RESUMOS APRESENTADOS
2671 Resumo encontrados. Mostrando de 831 a 840
PNb0240 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Efeito da remineralização biomimética mediada pelo trimetafosfato de sódio e ácido poliacrílico sobre a interface resina-dentina
Maria Luiza Barucci Araujo Pires, Lídia de Oliveira Fernandes, Igor Paulino Mendes Soares, Juliana Rios de Oliveira, Débora Lopes Salles Scheffel, Mariana Sversut Gibin, Carlos Alberto de Souza Costa, Josimeri Hebling
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Análogos de proteínas não colagenosas da dentina têm sido investigados para a remineralização deste substrato. Contudo, é crucial que não comprometam o desempenho da união resina-dentina quando aplicados como tratamento pré-adesivo. Assim, este estudo investigou o efeito dos análogos ácido poliacrílico (PAA) e trimetafosfato de sódio (STMP) sobre o desempenho imediato da união resina-dentina hígida. Superfícies planas de dentina foram produzidas em molares humanos (N=32), e os dentes foram montados sob pressão intrapulpar (0,28 psi) com SBF 24 h antes dos procedimentos adesivos. Single Bond Universal foi aplicado no modo condiciona e lava, em seguida, o tratamento da dentina condicionada foi realizado com: água (controle), STMP 100.000 µg/mL + PAA 500 µg/mL, STMP/PAA+Remineralização (REM) e apenas REM (n=8). A REM foi induzida pela aplicação consecutiva de cloreto de cálcio (48,0 mM) e fosfato de sódio dibásico (28,8 mM). Os análogos foram aplicados (30 µL) por 60 s, sem agitação, enquanto a REM foi mantida (15 µL/solução) por 10 minutos. Após restauração com resina composta, foram obtidos espécimes para o ensaio de microtração, nanoinfiltração e espectroscopia Raman. Os dados foram analisados por ANOVA um critério (α=5%). Nenhum dos tratamentos pré-adesivos interferiu na resistência de união imediata (p=0,406). Houve infiltração de nitrato de prata na interface adesiva de todos os grupos, sendo mais evidente no grupo STMP/PAA+REM. A espessura da zona de difusão (camada híbrida) identificada por Raman não diferiu entre os grupos (p=0,263).
Em conclusão, a remineralização com os análogos biomiméticos STMP/PAA, independentemente da associação com REM, não interferiu no desempenho adesivo imediato da união resina-dentina hígida.
(Apoio: FAPs - Fapesp N° 2022/07333-4)
PNb0241 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Propriedades de superfície e resistência à flexão de resinas de impressão 3D para placas oclusais
Felipe Carlos Dias Arcas, Luciana Paula Benício Arcas, Leticia Vilaca Willeman Bastos Tesch, Luiz Gustavo Centurion de Moura, Marina Amaral
Odontologia UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do estudo foi avaliar a rugosidade, a dureza e a resistência à flexão de duas resinas para impressora 3D (Prizma 3D Bio Splint, Makertech e Cosmos Splint, Yller) em três diferentes ângulos de impressão (0, 45 e 90 graus) e comparar com a resina acrílica termopolimerizável (controle) em placas oclusais. Setenta espécimes retangulares (65x10x3,3mm) foram fabricadas (n=10) de acordo com o tipo de resina e ângulo de impressão. Os dados de rugosidade superficial foram submetidos ao teste Kruskall-Wallis, os dados de dureza Knoop submetidos ao teste ANOVA one-way seguido do teste Games-Howell, e os dados de resistência à flexão foram submetidos ao teste de Kruskal-Wallis seguido do teste de comparação pairwise Dwass-Steel-Critchlow-Fligner. Não houve diferença estatisticamente significativa entre o grupo controle e os grupos teste quanto à rugosidade superficial (p>0,05). O grupo controle apresentou maior dureza que os demais grupos (p<0,05) e não houve diferença entre os grupos experimentais (p>0,05). Quanto a resistência à flexão, não houve diferença estatística entre o grupo controle e os espécimes produzidos com a resina Prizma 3D Bio Splint a 0 e 90 graus (p>0,05) e, no mesmo ângulo de impressão, a resistência à flexão foi maior nos grupos da resina Prizma 3D Bio Splint do que nos grupos da resina Cosmos Splint.
Os dispositivos oclusais impressos podem ter propriedades como resistência à flexão e rugosidade semelhantes aos fabricadas convencionalmente, dependendo da resina e do ângulo de impressão utilizados. No entanto, as resinas para impressão estudadas apresentaram dureza inferior ao grupo controle, o que pode comprometer a resistência ao desgaste de tais dispositivos.
