9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2758 Resumo encontrados. Mostrando de 1741 a 1750


PIc0163 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Análise da resistência ao cisalhamento de dentes artificiais convencionais e impressos sobre bases de prótese impressas e convencionais
Fernanda Yumi Tsumura Medeiros, Marcio Katsuyoshi Mukai, Rafael Yagüe Ballester, Regina Tamaki, Ricardo Jun Furuyama, Gustavo Moreira Rodrigues, Carolina Mayumi Iegami
Prótese UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Um dos fatores que pode comprometer a longevidade de próteses totais impressas é a integridade da interface de união entre os dentes artificiais e a base da prótese. Assim, o objetivo deste estudo foi comparar a resistência ao cisalhamento entre dentes artificiais convencionais e impressos sobre bases de prótese impressas. Foram avaliados dentes artificiais impressos e pré-fabricados em polimetilmetacrilato, divididos em quatro grupos: dente convencional e base convencional (G1-CC); dente convencional e base impressa (G2-CI); dente impresso e base convencional (G3-IC); dente impresso e base impressa (G4-II). Discos de dentes (5 mm de diâmetro e 2 mm de altura) foram unidos às bases e submetidos a 5.000 ciclos térmicos para simular doze meses de envelhecimento intraoral. O teste de cisalhamento foi realizado em máquina de ensaio universal (0,5 mm/min). Os dados foram analisados pelos testes de Shapiro-Wilk, Kruskal-Wallis e Dunn (nível de significância de 5%). Os resultados revelaram diferença estatística entre os grupos (p = 0,008). O grupo G4-II apresentou a maior média de resistência (13,0 ± 7,67 MPa) e o G2-CI a menor (3,60 ± 1,84 MPa). Observou-se que dentes e bases impressos apresentaram falhas coesivas, enquanto o grupo G2-CI apresentou falhas adesivas.

Considerando as limitações deste estudo, observa-se que a combinação totalmente impressa oferece maior compatibilidade química e resistência, sendo a alternativa mais promissora para próteses digitais, enquanto combinações mistas possivelmente exigem tratamentos de superfície específicos para otimizar a adesão.

(Apoio: Fudecto)
PIc0164 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação da estabilidade de cor de próteses oculares em PMMA associadas a nanopartículas de prata
Maria Alice Silvany Dutton da Silva, Ana Carolina Lima Freeman, Andréa Fabiana de Lira
Clínica Odontológica ESCOLA BAHIANA DE MEDICINA E SAÚDE PÚBLICA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As próteses oculares em PMMA visam reestabelecer o recontorno da cavidade ocular e devolver a estética e longevidade; São melhores quando confeccionadas sob pintura manual com tinta acrílica, associada ao selamento com cianoacrilato. As nanopartículas de prata biogências visam o aprimoramento das propriedades químicas do PMMA de forma que não provoquem alterações na estrutura física e garantam a estabilidade da cor das próteses oculares. O objetivo da pesquisa foi verificar se a incorporação das nanopartículas de prata associada ao PMMA desencadeariam alterações cromáticas em próteses oculares. Foram confeccionados 120 corpos de prova, iniciados pela pintura manual nas proporções 1: 2 : 3 respectivamente, para garantir o tom de marrom. Posteriormente a pintura, realizou-se a secagem e o selamento das íris com polímero de metil metacrilato e cianoacrilato, seguindo para a polimerização associada a incorporação de nanopartículas de prata em 20% da massa, polimerizadas em microondas, desincluídas, recortadas e planificadas, para que na sequência, fossem realizadas as leituras em espectofotômetro, antes e após o envelhecimento por termociclagem, simulando 12 meses de uso. Resultado: Não houve alteração significante de cor. Palavras-chave: Nanopartículas, PMMA, Prótese.

