Efeito da caracterização superficial na rugosidade superficial de zircônias translúcidas
Silva JFG, Grangeiro MTV, Rossi NR, Bottino MA
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi avaliar a rugosidade superficial de zircônias de diferentes variações de translucidez após a sinterização e caracterização. Para isso, amostras de zircônias Katana de elevada translucidez (ML), super translucidez (STML) e ultra translucidez (UTML) (n=12) foram sinterizadas e limpas em banho ultrassônico. Em seguida, foi realizada a aplicação de uma camada de pigmentação e queima em forno, sendo finalizadas com aplicação de glaze e uma nova queima em forno. A seguir, a rugosidade superficial média (Ra) foi analisada através do rugosímetro de contato. Também foi realizada a avaliação morfológica através da microscopia eletrônica de varredura (MEV). Aos resultados foram estipuladas médias e desvio padrão, sendo analisados pela análise de variância ANOVA 1-fator e teste de Tukey 95% de significância. Segundo os resultados obtidos, houve diferença estatística entre a rugosidade média das superfícies das zircônias caracterizadas (p=0,025), sendo que as STML obtiveram os menores valores de rugosidade superficial média. Assim, foi possível concluir que a aplicação de pigmentação seguida de glaze promoveu uma menor rugosidade superficial para as zircônias translúcidas, especialmente para as de super translucidez. (Apoio: CAPES N° 88887475505/2020-00)PN0610 - Painel Aspirante
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6 - Prótese
Análise dos efeitos adversos de soluções de quitosana e de pastilha higienizadora de prótese na resina acrílica e liga de cobalto-cromo
Vinha TC, Curylofo PA, Raile PN, Macedo AP, Oliveira VC, Pagnano VO
Materiais Dentários - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivo deste estudo foi avaliar in vitro os efeitos adversos de soluções à base de quitosana e de pastilha efervescente nas superfícies da liga metálica de cobalto-cromo (Co-Cr) e da resina acrílica termopolimerizável (RA). A amostra foi composta por 80 espécimes circulares de Co-Cr ( 14 x 3mm), 40 de RA circulares ( 14 x 3mm) e 90 de RA retangulares (65 x 10 x 3,3 mm). Foram distribuídos em 4 grupos de imersão: Água destilada (C); Solução de quitosana 5 mg/mL (Q); Solução de quitosana nanoparticulada 3,8 mg/mL (QN) e Pastilha efervescente Nitradine (PE). Os espécimes foram imersos em C, Q, QN e PE, simulando 3 e 5 anos de uso, com imersões diárias de 15 minutos. Na liga de Co-Cr foram avaliados: rugosidade (Ra, µm) (n=10) com rugosímetro de superfície e manchamento de superfície (n=10) com microscopia óptica. Em RA foram avaliados: rugosidade (Ra, µm) (n=10); microdureza (KNH) (n=10) com microdurômetro; resistência à flexão (MPa) (n=10) em máquina de ensaios mecânicos e alteração de cor (∆E) (n=10) por espectrofotômetro. Os dados foram comparados (α=0,05) por ANOVA e pós-teste de Tukey, análise de Brunner-Languer (Friedman-Conover) ou Kruskal-Wallis seguido pelo pós-teste de Dunn. Em Co-Cr não foram observadas alterações significativas para manchamento e rugosidade. Na RA após simulação de 3 e 5 anos, QN proporcionou maior resistência à flexão que Q e PE (p<0,001). Não foram observadas alterações de cor, microdureza e rugosidade de superfície. Conclui-se que a solução de quitosana pode ser alternativa promissora para utilização como solução higienizadora de prótese. (Apoio: CAPES N° 001)PN0611 - Painel Aspirante
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6 - Oclusão / ATM
Ansiedade, depressão e qualidade do sono influenciam na dor em pacientes com disfunção temporomandibular após tratamento conservador?
