RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 841 a 850


PN1342 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 27

Necrose pulpar em dentes hígidos de indivíduos com anemia falciforme: existe presença de bactérias?
Costa CPS, Alves MS, Valois EM, Lima-Neto LG, Monteiro Neto V, Souza SFC
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a presença de bactérias em dentes permanentes hígidos com necrose pulpar (NP) em indivíduos com anemia falciforme (AF) por meio de parâmetros clínicos, imagenológicos e microbiológicos. Trata-se de um estudo transversal aninhado a uma coorte (Journal of Endodontics, 2013, 39, 177). Foram selecionados dez pacientes com pelo menos um dente com coroa intacta e NP diagnosticada por meio da oximetria pulpar e do teste térmico de sensibilidade ao frio (n=27 dentes). Alterações na câmara pulpar, raiz e ligamento periodontal foram identificadas na análise tomográfica. A cultura bacteriana e a reação em cadeia da polimerase em tempo real foram empregadas para identificar a presença de bactérias nos canais radiculares. As amostras foram coletadas imediatamente após o acesso à câmara pulpar. O microbioma foi analisado com um sequenciador MiSeq. O diagnóstico de NP foi confirmado clinicamente em 82% (22/27) dos dentes. A quantidade de carga bacteriana identificada foi inferior a 100 cópias/μL em 23% (5/22) dos dentes. Foram identificadas 13 espécies bacterianas comumente encontradas no trato intestinal, infecção urogenital, septicemia e endocardite infecciosa. Apenas uma dessas espécies, Granulicatella adiacens, faz parte da microbiota de infecções endodônticas primárias.
Conclui-se que as análises clínicas, imagenológicas e microbiológicas prospectivas sugerem que a NP em dentes permanentes hígidos de indivíduos com AF não é causada pela presença de bactérias.
(Apoio: FAPs - FAPEMA  N° 00666/14)
PN1346 - Painel Efetivo
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 27

Desenvolvimento e validação de uma escala brasileira de conhecimento de dentistas sobre doping esportivo
Rabello TB, Jural LA, Soares TRC, Coqueiro RS, Pithon MM, Maia LC
Clínica Odontológica - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi desenvolver e validar a Brazilian Knowledge Scale about Sports Doping in Dentistry (BKSSDD). Baseada na listagem de substâncias de uso proibido por atletas segundo a Agência Mundial Antidoping, uma escala com 12 medicamentos de uso odontológico foi construída, cujo score varia entre 0-12. A escala teve suas propriedades analisadas em um estudo piloto, avaliando-se: efeitos floor e ceiling; validade convergente (VC) e discriminante (VD) e confiabilidade por meio da consistência interna (teste-reteste). Além disso, coletou-se a autoavaliação do conhecimento dos dentistas sobre doping, variando entre 1 e 5. Foram incluídos 135 dentistas com idade média de 37,9 anos, sendo o reteste aplicado a 50 deles. Dentre os participantes, 23,7% obtiveram 0 pontos na BKSSDD, caracterizando a presença de efeito floor. A VC apresentou correlação positiva e forte (rspearman = 0,57; p < 0,001) entre o escore BKSSDD e autoconhecimento sobre doping. A VD mostrou diferença significativa no escore da BKSSDD entre dentistas que realizam cirurgias com maior frequência (p=0,0018). O alfa de Cronbach para a escala total foi de 0,89. Os coeficientes de correlação entre os itens e o escore total variaram de 0,47 a 0,72. Os escores BKSSDD para o teste e o reteste foram 4,30 (DP = 3,08) e 4,80 (DP = 2,84), respectivamente, e o CCI foi 0,75 (p < 0,001; IC95%: 0,56 - 0,86).
Os resultados mostram que a BKSSDD é válida para a avaliação do conhecimento de dentistas brasileiros sobre doping esportivo e que, neste estudo, os profissionais apresentaram baixo domínio sobre o assunto.
(Apoio: CNPq  N° 147858/2020-8  |  CNPq  N° 309800/2019-6  |  CNPq  N° 310225/2020-5)
PN1348 - Painel Efetivo
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 27

