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PI0224 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Cuidados na abordagem endodôntica em pacientes submetidos a tratamentos oncológicos
Cardeal RMA, Ferreira NA, Pinho MAB, Krebs RL, Coutinho Filho T, Ferreira CMA, Voltan IMN, Amaral G
PROCLIN UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A radioterapia e a quimioterapia são tratamentos de escolha para neoplasias malignas de cabeça e pescoço, porém, geram consequências negativas na cavidade oral que requerem um manejo diferenciado no momento do atendimento odontológico. Diante disso, este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre os cuidados que o cirurgião-dentista deve ter na abordagem na terapia endodôntica de pacientes submetidos ao tratamento oncológico. Foram selecionados 30 artigos publicados nas bases de dados virtuais Scielo, PubMed e Wiley. O critério de inclusão atende sua relevância contextual, sendo excluídos artigos anteriores ao ano de 2000 e de outras línguas que não fossem portuguesa, inglesa e espanhola. A atenção ao tratamento endodôntico se inicia com uma profilaxia antibiótica anteriormente ao preparo biomecânico, bem como o planejamento do limite de instrumentação para que não haja trabalho nos tecidos periapicais. Após essa etapa, o profissional deve dar prioridade à clorexidina como solução irrigadora, realizar a odontometria com o auxílio de localizadores apicais para evitar necrose dos tecidos periapicais e selecionar a técnica de instrumentação que minimize o trauma e o acúmulo de debris no terço apical. Também, é necessário ser preciso no momento da adaptação do material obturador para evitar uma sobrextensão e escolher o cimento adequado.
Dessa forma, o planejamento do tratamento endodôntico de um paciente oncológico requer maior precisão para evitar que os efeitos colaterais da radioterapia e quimioterapia na cavidade oral se agravem.
PI0225 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação in vitro de cimento endodôntico à base de hidroxiapatita extraída de cascas de ovos quanto a infiltração apical
Campos MCNM, Lima SGF, Pinheiro SL, Rocha DGP, Bueno CES, Degasperi GR, Fontana CE
Odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O estudo avaliou a qualidade do selamento apical de uma proposta de cimento endodôntico à base de hidroxiapatita extraída de cascas de ovos. Trinta dentes uniradiculares tiveram suas coroas removidas e os canais instrumentos com lima WaveOne Gold Large associada a irrigação com hipoclorito de sódio 2,5%. Para obturação dos espécimes os dentes foram distribuídos de forma randomizada nos respectivos grupos: AHP - 10 dentes obturados com cone de guta percha e cimento AH-PLUS; HPO-10 dentes obturados com cone de guta percha e cimento à base de hidroxiapatita extraída de cascas de ovos; CONTR(-) - 5 dentes apenas instrumentados sem obturação e; CONTR(+) - 5 dentes instrumentados e obturados com cones de guta percha sem nenhum cimento. Após obturação e comprovação radiográfica da qualidade, os canais foram selados com cimento provisório e toda a extensão radicular, com exceção dos 2 mm apicais, foi vedada com esmalte de unha. No GCONTR(-) toda a extensão radicular foi selada com esmalte de unha. Os dentes foram armazenados em estufa a 37º C e 100% de umidade por dois dias e, posteriormente, submersos em azul de metileno 2% por 72 horas. A análise de infiltração apical foi realizada com o auxílio do microscópio operatório de forma linear em milímetros após clivagem das raízes em aumento de 12,5%. Após analise estatística dos dados (Shapirowilk e Mann- Whitney) não foi observada diferença significante entre os grupos experimentais ( p> 0.05).
A proposta de cimento endodôntico à base de hidroxiapatita extraída de cascas de ovos apresentou qualidade de selamento apical similar ao AHPLUS.
