9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2769 Resumo encontrados. Mostrando de 2051 a 2060


PN-R0062 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 5

Explorando Fatores Pré-operatórios Associados à Ansiedade Odontológica em Pacientes Submetidos ao Tratamento Endodôntico
Bárbara Borelli Bizerra, Maria Fernanda Santos Salvador, Arian Braido, Adriana de Jesus Soares, Walbert de Andrade Vieira, Luiz Renato Paranhos
Faculdade de Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo buscou avaliar a prevalência de ansiedade odontológica moderada/alta em pacientes endodônticos e explorar a viabilidade de modelos de Machine Learning (ML) para sua classificação via variáveis pré-operatórias simples. Para isso, realizou-se um estudo transversal com adultos em tratamento de canal em dentes permanentes maduros, utilizando a forma abreviada do Inventário de Ansiedade Odontológica (S-DAI). Além da coleta de variáveis sociodemográficas e clínicas, a análise estatística empregou testes qui-quadrado e regressão logística, enquanto quatro algoritmos de ML (Random Forest, XGBoost, LightGBM e CatBoost) foram testados por validação cruzada aninhada. Dos 56 pacientes incluídos, 35,7% apresentaram ansiedade moderada/alta, condição que se associou a dor pré-operatória moderada/grave (OR=32,35; IC 95%, 2,01-519,86) e ao sexo feminino (OR=19,45; IC 95%, 2,20-171,79). O modelo Random Forest obteve o melhor desempenho numérico (AUC=0,81; IC 95%, 0,69-0,92; Brier=0,20) e a Análise de Curva de Decisão indicou benefício líquido positivo em limiares de risco intermediários.

A ansiedade odontológica de nível moderado a alto foi comum entre pacientes endodônticos. A dor pré-operatória e o sexo demonstraram associações exploratórias relevantes com o estado de ansiedade. Modelos de Machine Learning (Aprendizado de Máquina), particularmente o Random Forest mostraram viabilidade preliminar para a classificação da ansiedade.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPs - FAPEMIG RED  N° 00204-23  |  CNPq INCT Saúde Oral e Odontologia  N° 406840/2022-9.)
PN-R0063 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 3

Variáveis determinantes na prevalência e gravidade da halitose entre estudantes de Odontologia. Estudo Piloto
Guilherme Andrade Leão Santos, Sylvia Lessa Bini Cacici, Vera L. A. Andrade, Polianne Alves Mendes, Silvia Paula Carvalho da Costa Pimenta, Vânia Eloisa de Araújo Silva, Elton Gonçalves Zenóbio
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou a prevalência e gravidade de halitose relacionadas as variáveis determinantes desta condição entre uma população de estudantes de Odontologia. Cálculo amostral determinou avaliação de 131 estudantes Odontologia. Alunos do 4º ao 10º semestre que concordaram em participar do estudo submeteram-se: 1a fase: questionário validado, estruturado com perguntas fechadas, para coleta de dados sociodemográficos, informações sobre halitose, hábitos comportamentais e condições sistêmicas e bucais. 2ª fase: Foram selecionados aleatoriamente 20% dos estudantes da 1ª fase para os testes de sialometria basal, halimetria (Halimeter®), índice de placa e de sangramento gengival. Estudo aprovado CEP CAAE: 83024224.1.0000.5137. Foram obtidos 50 questionários, sendo a halitose auto reportada identificada em 6% dos estudantes. No estudo piloto 11 estudantes apresentaram-se: sem halitose auto reportada, halitose (baixa) detectada 18,2%, fluxo salivar reduzido 36,4%, sangramento presente 72,7% e valor mediano do índice de placa 22,2%. Não existiu associação estatisticamente significativa entre os parâmetros avaliados e a ocorrência de halitose. No entanto, observou-se uma tendência de maior índice de placa e casos com halitose (mediana 33,3% com halitose e 22,2% sem halitose).

Ocorrência de 6% de halitose auto reportada. Na população-alvo do estudo piloto detectou-se 18,2% de baixa halitose com tendência de associação somente da variável índice de placa.