Galvão CS, Resende CMBM, Melo RA, Cunha MMF, Costa MPSN, Carvalho ALO, Almeida EO, Barbosa GAS
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar se a presença de sintomas de ansiedade, depressão e qualidade subjetiva do sono (QS) influenciam na redução do nível de dor após terapias conservadoras (dispositivo oclusal, aconselhamento, fisioterapia e dispositivo oclusal com aconselhamento) para disfunção temporomandibular (DTM). Tratou-se de um ensaio clínico randomizado com 82 indivíduos diagnosticados com DTM (DC/TMD) que responderam aos questionários Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HADS), Inventário de Ansiedade de Beck (BAI), Inventário de Depressão de Beck (BDI) e Inventário de Qualidade de Sono de Pittsburgh (PSQI) e divididos em 2 grupos (com e sem alteração dos sintomas). O nível de dor foi medido através da escala visual analógica no baseline, após 1 mês e 3 meses da conclusão das terapias. Foram utilizados os testes de Friedman e Mann Whitney para avaliar os níveis de dor intra e intergrupos em todos os tempos com nível de significância de 5%. Verificou-se que todos os pacientes com sintomas alterados reduziram significativamente seus níveis de dor após as terapias (HADS p<0.001; BAI p<0.001; BDI p<0.001; PSQI p=0.010); mas que os pacientes ansiosos (BAI p=0.021) tiveram uma redução significativa maior (delta=2.84) quando comparados aos indivíduos normais (delta=1.10) e igualmente a QS alterada (p=0.006). Concluiu-se que pacientes ansiosos, deprimidos e com baixa QS apresentaram maiores níveis de dor no baseline. Esses fatores não influenciam negativamente sua redução após terapias conservadoras. Ansiedade e sono alterado podem até gerar um efeito maior nesta redução.PN0614 - Painel Aspirante
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6 - Prótese
Estudo piloto da força e eficiência mastigatória em reabilitações protéticas implanto retidas
Castro TS, Lira NBCES, Casati MZ, Tuzita AS, Pimentel SP, Barbaran PMV, Kojima AN, Mesquita AMM
Pós Graduação - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse estudo piloto foi avaliar a força e a eficiência mastigatória de três reabilitações no arco inferior: prótese total mucossuportada (PT), prótese total mucossuportada implantorretida (PTIR) e prótese total suportada por implantes (PTSI). Para tanto, foram selecionados seis pacientes e em cada um deles foram instalados 4 implantes hexágono externo na mandíbula e PT na maxila. Os pacientes selecionados eram desdentados parciais com indicação de exodontia de todos os dentes inferiores e desdentados total superior. Foi confeccionado um par de prótese total imediata para todos os pacientes e, então, feita a cirurgia para instalação dos implantes. Após 2 meses da instalação dos implantes, foi feita a reabertura dos implantes e os pacientes foram aleatoriamente distribuídos em 2 grupos: Prótese Total Mucossuportada Implantorretida (PTIR) e Prótese Total Suportada por Implante (PTSI). Após a instalação das próteses, foram feitos testes de força, por meio de um transdutor de força (gnatodinamômetro Kratos), e capacidade mastigatória, utilizando-se alimento artificial Optocal e sistema de tamisação. Foram avaliadas, em tempo baseline e três meses após a instalação, as próteses de ambos os grupos. Após a obtenção dos dados, foram realizados testes de análise de variância (ANOVA 2X3). Podemos concluir que não houve diferença significativa na força de mordida e na eficiência mastigatória para os tipos de reabilitações protéticas retidas por implantes e as próteses totais convencionais, no que diz respeito a eficiência e força mastigatória. (Apoio: CAPES N° 001)PN0616 - Painel Aspirante
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6 - Oclusão / ATM
Prevalência e associação entre bruxismo e disfunção temporomandibular em adultos jovens
Archer AB, Da-Cas CD, Valesan LF, Denardin ACS, Souza BDM
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desta pesquisa foi determinar a prevalência do bruxismo na vigília (BV), bruxismo do sono (BS) e das disfunções temporomandibulares (DTMs), bem como, associá-los entre si. A amostra foi composta por 145 adultos jovens atendidos no Centro Multidisciplinar de Dor Orofacial (CEMDOR) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e por alunos de Odontologia da UFSC, de ambos os sexos com idade média de 22,05 (dp = 2,49). A detecção do BS e BV foi realizado por meio de autorrelato, relato de terceiros (possível bruxismo) e/ou exame físico (provável bruxismo). Para o diagnóstico da DTM foram utilizados os critérios diagnósticos do Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD). Para o cálculo da prevalência de BV, BS e DTM foi realizada uma porcentagem simples e a determinação da associação foi feita por meio de programa estatístico (Stata SE, StataCorp, EUA). O intervalo de confiança utilizado foi de 95% e o nível de significância foi de 0,05. Os resultados apontaram que a prevalência de BS foi de 53,8%; de BV 84,1% e DTM 29,6%. Os valores de Odds Ratio para identificação da associação foi de 7,34 (IC 95%: 2,83 - 21,18) para BS e DTM; 11,55 (IC 95%: 1,72 - 487,73) para BV e DTM e 25,33 (IC 95%: 3,87 - 156,58) para BS e BV. A prevalência de BV foi de 84,1%, BS foi de 53,8% e de DTM 29,6%. Houve associação positiva entre BS e BV; BS e DTM; BV e DTM na amostra estudada.PN0617 - Painel Aspirante
