RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 851 a 860


PI0007 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 12

Análise antropométrica da mandíbula utilizando tomografia computadorizada como determinante do dimorfismo sexual
Canuto VSR, Jesus JOM, Alves-Junior SM, Ayres L, Tuji FM
Odontologia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O processo de identificação humana na área forense é fundamental em várias circunstâncias, destacando-se os acidentes e tragédias em massa. A odontologia legal desempenha um papel importante nesse meio, com o uso de modernas tecnologias como a tomografia computadorizada de feixe cônico para a investigação de parâmetros determinantes na identificação do sexo. O presente artigo teve como objetivo analisar se é possível identificar o sexo dos pacientes a partir da mandíbula, analisando padrões morfológicos e morfométricos predominantes no sexo masculino e feminino. Esta pesquisa utilizou uma amostra de 100 tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC) sendo 50 masculinas e 50 femininas. As TCFC foram analisadas no software RadiAnt DICOM® na ferramenta 3D, visualizando três padrões morfológicos e nove padrões morfométricos. Com resultados de quase 100% de acurácia, esse estudo revela que é possível a identificação do dimorfismo sexual através de mandíbulas. Os padrões morfológicos formato do queixo, marcação do músculo e reflexo gonial revelaram um dimorfismo sexual acentuado. As análises morfométricas da mandíbula aferidas em diferentes locais e suas combinações revelaram resultados satisfatórios e podem ser usados na identificação do dimorfismo sexual.
Dessa maneira, os resultados deste trabalho obtidos em uma amostra brasileira poderão ser uma ferramenta útil na prática pericial em diagnósticos e reconhecimentos do sexo do indivíduo na área forense.
(Apoio: CNPq  N° PR32912019)
PI0010 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 12

Avaliação da adesão aos protocolos de biossegurança em Radiologia Odontológica frente à pandemia da COVID-19 por meio do instrumento QICOR
Santos RC, Araújo LS, Oliveira MLB, Pigatti FM, Carvalho PHB, Junqueira RB, Costa ED, Verner FS
Odontologia Restauradora - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar a adesão de profissionais e estudantes de Odontologia ao controle de infecção em Radiologia Odontológica frente à pandemia da COVID-19. Foram incluídos indivíduos que estivessem realizando exames radiográficos intrabucais durante a pandemia. Foi utilizado o Questionário de Controle de Infecção em Radiologia Oral (QICOR), aplicado virtualmente. Foram recrutados participantes de todos os continentes. Os dados foram analisados a 5%. Foram identificadas 583 respostas válidas, sendo 391 de participantes do gênero feminino, 191 do masculino, e 1 de outro gênero. A média de idade foi de 33,54 anos. 68,61% da amostra era do continente americano, 19,04% do europeu, e 12,35% do asiático. A mediana foi de 98 pontos, e indivíduos com pontuação abaixo da mediana foram considerados com baixa adesão aos protocolos de biossegurança em Radiologia Odontológica. No continente americano, 58,25% da amostra ficou abaixo da mediana. Já nos continentes asiáticos e europeu, os percentuais foram de 30,55% e 30,63%. Os estudantes de Odontologia (60,10%) apresentaram-se menos adeptos aos protocolos de biossegurança do que os Cirurgiões-Dentistas (44,61%). A presença de comorbidades não interferiu nos resultados.
Conclui-se que, mesmo mediante à pandemia da COVID-19, é baixa a adesão aos protocolos de biossegurança em Radiologia Odontológica. Sugere-se que os resultados auxiliem na conscientização de estudantes e profissionais, uma vez que procedimentos de Radiologia Odontológica apresentam potencial de transmissão do Sars-CoV-2.
(Apoio: VIC/UFJF  N° 48103)
PI0011 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 12