Conclusões: O PMMA e a NAgP não interagiram alterando a cor

PIc0165 - Painel Iniciante
Área: 6 - Prótese

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação da rugosidade superficial e dureza Knoop de próteses oculares em PMMA impregnadas com nanopartículas de prata biogênicas
Ana Carolina Lima Freeman, Maria Alice Silvany Dutton da Silva, Andréa Fabiana de Lira
Protése ESCOLA BAHIANA DE MEDICINA E SAÚDE PÚBLICA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As Nano partículas de prata (NagP) podem ser obtidas pela extração biogênica e a impregnação entre moléculas de PMMA e nanopartículas pode inserir melhores propriedades físicas, elos químicos estáveis, e, dependendo da concentração e do método de incorporação durante a polimerização, são recursos que aprimoram os materiais e têm sido testados para melhorar características de superfície sem causar danos estruturais às moléculas de PMMA, componente essencial na produção de próteses oculares, pois visam ter longevidade e lisura, por isso, são melhores, quando produzidas com pintura manual em tinta acrílica e seladas com cianoacrilato de metila. Verificar se a impregnação das nanopartículas de prata sobre a prótese ocular provoca alterações na rugosidade e dureza. Foram confeccionados 120 corpos de prova, pintados manualmente, selados e polimerizados com PMMA associado a 20% de nanopartículas de prata, processados em muflas de micro-ondas e planificados para leitura inicial e final de rugosidade em rugosímetro e a dureza Knoop em microdurômetro, antes e após o envelhecimento por termociclagem, simulando um ano de uso.

Não houve diferença significativa na rugosidade e na dureza Knoop. A NAgP não alterou as características superficiais do PMMA, elevando o potencial antimicrobiano do material.

PIc0166 - Painel Iniciante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Associação entre menopausa e dor crônica em mulheres com disfunção temporomandibular dolorosa
Laís Monteiro Pinheiro, Maysa Monica de Melo Silva, Lays Nóbrega Gomes, Raimundo Euzébio da Costa Neto, Yuri Wanderley Cavalcanti, Mayara Abreu Pinheiro
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Disfunção Temporomandibular (DTM) é prevalente em mulheres e pode ser influenciada por alterações hormonais ao longo da vida, especialmente durante a menopausa. Este estudo teve por objetivo avaliar a associação entre menopausa, com e sem terapia de reposição hormonal, e o grau de dor crônica e limitação funcional mandibular em mulheres com DTM dolorosa. Trata-se de estudo transversal exploratório, aprovado em Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), com 45 mulheres com DTM dolorosa, divididas em três grupos: ciclos menstruais regulares (n=15), menopausa sem terapia hormonal (n=16) e menopausa com terapia hormonal (n=14). Foram utilizados o Graded Chronic Pain Scale (GCPS 2) e o Jaw Functional Limitation Scale (JFLS-8). Os dados foram analisados por ANOVA (Análise de Variância) e testes post-hoc de Tukey (α=5%). A média de idade das participantes foi de 50,0 anos (±13,7). Observou-se diferença significativa entre os grupos quanto ao escore de interferência da dor, com menores valores no grupo em terapia hormonal (p=0,003), sugerindo menor impacto funcional da dor. Conclui-se, portanto, que a terapia hormonal parece estar associada a menor interferência da dor e melhor desempenho funcional em mulheres com DTM dolorosa.

Conclui-se, portanto, que a terapia hormonal parece estar associada a menor interferência da dor e melhor desempenho funcional em mulheres com DTM dolorosa.

PIc0167 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Cicatrizador com campo eletromagnético pulsado miniaturizado modula o perfil proteômico da película salivar
Julia Nascimento Souza, Mel de Araújo Teixeira, Vallentine Louzada Miranda, Jamil A. Shibli, Maria Helena Rossy Pantoja Borges, Valentim Adelino Ricardo Barão, João Gabriel Silva Souza
ALBERT EINSTEIN INSTITUTO ISRAELITA DE ENSINO E PESQUISA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A tecnologia de campo eletromagnético pulsado tem sido introduzida como uma modalidade segura e eficaz para potencializar respostas biológicas. Essa tecnologia tem demonstrado eficácia na modulação da osseointegração, na cicatrização e na indução de um perfil microbiológico associado à saúde. No entanto, o efeito dessa abordagem na modulação do perfil de proteínas adsorvidas em implantes dentários ainda não foi avaliado, sendo investigado no presente estudo. Cicatrizadores de implantes dentais contendo dispositivo de campo eletromagnético pulsado foram utilizados. Dispositivos ativados foram comparados aos mesmos dispositivos sem ativação do campo. Os dispositivos foram expostos à saliva humana de cinco voluntários saudáveis para formação de película salivar por 2 horas e posteriormente analisados por cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas em tandem. Foram identificadas 103 proteínas, com maior número no grupo com pulso (83) em comparação ao controle (76). A aplicação do pulso modulou o perfil proteômico em termos de composição e intensidade. Vinte e sete proteínas exclusivas foram identificadas no grupo com pulso, principalmente relacionadas a processos biológicos como diferenciação celular, resposta a estímulos e resposta imune.