PNb0243 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Influência do tipo de resina, espessura e fundo na detecção de diferenças na leitura da cor com espectrofotômetro
Taiana Paola Prado Wrzesinski, Victoria da Silva Chahin, Maria Aparecida Rodrigues de Holanda, Mariane Cintra Mailart, Carlos Rocha Gomes Torres, Alessandra Bühler Borges
Odontologia Restauradora INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse estudo foi comparar a influência do tipo da resina e cor de fundo na capacidade de detectar diferenças significantes na leitura da cor, em diferentes espessuras. Para o estudo foram confeccionados discos com 1 e 2mm de espessura utilizando resinas para esmalte Beautifil II-LS (Shofu-BS) e Vittra APS (FGM-VF) nas cores A3,5, A3, A2, A1 (n=5 para cada condição). O material foi preparado de acordo com a ISO 4049. A leitura de cor foi realizada em espectrofotômetro utilizando fundos branco, cinza ou preto e calculado o Delta E00 entre a cor de resina mais escura em relação às demais cores. Os dados foram analisados com ANOVA 2-fatores e Tukey (5%) em cada espessura. Diferenças significativas foram observadas (p<0,05). Média e desvio-padrão de DeltaE00 para a resina BS 2 mm em fundo preto: A1 (6,7±0,2 A), A2 (6,7±0,4 A), A3 (3,5±0,3 B); cinza A1 (6,6±0,3 A), A2 (6,4±0,3 A) A3 (3,3±0,3 B); branco A1 (6,4±0,3 A), A2 (5,9±0,2 A), A3 (3,3±0,4 B). BS 1 mm em fundo preto: A1 (7,6±0,2 A), A2 (7,2±0,2 A), A3 (3,8±0,1 B); cinza A1 (7,8±0,4 A), A2 (7,4±0,3 A), A3 (3,9±0,2 B); branco A1 (8,5±0,4 A), A2 (7,9±0,2 B), A3 (4,5±0,2 C). Média e desvio-padrão de DeltaE00 para a resina VF 2 mm em fundo preto A1 (4,6±0,3 A), A2 (3,4±0,3 B), A3 (1,4±0,4 C); cinza A1 (4,7±0,0 A), A2 (3,6±0,5 B) A3 (1,4±0,3 C); branco A1 (5,3±0,1 A), A2 (3,3±0,3 B) A3 (1,5±0,4 C). VF 1 mm em fundo preto: A1 (4,7±0,1 A), A2 (2,9±0,1 B), A3 (1,5±0,3 C); cinza A1 (4,7±0,1 A), A2 (2,8±0,1 B), A3 (1,5±0,3 C); branco A1 (5,5±0,1 A), A2 (2,9±0,2 B); A3 (1,6±0,1 C).
Conclui-se que o tipo da resina influenciou a detecção de diferenças na leitura da cor em ambas as espessuras. Para a resina BS na espessura de 1 mm o uso do fundo branco aumentou a capacidade de detecção de diferenças estatisticamente significantes.
PNb0244 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Resistência Flexural, Módulo de Elasticidade e Ângulo de Contato de Resinas Compostas Contemporâneas: um estudo in vitro
Rafaella Calixto Vieira Praes, Paloma Conceição Duarte Santos, Mariana Costa Lima Ribeiro, Lia Dietrich, Cíntia Tereza Pimenta de Araújo, Cristina Isolan
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi realizar um estudo in vitro, a partir da análise das propriedades mecânicas e físicas de 10 diferentes resinas compostas comercializadas atualmente, de média viscosidade e amplamente utilizadas na odontologia. Dez espécimes de cada resina composta foram avaliadas pelo teste de resistência à flexão e módulo de elasticidade - Z100 (3M Espe), FiltekT Universal (3M Espe), FiltekT Z350 XT (3M Espe), Palfique LX5 (Tokuyama Dental), Vittra APS Unique (FGM), Opallis (FGM), Forma (Ultradent), Harmonize (Kerr), IPS Empress Direct (Ivoclar Vivadent), Herculite Precis (Kerr) - após o período de 24h de armazenagem, o ensaio foi realizado em uma máquina de ensaio universal com velocidade de carga de 1 mm/min. Para a análise do ângulo de contato foram confeccionados 3 espécimes, utilizando o tensiômetro óptico através do método de gota séssil. A análise estatística foi realizada pelo teste de normalidade (Shapiro-Wilk) e teste de igualdade de variância (p < 0,05). A resistência à flexão em todas resinas apresentou valores compatíveis com a ISO 4049/2009, com destaque para a Palfique LX5, IPS Empress Direct e Harmonize com valores estatisticamente menores. A Harmonize apresentou o menor valor de módulo de elasticidade, sendo 3,925 GPa, comparado com as outras resinas compostas que variaram de 9,237 a 12,020 GPa. A propriedade física do ângulo de contato apresentou valores semelhantes entre si dentre todas as resinas compostas estudadas.