Associação dos sinais radiográficos da proximidade do terceiro molar com o canal mandibular: uma análise em radiografias panorâmicas
Pinheiro TFFB, Lacerda-Santos JT, Granja GL, Santos JA, Melo DP, Dias-Ribeiro E
Odontologia - FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS - CAMPINA GRANDE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou avaliar a prevalência dos sinais radiográficos preditivos da proximidade entre os terceiros molares mandibulares e o canal mandibular, e associar estes sinais com a posição do 3M. Foi realizado um estudo transversal com 1.548 radiografias panorâmicas (2.712 dentes), sendo 974 (62,3%) do sexo feminino e 590 (37,7%) do masculino, com idade entre 18 a 71 anos, que apresentavam no mínimo um terceiro molar inferior com rizogênese completa adjacente a um segundo molar. As análises foram realizadas por dois examinadores treinados e calibrados (K = 0,949; K = 0,980). Os sinais radiográficos utilizados para analisar o contato do terceiro molar com o canal mandibular foram: escurecimento dos ápices radiculares; descontinuidade do canal mandibular; e desvio do canal mandibular. Foi realizada a estatística descritiva e o testes Qui-Quadrado de Pearson e Exato de Fisher, com correção de Bonferroni para comparação entre as proporções (p≤0,05). O sinal radiográfico mais prevalente foi o escurecimento dos ápices radiculares (n = 771; 49,3%). Foi observado associação significativa entre a posição do terceiro molar e sinal radiográfico de proximidade com o canal mandibular. O sinal escurecimento dos ápices radiculares foi associado as posições vertical e AI de Pell e Gregory (p = 0,001), o sinal descontinuidade do canal mandibular foi associado as posições horizontal e BII de Pell e Gregory com (p= 0,001).
Os resultados deste estudo sugerem que a posição do terceiro molar está associada ao sinal radiográfico preditivo da proximidade com o canal mandibular.
PI0013 - Painel Iniciante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 12

Correlação entre metodologias de análise da Dimensão Fractal em radiografias de mandíbula: resultados preliminares
Silva MEB, Santos HS, Corrêa LR, Badaró MM, Rabelo GD
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a correlação entre três metodologias de análise da Dimensão Fractal (DF) em radiografias de pacientes saudáveis. Radiografias periapicais digitais foram utilizadas para delinear áreas da mandíbula (anterior e posterior, direita e esquerda), por dois operadores calibrados, criando regiões de interesse (ROI) na porção trabecular. As imagens obtidas foram inseridas no software ImageJ, convertidas em 8 bits e a DF foi calculada pelo método de box counting por 3 metodologias: Fractal box count (DF.F) e BoneJ (DF.B), com imagens binárias, e FracLac (DF.L), com imagens em escala de cinza. Dados do histograma também foram acessados para os testes de correlação (Spearman). Um total de 228 ROIs foram avaliadas (n= 15 pacientes). O valor médio dos pixels foi de 123 (±44). O valor médio para DF.F foi de 2,74 (±0,22), de 2,39 (±0,12) para DF.B e de 1,94 (±0,10) para DF.L. O índice de correlação intraclasse foi de 0,99 para DF.F, de 0,54 para DF.B e de 0,89 para DF.L (p<0,00). Houve correlação forte e positiva entre DF.F e DF.L (p 0,00, r 0,75), e moderada e negativa entre DF.F e DF.B (p 0,00, r -0,53). DF.B foi correlacionada negativamente com a média de pixels na imagem (p 0,00, r -0,55) e o valor máximo dos pixels (p 0,00, r -0,56).
Conclui-se que as três metodologias de análise da DF são viáveis, porém, variações devem ser consideradas quando se optar por utilizar o plugin BoneJ. Houve correlação dos resultados da DF obtidos em imagens binárias pelo método mais comum e o método em escala de cinza, sugerindo que a análise em imagens sem o processo de binarização pode ser indicada.
PI0023 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 13

Avaliação do potencial genetóxico do clareamento dental em pacientes com diferentes faixas etárias: estudo clínico controlado
Coêlho APS, Damasceno MES, Freire RC, Rodrigues SGQ, Martins LM, Silva LM, Libório-Kimura TN, Pereira JV
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo clínico controlado avaliou o potencial genotóxico do clareamento dental de consultório em pacientes com diferentes faixas etárias. Vinte e três voluntários de ambos os sexos, foram divididos em dois grupos: G1 - pacientes com idade entre 14-18 anos e G2 - pacientes com idade entre 31-50 anos. Os pacientes foram submetidos a duas sessões de clareamento de consultório, com intervalo de 7 dias, com de peróxido de hidrogênio a 35%, durante 40 minutos. O tecido gengival foi isolado com barreira de proteção gengival. O teste de micronúcleos e as alterações celulares (cariólise, cariorrexis, picnose, células binucleadas, botão nuclear, e cromatina condensada) foram realizados a partir da contagem de 2000 células em três tempos: antes do procedimento clareador (T0), imediatamente após o fim do tratamento (T14) e 30 dias após o final do tratamento (T30). Os dados, entre os dois grupos em cada intervalo de tempo (T0, T14 e T30), foram avaliados com o teste de Mann-Whitney e entre cada grupo, nos diferentes intervalos de tempo, com o teste de Friedman. A contagem de micronúcleos não indicou potencial genotóxico nos grupos estudados (p>0,05), independente dos tempos analisados (p>0,05). Houve diferença significante para a presença de células binucleadas em pacientes do G1 (p=0,02) e entre os grupos no T30 (p=0,00).
O clareamento com peróxido de hidrogênio a 35% com o uso de barreira gengival não apresenta potencial genotóxico para o marcador micronúcleo. As células binucleadas foram mais frequentes em pacientes com idades entre 14 e 18 anos e 30 dias após o clareamento dental.
(Apoio: CNPq  N° 122213/2019-0)
PI0024 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 13