Portanto, a tecnologia de campo eletromagnético pulsado é capaz de modular o perfil proteômico após a exposição à saliva, apresentando características associadas a processos de formação tecidual e repsosta do hospedeiro.

PIc0168 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Fibra de carbono ativado com íons prata, ouro e paládio por sputtering: avaliação do potencial osteogênico in vitro-resultados parciais
Júlia Fascioni Maluf de Oliveira, Bruna Emygdio de Melo, Milena Ronchi Schiavo Brunetto, Marcela Iunes da Silveira, Clarissa Carvalho Martins Maciel, Glenda Biasotto Porzani, Camilla Magnoni Moretto Nunes, Andrea Carvalho de Marco
Diagnóstico e Cirurgia INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou o potencial osteogênico de feltros de fibra de carbono, obtidos a partir da Fibra têxtil Poliacrilonitrila (PAN) nas formas: não ativado (FFCNA), ativado (FFCA) e incorporadas por sputtering com íons prata, ouro e paládio. Os corpos de prova foram ativados e preparados em dimensões de scaffold tridimensional (5×2mm), esterilizados e divididos nos seguintes grupos: controle (C), não ativado (FFCNA), ativado (FFCA), com prata (FFCAAg), ouro (FFCAAu) e paládio (FFCAPd). As células-tronco mesenquimais da medula óssea de ratos Wistar foram isoladas, cultivadas em α-MEM suplementado e plaqueadas em meio osteogênico (10.000 células por poço). Os testes realizados foram: proliferação celular (3 dias); viabilidade celular (7 dias); conteúdo de proteína total e atividade da fosfatase alcalina (10 dias); quantificação e formação de nódulos de mineralização (14 dias). O grupo C apresentou maior taxa de proliferação em relação ao FFCA (p=0,0005) e ao FFCAAg (p=0,0043), assim como o FFCAAu apresentou maior proliferação em comparação ao FFCA (p=0,0004) e ao FFCAAg (p=0,0033), do mesmo modo o grupo FFCNA apresentou maior proliferação em comparação ao FFCA (p=0,0271). O grupo C apresentou menor quantificação de cálcio em relação ao FFCNA (p<0,0001), ao FFCA (p=0,0032), ao FFCAPd (p=0,0019) e o grupo FFCAAu (p=0,0010).Todos os grupos demonstraram viabilidade celular aos 7 dias e, aos 10 dias atividade metabólica celular e expressão de proteína osteogênica (fosfatase alcalina).

Todos os biomateriais demonstraram potencial atividade osteogênica; entretanto, o FFCAAu apresentou maior proliferação celular, evidenciando-se como biomaterial promissor para a regeneração óssea.