Conclui-se que todas propriedades analisadas apresentaram desempenho semelhante quanto às propriedades analisadas, algumas resinas compostas apresentaram resultados mais satisfatórios.
(Apoio: Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri)
PNb0245 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Incorporação de nanohidroxiapatita em infiltrante resinoso experimental e seu desempenho na estabilidade de cor e dureza do esmalte dental
Jade Laísa Gordilio Zago, Gabriela Alves de Cerqueira, Milagros Falcon Aguilar, Ana Ferreira Souza, Robson de Sousa Ferreira, Flávio Henrique Baggio Aguiar, Cínthia Pereira Machado Tabchoury, Giselle Maria Marchi
Dentística FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da adição de nanohidroxiapatita 10% em infiltrante resinoso experimental quanto à estabilidade de cor e dureza do esmalte dental. Blocos de esmalte bovino foram aleatorizados em cinco grupos (n=27/grupo): H (hígido); ICL (lesão de cárie inicial); I (Icon); E (infiltrante experimental); EH (experimental contendo 10% nanohidroxipatita). Os espécimes foram submetidos à ciclagem desmineralizante-remineralizante durante 8 dias para indução de lesão inicial de cárie e foram tratados ou não de acordo com o grupo. A avaliação de cor (n=15) foi realizada e dados CIEL*a*b* foram obtidos nos tempos: T0 (inicial), T1 (14 dias imersos em solução de café), T2 (28 dias imersos) e foram calculados ∆E00, ∆WID, ∆L*, ∆a*, ∆b*. A microdureza transversal (n=12) foi determinada e a área da lesão (∆S) foi calculada. Imagens de microscopia de luz polarizada (n=5) foram obtidas em magnificação de 40x. Para estabilidade de cor e ΔS foi utilizado ANOVA one-way e post hoc Bonferroni e Tukey. Houve diferença em todas variáveis de cor entre os tempos 14 e 28 dias, com ICL mais instável em todas medidas independente do tempo. Em ∆L*, EH teve o menor valor e diferiu de I. Quanto à ΔS, ICL apresentou os maiores valores, diferindo de I e EH, que foram semelhantes e apresentaram os menores valores, sugerindo uma recuperação da dureza na área da lesão de cárie. Nas imagens obtidas, foi possível observar as lesões iniciais apenas em ICL.
É possível concluir que a incorporação de nanohidroxiapatita ao infiltrante resinoso experimental levou a uma recuperação da dureza em lesões iniciais de cárie em esmalte dental, semelhante a do infiltrante comercial Icon. No entanto, todos os infiltrantes testados demonstraram baixa estabilidade de cor.
(Apoio: FAPESP N° 2021/14881-5)
PNb0246 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Influência do cimento resinoso na cimentação de pino de fibra de vidro pré-fabricado e pino de fibra de vidro fresado pelo sistema CAD/CAM
Annyliese Marianna Serrano Marfil, Rafaela Caroline Rodrigues, Giovana Mongruel Gomes, Joao Carlos Gomes
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse estudo foi comparar a influência do cimento resinoso na cimentação de pino de fibra de vidro (PFV) pré-fabricado e PFV fresado em CAD/CAM, por meio dos testes de resistência de união (RU) e microdureza (MD). Quarenta e oito dentes unirradiculares tiveram suas raízes tratadas endodonticamente e, em seguida, foram divididas em 2 grupos de acordo com o tipo de retentor intrarradicular: PFV pré-fabricado e PFV fresado pelo sistema CAD/CAM. Estes foram aleatoriamente re-divididos em 2 subgrupos de acordo com o cimento resinoso utilizado para a cimentação dos pinos: cimento resinoso dual e cimento resinoso químico. Após a cimentação, as raízes foram seccionadas em 6 fatias, dividas em terços radiculares: cervical, médio e apical, e foram submetidas ao teste de RU e de MD Vickers. Os dados obtidos de RU e MD foram submetidos aos testes ANOVA 3 fatores (pino vs. cimento vs. região radicular) e Tukey (α=0,05). Para o teste de RU, a interação tripla, assim como as interações duplas e os fatores principais não foram estatisticamente significativos. Para o teste de MD, apenas a interação dupla cimento vs. região foi significativa; para o cimento químico, os valores obtidos não foram afetados pela região radicular. Já, para o cimento dual, os valores da região apical foram estatisticamente inferiores aos da região cervical. Já em relação ao fator principal pino, os valores de MD obtidos para o PFV pré-fabricado foram estatisticamente superiores aos observados para o PFV fresado, independente do fator cimento e região.