(Apoio: FIP-PUCMINAS  N° 2025/32398)
PN-R0065 - Painel Iniciante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 3

MODELAGEM MONTE CARLO DA OXIMETRIA PULPAR POR REFLECTÂNCIA: filtragem baseada em trajetória de fótons e equação específica de calibração
Maria Clara Monteiro de Oliveira, Müller Rodrigues Santos, Rayenne Augusta Mota Ferreira, Gessiana Karen Madeira Nogueira, Ceci Nunes Carvalho, Meire Coelho Ferreira, Antonio de Sousa Leitão Filho, Cyrene Piazera Silva Costa
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Apesar do avanço clínico da oximetria pulpar, a sua incorporação rotineira à prática odontológica ainda é limitada, uma vez que os oxímetros utilizados originalmente foram desenvolvidos para dedo ou lóbulo auricular, adaptados empiricamente ao uso odontológico. Este estudo in silico avaliou, por modelagem Monte Carlo, se a filtragem computacional de fótons com base em sua trajetória, restringindo a análise àqueles que efetivamente visitaram a câmara pulpar, seria capaz de recuperar o componente pulsátil pulpar e viabilizar uma calibração específica da razão R para essa geometria. Empregou-se um modelo multicamadas planar de esmalte, dentina e polpa, com simulação de 600 milhões de fótons por fase fisiológica (diástole e sístole) nos comprimentos de onda de 633 e 940 nm. Foram analisadas de forma descritiva a eficiência de chegada de energia à polpa (η_pulp), a taxa de detecção total, a fração de fótons detectados que efetivamente carregaram informação pulpar e a relação sinal-ruído (SNR) da razão R, antes e após filtragem. A η_pulp foi de 2,98% em 633 nm e 3,45% em 940 nm. Apesar disso, apenas 1,63% e 4,64% dos fótons detectados, respectivamente, continham informação pulpar, evidenciando intensa diluição do sinal fisiológico por tecidos superficiais. A filtragem aumentou a SNR de 0,37 para 4,87 em 633 nm e de 1,48 para 7,99 em 940 nm, tornando R fisiologicamente interpretável e permitindo derivar uma equação de calibração específica para reflectância pulpar (SpO₂=101,71−16,55·R).

A discriminação computacional de fótons informativos constitui condição metodológica crítica para a viabilização de sensores odontológicos de oximetria por reflectância.

(Apoio: FAPs - FAPEMA/SECTI  N° 6/2025  |  FAPs - FAPEMA/SECTI  N° 6/2025)
PN-R0066 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 3

Condições orais e perfil periodontal de indivíduos com demência frontotemporal: resultados preliminares
Jullia Rodrigues Cardoso, Sara Maria do Amaral Melo, Ana Carolina Elias Hanna, Leonardo Ferreira Caixeta, Virgilio Moreira Roriz
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os prejuízos cognitivos e comportamentais associados às degenerações lobares frontotemporais comprometem o autocuidado e a higiene oral, impactando negativamente a saúde bucal. Este estudo teve como objetivo avaliar as condições bucais, periodontais e cognitivas de indivíduos com degenerações lobares frontotemporais (DLFT). A amostra foi composta por 10 pacientes diagnosticados com DFLT segundo critérios clínicos. Foram avaliados o índice de dentes cariados, perdidos e obturados (CPOD), o Registro Periodontal Simplificado (PSR), as condições da cavidade oral (OHAT). Adicionalmente, a avaliação cognitiva foi realizada por meio do Mini Exame do Estado Mental (MEEM), sendo a análise estatística conduzida com nível de significância de 5%. A média de idade foi de 77,80±10,03 anos. Observou-se ocorrência de alterações orais em 100% da amostra. A média do CPOD foi de 25,86±6,23. Verificou-se elevada frequência de edentulismo (50%), presença de saburra lingual (70%), com predominância de higiene oral classificada como boa (40%). Quanto às condições periodontais, observou-se predominância do código 2 do PSR (40%). Sobre os hábitos parafuncionais como bruxismo (40%) e apertamento (30%). Em relação à avaliação cognitiva, sobre os escores do MEEM, observou-se uma média de 13,80±4,44.

Assim, pode-se concluir que os indivíduos com DLFT apresentaram importante comprometimento da saúde bucal e cognitivo, o que reforça a necessidade de integração do cuidado odontológico no manejo desses pacientes.

