9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2768 Resumo encontrados. Mostrando de 141 a 150


PN-R0155 - Painel Aspirante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 5

PREVALÊNCIA DE MOLARES EM "C" EM UMA SUBPOPULAÇÃO BRASILEIRA - AVALIAÇÃO POR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE FEIXE CÔNICO
Abner Rodrigues Calisto Júnior, Luiz Gustavo Brito Siebra, Victoria Caroline da Silva, Camila Pontes Feijão, Yhara Carvalho de Sousa, Maria Caroline de Abreu Timbó, George Táccio de Miranda Candeiro
CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou a prevalência de molares em "C" em uma subpopulação brasileira por meio de TCFC. Trata-se de um estudo observacional transversal com análise de exames de 1200 pacientes da Clínica de Imaginologia do Centro Universitário Christus (Fortaleza, Brasil), com coleta de dados sobre sexo, idade, localização dentária, número de raízes e canais, e classificação segundo Fan et al. (2004) em cortes axiais nos terços coronário, médio e apical. Foram identificados 64 pacientes com molares em "C" (5,3%), com maior prevalência em mulheres (6,82%) do que em homens (2,59%). Entre 2856 molares analisados, 86 (3,01%) apresentaram morfologia em "C", sendo 13 (15,11%) primeiros molares e 73 (84,88%) segundos molares. Quanto à distribuição, 48,83% foram unilaterais e 50,57% bilaterais, e 8,13% apresentaram sulco voltado para vestibular. Conclui-se que essa variação anatômica apresentou prevalência relevante, sendo mais frequente em mulheres e em segundos molares inferiores. Palavras-Chave: Endodontia, tomografia computadorizada, Molar em C.

A partir dos resultados do presente estudo, pode-se concluir que a variação anatômica dos molares em forma "C" apresentou prevalência de 5,3% na população avaliada, sendo mais comum em pacientes do gênero feminino e em segundos molares inferiores.

PN-R0156 - Painel Aspirante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 5

Dimensional Validation of a High-Resolution Craniofacial Biomodel Using Micro-Computed Tomography and 3D Printing
Fernando César Paraizo Borges, Raissa Tabosa Ferreira, Manuela Queiroz Reis, Bruno Fontenele Carvalho, Alexandre Raphael Deitos, Aline Úrsula Rocha Fernandes, João Vitor Dos Santos Canellas
Faculdade de Ciências da Saúde - PPGODT UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

The development of anatomically accurate models remains a challenge in anatomy education and surgical training. Micro-CT, combined with advanced segmentation and additive manufacturing, enables highly detailed anatomical biomodels. This study, approved by the institutional Research Ethics Committee (no. 8.265.876), aimed to develop and perform preliminary dimensional validation of a high-resolution craniofacial biomodel. A human skull from an identified osteological collection (National Institute of Criminalistics, Federal Police, Brazil) was scanned using a SkyScan 1273 micro-CT system (Bruker) at 100 kV and 150 µA, with Al (1 mm) and Cu (0.038 mm) filtration. Acquisition generated 1,201 projections with a 0.3° rotation step, producing an isotropic voxel size of 80 µm. Reconstruction was performed in NRecon and segmentation in 3D Slicer. Models were exported as STL files and printed using a Fuse 1+ 30W printer (Formlabs) with Nylon 12. Dimensional validation compared linear measurements between the original skull and biomodel using a digital caliper (Mitutoyo Corp., Japan). Five anatomical distances were evaluated with three repetitions by two observers. Mean absolute error was 0.13 mm (0.65%), with maximum deviation of 0.22 mm (1.50%). Interobserver agreement was high (0.18 mm skull; 0.16 mm biomodel). High morphological fidelity was observed.

These findings support the feasibility of combining micro-CT imaging, manual segmentation, and high-resolution 3D printing for the development of anatomically precise biomodels, with potential applications in anatomy education and surgical simulation.