Eritrosina como fotossensibilizador para terapia fotodinâmica antimicrobiana com diodos emissores de luz azul
Gonçalves MLL, Santos EM, Prates RA, Horliana ACRT, Motta LJ, Mesquita Ferrari RA, Fernandes KPS, Bussadori SK
Odontologia - UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo tem o objetivo de testar a absorbância de uma nova composição de eritrosina, seu pH, viabilidade celular e potencial contra Candida albicans quando irradiada com diodo emissor de luz (LED) azul. Para os testes de pH e absorbância, a eritrosina foi preparada na concentração de 0,03/ml. As células da cepa L929 foram cultivadas e o ensaio alamarBlue® foi realizado para avaliar a viabilidade celular. Para a execução do ensaio microbiológico, foi selecionada a cepa de C. albicans ATCC 90028. As suspensões de levedura foram divididas nos seguintes grupos: controle sem irradiação ou fotossensibilizador, grupo irradiado sem fotossensibilizador, grupo fotossensibilizador sem irradiação e grupos que receberam fotossensibilizador e irradiação, chamados grupos aPDT. A eritrosina não teve alterações significativas no pH ou na absorbância (400nm) após a irradiação com um LED azul. Em se tratando da viabilidade celular, no primeiro dia, o grupo que entrou em contato com o corante e irradiado com o LED em potência mínima foi o que apresentou maior proliferação celular. No dia 3, ambos os grupos irradiados (máxima e mínima potência) apresentaram a maior proliferação celular. No ensaio microbiológico com C. albicans, os grupos aPDT passaram a apresentar redução microbiana após 60 e 90 s de irradiação e quando irradiados por 120 s, foram encontrados 6 logs de redução microbiana.
A eritrosina em questão é um fotossensibilizador em potencial, com estabilidade de pH, absorbância de luz azul, viabilidade celular e eficácia contra C. albicans.
PN1349 - Painel Efetivo
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 27

Inibição da enzima epóxi hidrolase solúvel regula a cascata inflamatória, inibindo a quimiotaxia e ativação celular na dor orofacial
Abdalla HB, Teixeira JM, Silva CAT, Hammock BD, Napimoga MH, Clemente-Napimoga JT
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto da inibição da enzima epóxi hidrolase solúvel (sEH) na regulação da inflamação como um processo dinâmico e resolutivo em modelo de dor orofacial. Para isto, ratos machos Wistar foram utilizados. O efeito analgésico do inibidor da sEH foi avaliado pelo teste de comportamento nociceptivo através da injeção de formalina 1,5% na articulação temporomandibular (ATM). Ao final da análise comportamental, amostras do tecido periarticular foram coletadas para ELISA, Western Blotting, e análise histológica. Nossos resultados demonstraram que a inibição da sEH induziu, de forma dose-dependente, efeito analgésico na ATM de ratos (P<0.05). Histologicamente, a inibição da sEH reduziu o influxo de células inflamatórias e impediu a degranulação de mastócitos (lâminas coradas com H&E e azul de toluidina, respectivamente) (P<0.05). Ainda, corroborando os dados histológicos, os níveis de LTB4, PGE2, CXCL1/CINC-1 estão reduzidos no grupo tratado com o inibidor da sEH (P<0.05), bem como os níveis de citocinas inflamatórias TNF-α, IL-1β, IL-6, IL-12 (P<0.05). Por fim, a expressão da iNOS e os níveis de MCP1/CCL2 estão reduzidos no grupo tratado com o inibidor da sEH, e por outro lado, a expressão de MRC1/CD206 e os níveis de IL-10 estão significativamente aumentos (P<0.05).
Em conclusão, a inibição da enzima sEH induz efeito analgésico na ATM em modelo de dor orofacial. Em acréscimo, a inibição da sEH regula os mediadores bioquímicos da cascata inflamatória, alterando o perfil da resposta inflamatória, conduzindo-a para sua resolução.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/04276-7)
PN1377 - Painel Efetivo
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 17

Desenvolvimento de partículas de ortofosfato de cálcio funcionalizadas para aplicação em compósitos restauradores remineralizantes
Fronza BM, Silva RAA, Vela BF, Braga RR
Odontologia - SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi desenvolver partículas de ortofosfato de cálcio (CaP) funcionalizadas para utilização como fonte de íons cálcio em compósitos resinosos. Partículas de CaP foram sintetizadas por precipitação com ou sem a adição de metacriloxietil fosfato (MOEP) e caracterizadas. Compósitos com conteúdo inorgânico de 50 vol% e diferentes relações CaP:vidro (100:0, 75:25, 50:50, 25:75 e 0:100). Os materiais foram testados quanto ao grau de conversão (GC), resistência à flexão biaxial (RFB) e módulo de elasticidade (ME). Os dados foram analisados por ANOVA e Tukey (alfa: 0,05) e análise de regressão. A análise elementar das partículas confirmou a funcionalização pela adição MOEP. Não houve diferença para GC entre os grupos (p>0,05). A incorporação de CaP, funcionalizado ou não, resultou em redução da RFB (p<0,05). Entretanto, a análise de regressão revelou um menor coeficiente angular para os compósitos contendo partículas funcionalizadas, sugerindo uma menor redução da RFB na presença do funcionalizante (CaP r=0,8; MOEP r=0,9). Para materiais sem partículas de vidro (100:0), partículas com MOEP demonstraram valores de RFB superiores (p<0,05). O ME foi inferior para CaP:vidro 100:0 em relação aos outros materiais (p<0,05).
Assim, pode-se concluir que a incorporação das partículas de CaP, com ou sem funcionalização, reduziu a RFB. Entretanto, este efeito foi menos expressivo para partículas funcionalizadas com MOEP.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2019/01701-9)
PN1378 - Painel Efetivo
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 17