PN-R0072 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 3

Terapia hormonal com testosterona reduz progressão da periodontite experimental em ratas
Priscila Cesário Gama, Lucas de Sousa Goulart Pereira, Pedro Gomes Junqueira Mendes, Jovânia Alves Oliveira, Suzane Cristina Pigossi, Joao Paulo Steffens, Guilherme José Pimentel Lopes de Oliveira
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo avaliou o efeito da terapia hormonal com testosterona na progressão da periodontite experimental em ratas. Foram utilizadas 16 ratas distribuídas aleatoriamente em 2 grupos com 8 animais em cada, sendo eles: CTR - ratas que não receberam administração de testosterona; TESTO - ratas que receberam administração de testosterona com 250 mg/kg de propionato + fempropionato + isocaproato + decanoato de testosterona, por via intramuscular, dissolvido em 0,1 mL de óleo de milho, a cada 14 dias. Ligaduras (fios de algodão) foram inseridas através de sonda e pinça específicas na região subgengival em volta dos segundos molares superiores, para que a periodontite experimental fosse induzida. Após 7 dias, os animais foram submetidos a eutanásia e as amostras foram coletadas para avaliação do volume de tecido mineralizado (%BV/TV), espessura, separação e número de trabéculas (Tb.Th, Tb.Sp e Tb.N) e medidas lineares da distância do topo da crista óssea por microtomografia. O grupo TESTO apresentou maiores valores de %BV/TV quando comparado com o grupo CTR (38,1 ± 2,7% vs 33,0 ± 3,0%) (p<0,05). Além disso, o grupo TESTO apresentou maior espessura de trabéculas (p<0,05). Os demais parâmetros não apresentaram diferença estatística significante.

A administração de testosterona reduziu a reabsorção óssea causada pela periodontite experimental.

(Apoio: INCT Saúde Oral e Odontologia  N° 406840/2022-9  |  FAPEMIG  N° RED-00204-23  |  CAPES  N° 001)
PN-R0080 - Painel Iniciante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 3

Efeito de tratamentos dessensibilizantes em cultura de células de Schwann
Victor Gomes Corteletti, Iara de Oliveira Nogueira, Lucca Sicilia Brasileiro, Adriely Cristina Costa Pinto, Livia Fávaro Zeola, Marcus Vinicius Lucas Ferreira, Rodrigo Richard da Silveira, Ivana Márcia Alves Diniz
Odontologia ESCOLA SUPERIOR SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Ainda não se conhece quais os efeitos de tratamentos dessensibilizantes sobre as células de Schwann, as quais estão relacionadas à dor e à regeneração pulpar. Portanto, este estudo avaliou três tratamentos distintos para a hipersensibilidade dentinária em cultura de células de Schwann. Três grupos experimentais foram testados: (1) verniz PRG Barrier Coat (Shofu, Japão); (2) laser infravermelho (DMC, Brasil) (808nm; 20 mW; 2 J; 1 min 40 s; spot 0,028) e e (3) associação entre verniz e laser. As células foram plaqueadas à densidade de 1x10^5 células por poço em placas de 24 poços e submetidas aos tratamentos 24 h depois. A proliferação (ensaio de metiltetrazólio) (24h e 3 dias), migração celular (ensaio de scratch) (0h, 48h), produção de citocinas IL-6 e IL-12 (Beads) (9h), expressão de substância P (24h), e mineralização (Vermelho de alizarina) (7 dias) foram avaliadas. Os dados foram analisados por análise de variância (ANOVA), seguido pelo teste de Tukey no nível de significância de 5% (p < 0.05). Os resultados demonstraram que houve maior proliferação do grupo laser em relação aos grupos (1) e (3) nos tempos de 24 e 3 dias (p < 0.05). A migração celular apresentou-se semelhante entre os grupos, sendo que no tempo de 48h, todas as feridas se encontravam fechadas. Não houve diferença estatística entre os grupos quanto à expressão de citocinas. O laser sozinhos foi o tratamento que mais reduziu a expressão de substância P (p < 0.05).

De acordo com os nossos dados, conclui-se que os tratamentos dessensibilizantes não provocam alterações funcionais significativas em células de Schwann. Entretanto, o laser infravermelho apresenta maior potencial de reparo e controle da dor. Todas as alternativas são seguras para serem testadas em estudos futuros em humanos.