(Apoio: Auxílio financeiro ao pesquisador  N° EDITAL 006.1/2025, PPGODT (UNB))
PN-R0158 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Fotobiomodulação e Metronidazol Reduzem Necrose e Favorecem Neoformação Óssea em Modelo Experimental de MRONJ
Douglas Sadrac de Biagi Ferreira, Ana Maira Pereira Baggio, Izabela Fornazari Delamura, Arthur Henrique Alécio Viotto, Fernando Pozzi Semeghini Guastaldi, Youssef Jounaidi, Leonardo Perez Faverani, Ana Paula Farnezi Bassi
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A osteonecrose dos maxilares relacionada a medicamentos (MRONJ) permanece uma complicação clinicamente relevante associada às terapias antirreabsortivas, especialmente após procedimentos odontológicos invasivos. Apesar dos avanços, os desfechos ainda são variáveis, e a otimização do reparo tecidual segue sendo um desafio clínico. Este estudo avaliou fotobiomodulação (PB) e antimicrobianos tópicos no reparo ósseo alveolar em modelo experimental de MRONJ. 84 ratas Wistar senescentes ovariectomizadas foram distribuídas em sete grupos: solução salina (SAL), zoledronato (ZOL), ZOL+PB, ZOL+metronidazol (MT) 10% + lidocaína 2%, ZOL+clorexidina (CLX) 2%, ZOL+PB+MT e ZOL+PB+CLX. Foi instalada uma ligadura com fio de algodão ao redor do primeiro molar inferior esquerdo para indução de periodontite, e em seguida, os animais receberam ZOL ou SAL por sete semanas, conforme o grupo experimental; foram submetidos à exodontia desse dente na terceira semana e tratados imediatamente após a extração, com reaplicações no segundo e quarto dias pós-operatórios. Aos 28 dias pós-operatórios, as mandíbulas foram coletadas para análises histológica, histométrica e molecular, incluindo qRT-PCR da expressão dos marcadores COL1A1, ALPL, OST e OPG. O ZOL prejudicou o reparo, com alvéolos pouco preenchidos, menor tecido ósseo neoformado e maior tecido ósseo não vital. Todos os tratamentos melhoraram o padrão ósseo em relação ao ZOL isolado. A associação PB+MT teve o melhor desempenho, com maior tecido ósseo neoformado e menor tecido ósseo não vital.

Conclui-se que a associação PB+MT tópico foi a estratégia mais efetiva para reduzir necrose e favorecer neoformação óssea, indicando-a como abordagem adjuvante promissora para prevenir a MRONJ.

(Apoio: CAPES  N° 001  |  CNPq  N° 141959/2025-8.)
PN-R0162 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Efeito da antibioticoterapia sistêmica associada à pentoxifilina e tocoferol no reparo ósseo em modelo de osteonecrose dos maxilares
Maísa Pereira da Silva, Maria Eduarda de Freitas Santana Oliveira, Mateus Torres e Silva, Paulo Matheus Honda Tavares, Renan José Barzotti, Celso Fernando Palmieri Junior, Antonio Hernandes Chaves Neto, Francisley Ávila Souza
Diagnóstico e Cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A infecção e inflamação oral desempenham papel crítico na patogênese da osteonecrose dos maxilares induzida por medicamentos (OMIM), sendo o controle microbiológico essencial para o reparo ósseo. Este estudo avaliou o efeito da antibioticoterapia sistêmica (amoxicilina, clindamicina ou doxiciclina), associada ao protocolo PENTO (pentoxifilina e tocoferol) na OMIM. 64 animais foram tratados com 06 aplicações de 0,035 mg/kg de zoledronato por via caudal com intervalos de 15 dias entre as aplicações e tiveram seus molares inferiores direitos extraídos. Após 7 dias da exodontia, os animais foram divididos em oito grupos (n=8) de acordo com as terapias estabelecidas: SAL (Soro Fisiológico) ; ZOL (Zoledronato - Coágulo), AMOX, 265mg/kg/dia de Amoxicilina via gavagem; CLI, 75 mg/kg/dia de Clindamicina via intraperitoneal (IP); DOX, 35 mg/kg/dia de Doxiciclina via gavagem. Todos as terapias foram associados a pentoxifilina 50 mg/kg/dia IP e 80 mg/kg/dia de α-tocoferol via gavagem. Após 28 dias, realizaram-se análises clínicas, histológicas e bioquímicas. A análise histométrica evidenciou maior área óssea no grupo SAL (1,23±0,29mm²) e DOX (1,01±0,34 mm²), com valores superiores a ZOL (0,11±0,18 mm²) (p<0,05). Os grupos experimentais apresentaram melhor controle do estresse oxidativo, com exceção da AMOX. A clindamicina reduziu TBARS e elevou FRAP. Na análise de FAL a CLIN+PENTO foi superior a ZOL e DOX, enquanto TRAP foi maior em DOX+PENTO.