(Apoio: PIBIC Reitoria UNESP  N° 22379)
PIc0169 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Fibra de carbono ativado com íons cobre e platina por sputtering: avaliação do potencial osteogênico in vitro-resultados parciais
Francisco Barbieri Zilio, Bruna Emygdio de Melo, Milena Ronchi Schiavo Brunetto, Marcela Iunes da Silveira, Clarissa Carvalho Martins Maciel, Glenda Biasotto Porzani, Camilla Magnoni Moretto Nunes, Andrea Carvalho de Marco
Diagnóstico e Cirurgia INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou o potencial osteogênico de feltros de fibra de carbono, obtidos a partir da Fibra têxtil Poliacrilonitrila (PAN) nas formas; não ativado (FFCNA), ativado (FFCA) e incorporadas por sputtering com íons cobre e platina. Os corpos de prova foram ativados e preparados em dimensões de scaffold tridimensional (5×2mm), esterilizados e divididos nos seguintes grupos: controle (C), não ativado (FFCNA), ativado (FFCA), com cobre (FFCACu), e platina (FFCAPt). As células-tronco mesenquimais da medula óssea de ratos Wistar foram isoladas, cultivadas em α-MEM suplementado e plaqueadas em meio osteogênico (10.000 células por poço). Os testes realizados foram: proliferação celular (3 dias); viabilidade celular (7 dias); conteúdo de proteína total e atividade da fosfatase alcalina (10 dias); quantificação e formação de nódulos de mineralização (14 dias). O grupo C apresentou maior proliferação em relação ao FFCA (p=0,0001) e ao FFCAPt (p=0,0450), assim como o FFCNA apresentou maior proliferação em comparação ao FFCA (p=0,0076). O grupo C apresentou menor quantificação de cálcio em relação ao FFCNA (p<0,0001), ao FFCA (p=0,0023), ao FFCAPt (p=0,0009) e o grupo FFCACu (p=0,0052). Todos os grupos demonstraram viabilidade celular aos 7 e 10 dias, atividade metabólica celular e expressão de proteína osteogênica (fosfatase alcalina).

Todos os biomateriais demonstraram potencial atividade osteogênica; entretanto, o FFCA apresentou maior proliferação celular, destacando-se como biomaterial promissor para a regeneração óssea.

(Apoio: PIBIC Reitoria UNESP  N° 22398)
PIc0170 - Painel Iniciante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Percepção de Controle da Dor como Marcador de Resposta em pacientes com DTM Dolorosa Crônica após Programa de Educação em Dor com Mindfulness
Giovana Quaresma Del Grande, Beatriz Dorne, Alex Moreira Mélo, Melissa de Oliveira Melchior, Jardel Francisco Mazzi-Chaves, Lais Valencise Magri
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A disfunção temporomandibular (DTM) dolorosa crônica é influenciada por fatores físicos e psicossociais que podem interferir na resposta ao tratamento. Entre eles, a percepção de controle sobre a dor tem sido associada a melhores estratégias de enfrentamento. Assim, este estudo avaliou a associação entre o locus interno de controle da dor e a resposta clínica de pacientes com DTM dolorosa crônica submetidos a um Programa de Educação em Dor baseado em mindfulness. Trata-se de uma análise preliminar de estudo longitudinal com grupo intervenção (tratamento conservador associado ao programa educativo) e grupo controle (tratamento conservador isolado). O locus interno de controle da dor foi avaliado pela escala PLOC-C. Como desfechos clínicos, foram analisados dor (SF-MPQ) e ansiedade (GAD-7), considerando a variação entre os momentos inicial e final. No grupo intervenção, maiores escores de locus interno associaram-se à maior redução dos sintomas de ansiedade (p=0,04) e do escore total do McGill (p=0,02). Essas associações não foram observadas no grupo controle.

Os achados apontam que a maior percepção de controle da dor pode favorecer melhor resposta clínica à educação em dor baseada em mindfulness, destacando a importância de fatores cognitivos no manejo de pacientes acometidos pela DTM dolorosa crônica.