Pode-se concluir que para casos de canais radiculares alargados e com boa adaptação, tanto os cimentos resinosos químicos, quanto os duais podem ser indicados para cimentação de PFV pré-fabricados e fresados pelo sistema CAD/CAM.
(Apoio: Fundo Paraná)
PNb0247 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Efeito da pigmentação de cerâmicas na resistência de união com um cimento resinoso fotoativado
Isabelle Foches de Jesus, Matheus André Müller, Ricardo Susin Schelbauer, Monique Machado Paulart, Katia Raquel Weber, Marina da Rosa Kaizer, Carla Castiglia Gonzaga
UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste trabalho foi avaliar a resistência de união de um cimento resinoso à três laminados cerâmicos com e sem aplicação de pigmentação na superfície interna. Cerâmica feldspática-FEL, vitrocerâmica reforçada por leucita-LEU e vitrocerâmica reforçada por dissilicato de lítio-LD foram cortados em lâminas com 0,4 mm de espessura (n=10). As lâminas receberam aplicação de pigmento em metade da área da sua superfície interna (IPS Empress Universal Stains, shade yellow) e as cerâmicas forma levadas ao forno para o ciclo de sinterização do pigmento. Para determinação da resistência de união, as superfícies com e sem pigmento foram tratadas com ácido fluorídrico, silano e adesivo. Cilindros de cimento resinoso fotativado foram confeccionados sobre as superfícies e o ensaio de microcisalhamento foi realizado (0,5 mm/min). Os dados foram analisados com ANOVA a 2 fatores com medidas repetidas e teste de Tukey (α=5%). Não foram observadas diferenças significantes para a interação dupla cerâmica*aplicação de pigmento. Apenas a aplicação de pigmentação apresentou diferença significativa (p<0,001). Maiores valores de resistência de união foram observados antes da aplicação da pigmentação (20,5±11,6 MPa) na superfície do que após a pigmentação (9,7±5,6 MPa).
Pode-se conclui-se que a aplicação de pigmentação interna diminuiu a resistência de união ao microcisalhamento das três cerâmicas odontológicas avaliadas a um cimento resinoso fotoativado.
(Apoio: Fundação Araucaria N° CP 09/2021 | CNPq N° Iniciação científica )
PNb0248 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Influência do tratamento de superfície na resistência de união à resina impressa
Larissa Meireles Rodrigues, Jieni Zhang Jing, Patricia Magno dos Santos Matias , Rayssa Ferreira Zanatta, Leandro Augusto Hilgert
Odontologia UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do estudo foi avaliar a resistência de união (RU) de uma resina composta fluida (RCF) às superfícies de resina impressa com indicação restauradora (RI) e resina composta convencional (RC) após diferentes tratamentos de superfície (TS). Discos de RC (Z100, 3M) e discos de RI (Biocrown, Makertech Labs) foram produzidos (espessura, h=2mm; diâmetro, d=8mm) e lixados até a granulação #2000. Realizou-se 6 TS (n=8 para cada combinação resina/TS): S+Si+SBU - jateamento com óxido de alumínio (S, 50μm, 4bar), silano (Si, Relyx Ceramic Primer, 3M) e o adesivo Single Bond Universal (SBU, 3M); S+SBU - apenas S e SBU; SBU - apenas SBU; S+Si+SBUP - S, Si e o adesivo Scotchbond Universal Plus (SBUP, 3M); S+SBUP - apenas S e SBUP; e SBUP - apenas SBUP. Em cada superfície foram aderidos quatro corpos-de-prova (d=0,8mm) de uma RCF (Filtek Supreme Flowable, 3M). O teste de RU (microcisalhamento) foi realizado e os dados avaliados por análise de variância (ANOVA) post hoc de Tukey (α=0,05). Os padrões de fratura foram analisados em microscópio confocal de varredura a laser. Os TS que envolveram jateamento com óxido de alumínio mostraram valores de RU significativamente superiores para ambas as superfícies de resinas (p<0,01). O uso dos diferentes adesivos e a aplicação prévia de silano não impactaram os resultados de forma significante. Quanto à análise do padrão de fratura, os grupos jateados apresentaram um maior percentual de fraturas coesivas do que adesivas.
