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PN0404 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação do conhecimento de cirurgiões-dentistas na prescrição medicamentosa no tratamento odontológico de gestantes e lactantes
Rodrigues LRS, Pereira CM
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A falta de informações sobre os benefícios e os malefícios que um fármaco pode gerar em uma gestante ou no feto, leva a recusa do atendimento odontológico por parte dos profissionais, por receio em prescrever ou administrar medicamentos a este grupo. O objetivo deste estudo foi avaliar o conhecimento dos cirurgiões-dentistas em relação à prescrição medicamentosa e a anestesia local, no atendimento da gestante e lactante. Realizou-se um estudo descritivo, com abordagem quantitativa de 79 cirurgiões-dentistas, entre os anos de 2019 a 2020, por meio de entrevista com questionário fechado de 11 perguntas objetivas, aplicadas individualmente na presença de um único pesquisador, em clínicas particulares, congressos e unidades básicas de saúde. Dos profissionais entrevistados, 67,09% afirmaram que o 1° trimestre da gestação é considerado o mais crítico, 53,16% apontaram o paracetamol como o melhor analgésico prescrito para estas pacientes, 78% relataram prescrever clindamicina quando a gestante é alérgica à penicilina, e apenas 35% apontaram a tetraciclina como antibiótico contraindicado. Existe uma falta de conhecimento muito grande por parte dos cirurgiões-dentistas no atendimento a gestante, bem como na prescrição medicamentosa para as mesmas.
Nota-se a falta de conhecimento por parte dos cirurgiões-dentistas no atendimento a gestante, bem como na prescrição medicamentosa para as mesmas. Fica evidente a necessidade de qualificação e requalificação da força de trabalho odontológica, as universidades devem dar mais ênfase ao atendimento de gestantes.
PN0405 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Análise da expressão imuno-histoquímica de calreticulina na leucoplasia oral e na leucoplasia verrucosa proliferativa
Palaçon MP, Barbeiro CO, Ormeño EAA, Ferrisse TM, Silveira HA, León JE, Massucato EMS, Bufalino A
Diagnostico e Cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A calreticulina (CRT) é uma proteína multifuncional que pode apresentar propriedades anti-oncogênicas e oncogênicas. Apesar de não bem elucidado o seu mecanismo em neoplasias da cavidade oral, estudos que mostram que a expressão elevada da CRT está relacionada com um prognóstico desfavorável da doença. Neste contexto, o carcinoma espinocelular oral representa mais de 95% de todas as neoplasias malignas que da cavidade oral e muitas vezes estes tumores são precedidos por desordens potencialmente malignas orais (DPMOs), que apresentam um evidente potencial de transformação maligna, dentre elas destacamos a leucoplasia oral (LO) e a leucoplasia verrucosa proliferativa (LVP) que apresentam taxa de transformação maligna de 17,5% e mais de 70%, respectivamente. Contudo, não existem estudos que avaliaram a expressão de CRT em DPMOs. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a expressão imuno-histoquímica da CRT em amostras de hiperplasia fibrosa inflamatória (HFI - controle), LO e LVP. Os resultados nos revelaram que há uma alta expressão de CRT na LVP quando comparada com a LO, e uma diminuição na expressão de CRT na LO quando comparada com o HFI (p<0,05 para ambas). Além disso, notamos uma diferença estatística relevante quando comparamos o grau de displasia da LO em relação a expressão da CRT (p<0,05).
Concluímos assim, que há uma diferença de expressão da CRT entre as DPMOs e que esta pode estar relacionada com o processo de transformação maligna destas lesões.
(Apoio: CAPES N° 001 | CAPES N° 001 | FAPESP N° 2017/01438-0 | CNPq N° 423945/2016-5)
PN0406 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Mensurações lineares nos dentes anteriores superiores em diferentes métodos de obtenção de modelos físicos e digitais
Silveira LE, Fernandes AF, Greco GD, Manzi FR, Silva AIV
odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo neste trabalho foi mensurar e comparar as dimensões vertical e horizontal dos dentes anteriores superiores e a distancia intercaninos em diferentes formas de obtenção de modelos físicos e digitais.Foram selecionados 15 pacientes e neles avaliados os 6 dentes anteriores,sendo utilizados 90 dentes para a confecção deste trabalho,além da distância intercaninos dos 15 participantes da pesquisa,totalizando 450 medidas realizadas.Foi feito um exame clínico, tomografia computadorizada de feixe cônico,moldagem convencional,escaneamento intraoral e impressão de modelos em gesso e por meio de impressora 3D.Em cada exame foi mensurada a altura e largura dos dentes,distância intercaninos,e estes valores foram comparados.Em todas as avaliações,houve diferença estatisticamente significante entre o modelo de gesso quando comparado aos outros exames,na análise horizontal houve diferença estatisticamente significante entre as aferições no exame de tomografia computadorizada e as aferições clínicas. Na avaliação intercaninos, apesar das diferenças estatísticas, não houve significância clínica nas diferentes médias encontradas.