Os resultados mostram que o grupo CLIN aumentou a atividade osteoblástica de forma dissociada da osteoclástica, sugerindo remodelação óssea incompleta, enquanto DOX+PENTO elevou a atividade osteoclástica indicando ambiente mais favorável à remodelação óssea efetiva e possível resolução da OMIM

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2022/16877-8)
PN-R0165 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Uso Enxerto Ósseo Autógeno Particulado na Reconstrução de Defeitos Mandibulares Pós-Traumáticos? Análise de uma Coorte Retrospectiva
João Victor Borges Leal, Marianne Corrêa Dos Santos Pimentel, Rodrigo Dos Santos Pereira
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a taxa de sucesso do enxerto ósseo autógeno particulado na reconstrução de defeitos mandibulares pós-traumáticos, comparando sítios com e sem supuração ativa. Foi conduzido um estudo de coorte retrospectivo, seguindo as diretrizes STROBE, com pacientes tratados pelo Serviço de Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Geral de Nova Iguaçu entre 2017 e 2019. A variável preditora foi a presença de supuração ativa no sítio reconstrutivo. O desfecho foi categorizado de forma binária como sucesso ou insucesso, considerando os critérios de sucesso como ausência de infecção, obtenção de oclusão estável e consolidação óssea evidenciada por tomografia computadorizada. Foram incluídos 27 indivíduos, com média de idade de 39,4 ± 12,5 anos, sendo 23 do sexo masculino. Supuração ativa estava presente em 16 pacientes e o sucesso da técnica foi observado em 23 casos, sem associação significativa com a presença de supuração ativa (RR = 1,2; IC95%: 0,4-3,4; p = 1,00).

Os achados sugerem que a técnica apresenta desfechos comparáveis em pacientes com ou sem purulência, representando alternativa reconstrutiva confiável em cenários clínicos desafiadores.

PN-R0166 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Reabilitação estrutural mandibular com enxerto autógeno não vascularizado: relato de caso clinico
Nayara Kelly Silva de Oliveira Cavalcante, Eduardo Costa Studart Soares, Fabricio Bitu Sousa, Paulo Goberlânio de Barros Silva
CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O ameloblastoma é um tumor odontogênico benigno de comportamento localmente agressivo, responsável por aproximadamente 1% de todas as neoplasias da cavidade oral. Sua baixa incidência, não diminui sua relevância clínica, uma vez que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são determinantes para o prognóstico e a preservação funcional do paciente. Dada sua agressividade local e o impacto funcional e estético, o manejo adequado do tumor é uma questão de grande importância na área de cirurgia bucomaxilofacial. Este estudo objetiva relatar um caso clínico de ameloblastoma mandibular em paciente jovem, tratado por ressecção óssea segmentar, reconstrução com enxerto autógeno e reabilitação de próteses sobre implantes, destacando o protocolo terapêutico adotado e os fundamentos clínico-científicos que embasam sua escolha. Trata-se de uma paciente do sexo feminino, 16 anos, atendida no Hospital Universitário Walter Cantídio da Universidade Federal do Ceará. Apresentou lesão radiolúcida de aspecto multifocal envolvendo os dentes 45 a 48. O tratamento consistiu em ressecção parcial da mandíbula com margem de segurança, reconstrução imediata com enxerto autógeno e posterior instalação de implantes dentários

Conclui-se que abordagem cirúrgica adotada demonstrou-se eficaz para o controle local do tumor e para a reabilitação funcional e estética da paciente. Ademais, a utilização de enxerto ósseo autógeno da crista ilíaca é considerada uma alternativa terapêutica satisfatória, devido à sua compatibilidade morfofuncional com o osso mandibular. Contudo, o sucesso do tratamento depende de um planejamento cirúrgico detalhado e de cuidados pós-operatórios rigorosos, a fim de evitar complicações e garantir a integração do enxerto

