Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


 2090 Resumo encontrados. Mostrando de 1681 a 1690


PI0364 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Cisplatina promove desdiferenciação de células tumorais em células-tronco tumorais em linhagens de carcinoma oral
Oliveira LD, Milan TM, Bighetti-Trevisan RL, Eskenazi APE, Almeida LO, Castro-Raucci LMS
Biologia Básica e Oral UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As células-tronco tumorais são fundamentais para a progressão tumoral do carcinoma oral, possuindo capacidade de auto-renovação e crescimento ilimitado. Duas hipóteses explicam a origem das células-tronco tumorais: a transformação maligna de células-tronco normais em tumorais; a desdiferenciação de células tumorais em células-tronco. Este trabalho investigou se a administração de cisplatina induz a desdiferenciação celular nas linhagens de carcinoma oral CAL-27 e SCC-9. Células-tronco tumorais (CSC+) e células diferenciadas (CSC-) foram isoladas por citometria de fluxo e analisadas por imunomarcação para OCT4 e SOX2, formação de esferas e crescimento tumoral in vivo. Observou-se que as CSC+ expressam mais OCT4 e SOX2 do que as CSC-.

Após a administração de cisplatina, foi observado por formação de esferas e citometria de fluxo, que as CSC- adquiriram potencial tronco. As CSC- tratadas com cisplatina apresentaram elevado crescimento tumoral. Tumores derivados de CSC- tratadas com cisplatina apresentaram altos níveis de OCT4 e SOX2 comparadas às CSC- sem tratamento, e níveis semelhantes às CSC+. Sugere-se que a cisplatina promove o acúmulo de células-tronco tumorais pela desdiferenciação de células não-tronco da massa tumoral, através do aumento das proteínas de pluripotência OCT4 e SOX2.

(Apoio: FAPESP  N° 2017/11780-8  |  FAPESP  N° 2021/13268-8)
PI0365 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Amelogênese imperfeita, osteopetrose e acidose tubular renal distal: relato de síndrome rara causada por variante no gene AC2
Leite LDR, Resende KKM, Rosa LS, Mazzeu JF, Scher MCSD, Yamaguti PM, Acevedo AC
Odontologia UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Osteopetrose com Acidose Tubular Renal Distal (OP/ATRd, OMIM #259730) é uma doença renal hereditária com displasia esquelética causada pela deficiência da enzima anidrase carbônica II (AC2). Há poucos relatos sobre as manifestações bucais dessa síndrome. O objetivo desse estudo foi realizar a caracterização clínica e o diagnóstico molecular de uma paciente com OP/ATRd e defeitos de desenvolvimento do esmalte (DDEs). Paciente de 25 anos, sexo feminino, sem relato de consanguinidade parental, único membro afetado na família, com fraturas ósseas recorrentes e acidose metabólica, foi diagnosticada com OP/ATRd aos 8 anos e encaminhada para exame odontológico. A paciente apresentou má oclusão, distúrbios da erupção e hipoplasias de esmalte generalizadas. Foi detectado por sequenciamento Sanger a variante AC2: c.753delG, p.Asn252Thrfs*14 em homozigose na paciente e em heterozigose na mãe. Não foi feito exame molecular no pai.

Estudos em modelo animal já demonstraram a expressão da AC2 em ameloblastos. Casos de amelogênese imperfeita (AI) sindrômica já foram relatados em outras doenças renais hereditárias (DRHs) autossômicas recessivas causadas por alteração em proteínas expressas nos ameloblastos e rins. Esses achados confirmam a etiologia molecular dos DDEs e o diagnóstico de AI hipoplásica sindrômica na paciente. O presente estudo foi o primeiro a associar AI e OP/ATRd em um paciente, ampliando o espectro de DRHs associadas a AI e reforçando a importância de encaminhar pacientes com DRHs para exame odontológico e pacientes com AI para avaliação nefrológica.