O jateamento de óxido de alumínio se mostrou eficaz em promover maior resistência de união às superfícies de resina impressa restauradora e resina composta convencional. O uso prévio de um silano aos adesivos universais testados não impactou os resultados.
(Apoio: CAPES e INCT Saúde Oral & Odontologia N° 406840/2022-9)
PNb0249 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Redução do desgaste de superfície promovido por uma solução de fosfato de cálcio amorfo associado a análogos biomiméticos
Monalisa Vasconcelos de Oliveira, Cibele Sales Rabelo, Caroline Nágila do Nascimento Terto, Vanara Florêncio Passos
Programa de Pós Graduação em Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a redução do desgaste de superfície promovido por uma solução biomimética à base de fosfato de cálcio amorfo associado aos ácidos aspártico e poliacrílico em dentina humana. Para tanto, 60 amostras padronizadas por microdureza foram distribuídas aleatoriamente em seis grupos (n=10), sendo três grupos submetidos à ciclagem erosiva (experimento 1) e os outros à ciclagem erosiva/abrasiva (experimento 2). No experimento 1, as amostras foram imersas em ácido cítrico 1% (pH 2,13) por 5min, seguidos de saliva artificial por 1h e do tratamento por 5min, 3 vezes ao dia, durante 5 dias. No experimento 2, todos os passos anteriores foram repetidos, acrescido da escovação mecânica (150 movimentos). Os tratamentos aplicados foram: água destilada, solução biomimética de fosfato de cálcio amorfo e ácidos aspártico e poliacrílico (tratamento investigado ; pH 7,6) e fluoreto estanhoso 500mM (pH 2,69). A perfilometria foi realizada e os dados foram analisados por Anova One-way, seguido do pós-teste de Tukey, adotando-se significância de 5%. No experimento 1, o maior desgaste dentinário foi observado no grupo tratado com água destilada, seguidos do tratamento investigado e do fluoreto estanhoso, todos diferindo entre si (p<0,05). No experimento 2, o grupo tratado com a solução experimental não apresentou diferença em relação a água destilada (p=0,721).
Diante disso, conclui-se que a solução biomimética investigada foi capaz de reduzir o desgaste erosivo, mas não manteve seu efeito protetor quando houve associação de erosão/abrasão.
(Apoio: CAPES)
PNb0250 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística
Apresentação: 05/09 - Horário: 13h30 às 17h00 - Sala: Área dos Painéis
Análise comparativa da potência de fotopolimerizadores através de peças em resina composta simulando restaurações indiretas
Luana Dos Santos Souza, Maria Fernanda Monnerat, Sandy Vitória Dos Santos Osório, Jefferson Chaves Moreira, Carlos Alberto Kenji Shimokawa, Eduardo Bresciani
Odontologia Restauradora INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse estudo foi comparar a potência emitida por aparelhos fotopolimerizadores e transmitida através de espécimes de resina composta (Grandioso, Voco) simulando restaurações indiretas. A metodologia seguiu-se através de leituras no espectroradiômetro com esfera integradora (MSC15; Gigahertz-Optik), com espécimes de 12mm de diâmetro e 1,5mm de espessura (n=120). Foram utilizados 3 fotopolimerizadores diferentes QUAZAR (Q), VALO (V) e VAFU (VF), em três níveis distintos (P1, P2 e P3). As leituras de potência foram realizadas 3 vezes, em cada aparelho e nos níveis apresentados através das amostras. Foi calculado o percentual de perda da potência e os dados apresentados em forma de média e o desvio-padrão. Os resultados foram obtidos a partir da estatística inferencial, que consistiu nos testes de normalidade e, a partir desses, foi utilizado o teste ANOVA 2 fatores e teste de Tukey com valor de significância de 5%. Q e V não apresentaram diferença estatística e, VF apresentou diferença nos níveis P2 E P3, sendo inferior aos demais aparelhos.
Com isso, conclui-se que, no percentual de perda, VF teve a maior perda da potência nos três níveis comparados aos demais, sendo todas as perdas superiores a 80%. Q e V são semelhantes estatisticamente e VF apresenta inferioridade a partir do nível 2.
(Apoio: CAPES)