(Apoio: CNPq N° 119192)
PI0226 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação in vitro da infiltração apical de uma nova prosposta de cimento endodôntico associado a hidroxiapatita
Santos BA, Pilla MX, Pinheiro SL, Rocha DGP, Bueno CES, Degasperi GR, Fontana CE
Odontologia PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O estudo avaliou "in vitro" a qualidade do selamento apical de um cimento endodôntico associado à hidroxiapatita. Trinta dentes anteriores tiveram as coroas seccionadas totalizando 15 mm de comprimento. Os canais foram instrumentos com lima WaveOne Gold Large associada a irrigação com hipoclorito de sódio 2,5%. Os dentes foram randomizados nos grupos: GEND- obturação com cone de guta percha e cimento Endomethasone; GHX- obturação com cone de guta percha e cimento Endomethasone acrescido de 5% de hidroxiapatita; GCONTR(-) - 5 dentes apenas instrumentados sem obturação e; GCONTR(+) - 5 dentes instrumentados e obturados com cones de guta percha sem nenhum cimento. Após a obturação, a qualidade da mesma foi observada radiograficamente. Os canais foram selados com cimento provisório e toda a extensão radicular, com exceção dos 2 mm apicais, foi vedada com esmalte de unha. No GCONTR(-) toda a extensão radicular foi selada com esmalte de unha. Os dentes foram armazenados em estufa a 37º C e 100% de umidade por dois dias e, posteriormente, submersos em azul de metileno 2% por 72 horas. A análise de infiltração apical foi realizada com o auxílio do microscópio operatório de forma linear em milímetros após clivagem das raízes em aumento de 12,5%. Após análise estatística dos dados (Kolmogorov-Smirnov e Mann- Whitney) não foi observada diferença significante entre os grupos experimentais ( p> 0.05).
Através da metodologia aplicada foi possível observar que o acréscimo de hidroxiapatita ao cimento endodôntico Endomethasone não influenciou na sua capacidade de selamento apical.
(Apoio: FAPIC/Reitoria PUC)
PI0227 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Efeitos de materiais biocerâmicos na resistência à fratura de dentes com reabsorção radicular por substituição e na osteoclastogênese
Freitas GAN, Souza GL, Ribeiro MTH, Lemus NXA, Soares CJ, Moura CCG
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O presente estudo avaliou o efeito do Biodentine (BD), Bio-C repair (BCR) e plug apical de MTA na resistência à fratura de dentes permanentes imaturos com reabsorção radicular por substituição (RRS) e na osteoclastogênese induzida in vitro. Sessenta incisivos bovinos foram preparados para simular dentes imaturos com RRS e divididos em 5 grupos (n=12): BD e BCR, completamente obturados com os respectivos materiais; MTA, plug apical de MTA + obturação com guta percha e Bio-C sealer; RRS, canal vazio; LP, ligamento periodontal normal e canal vazio. A resistência à fratura foi avaliada após ciclagem mecânica por teste de compressão na máquina de teste universal Instron. Os efeitos dos extratos dos materiais na osteoclastogênese induzida por fator nuclear kappa-Β ligante (RANKL) em macrófagos RAW264.7 foram analisados por fosfatase ácida resistente a tartarato (TRAP). Os dados foram analisados por ANOVA de fator único e teste de Tukey (α=0.05). O padrão de fratura foi avaliado de acordo com o posicionamento radicular. Todas as fraturas envolveram os terços cervical e médio das raízes. Nenhuma diferença significante quanto à resistência foi observada entre os grupos (P>0.05). Todos materiais inibiram similarmente a osteoclastogênese (P>0.05), exceto BCR, o qual apresentou menor porcentagem de osteoclastos que o MTA (p<0.0001).
A presença de RRS não afetou a resistência à fratura dos dentes imaturos e os materiais testados não fortaleceram as raízes imaturas. Todos os materiais inibiram a osteoclastogêse, sendo que BD e MTA apresentam comportamento similar entre si.