(Apoio: CNPq  |  Programa CAPES/COFECUB  |  Decanato de Pesquisa e Inovação/Universidade de Brasília)
PI0366 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Alterações histológicas em tecido de língua, traqueia e pulmão decorrente da exposição ao vapor do cigarro eletrônico em camundongos swiss
Porto NA, Colombo BM, Pilati SFM
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O cigarro eletrônico se tornou popular entre os jovens, apesar da comercialização proibida no Brasil. Nesse contexto, objetivamos identificar os efeitos do vapor proveniente do uso do cigarro eletrônico nos tecidos de língua, traqueia e pulmão em camundongos Swiss. Para a realização do experimento, utilizamos 20 camundongos, divididos em 2 grupos de 10 animais em cada, sendo um grupo controle e um grupo teste em 90 dias de exposição. Os animais expostos foram submetidos ao estudo de corpo-todo através de confinamento em uma caixa vedada e ligada ao aparelho de cigarro eletrônico por um dispositivo que faz a sucção e joga o vapor dentro dessa caixa. A dose de vapor aplicada aos animais foi de 2 segundos enquanto os outros 58 segundos foram de ar puro durante 30 minutos/dia. Para o estudo utilizou-se a associação dos aspectos histopatológicos nos tecidos já descritos. Os resultados demonstraram em tecido de língua, presença de eosinófilos, número aumentado de mitose, inversão da polaridade das células da camada basal e projeções epiteliais em forma de gota. Nos tecidos de traqueia foi observada redução da área ciliada e presença de agregado linfoide. E no pulmão observou-se diminuição exacerbada do espaço da luz dos alvéolos exibindo intenso infiltrado inflamatório crônico com presença de células mononucleadas e de defesa abundantes.

A partir da análise dos resultados concluímos que o aumento do tempo de exposição, resultaria em um maior acúmulo de mutações nas células, e consequentemente, o desenvolvimento de um grau superior de displasia ou câncer nos locais examinados.

PI0367 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 10/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Prevenção da displasia epitelial oral e neoplasia utilizando extrato de guabiroba: um estudo com ratos wistar
Chaves AJL, Mendes SDC, Noldin-Junior LN, Amorim PC, Arcari SG, Pilati SFM
Odontologia UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a capacidade antioxidante da espécie nativa brasileira Campomenesia Xanthocarpa (guabiroba) em prevenir a carcinogênese induzida, com objetivo assim de reduzir o potencial de fomação e desenvolvimento de neoplasias. Para isso, utilizou-se um extrato concentrado em gel do fruto, através de 12 ratos wistar distribuidos em dois grupos de 6 animais: controle (GC) com aplicação apenas do inciador carcinogênico (9,10-dimetil-1,2-benzantraceno - DMBA), e grupo experimental (GE) com aplicação de DMBA e extrato de polpa de Guabiroba a 12% na forma de gel. A aplicação de ambos os produtos foi diaria por 60 dias. Após o período os animais foram eutanasiados para coleta de amostras de tecido. Foi verificado o diagnóstico histopatológico e a presença de inflamação. O GC apresentou 66,7% de displasia moderada e intensa e o GE 33,3%. Houve 100% de presença de infiltrado inflamtório no GC e apenas 33.3% em GE. Identificou-se alterações histológicas no epitélio escamoso estratificado do GC.

Esta pesquisa aponta resultados favoráveis devido ao menor percentual de desenvolvimento de atividade inflamatória em roedores do GE. Além disso, quando o extrato de guabiroba não foi aplicado, o risco de desenvolver lesão era duas vezes maior, evidencializando assim uma ação protetora, e a importância de tal pesquisa. A inflamação epitelial esta associada à displasia, que é um estágio de transição entre mucosa não neoplasica e carcinoma espinocelular oral, sendo necessaria a descoberta de novas formas de preveni-la.

PI0368 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Análise da dinâmica de liberação iônica de diferentes vidros bioativos
Felix HT, Velho JSR, Souza DN, Simões A, Crovace MC, Deboni MCZ, Ferraz EP
Cirurgia e Traumatologia BMF UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Produtos da dissolução iônica dos vidros bioativos têm sido relacionados com o potencial de diferenciação e atividade celulares. O Biosilicato com duas fases cristalinas (BioS-2P) é uma vitrocerâmica capaz de estimular a formação óssea, o que pode ser atribuído à diferentes concentrações dos íons circundantes. O objetivo desse estudo foi avaliar a liberação de íons cálcio (Ca), fósforo (P) e sílica (Si) no meio condicionado (MC) por BioS-2P, comparado ao padrão ouro 45S5. Discos de BioS-2P e 45S5 foram incubados em meio essencial mínimo (MEM) e coletados após 24, 48 e 72 horas e a composição iônica avaliada por espectrometria de emissão ótica com plasma indutivamente acoplado. Como controle foram utilizados MC por vidro bioinerte (Borosilicato) e MEM. Os dados foram comparados por ANOVA 2 fatores (p≤0,05). As diferenças se apresentam de maneira complexa. No geral, nota-se maior presença de íons Ca e P nos períodos iniciais, independente do meio avaliado (p>0,05 para todos). Por outro lado, há maior concentração de Si em BioS-2P em relação ao 45S5 e Boro após 48 h, todos maiores que o grupo controle (p<0,05 para todos).

O aumento da concentração de Si pode estar relacionado ao processo de cristalização e pode contribuir para esclarecer os resultados in vitro e in vivo observados.