(Apoio: FAPs - FAPEMIG  N° APQ-02207-23)
PN-R0098 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 4

Avaliação da malha de PDO em cultura de fibroblastos: comparação entre modelos in vitro e ex vivo
Emanoella da Silva Cenci, Isabela Rodrigues Gonsales, Carlos Eduardo Santos Melo, Ana Laura de Senne Zonta, Paulo Tambasco de Oliveira, Daniela Bazan Palioto
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Ensaios in vitro são fundamentais para a avaliação inicial de biomateriais, entretanto, podem não reproduzir integralmente a interface biológica estabelecida após a implantação tecidual. Este estudo comparou uma abordagem convencional in vitro com um modelo ex vivo no qual malhas de polidioxanona (PDO) foram previamente condicionadas por coágulo fisiológico formado in vivo, com o objetivo de caracterizar as diferenças na resposta de fibroblastos frente a essas condições experimentais. Malhas de PDO foram distribuídas em quatro condições experimentais: PDO, PDO+i-PRF, PDO+coágulo fisiológico (PhC) e PDO+PhC+i-PRF. Nos grupos PhC, as malhas foram implantadas no tecido subcutâneo dorsal de camundongos C57BL/6 e removidas após 16 horas com o coágulo aderido, sendo posteriormente transferidas para cultura com fibroblastos NIH-3T3. Os grupos sem PhC foram avaliados exclusivamente em condições in vitro. A interação célula-biomaterial foi analisada por microscopia eletrônica de varredura e viabilidade/metabolismo celular por AlamarBlue. As malhas previamente condicionadas pelo coágulo fisiológico apresentaram comportamento biológico distinto em relação às condições exclusivamente in vitro, com diferenças nos desfechos avaliados (p<0,05), indicando que o coágulo formado na interface tecido-biomaterial atua como componente funcional do construto.

Esses achados indicam que a resposta celular a biomateriais pode ser influenciada pelo condicionamento ao microambiente biológico estabelecido in vivo, reforçando a necessidade de interpretar com cautela resultados obtidos exclusivamente em modelos convencionais in vitro.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  CNPq  |  FAPESP  N° 2025/18216-7)
PN-R0102 - Painel Iniciante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 4

Avaliação in ex vivo da precisão de localizadores foraminais na determinação do comprimento real de trabalho
Ana Laura Alves da Costa, Ana Laura Ribeiro Ruiz, Gabriele Oliveira Amaral Franciscon, Patricia Venturini Florencio, Ana Maria Veiga Vasques, Luciano Tavares Angelo Cintra, Eloi Dezan-junior, Carlos Roberto Emerenciano Bueno
Dentística e Endodontia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar, ex vivo, a precisão dos localizadores VDW.GOLD, FIND, E-PEX, Root ZX II e DPEX em detectar o comprimento real de trabalho. Para o estudo foram selecionados 10 incisivos inferiores extraídos íntegros. Após acesso à câmara pulpar foi realizado a exploração do canal radicular com lima K#15. Após preparo dos terços cervical e médio com Reciproc R25, os dentes foram inseridos em alginato, juntamente com uma alça labial. Uma lima K#15 acoplada ao eletrodo de cada localizador foraminal foi introduzida no canal radicular para obtenção do comprimento real de trabalho de cada dente, penetrando a lima até atingir o forame apical (marca 0.0) e recuando até a constrição foraminal (marca 0.5). Após a mensuração, cada dente foi radiografado com a lima posicionada na marca 0.5 referente a cada localizador foraminal, assim, na radiografia, foi possível obter a distância da ponta da lima até o ápice radicular por meio do software Dental Master DICOM. Os ápices radiculares foram fotografados em microscópio para avaliação da distância real do forame até o ápice radicular. A distância do forame ao ápice radicular de cada dente foi subtraída das medidas entre a ponta da lima e o ápice radicular nas radiografias, definindo a distância da ponta da lima até a embocadura do forame apical. Os dados foram submetidos à análise estatística pelo teste de Friedman, com nível de significância de 5%. Não houve diferença nas leituras dos localizadores (P>0.05) para determinar o comprimento de trabalho.

Assim, é possível concluir que não há diferença na precisão dos localizadores Root ZX II, FIND, E-PEX, DPEX e VDW.GOLD ao atingirem o limite da constrição apical alcançando o forame.