(Apoio: FUNCAP)
PN-R0168 - Painel Aspirante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Efeito terapêutico de um adesivo em úlceras bucais: ensaio clínico randomizado
Ana Beatriz Mori Huss, Mariane Cordeiro Dos Santos, Mariana Podadeiro de Andrade Toy, Adilson Luiz Ramos, Vanessa Cristina Veltrini
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo teve como objetivo avaliar, em úlceras bucais, o efeito terapêutico de um adesivo protetor de feridas (CuratickT), comparado à triancinolona em Orabase (Omcilon-A em Orabase). Trata-se de um ensaio clínico randomizado, controlado e paralelo (1:1), aprovado pelo Comitê Permanente de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da Universidade Estadual de Maringá, sob o número CAAE 84161624.6.0000.0104. Foram incluídos pacientes com úlceras bucais dolorosas, distribuídos em grupo controle (Omcilon-A em Orabase) e grupo experimental (CuratickT). A amostra (n=20) foi calculada por meio do software G*Power. A dor da lesão e o desconforto relativo ao uso dos medicamentos foram avaliados pela Escala Visual Analógica (VAS), e a cicatrização foi mensurada por meio de uma régua milimetrada transparente, ambos nos dias 1, 3 e 5. A análise estatística foi realizada no software Jamovi (versão 2.5.3), adotando-se nível de significância de 5%. A amostra foi composta predominantemente por mulheres jovens e saudáveis. Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos quanto à dor (p>0,05), porém intragrupo observou-se redução significativa da dor ao longo do tempo no grupo controle (p<0,05). O desconforto relacionado ao uso foi semelhante entre os grupos, sem diferenças significativas em nenhum dos períodos (p>0,05). Em relação à cicatrização, também não houve diferença entre os grupos (p>0,05), embora ambos tenham apresentado redução no tamanho das lesões, esta foi mais uniforme e gradual no grupo controle.

Observou-se melhor desempenho do corticosteroide, especialmente na redução mais expressiva da dor entre D1 e D5. Ambos os tratamentos, contudo, mostraram-se seguros e bem tolerados.

(Apoio: CAPES)
PN-R0169 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Influência das variações de FOV e voxel na formação de artefatos de extinção em tomografia computadorizada de feixe cônico
Poliana Santos Gonçalves, Henrique Mateus Alves Felizardo, Amanda Farias-gomes, Deivi Cascante-sequeira, Christiano Oliveira Santos, Iago Henrique Lara Macedo, Rocharles Cavalcante Fontenele, Hugo Gaêta-Araujo
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou a influência das variações de campo de visão (FOV) e voxel em tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e do posicionamento de materiais de alta densidade na intensidade dos artefatos de extinção. Um fantoma de polimetilmetacrilato (PMMA) contendo cilindros de diferentes materiais (PMMA, titânio - Ti, zircônia - Zr e cobalto-cromo - CoCr) foi escaneado sob três condições de posicionamento, utilizando os equipamentos Eagle 3D e OP300. Os protocolos variaram conforme o tamanho do FOV e do voxel, totalizando 49 aquisições no OP300 e 56 no Eagle 3D. As imagens foram exportadas em formato DICOM e analisadas no software ImageJ, considerando cinco cortes axiais por exame. Foram definidas regiões de interesse teste e controle para obtenção dos valores médios de cinza e desvios-padrão. Observou-se que a distribuição e a variabilidade dos valores de cinza foram influenciadas pelo tipo de material, posicionamento dos cilindros, tamanho do voxel e FOV. No OP300, voxels intermediários aumentaram o ruído no FOV pequeno para PMMA (p<0,05), enquanto para Ti e Zr maiores voxels elevaram o ruído no FOV grande (p<0,05) e 133 µm reduziu |ΔMGV| no FOV pequeno (p<0,05). No Eagle3D, voxels menores aumentaram o ruído para PMMA e Zr (p<0,05), e voxels maiores elevaram |ΔMGV| no FOV grande (p<0,05). FOVs menores aumentaram ruído e/ou |ΔMGV| (p<0,05), indicando intensificação dos artefatos de extinção.

Conclui-se que a influência de FOV e voxel é dependente do equipamento, sendo FOVs menores e voxels extremos associados a maior degradação da qualidade de imagem.