Os modelos impressos por impressora 3D são mais fiéis quando comparado aos modelos de gesso, porém, quando os modelos de gesso são confeccionados criteriosamente eles são clinicamente aceitáveis.
PN0408 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Influência da fadiga visual na diferenciação dos tons de cinza das imagens radiográficas digitais
Mottes L, Soares MQS, Junqueira JLC, Nascimento MCC
Odontologia FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi avaliar se a fadiga visual resultante da realização de laudos radiográficos, alteram a avaliação na diferenciação dos tons de cinza das imagens radiográficas digitais. Foram selecionados 20 radiologistas, de ambos os sexos, todos experientes, e que não possuíam nenhum tipo de doença ocular degenerativa. A amostra foi baseada em trabalhos anteriores. Foram realizadas duas avaliações diárias, antes e após a jornada de trabalho. Cada participante avaliou 30 imagens, com 8 sequências de tonalidades de cinza diferentes, que deveriam ser colocadas em ordem, dá mais radiolúcida para a mais radiopaca. Cada participante avaliou cerca de 240 imagens, no total da pesquisa foram cerca de 4800 imagens avaliadas. Um questionário indicador de fadiga visual foi respondido antes de cada avaliação. O tempo de cada avaliação foi cronometrado. A análise de variância utilizada para comparar as condições de interpretação foi o teste de Tukey, considerando o nível de significância de 5% (α=0,05) para comparação entre as condições de visualização. Houve diferença estatística entre os acertos da segunda avaliação, que apresentaram uma redução significativa (p≤0,05) dos valores de porcentagem de acerto para a primeira avaliação. Em relação ao tempo de avaliação, houve uma redução significativa (p≤0,05) do tempo da segunda avaliação, em relação a primeira.
Pode-se concluir que a fadiga reduziu os acertos em relação a primeira avaliação, e que o tempo foi menor, condizente com menor tempo gasto para avaliação das imagens.
PN0409 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Prevalência e principais causas de lesões maxilofaciais em idosos
Moreira IMC, Lopes FF, Azevedo JAP, Rodrigues VP, Alves CMC
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Os traumas externos que atingem a região maxilofacial são cada vez mais frequentes e suas causas as mais diversas. A população idosa apresenta-se como um grupo de risco para estas lesões, tendo em vista algumas limitações advindas com o avanço da idade. Objetivou-se caracterizar as lesões maxilofaciais e analisar a prevalência e as principais causas destas lesões na população idosa, em um estado do nordeste brasileiro. Foram investigados 66.675 laudos do Instituto Médico Legal de São Luís, Maranhão, Brasil, ocorridos no período de 2012 a 2016. Foram coletados dados socioeconômicos, demográficos e características das lesões maxilofaciais. Os testes Qui-quadrado e Exato de Fisher foram utilizados para avaliar diferenças estatísticas entre os gêneros e, o nível de significância foi de 5%. Dos casos periciados, 2.543 (26,2%) eram idosos. Destes 352 (13,8%) apresentaram lesões na face. A maioria das lesões 232 (66%) foram resultantes de violência interpessoal. Vítimas do sexo masculino 257 (73%), cor parda 184 (52%), com companheiros 186 (55%), residentes em zona urbana foram mais afetadas 329 (93,4%). A maioria moravam na capital do estado, 268 (78,1%). Lesões na região frontal foram mais frequentes entre os homens 85 (33%) (p= 0,046), ao passo que a região orbitária foi a mais atingida entre as mulheres 25 (26,3%) (p= 0,563). A maioria das lesões não causaram debilidade permanente e/ou perigo de vida em ambos os sexos (p= 0,04).
Conclui-se que a prevalência de lesão facial em idosos decorrente de violência interpessoal é alta no estado do Maranhão, afetando mais os homens.
