Thelma Luisa Pereira Dos Santos, Marcos Frozoni
Faculdade de Odontologia FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de diferentes velocidades de rotação na capacidade de corte de dois sistemas de instrumentos de níquel-titânio (NiTi): Rotate e Univy New, ambos com conicidade 25/.04. Sessenta e seis instrumentos novos (n = 33 por sistema) foram testados nas velocidades de 350, 650 e 950 rpm (n = 11 para cada velocidade). A capacidade de corte foi mensurada através da força (gf) necessária para penetrar em canais de resina curvos simulados, utilizando uma máquina de ensaios universal equipada com uma célula de carga de 10gf. A profundidade de penetração foi padronizada e as forças exercidas durante o procedimento foram registradas. Os dados foram analisados estatisticamente pelos testes ANOVA a dois critérios e post-hoc de Tukey (P<0,05). Na velocidade de 350 rpm, não houve diferença significativa na capacidade de corte entre os sistemas Rotate e Univy New (P<0,05). Entretanto, nas velocidades de 650 e 950 rpm, o sistema Rotate apresentou uma eficiência de corte significativamente maior (menor força de penetração) em comparação ao Univy New (P<0,05). O sistema Rotate manteve um desempenho estável em todas as velocidades testadas, enquanto o Univy New demonstrou uma redução significativa na capacidade de corte na menor velocidade (350 rpm) em relação às velocidades mais altas (P<0,05).

A velocidade de rotação influencia significativamente a capacidade de corte dos instrumentos de NiTi, particularmente no sistema Univy New. O sistema Rotate demonstrou maior eficiência de corte em altas velocidades em comparação ao Univy New em canais curvos simulados.

PN-R0047 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Avaliação à fadiga cíclica de instrumentos rotatórios de NiTi com diferentes tratamentos térmicos em canais com curvatura severa
Tatiane Martins Boscolo Ayres Borba, Marcos Frozoni, Iris Nogueira Bincelli Seckler
MESTRADO EM ENDODONTIA FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A resistência à fadiga cíclica pode ser afetada pelos raios e graus das curvaturas presentes nos canais radiculares durante o tratamento endodôntico, assim como a temperatura em que esse instrumento é exposto. Este estudo avaliou a resistência à fadiga cíclica dinâmica em temperatura corpórea dos instrumentos Race Evo, Rotate e Solla Collors. No presente estudo foram utilizadas 30 limas rotatórias de níquel titânio com ponta 25 e taper 04 , divididas em três grupos (n=10): Grupo RE - Race Evo, Grupo RT - Rotate e Grupo SC - Solla Collors onde as limas foram acionadas no motor endodôntico VDW Silver a uma velocidade de 400 rpm e torque 2 Ncm, em um canal simulado curvo, com ângulo de curvatura de 45° e raio de 4mm, realizando movimento de penetração e tração na amplitude de 3mm, inundado de óleo lubrificante em temperatura corpórea (37°C ± 1°C). Em seguida foram registrados o tempo até a fratura (TF), o número de ciclos até a fratura (NFC) e o comprimento dos fragmentos (CF) dos instrumentos fraturados. Os fragmentos foram analisados em microscópio eletrônica de varredura para verificar o padrão das fraturas. Não foi verificada diferença estatisticamente significativa entre os três sistemas de limas rotatórias com tratamentos térmicos diferentes, quanto ao tempo até a fratura (p = 0,421; poder = 0,483, o número de ciclos até a fratura (p = 0,105; tamanho de efeito = 0,423; poder = 0,487) e o comprimento do instrumento fraturado (p = 0,312; tamanho de efeito = 0,308; poder = 0,278). A microscopia de varredura eletrônica (MEV) confirmou padrões típicos de fratura por fadiga cíclica em todos os grupos.

Os três instrumentos apresentaram uma performance semelhante em relação à fadiga cíclica, sendo seguros para a utilização em canais com curvatura severa.




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