(Apoio: CNPq  N° 406526/2018-4)
PI0369 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito do meio condicionado por biovidros incorporados com nanotubos na proliferação e diferenciação osteoblástica
Velho JSR, Felix HT, Passos MF, Nozari LB, Marchi J, Deboni MCZ, Marques MM, Ferraz EP
Cirurgia, Prótese e Traum. Maxilofaciais UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar o efeito do meio condicionado por vidros bioativos (BV) incorporados com nanotubos proteicos (BV/NT) na proliferação e diferenciação osteoblástica de células-tronco mesenquimais derivadas da medula óssea. Para tanto, as células foram cultivadas em meio osteogênico (MO) condicionado por BV/NT pré-incubados por 48 horas, e avaliadas quanto à proliferação celular aos 3, 5 e 7 dias (MTT) e diferenciação celular por atividade de fosfatase alcalina (ALP) aos 7 e 10 dias. Como controles foram utilizadas células crescidas em MO condicionado por BV e MO. Os dados foram comparados por ANOVA (p≤0,05). A proliferação celular diminuiu de 3 para 7 dias em todos os grupos avaliados (p<0,001). Aos 3 dias, a proliferação foi maior em BV, seguido do Controle e BV/NT (p<0,05); e não houve diferença em 5 e 7 dias (p>0,05). A atividade de ALP diminuiu em relação ao tempo nos grupos BV e BV/NT (p<0,001); aos 07 dias não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p>0,05), enquanto aos 10 dias a atividade de ALP foi maior no controle em relação à BV e BV/NT (p<0,05).

O estudo está em andamento, mas dados obtidos até o momento indicam que o meio condicionado por BV/NT não aumenta a diferenciação osteoblástica.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2021/14827-0)
PI0370 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação de uma membrana nacional de colágeno de peixe na regeneração óssea guiada. Avaliação histomorfométrica e perfil inflamatório
Delamura IF, Viotto AHA, Izumi NS, Baggio AMP, Ferriolli SC, Bizelli VF, Faverani LP, Bassi APF
Diagnóstico e Cirurgia UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O uso de membranas que auxiliem no processo de regeneração óssea guiada é uma das finalidades dos estudos de biomateriais compatíveis que auxiliam no processo de reparo ósseo. O ideal foi avaliar por meio da análise histométrica, o potencial de auxiliar na neoformação óssea pela membrana porcina (Bio-Gide®), membrana de colágeno bovina associada à hidroxiapatita (Col.Hap91®) e membrana de colágeno de peixe associada à hidroxiapatita (CHP) no processo de reparo de defeitos ósseos críticos em calvária de ratos, aos 7,15, 30 e 60 dias. Os animais foram submetidos à eutanásia nos períodos de 7, 15, 30 e 60 dias pós-operatórios por meio de dose excessiva de anestésico. Após os períodos indicados, os animais foram submetidos a eutanásia e posterior processamento histológico. . Diante das análises, pode-se observar que, de uma forma geral, verificou-se que todas as membranas avaliadas obtiveram uma boa resposta de osteopromoção ao final dos 60 dias. A membrana de colágeno porcino ainda apresenta melhor desempenho. A membrana de colágeno bovino também apresentou bom desempenho, e provavelmente, por apresentar na sua composição hidroxiapatita, esse material além de ter a propriedade de osteopromoção. A membrana de colágeno de peixe apresentou-se também satisfatória nesse processo de osteopromoção apresentando como resultado final uma porcentagem de neoformação óssea próxima à da membrana de colágeno bovina.

Este projeto foi então elaborado para ser mais uma fonte de análise importante para fomentar o possível uso desse material nos processos de regeneração óssea guiada.

(Apoio: FAPESP  N° 2021/00939-1)
PI0371 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Biocompatibilidade e fator osteopromotor de osso integral de origem bovina. Uma análise microscópica e histométrica
Izumi NS, Delamura IF, Viotto AHA, Baggio AMP, Ramos EU, Bizelli VF, Faverani LP, Bassi APF
Biociências FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar as propriedades biológicas, biocompatibilidade e fator osteopromotor do osso integral de origem bovina implantado em defeitos críticos de calvária e plano subcutâneo de ratos. Foi dividido em 2 etapas. Na primeira, 24 ratos foram divididos em 2 grupos de 12 animais: grupo GC, cujo defeito crítico foi preenchido apenas por coágulo, e grupo GO, onde o defeito foi preenchido com biomaterial particulado; a análise desta foi realizada 30 e 60 dias de pós-operatório. Na segunda, 16 ratos foram divididos em 2 grupos de 8 animais: o grupo GOP, onde o biomaterial particulado foi inserido no plano subcutâneo, e o grupo GOB, cujo biomaterial foi inserido em bloco no subcutâneo; com análise realizada 15 e 45 dias pós-operatório. Os resultados histológicos e histométricos da calvária mostraram que o biomaterial induziu uma reação de corpo estranho em toda a extensão do defeito e ao redor das partículas e não foi capaz de induzir a neoformação óssea. Estatisticamente não foi observada diferença para o tempo, biomaterial e tempo X parâmetros do biomaterial (P>0,05). O exame microscópico subcutâneo das peças aos 15 dias mostrou reação inflamatória ao redor das partículas do material com células gigantes e ao 45º dia, redução da reação inflamatória e presença de tecido conjuntivo fibroso ao redor das partículas com células gigantes. Para o biomaterial em bloco, observou-se tecido conjuntivo presente nos espaços trabeculares. Não houve evidência de formação óssea ectópico.