Ácido Ursólico Reduz Severidade da Osteonecrose dos Maxilares Induzida por Ácido Zoledrônico em Ratos
Coelho LMC, Carvalho LM, Barbosa JV, Sousa FB, Mesquita KC, Dantas TS, Silva PGB
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência do tratamento de Ácido Ursólico (AU) na severidade de Osteonecrose dos Maxilares (OM) induzida por Ácido Zoledrônico (AZ) em ratos. Foram utilizados 50 ratos machos Wistar divididos em um grupo controle negativo (GCN) (0,1ml/kg de solução salina estéril), um grupo controle positivo (GCP) (AZ, 0,20 mg/kg) e três grupos testes tratados com AZ 0,20 mg/kg e AU 10 (GTA10), 20 (GTA20) ou 40 (GTA40) mg/kg por gavagem a cada três dias do início do protocolo até a eutanásia. Após três administrações semanais consecutivas (dias 0, 7 e 14) do AZ (i.v.), foi realizada exodontia do 1° molar inferior esquerdo (dia 42), administração de dose adicional de AZ (dia 49) e eutanásia após 28 dias da exodontia (dia 70) . Um mês após a exodontia, ocorreu a eutanásia dos animais para obtenção de hemimandíbulas para análise radiográfica (área sugestiva de OM) e histológica (contagem de lacunas de osteócitos viáveis, osteoclastos apoptóticos e células inflamatórias polimorfonucleares e mononucleares). ANOVA/Bonferroni foi utilizado (p<0.05, GraphPad Prism 5.0). Radiograficamente houve redução da área sugestiva de OM nos animais tratados com AU (p=0,015) e a maior dose de AU reverteu o percentual de lacunas de osteócitos inviáveis (p=0,007). O tratamento com AU mostrou redução significante do número de células inflamatórias polimorfonucleares (p<0,001), percentual de osteclastos apoptóticos (p<0,001) e número de células inflamatórias mononucleares (p<0,001).
O tratamento com AU se mostra promissor na redução da severidade da OM induzida por AZ.
PI0027 - Painel Iniciante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 13

Prevalência de lesões em língua
Pasetto JJ, Batistella EA, Gondak R, Rivero ERC, Silva CAB
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi realizar um levantamento epidemiológico das lesões localizadas em língua diagnosticadas em um Laboratório de Patologia Bucal. O levantamento de dados foi feito através das fichas de biópsia e laudos histopatológicos das lesões no período entre 2006 e 2021. As lesões localizadas na língua corresponderam a 11,77% (n=505) de todos os casos diagnosticados no período. Estas foram mais frequentes na faixa etária entre 50 e 69 anos (41,38%) e apresentaram uma prevalência discretamente maior no sexo feminino (46,53%) do que no masculino (46,13%). Quanto a localização, a maior parte estava situada em bordo lateral (n=189, 37,42%), seguido por dorso (25,74%) e ápice lingual (17,82%). As lesões reativas foram as mais prevalentes (35,64%), depois as condições epiteliais potencialmente malignas (22,77%) e as neoplasias malignas (11,88%). A condição mais prevalente foi a hiperplasia fibrosa focal (11,08%), seguida do carcinoma epidermoide (10,89%), fibroma de células gigantes (8,91%), hiperceratose e acantose (6,73%) e papiloma escamoso oral (6,53%).
Conclui-se que as lesões na língua representaram uma parcela considerável de todas as lesões diagnosticadas pelo laboratório. Além disso, é importante que este sítio seja minuciosamente examinado, tendo em vista a alta prevalência de condições epiteliais potencialmente malignas e do carcinoma epidermoide, sendo fundamental o diagnóstico precoce destas lesões para a maior chance de cura e melhor prognóstico do paciente.
PI0030 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 11