(Apoio: CAPES)
PN-R0113 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 6

Alterações inflamatórias associadas ao envelhecimento e ao declínio hormonal no reparo ósseo alveolar de camundongos fêmeas
Caio Jesus de Souza, Ana Carolina Zucon Bacelar Marcolino, Nataira Regina Momesso, Juliana de Aguiar Silveira Meira, Ana Julia Moreno Barreto, Gabriella Baroni Avante, Rafael Carneiro Ortiz, Mariza Akemi Matsumoto
Departamento de Diagnóstico e Cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A reabilitação bucal com implantes osseointegráveis depende de um tecido ósseo de boa qualidade e quantidade. Nas mulheres, a atrofia ovariana decorrente da menopausa associada ao envelhecimento, resulta em alterações hormonais que podem impactar diretamente a resposta inflamatória durante o reparo ósseo. O objetivo deste estudo foi analisar a influência de modelos de falência ovariana no reparo ósseo alveolar pós-exodontia, com ênfase no perfil inflamatório local. Trinta e seis camundongos fêmeas C57BL/6J, com idades de 4, 6 e 18 meses, foram distribuídas em 4 grupos: Controle (CT) -sem tratamento, SHAM - submetidas à cirurgia fictícia de ovariectomia, OVX - submetidos à ovariectomia, SN -senescentes, sem tratamento. Todos os animais passaram pelo procedimento de exodontia do incisivo superior direito, e submetidos à eutanásia após 7 e 21 dias para análises dos alvéolos por meio de cortes histológicos corados em HE. A análise histopatológica revelou que todos os alvéolos repararam de forma satisfatória, porém, aos 21 dias o grupo OVX exibiu trabéculas ósseas irregulares e menos celularizadas. Apesar disso, detectou-se aumento significativo de trabéculas ósseas em todos os grupos aos 21 dias quando comparados aos seus pares aos 7 dias e consequente redução significativa de componente medular dos 7 para os 21 dias. Com relação ao infiltrado inflamatório, observou-se aumento significativo de neutrófilos aos 21 dias no grupo OVX em comparação aos 7 dias bem como em comparação ao CT aos 21 dias.

A partir dos resultados obtidos, conclui-se que a falência hormonal por OVX impacta negativamente na morfologia do trabeculado ósseo, bem como aumento do contingente leucocitário neutrofílico no período final do reparo ósseo pós-exodontia.

(Apoio: Bolsa PIBIC Reitoria - UNESP  N° 15806  |  CNPq  N° 125811/2025-0)
PN-R0119 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 6

Análise de associação genética e qualidade óssea em côndilo e ramo mandibular: estudo observacional em radiografias panorâmicas
Filipe Michel Carvalho Diniz, Alissa Tamara Silva Rocha Begalli Miguel, Gustavo Henrique Marçal Reis, Daniela Silva Barroso de Oliveira, Erika Calvano Kuchler, Luciano Aparecido de Almeida Junior, Maria Bernadete Sasso Stuani, Caio Luiz Bitencourt Reis
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALFENAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os genes da família WNT têm impacto significativo no desenvolvimento craniofacial e na qualidade óssea. Polimorfismos de base única (SNPs) podem alterar a função dos genes e aumentar o risco de problemas ósseos. O objetivo deste trabalho foi investigar se SNPs nos genes WNT10a e WNT11 modificam parâmetros morfológicos ósseos do côndilo e ramo mandibular. Este estudo transversal incluiu 245 crianças e adolescentes em atendimento odontológico em instituições de Alfenas-MG. Radiografias panorâmicas foram utilizadas para a obtenção de regiões de interesse, delimitadas bilateralmente: no côndilo, um quadrado de 50×50 pixels posicionado no centro geométrico da cabeça do côndilo; no ramo, um quadrado de 100×100 pixels na área trabecular entre o ângulo e a borda cortical inferior do canal mandibular. O parâmetro ósseo (dimensão fractal) foi extraído no ImageJ. Sete SNPs foram genotipados por PCR em tempo real. Modelos lineares generalizados, ajustados por múltiplas observações por sujeito, sexo e idade, foram realizados (p<0,05). Participantes heterozigotos para o polimorfismo rs689095 (WNT11) apresentaram redução da dimensão fractal no côndilo mandibular em relação aos pacientes homozigotos dominantes (beta=0,05; p=0,001), enquanto os participantes heterozigotos para o polimorfismo rs596339 (WNT11) apresentaram aumento da dimensão fractal no côndilo mandibular em relação aos pacientes homozigotos dominantes (beta=0,02; p=0,001).

Esses achados reforçam o papel da genética na constituição óssea e podem contribuir para a identificação precoce de alterações na qualidade óssea mandibular, auxiliando na detecção de padrões desfavoráveis ainda na fase de desenvolvimento.

(Apoio: CNPq)



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