Conclui-se que o biomaterial, apesar de biocompatível, não promove neoformação óssea.

(Apoio: prope - UNESP)
PI0372 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação in vivo do reparo ósseo de alvéolos dentários enxertados com e sem a aplicação do laser de baixa potência
Soares CCC, Silva MYSK, Uzeda MJ, Machado RCM, Lima GFM, Chagas JCR, Resende RFB
ODONTOLOGIA UNIVERSIDADE IGUACU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar in vivo o reparo ósseo após preenchimento alveolar com microesferas de hidroxiapatitacarbonatadananoestruturada (cHA) associada ou não a irradiação com laser de baixa potência (LBP). Foram utilizados 40 ratosWistar, fêmeas, submetidos à exodontia e distribuídos aleatoriamente em 8 grupos: Coágulo, coágulo + laser, cHA, cHA + laser avaliados em dois períodos experimentais de 7 e 21 dias. Após cada período experimental, os animais foram eutanasiados (n=5) e as amostras dos alvéolos processadas para avaliação histológica descritiva e histomorfométrica quanto à presença de biomaterial residual, osso neoformado e tecido conjuntivo. A melhor aplicação do LBP na neoformação óssea foi observada no grupo coágulo+laser após 7 dias da cirurgia (p<0.0005) quando comparado ao grupo coágulo e se mantendo até 21 dias pós-operatório. Os grupos cHA com LBP apresentaram discretos aumentos quantitativos nos períodos estudados em relação aos não irradiados, porém importante redução foi encontrada nos dois grupos entre os períodos experimentais (p<0.05)). O uso de LBP não alterou o percentual de tecido conjuntivo encontrado em ambos períodos (p>0.05)). Nas condições estudadas a utilização de cHA associada a LBP não influenciou positivamente na neoformação óssea quando comparada à sua não utilização.

Esperamos, como resultado dessa pesquisa, uma melhor formação óssea com a utilização do laser de baixa frequência

PI0373 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis

Efeito do Laser de Baixa Potência como Alternativa Terapêutica no Processo de Reparo Alveolar Após Exodontias, em Ratos Expostos à Nicotina
Carvalho TO, Almeida WP, Zanardo V, Chaves AJL, Trembulak EC, Pilati PVF, Palma FR, Pilati SFM
Odontologia UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo é avaliar o processo de reparo alveolar, em ratos expostos à nicotina, após extração dentária, usando irradiação do Laser de Baixa Potência como coadjuvante terapêutico. Foram utilizados 19 ratos (Rattus Norvegicus) da linhagem Wistar, que receberam a solução de nicotina via tecido subcutâneo. Após 7 dias foi realizado o procedimento cirúrgico de exodontia do incisivo central superior direito, onde o grupo experimental recebeu irradiação do Laser de Baixa Potência (DMC Therapy EC) nas faixas vermelho (660nm) e infravermelho (808nm), 10 Joules, potência 100 mW, no tempo de tempo de 10 segundos, no alvéolo, de forma pontual no transoperatório e pós-operatório. Após 3 dias da intervenção cirúrgica, os animais continuaram recebendo a droga até o dia da eutanásia totalizando 21 dias após exodontia. Foi observado como resultado que no Grupo Controle, a osteoneogênese ainda era discreta, com a presença de osso imaturo (primário), área extensa de tecido cicatricial com a presença de coágulos de sangue remanescentes, em detrimento do Grupo Experimental que havia a presença de osso maduro (secundário) com a presença de trabéculas ósseas bem neoformadas.

Baseados na literatura e nos resultados obtidos, nos permitem concluir que a nicotina influenciou negativamente no processo de cicatrização e reparo ósseo dos alvéolos, no entanto, o uso do laser, mesmo na presença da nicotina, foi eficaz, pois potencializou o processo de reparo, sendo uma boa opção em procedimentos cirúrgicos de pacientes fumantes.