Influence of different surface finishing protocols on the wear behavior of a glass-ceramic
Weber KR, Satpathy M, Salazar Marocho SM, Griggs JA, Borba M
UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

This study aims to evaluate the effect of different finishing protocols on the wear behavior of a lithium disilicate glass-ceramic (LD). Specimens were produced from LD prefabricated CAD-CAM blocks and divided into three groups, according to the surface treatment (n = 8): (C) control; (P) polishing; (G) glaze. LD specimens were adhesively cemented over a dentin analog substrate and subjected to wear test using a dual- axis chewing simulator. A 49 N load was applied in the axial direction combined with a lateral movement (1-mm path) using a LD spherical piston for a total of 106 cycles. Qualitative analysis of the wear surface was performed using an optical microscope. Quantitative analysis in regards to surface roughness (Pa) and volume loss (V) was performed using a confocal microscope and a 3D-image editing software, respectively. Pa and V data were analyzed using Friedman's non-parametric statistical test for repeated measures and the Student-Newman-Keuls test (α = 0.05). There were statistical differences for Pa and V of LD specimens in the different experimental conditions (p˂0.001). C and P showed similar Pa and V values for all testing times. G had greater wear volume after 103, 104 and 105 cycles. Yet, after 106 cycles, Pa and V were similar among groups. For the piston, Pa was similar over time and among groups.
A distinct wear behavior was found over time for glazed glass-ceramic specimens in comparison to control and polished specimens. Yet, at the end of the oral wear simulation, the surface roughness and volume loss was similar for the different finishing protocols.
(Apoio: CAPES  N° 001  |  NIH   N° DE024333)
PN1444 - Painel Efetivo
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 21

Desenvolvimento de um modelo experimental para avaliação in vitro da biocompatibilidade de sistemas adesivos dentinários
Caldas IP, Scelza MFZ, Leão MP, Silva EM, Lourenço ES, Nascimento JCM, Alves GG
Odontoclínica (moc) - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo teve como objetivo avaliar in vitro a citotoxicidade de quatro adesivos dentinários, dois convencionais (Adper Scothbond, Optibond) e dois autocondicionantes (Clearfill SE Bond e Single Bond Universal), em culturas de fibroblastos pulpares humanos. Foram utilizadas duas diferentes metodologias para exposição do material às células: a barreira dentinária, utilizando discos de dentina humana de 500μm simulando cavidade profunda e a técnica com exposição direta dos extratos ao meio de cultura, conforme ISO 10993-5. Para analisar os resultados de viabilidade celular, foi escolhido o teste XTT. Os grupos experimentais foram comparados por meio de análise de variância não paramétrica, com teste de Kruskal-Wallis, seguido de pós-teste de Dunn. Os adesivos convencionais e autocondicionante foram citotóxicos, pois induziram a viabilidade inferior a 70% em relação ao grupo controle no teste com exposição aos extratos. No teste com barreira dentinária, a viabilidade celular foi maior com Clearfill SE Bond, enquanto os demais adesivos mantiveram seus efeitos citotóxicos.
A dentina humana, utilizada no teste de barreira dentinária, funcionou como um obstáculo que impedia a difusão das substâncias para a polpa, diminuindo a citotoxicidade dos materiais restauradores dentais. O teste de barreira dentinária é um método in vitro apropriado para verificar a citotoxicidade de materiais restauradores dentários, uma vez que simula com mais precisão a condição clínica.
PN1473 - Painel Efetivo
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 23