(Apoio: CAPES N° 001 | FAPEMIG N° APQ-02660-21 | CNPq | CAPES N° 001 | FAPEMIG N° APQ-02660-21 | CNPq)
PI0228 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Avaliação da qualidade do preparo endodôntico realizado com instrumentos manuais e rotatórios em dentes decíduos
Moratto BMN, Paiva SAF, Pires KAS, Machado MHB, Navarro RS, Rosa CS, Costa ALF, Araki AT
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O sucesso no tratamento endodôntico depende da adequada conicidade do conduto para correta sanificação. As limas de Ni-Ti em comparação às de aço inoxidável promovem conicidade superior, são mais flexíveis e seguem o trajeto original dos canais. O objetivo deste estudo foi avaliar a qualidade da instrumentação de molares decíduos artificiais com diferentes instrumentos e técnicas. Vinte molares decíduos de acrílico (Like Real®, Likereal Impressões 3D) foram divididos nos grupos (n= 10): G1: Instrumentação com limas Easy Prodesign M (Ni-Ti) movimentos rotatórios manuais; G2: limas Easy ProDesign Logic (Ni-Ti) (M-wire- memória controlada) movimentos rotatórios mecanizados. A modelagem dos canais foi analisada pela tomografia Cone-Bean (TCB) com o software DICOM, pela conicidade do diâmetro das raízes mesio-vestibular, disto-vestibular e palatina, além de pontos nos terços cervical, médio e apical, antes (controle) e após instrumentação. Os dados foram avaliados pelo teste Kruskal-Walis (p< 0,05). Os resultados da TCB mostraram que no desgaste cervical houve diferença significativa entre os controle e G1 (p< 0,05) e não houve diferença entre controle e G2 (p> 0,05). G2 apresentou menor desgaste cervical que G1 (p< 0,05), no desgaste apical houve diferença entre controle e G2 (p< 0,05) e não houve diferença entre controle e G1 (p> 0,05).
Pode-se concluir que a instrumentação com lima Easy ProDesign Logic no sistema mecanizado promove menos desgaste na cervical e melhor preparo apical que a lima Easy Prodesign M com movimentos manuais.
PI0229 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Influência de diferentes potências de agitação ultrassônica na resistência de união em canais achatados - análise por push-out
Bernardelli MLG, Raucci-Neto W, Louzada VG, Barbosa VM, Rached-Junior FJA, Barbosa AFS, Leoni GB
UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi avaliar a influência de diferentes potências da agitação ultrassônica durante irrigação final na resistência de união (RU) do material obturador à dentina radicular. Selecionou-se 30 pré-molares inferiores com raiz reta, comprimento mínimo de 17 mm e canais radiculares achatados verificado por tomografia. Os canais foram preparados com sistema reciprocante (R40) e distribuídos pela técnica de amostragem estratificada, em 3 grupos experimentais de acordo com o protocolo de irrigação complementar (n=10): irrigação ultrassônica passiva na potência de 10% (grupo PUI 10%) ou 30% (grupo PUI 30%) e um grupo controle com irrigação por pressão apical positiva (grupo PAP). Realizou-se a irrigação em 6 ciclos de 20s utilizando NaOCl 2,5% e EDTA. Foi feita a obturação pela técnica de condensação lateral com cone principal R40 e cimento AHPlus. Os dentes foram transversalmente seccionados em slices de 1,5 mm de espessura. Um slice de cada terço foi selecionado para avaliar a RU por meio do teste de push-out e posterior análise do padrão de falhas por meio de estereomicroscópio. Em relação à RU, no terço cervical os valores encontrados no grupo PUI 30% foram maiores, no médio, apresentaram semelhança estatística e no apical não houve diferença. Observou-se um maior percentual de falha coesiva no grupo PUI 30% e PUI 10% em todos os terços, já no grupo PAP, a falha mista foi vista com maior frequência.
Concluiu-se que a PUI aumenta os valores de RU e falhas coesivas, o aumento da potência pode ainda aumentar a adesividade, especialmente no terço cervical.