(Apoio: CAPES  N° 33002029032P4)
PN-R0170 - Painel Aspirante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Modulação da via FOXO pelo silenciamento de TGF-βR2 em carcinoma mucoepidermoide: análise transcriptômica
Lena Heloyse Dos Santos Guimaraes, João De Jesus Viana Pinheiro, Maria Sueli da Silva Kataoka, Rommel Thiago Juca Ramos, Artur Luiz da Costa da Silva, Rogério Moraes de Castilho, Sergio de Melo Alves Junior
patologia bucal UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O carcinoma mucoepidermoide (CME) é a neoplasia maligna mais frequente das glândulas salivares, apresenta comportamento clínico heterogêneo e prognóstico variável. A via do TGF-β (fator de crescimento transformador beta) e sua interação com a via FOXO (Forkhead box O) estão relacionadas a processos celulares de progressão tumoral. O objetivo deste estudo é investigar o perfil transcriptômico de uma linhagem de CME com silenciamento de TGF-βR2 e sua associação com a via FOXO. Para isso, uma linhagem de CME silenciada para TGF-βR2 (UM-HMC- TGF-βR2) e uma linhagem controle (UM-HMC-TGFβ3A) foram submetidas à extração de RNA e sequenciamento (RNA-seq). Em seguida, os dados foram analisados para identificação de genes diferencialmente expressos e realizou-se análise de enriquecimento funcional com base no banco de dados KEGG, com foco na via FOXO. Foram identificados 23 genes diferencialmente expressos, sendo 9 subexpressos e 14 superexpressos na linhagem silenciada em comparação ao controle. A análise de interação proteína-proteína revelou um cluster altamente interconectado, com predominância de genes superexpressos. O gene mais diferencialmente expresso foi TNFSF10, com regulação negativa.

Foi observada regulação positiva de genes associados à proliferação, sobrevivência e ciclo celular, incluindo AKT1, PIK3R1, EGFR, STAT3, CCNB1 e PLK1, e regulação negativa de genes relacionados à apoptose, inflamação, sinalização e regulação do ciclo celular, como BNIP3, IL6, SOS1 e MDM2. Esses resultados contribuem para a compreensão dos mecanismos moleculares da progressão tumoral associados à modulação da via FOXO em interação com a via TGF-β.

PN-R0171 - Painel Aspirante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 03/09 - Horário: 14h00 - 18h00 - Zoom Sala: 6

Efeitos clínicos preliminares da fotobiomodulação vascular transcutânea após extração de terceiros molares
Mileni Buzo-souza, Isla Ribeiro de Almeida, Harysson Costa Melo, Matheus Peres de Lima, Tiburtino José de Lima Neto, Bruno Bueno-Silva, Carolina Steiner-oliveira, Leonardo Perez Faverani
Diagnóstico Oral FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos clínicos da fotobiomodulação vascular transcutânea (FVT) em pacientes submetidos à exodontia de terceiros molares inferiores. Foi conduzido ensaio clínico randomizado, duplo-cego, com comparação entre FVT e placebo. A FVT foi aplicada no pós-operatório imediato, por 30 min, sobre a artéria radial; no grupo placebo, realizou-se simulação do protocolo. Foram avaliados duração cirúrgica, quantidade de tubetes anestésicos, intervalo até o primeiro analgésico, consumo analgésico, edema facial manual, abertura bucal e qualidade de vida pelo OHIP-14. Não houve diferença na duração do procedimento entre os grupos FVT (19,0±5,63 min) e no placebo (24,2±7,00 min) (p>0,05), com quantidade semelhante de tubetes (1,67±0,2 e 1,73±0,19) (p>0,05). O intervalo até o primeiro analgésico foi maior na FVT (384±310 min) que no placebo (305±130 min) (p<0,05), e o consumo analgésico foi similar (5,56±2,88 e 6,18±3,66) (p>0,05). Para edema, a variação da medida A foi 5,11±4,11 mm na FVT e 3,82±2,04 mm no placebo, enquanto a medida B foi 2,89±6,58 mm e 6,36±4,18 mm, respectivamente. A variação da abertura bucal foi 19,4±5,81 mm na FVT e 15,4±7,55 mm no placebo (p>0,05). O OHIP-14 aumentou em 48 h em ambos os grupos e retornou próximo ao basal aos 7 dias.

Os achados sugerem tendência de maior intervalo até a primeira analgesia e menor consumo analgésico com FVT, sem padrão consistente para edema, devendo ser interpretados como preliminares.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2025/11653-2)



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