Avaliação da carga utilizada para cimentação na espessura da camada de cimento resinoso e na adesão entre cerâmica e dentina
Amaral M, Leite LSS, Santos GC, Baroudi K, Silva-Concilio LR
Odontologia - UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar o efeito da carga para cimentação na espessura da camada de cimento resinoso e na resistência adesiva entre dentina coronária e a cerâmica de dissilicato de lítio. Blocos de dissilicato de lítio foram cimentados sobre a dentina de molares humanos, utilizando uma carga de 500 g, 1000 g ou 3000 g (n=8). Os conjuntos foram seccionados em amostras com área adesiva de 1 mm2. A espessura de cimento foi ferida em todas as amostras por estéreo microscopia. Metade das amostras foi testada em microtração e a outra metade foi armazenada e testada após 140 dias. Não ouve diferença estatística na espessura da camada de cimentação, nem na resistência adesiva. Porém a armazenagem afetou a resistência adesiva. Ouve correlação fraca entre a espessura da linha de cimentação e resistência adesiva.
A carga utilizada para cimentação não afetou a espessura da linha de cimento, tampouco a resistência adesiva.
(Apoio: FAPs - Auxílio Pesquisa Regular  N° 2019/20801-4)
PN1491 - Painel Efetivo
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 24

Efeito de diferentes protocolos de aquecimento de sistemas adesivos sobre a resistência de união da interface adesiva
Matuda LSA, Marostica-Junior MR, Prado RL, Tsutsumi MSC, Queiroz ME, Santos PH
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O propósito deste estudo foi avaliar a influência do tratamento da dentina com extrato de jabuticaba rico em proantocianidina (PA) e de diferentes temperaturas para volatilização de solventes de sistema adesivo universal sobre a resistência de união (RU) da interface adesiva em modelos de camada híbrida. terceiros molares humanos, divididos de acordo com o tratamento de dentina (aplicação de PA e controle- C - sem aplicação) e temperatura de volatilização do sistema adesivo (±23C; ±40C). Para o teste de RU, 24 terceiros molares humanos tiveram suas superfícies oclusais expostas sendo então divididos em 4 grupos. Nos grupos onde a PA foi aplicada, a mesma ficou em contato com a dentina por 1 min e enxaguada com água destilada. Single Bond Universal (SB) foi aplicado na técnica de condicionamento ácido total, de acordo com o grupo em questão. Os dentes foram seccionados para obtenção de palitos e submetidos ao teste de RU. Em todas as análises, os dentes foram divididos em 4 grupos experimentais, de acordo com a aplicação ou não do extrato e temperatura de evaporação do solvente. Os dados de RU foram tabulados e foram analisados pelo teste Shapiro- Wilk. Maiores valores de RU foram observados após o tratamento da dentina com PA (p=0,006) e após o uso de volatilização a 40 de SB (p<0,001) quando analisados isoladamente. Entretanto, as interações dos fatores tratamento da dentina & temperatura (p=0,376) não foram significativas.
Maiores valores de RU foram observados quando o sistema adesivo universal foi aplicado em dentina tratada com PA e após volatilização a 40.
PI0005 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 12

Relação do posicionamento da língula e forame da mandíbula em adolescentes: Estudo piloto realizado com imagens de TCFC
Veiga RSAM, Ocampo TSC, Passos PF, Souza IPR, Primo LG, Guedes FR, Visconti MA
Odontologia Preventiva e Comunitária - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Tentando reduzir injúrias ao nervo alveolar inferior durante o bloqueio anestésico, o objetivo foi avaliar a posição da língula e do forame da mandíbula, em adolescentes com dentições mista e permanente, por Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC). Dez exames foram analisados bilateralmente. Nas reconstruções sagitais determinou-se a posição da língula em relação ao ramo, à incisura e à base da mandíbula. O ângulo goníaco (GO) foi classificado em alto (>125°) ou baixo (<125°). Obteve-se as alturas da língula em relação ao forame e ao plano oclusal; e a altura entre o forame e o plano oclusal. Em 80% dos pacientes com dentição mista o forame situava-se abaixo do plano oclusal, já na dentição permanente 60%. A altura da língula em relação ao plano oclusal foi maior em meninos na dentição mista, e em meninas na permanente. Já em relação ao forame, a altura foi maior em meninas na dentição mista, e sem diferenças entre os gêneros na permanente. As médias das distâncias às bordas do ramo foram maiores na dentição permanente. As alturas entre língula, forame e plano oclusal, foram proporcionais nas dentições. Pacientes em dentição permanente apresentam maior assimetria (45% com discrepância maior que 2mm). A maior variação foi para a distância entre língula e borda inferior do ramo. A média GO foi maior na dentição mista (128,7º).
A língula e o forame da mandíbula deslocam-se de forma coincidente, e em relação ao plano oclusal, no sentido vertical, durante a adolescência, devendo o clínico estar atento às variações anatômicas durante o manejo do paciente em fase de crescimento.