(Apoio: CNPq)
PIc0171 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Avaliação tomográfica de seios maxilares enxertados com osso bovino desproteinizado associado com fotobiomodulação
Iza Ranne Gomes Reis, Nathalia Silva Beregeno, João Vìtor Goulart, Priscilla Barbosa Ferreira Soares, Guilherme José Pimentel Lopes de Oliveira
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo avaliou o impacto da aplicação da PBMT em duplo comprimento de onda sobre os ganhos lineares e volumétricos em seios maxilares enxertados com OBD por meio de avaliação tomográfica. Foram envolvidos nesse estudo 18 pacientes que foram randomicamente distribuídos em dois grupos a depender do uso da PBMT: CTR- Seios maxilares enxertados com OBD; PBMT- Seios maxilares enxertados com OBD e que foram submetidos a aplicada da PBMT. O procedimento de PBMT foi executado nos períodos imediato e após 3 e 7 dias do procedimento cirúrgico. As áreas enxertadas receberam 4J de energia dividido em quatro pontos de aplicação em cada sessão. Tomografias computadorizadas foram executadas antes do procedimento cirúrgico de elevação de seio maxilar e após 4 meses desse procedimento. Foram executadas análises lineares para avaliação da disponibilidade óssea vertical nos sitos onde foi planejado para instalação dos implantes dentários, bem como foi avaliado o volume total da área enxertada. O comprimento linear nos grupos CTR e PBMT foram de 2,68±1,36 mm vs. 2,29 ±0,89 mm no período baseline e de 13,18 ± 2,83 mm e de 12,11 ± 1,31 mm no período de 4 meses. Em relação aos dados volumétricos, foi observado que o grupo CTR apresentou 21,76 ± 7,19 mm3 e 137,3 ± 17,63mm3 , enquanto que o grupo PBMT apresentou 15,99 ± 8,67 mm3 e 120,0 ± 35,11 mm3 nos períodos baseline e após 4 meses respectivamente.

Ambos os grupos apresentaram ganhos de tecidos nas áreas enxertadas sem diferenças estatisticamente significativas entre os tratamentos. A PBMT em duplo comprimento de onda não promoveu aumento significativo do comprimento vertical e volume associados ao uso de OBD em procedimentos de elevação de soalho de seio maxilar.

(Apoio: CAPES  N° APQ-02211-21  |  INCT Saúde oral e Odontologia  N° 406840/2022  |  FAPEMIG  N° RED-00204-23)
PIc0172 - Painel Iniciante
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 11/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco E - Amarelo

Influência da DTM Dolorosa Crônica na Autopercepção de Distorção Facial: Associação com Variáveis Clínicas, Psicossociais e Funcionais
Gabriela Minello Lindenberg, Maria Eduarda Scramin Genari, Melissa de Oliveira Melchior, Jardel Francisco Mazzi-Chaves, Lais Valencise Magri
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As disfunções temporomandibulares (DTM), caracterizadas por dor e comprometimento funcional, podem afetar não apenas a função mandibular e a qualidade de vida, mas também a autopercepção facial. Este estudo investigou a influência da DTM dolorosa crônica na autopercepção de assimetria e distorção facial, comparando indivíduos com DTM a um grupo controle, e analisando sua associação com variáveis clínicas, psicossociais e funcionais. Trata-se de estudo transversal, observacional e comparativo, com amostra parcial composta por indivíduos com diagnóstico de DTM dolorosa crônica e controles, conforme o protocolo DC/TMD. Foram aplicados os instrumentos FACE-Q SFAOS (autorrelato e avaliadores externos), Escala Visual Analógica de Assimetria Facial (EVA-AF) e instrumentos psicossociais do Eixo II (GCPS 2.0, PCS, PHQ-4, PHQ-15, JFLS-8 e Oral Behaviors Checklist). A análise estatística incluiu teste de Mann-Whitney e correlação de Spearman (α=5%). Resultados parciais demonstraram menores escores no FACE-Q SFAOS no grupo DTM (p=0,004), indicando pior satisfação com a aparência facial, e maior frequência de comportamentos parafuncionais (p=0,026). Observou-se maior limitação funcional mandibular nesse grupo, com tendência à significância (p=0,053). A percepção de assimetria facial foi numericamente maior nos indivíduos com DTM, sem diferença estatística significativa. Não houve correlações significativas entre autopercepção facial e variáveis psicossociais, embora tendências tenham sido observadas.

Os achados sugerem que a DTM pode impactar negativamente a autopercepção da aparência facial, reforçando a importância da avaliação de aspectos subjetivos em pacientes com dor orofacial.

(Apoio: FAPESP  N° 2025/21201-1)



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