(Apoio: CNPq)
PI0230 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
O preparo em canais de mesiais de molares inferiores após o uso de sistemas automatizados
Moraes LGN, Ronquete V, Goulart PASR, Alves FRF, Coutinho TMC, Lopes RT, Janiques ACSL, Marceliano-Alves MFV
Odontologia UNIVERSIDADE IGUACU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O estudo visa comparar o preparo de canais radiculares dos instrumentos WaveOne Gold (Dentsply Sirona, Ballaigues, Suíça) e TruNatomy (Dentsply Sirona, Ballaigues, Suíça) em canais mesiais de molares inferiores, valendo-se da microtomografia computadorizada (microCT). Foram selecionadas 20 raízes mesiais classe IV de Vertucci de molares inferiores extraídos, escaneados usando em microCT antes e após o preparo dos canais com os dois sistemas automatizados. Ambos os sistemas foram acionados na mesma raiz, mas alternando os canais mesiais de raiz para raiz. Foram avaliados o percentual e a localização das paredes não preparadas a 10 e 4 mm do ápice, utilizando micro-CT, remanescente de dentina pericervical após o uso dos instrumentos testados. Os resultados mostraram diferença significante para áreas não preparadas ao nível de 10 mm (p<0,01). O Sistema TruNatomy deixou uma quantidade significativamente maior de áreas não preparadas do que o WaveOne Gold nessa região. A quantidade de áreas não preparadas foi cerca de 22,41 ± 4,07% e 12,21 ± 4,05% para TruNatomy e 16,87 ± 4,42% 12,82 ± 6,02% para WaveOne Gold, considerando o canal total (10 mm) e o apical 4 mm, respectivamente.
Em conclusão, quando usado em canais curvos com características anatômicas semelhantes, o sistema TruNatomy apresenta maior quantidade de áreas não preparadas em comparação com WaveOne Gold, fato este que parece estar relacionado com o diâmetro final mais delgado do preparo.
(Apoio: FAPERJ N° E-26/202.729/2019)
PI0231 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Análise da biocompatibilidade, maturação colágena, e biomineralização de novas formulações de materiais reparadores biocerâmicos
Arantes LC, Reis-Prado AH, Oliveira SC, Fonseca FO, Tavares WLF, Mesquita RA, Bueno CRE, Benetti F
Odontologia Restauradora UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a biocompatibilidade, maturação das fibras colágenas e capacidade de biomineralização de novas formulações de materiais reparadores, CIMMO HP e Bio-C Repair Íon, comparados ao MTA Angelus (MTA-Ang) branco. Tubos de polietileno preenchidos com materiais, ou vazios (controle) foram implantados, aleatoriamente, no dorso de 32 camundongos BALB/c (2 tubos/animal). Após 7 e 30 dias (n = 8), os animais foram eutanasiados, os tubos removidos com o tecido circundante, e processados para análises em hematoxilina-eosina (inflamação), picrosírius red (maturação colágena), e von Kossa (VK) e luz polarizada (LP) (ambos para biomineralização). Os dados foram submetidos a testes estatísticos adequados (p<0,05). Aos 7 dias, houve inflamação moderada à severa no grupo CIMMO HP, e moderada nos demais grupos, sem diferença significativa entre eles (p>0,05); a cápsula fibrosa foi espessa em todos os espécimes, e houve mais fibras colágenas imaturas nos grupos controle e CIMMO HP (p<0,05). Aos 30 dias, CIMMO HP teve inflamação leve à moderada, e os demais, leve, ainda sem diferença significativa (p>0,05); a cápsula fibrosa foi fina para a maior parte dos espécimes do CIMMO HP, e para todos os espécimes dos demais grupos; houve mais fibras colágenas maduras em todos os grupos (p>0,05). Todos os materiais apresentaram positividade para VK e birrefringência sob LP, em ambos períodos de análise.