(Apoio: FAPEMA-BEPP N° 01732/21)
PN0410 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Automedicação- Conhecimento e atitude da população adulta na Atenção Básica
Araújo MTB, Batista JA, Garbin AJI, Saliba TA, Garbin CAS
Saúde Coletiva em Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se dimensionar o conhecimento e atitude sobre a prática da automedicação na população adulta, e identificar os principais fatores comportamentos de saúde associados ao consumo de medicamentos sem prescrição. Trata-se de um estudo epidemiológico transversal e quantitativo realizado na atenção básica. Utilizou-se um inquérito semiestruturado e configurado em blocos temáticos. Fizeram parte da amostra 214 indivíduos, no qual 91,4% já fizeram uso de algum medicamento por conta própria, com associações estatisticamente significante para o uso de antibióticos (p=0,18) e anti-inflamatórios(p=0,17). Além disso, observou-se que cerca de 33% dos indivíduos que praticaram a automedicação, já recomendaram algum fármaco para outras pessoas (p=0,00). Sobre o conhecimento, notou-se que embora cerca de 68% dos participantes tivessem acertado o significado da palavra automedicação, grande parte (65%) acredita não existir risco ao uso de forma errada ou sem necessidade (p=0,08). Em relação fatores comportamentais de risco, contatou-se associações estatisticamente significantes a baixa frequência de atividade física (p= 0,00), hábitos dietéticos não saudáveis (p= 0,00), consumo de álcool (p=0,00), ausência de lazer (p=0,000), estresse (p=0,01), distúrbios do sono (p=0,00), insatisfação com a própria saúde e acesso aos serviços de saúde (p=0,000).
Conclui-se que a automedicação é uma prática recorrente, negligente e de risco da população adulta, com muitas lacunas sobre o conhecimento e fatores comportamentais a serem apuradas e desmistificadas.
(Apoio: CAPES)
PN0412 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Idosos hipertensos e diabéticos positivos para Covid-19: Estresse pós-traumático e saúde bucal autorreferida
Vilaça BSR, Teruel GP, Garbin CAS, Saliba TA, Garbin AJI
Saúde Coletiva em Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se avaliar o estresse pós traumático e saúde bucal autorreferida dos idosos hipertensos e diabéticos que testaram positivo para Covid-19. Trata-se de um estudo transversal quantitativo, com amostra composta por 312 hipertensos e diabéticos. Utilizou-se um instrumento validado para avaliação do estresse pós traumático, seguido da aplicação de um questionário de múltipla escolha para avaliar a saúde bucal autorreferida. Dos 159 eram hipertensos, 36 diabéticos e 34 com ambas comorbidades. Quanto ao estresse pós traumático, alguns itens foram relevantes como "De repente, agir ou sentir como se uma experiência estressante do passado estivesse acontecendo de novo (como se você a estivesse revivendo)" onde 36% responderam opção 3 - médio, "Sentir-se muito chateado ou preocupado quando alguma coisa lembra você de uma experiência estressante do passado", optaram pelo número 4 - bastante e ainda houve significância estatística entre as variáveis de 1 a 5 com os 17 itens do questionário no teste ANOVA (p<0,0001). No que se refere a saúde bucal, 83% não utilizam o fio dental para higienização dentária. Houve significância estatística entre "apresentam sangramento gengival" com "realizam a escovação dentária apenas uma vez ao dia"(p<0,0001), e "precisou sair de casa em algum momento durante o período que estava transmitindo o vírus" com "não procuraram por atendimento odontológico por medo do Covid-19" (p<0,0001).
Conclui-se que são altos os níveis de estresse pós-traumático, dos idosos e que há necessidade de tratamento odontológico mesmo em tempos de pandemia.
(Apoio: CAPES)
PN0413 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação in vitro do potencial erosivo de bebidas isotônicas e resistência à fratura dentária
Berard LT, Favrin M, Liporaci ER, Martins PRV, Bezerra V, Machado IF, Moura RT, Coto NP
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O consumo indiscriminado de bebidas ácidas pode afetar os tecidos dentários, tornando-os mais propensos a ocorrência de erosão dentária e, consequentemente, aumentar o risco de enfraquecimento da estrutura dentária. O objetivo do presente estudo in vitro foi avaliar o potencial erosivo e a resistência à fratura dentária após exposição sistemática a bebidas isotônicas. Foram avaliados 42 dentes humanos caninos hígidos, que foram divididos em grupo teste e controle. Os dentes do grupo teste foram aleatoriamente submetidos a desafios erosivos, cada qual a um sabor diferente de isotônico (limão, tangerina, uva, laranja, frutas cítricas e morango) e o grupo controle foi exposto à saliva artificial. Um espécime de cada grupo teve sua superfície avaliada através do perfilômetro óptico a cada 30 dias de desafios erosivos, totalizando 180 dias de análise. Na sequência, os espécimes foram submetidos a testes mecânicos para avaliação da resistência à fratura dentária. O potencial hidrogeniônico (pH) e acidez total titulável (ATT) das bebidas foram mensurados. O isotônico sabor limão promoveu maior perda de estrutura dentária aos espécimes avaliados. As amostras do grupo teste que permaneceram por mais tempo em contato com as bebidas isotônicas apresentaram menor resistência à fratura dentaria. Os espécimes do grupo controle apresentaram alta resistência à fratura dentária.