Sobreposição tridimensional no palato de crianças submetidas a queiloplastia
Quagliato DR, Ambrosio ECP, Jorge PK, Rios D, Lourenço-Neto N, Cruvinel T, Machado MAAM, Oliveira TM
Odontopediatria - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O propósito foi analisar se sobreposição tridimensional pode quantificar características individuais dos arcos dentários em crianças com fissura labiopalatina unilateral submetidas a queiloplastia. Sessenta e um participantes foram divididos nos seguintes conjuntos amostrais, Grupo 1 (G1) participantes com fissura completa de lábio, Grupo 2, participantes com fissura de lábio e palato e Grupo 3 (G3) fissura labiopalatina. As moldagens dos arcos dentários foram realizadas 1 dia antes e 1 ano após a queiloplastia. Um scanner a laser 3D digitalizou os modelos dentários e por meio do software do sistema de estereofotogrametria foram realizadas as sobreposições tridimensionais. Grupos 1 e 2 são conjuntos amostrais correspondentes, pois a sobreposição foi realizada entre arcos dentários de um mesmo participante. Grupo 3 é um conjunto amostral não-correspondente, pois a sobreposição foi realizada entre participantes distintos. A sobreposição foi quantificada pelo cálculo do Root Mean Square (RMS) e apresentada em milímetros (mm). O teste de Kruskal-Wallis seguido do post-hoc de Dunn e teste de Mann-Whitney foram utilizados nas análises intergrupos (α=5%). RMS foi de 1.34 mm (± 0.37) em G1, 1.41 mm (± 0.32) em G2 e 3.38 mm (± 1.28) em G3 com diferença estatisticamente significante (p<0.0001). A comparação entre os gêneros não apresentou diferença estatisticamente significativa.
A sobreposição tridimensional é capaz de quantificar características individuais dos arcos dentários em crianças com fissura labiopalatina unilateral submetidas a queiloplastia.
(Apoio: FAPESP  N° 2017/02706-9  |  FAPESP  N° 2020/16727-0)
PI0031 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 11

Effects of maternal melatonin absence on offspring's craniofacial and dental development
Bortolança TJ, Calsa B, Camargo LS, Oliveira CA, Amaral FG, Santamaria-Jr M
Programa de Pós-graduação Em Ortodontia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO HERMÍNIO OMETTO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Accumulating evidence suggest that melatonin can influence the bone formation. The aim of this work was evaluated the effects of maternal melatonin absence during pregnancy and early lactation on craniofacial-dental complex development of offspring. The study was approved etic committee (#8074220415/CEUA-UNIFESP). Wistar female rats at 8 weeks of age were randomized into three groups: Sham (pregnant rats), Pinx (pinealectomized pregnant rats) and, PinxM (pinealectomized pregnant rats with melatonin replacement). After birth, 1 week-old pups were euthanized and the incisors were collected for RT-qPCR study and their heads was X-rayed. The results showed that the absence of maternal melatonin affects the craniofacial development of pups leads reducing measurement of facial length, facial height and, facial width. In addition, the area of upper incisors also reduced and the mRNA expression of Dentin matrix acidic phosphoprotein 1 were increased.
Thus, we suggested that melatonin during critical windows of development can adapt the craniofacial and dental growth.
(Apoio: CNPq  N° 155835/2020-3)
PI0032 - Painel Iniciante
Área: 1 - Biologia craniofacial

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 11

Reparo ósseo alveolar pós-exodontia de camundongos C57Bl/6J tratados com dexametasona e ácido zoledrônico
Barreto AJM, Parra da Silva RB, Roseno ACB, Carmo-Ribeiro KHA, Chaves-Neto AH, Biguetti CC, Conti LC, Matsumoto MA
Ciências Básicas - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou o efeito da dexametasona (DX) e ácido zoledrônico (ZL) no reparo alveolar de camundongos C57Bl/6J machos jovens por meio de análise histopatológica. Foram utilizados 40 animais com idades entre 8 a 10 semanas, submetidos à exodontia de incisivo superior direito e divididos em grupos de acordo com o tratamento: Grupo C - Controle, 0,05ml de soro fisiológico 0,9%, Grupo DX - 5mg/Kg (IP), Grupo ZL - 0,50mg/Kg e Grupo DX+ZL - 5mg/Kg de DX e 0,50mg/Kg de ZL (IP), administrados via intraperitoneal uma vez por semana por quatro semanas previamente à exodontias, continuando até os períodos de eutanásia, aos 7 e 30 dias pós-operatórios. A análise histopatológica revelou reparo alveolar sem intercorrências nos animais do grupo C. Os alvéolos do grupo DX apresentaram intenso infiltrado inflamatório e ausência de atividade osteogênica aos 7 dias, levando a um atraso no processo de reparo aos 30 dias. A administração do ZL resultou em atividade osteogênica evidente aos 7 dias, sendo que aos 30 dias os alvéolos já se encontravam preenchidos por trabéculas ósseas maduras. Chamou atenção o grupo DX+ZL, o qual exibiu aspecto histopatológico semelhante ao grupo C, sugerindo que o ZL atenuou os efeitos deletérios da DX neste processo.
Concluiu-se que a administração de DX e ZL exercem efeitos opostos durante o processo de reparo ósseo alveolar, porém, quando combinadas, não interferem de modo importante.
(Apoio: FAPESP  N° 2020/03723-7)