Conclui-se que CIMMO HP e Bio-C Repair Íon foram biocompatíveis e promoveram a biomineralização, similar ao MTA-Ang; a maturação colágena torna-se similar em período tardio.
(Apoio: CAPES N° 88887.489995/2020-00)
PI0232 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Aspectos morfológicos das raízes distais de primeiros molares inferiores: estudo em microtomografia computadorizada
Santos DL, Ronquete V, Goulart PASR, Coutinho TMC, Alves F, Lopes RT, Marceliano-Alves MFV
UNIVERSIDADE IGUACU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo foi a avaliação da morfologia de 100 raízes distais de primeiros molares inferiores escaneadas em microtomografia, para caracterizar: Tipo de Vertucci, comprimento da raiz da junção cemento-esmalte até o forame, forma da embocadura dos canais, canais acessórios e foraminas a 4 mm do ápice, diâmetro do canal no forame e a 1 e 4 mm deste. Volume, área de superfície e structure model index (SMI) também, foram avaliados. Encoutrou-se 57% de canais Tipo I de Vertucci, seguido pelo tipo V (27%). A forma mais prevalente das embocaduras foi a G (42%) e F (24%). A seção transversal 1 mm do ápice foi oval (49%), seguida pela circular (38%). O comprimento da raiz foi 23,06 mm (20,61 a 25,02 mm). O maior e menor diâmetros do forame foi 0,32 e 0,53 mm e 0,68-1,57 mm e de 0,37-0,79 mm a 1 a 4 mm do forame para o menor e maior diâmetros. Verificou-se canais acessórios em 15% no terço médio e 24% apical; e deltas apicais em 16%. Cerca de 76% dos forames foram para-apicais. O volume, área de superfície e SMI foram 7, 84 ± 3,14 mm3; 68,87 ± 24,41 mm2 e, 1,52 ± 0,72, respectivamente.
A morfologia interna de raízes distais de primeiros molares inferiores é complexa e pode apresentar variações. Tais dados podem servir de subsídio para o adequado tratamento clínico.
(Apoio: FAPERJ N° E-26/202.729/2019)
PI0233 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica
Apresentação: 09/09 - Horário: 13h00 às 17h30 - Sala: Área dos Painéis
Análise tomográfica por feixe cônico da relação entre a cortical do seio maxilar e os primeiros molares superiores na senilidade
Sales MAT, Nascimento SSF, Ronquete V, Marceliano-Alves MFV, Amoroso-Silva PA, Goulart PASR, Marques FV, Coutinho TMC
Odontologia UNIVERSIDADE IGUACU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo foi avaliar a relação anatômica entre a cortical do assoalho do seio maxilar e os ápices radiculares de molares superiores em diferentes faixas etárias. Foram selecionadas tomografias computadorizadas por feixe cônico (TCFC) de maxila completa, com no mínimo um dente na região posterior. A partir dos cortes sagitais, foi realizada a mensuração linear entre a região mais apical da raiz e a porção externa da cortical do seio maxilar, considerando faixa etária (Jovens, Adultos e Idosos), com ou sem diferenciação de gênero. O grupo jovem foi excluído devido a amostra reduzida obtido. O grupo adulto revelou significância nas raízes MV do dente 17 e 27 (p = 0,03). No de idosos, foram encontradas diferenças entre as raízes MV x P (p = 0,03) e DV x raiz P (p = 0,03) do dente 26. Na comparação entre os grupos de adultos e idosos revelou diferença significativa para raiz MV do dente 26 (p = 0,03). Quando a variante gênero foi aplicada, as distâncias das raízes MV e DV feminina do grupo idoso do dente #16 revelaram diferenças (p = 0,01).
Conclui-se que a idade do indivíduo pode ser uma variável na anatomia da distância dos ápices e seio maxilar, o que pode contribuir no planejamento da terapia endodôntica e ainda minimizando as complicações odontogênicas.
(Apoio: FAPERJ N° E-26/202.729/2019)