Conclui-se que quanto maior o tempo de exposição dos espécimes aos desafios erosivos, maior o risco de fratura do elemento dentário, devido à perda de estrutura gerada pela ação da bebida isotônica.
PN0414 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Medo odontológico e autopercepção de saúde bucal entre estudantes universitários brasileiros: uma abordagem usando árvore de decisão
Figueiredo TRM, Lima TLMA, Rolim AKA, Bernardino IM, Davila S
Odontologia UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se com esse estudo verificar a associação entre o nível de medo odontológico, experiências odontológicas traumáticas e a autopercepção de saúde bucal em estudantes de graduação de quatro áreas de conhecimento de uma universidade pública do nordeste do Brasil. Foi realizado um estudo transversal observacional e analítico com 633 alunos que cursavam Odontologia, Matemática, Pedagogia e Psicologia, escolhidos através de sorteio simples. Foi aplicado um questionário contendo o Dental Fear Survey - DFS. Inicialmente foi realizada a análise estatística descritiva, posteriormente foram incorporadas todas as variáveis ao modelo multivariado de Análise de Árvore de Decisão usando o algoritmo CHAID (Chi-squared Automatic Interaction Detector), objetivando identificar quais os fatores mais relevantes que influenciam no nível de medo odontológico. Os resultados mostraram que 71,4% era do sexo feminino, 41,5% relataram já ter tido alguma experiência odontológica traumática. A prevalência de alto nível de medo odontológico foi de 24,5%. Através da análise multivariada observou-se que o medo odontológico pôde ser explicado pelo relato de experiências odontológicas traumáticas (p < 0,001), curso de graduação (p < 0,001), autopercepção de saúde bucal (p = 0,014) e sexo (p = 0,026).
Os dados evidenciaram que estudantes que relataram experiências odontológicas traumáticas, graduandos de outros cursos que não a Odontologia e que avaliaram a saúde bucal como deficiente ou ruim foram mais propensos a exibir níveis elevados de medo odontológico.
(Apoio: CAPES)
PN0415 - Painel Aspirante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva
Apresentação: 08/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Hipersensibilidade Dentinária e Satisfação com a Saúde entre adultos
Soares ARS, Barbosa RS, Chalub LLFH, Ramos TMC, Vasconcellos WA, Ferreira RC
Odontologia Social e Preventiva UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se investigar a associação entre Hipersensibilidade Dentinária (HD) e a Satisfação com a Saúde geral entre adultos. Amostragem probabilística por conglomerado foi adotada para seleção de adultos de 30-49 anos residentes em Rio Acima (MG), que foram entrevistados e submetidos a exame epidemiológico por examinadoras calibradas (Kappa > 0,7). A variável dependente Satisfação com Saúde foi avaliada por meio da pergunta do WHOQoL-bref "Quão satisfeito(a) você está com a sua saúde?". A variável independente HD foi avaliada por estímulo tátil na superfície cervical dos dentes. As covariáveis referiam-se a dados sociodemográficos e econômicos, hábitos e comportamentos em saúde, condições de saúde bucal, Qualidade de Vida Relacionada à Saúde Bucal e uso de serviços odontológicos. As associações foram investigadas por modelos de regressão bruta e ajustada (Regressão de Poisson), com correção pelo efeito de desenho e pesos amostrais orientaram o ajuste do modelo (Stata 16). Dos 197 adultos entrevistados, 132 (66,1%) declararam estar satisfeitos com sua saúde e 73 indivíduos (38,75%) apresentavam HD. 41,75% (IC95%: 30,06 - 54,44) dos indivíduos que relataram ter HD não estavam satisfeitos com a saúde (RP: 1.49; IC95%: 1,05 - 1,99).
A Hipersensibilidade Dentinária está associada com a Satisfação com a Saúde geral.
(Apoio: CAPES N° 001 | CAPES N° N°88887.609100/2021-00 | CNPq N° 153277/2020-2))