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6 - Prótese
Assistência odontológica a idosos brasileiros durante a pandemia do COVID-19
Gama LT, Carletti TM, Meira IA, Medeiros MMD, Cavalcanti YW, Rodrigues Garcia RCM
Odontologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a necessidade de atendimento odontológico de idosos brasileiros durante a pandemia da COVID-19, por meio de ferramentas online. Idosos com acesso à internet de todas as regiões brasileiras (n=705, ≥60 anos) responderam a questionários sobre dados sociodemográficos, saúde geral, medo do COVID-19 (escala FCV-19S) e necessidade de assistência odontológica. Os dados foram submetidos a análise estatística (α=5%). Verificou-se que a maioria dos idosos necessitou de atendimento odontológico (58,6%), embora apenas 31,3% tenham procurado assistência para urgência (53%). Idosos realizaram consultas eletivas (96,3%) em serviços privados (95,9%), e em sua maioria estavam acompanhados durante o atendimento (81,6%). Intervenções protéticas e restauradoras foram as mais realizadas. No consultório odontológico, o medo de ser contaminado existiu em 53,9% dos voluntários e o risco de contaminação foi considerado médio (46%). Idosos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com baixa escolaridade, diagnóstico prévio de COVID-19 e maiores escores no FCV-19S apresentaram maior medo de contaminação em consultório (p <0,05). Idosos do Norte, Nordeste e Sudeste com menor nível de escolaridade e aqueles com maiores escores no FCV-19S (p <0,05) consideraram maior o risco de contaminação em consultórios. Baixa escolaridade, diagnóstico prévio de COVID-19, medo do COVID-19 e regiões brasileiras altamente afetadas pela doença apresentaram idosos com maior medo de contaminação no consultório odontológico, o que pode impedi-los de procurar ajuda. (Apoio: CAPES | CNPq)PN0618 - Painel Aspirante
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6 - Prótese
Resistência à fadiga de zircônia ultra translúcida com diferentes polimentos
Gonçalves NI, Carvalho ABG, Campos TMB, Zucuni CP, Valandro F, Saavedra GSFA, Bottino MA, Melo RM
Materiais Dentários e Prótese - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar o efeito de diferentes protocolos de polimento na resistência à fadiga de uma zircônia ultra translúcida. Corpos de prova em forma de disco de zircônia (Katana UTML, Kuraray Noritake) foram confeccionados de acordo com a norma ISO 6872-2015, polidos com lixas d'água # 600 e 1200 e divididos aleatoriamente em quatro grupos, de acordo com a técnica de polimento utilizada: C (controle, sem polimento); P (polido com borrachas de polimento); G (aplicação de glaze - pó/líquido) e PG (polido com borrachas de polimento + aplicação de glaze - pó/líquido). Foram realizadas análises de resistência à fadiga (método stair-case), difração de raios X (DRX) e microscopia eletrônica de varredura (MEV). O grupo C apresentou a menor resistência à fadiga e taxa de sobrevivência, enquanto o grupo PG apresentou os maiores valores para a resistência à fadiga e taxa de sobrevivência. Os grupos P e G apresentaram resultados estatisticamente semelhantes para ambos os testes. O DRX mostrou padrões de fases cristalinas semelhantes para todos os grupos. As imagens do MEV revelaram arranhões na superfície da zircônia do grupo P e para o grupo PG os arranhões foram preenchidos pelo glaze. Nenhuma das técnicas analisadas prejudicou a resistência à fadiga da zircônia ultra translúcida. O grupo PG obteve os melhores valores de resistência à fadiga, apresentando uma maior taxa de sobrevivência em comparação aos demais grupos.PN0620 - Painel Aspirante
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6 - Oclusão / ATM
Avaliação do bruxismo em vigília em universitários
ANDREIS, PKDS, Cota AFR, Schneider NA, Guariza Filho O, Tanaka OM, Ignácio SA, Camargo ES
Ppgo - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Os comportamentos de bruxismo em vigília (BV), comumente associados à ansiedade e estresse, podem acarretar consequências negativas no sistema estomatognático. É importante a avaliação do BV em estudantes universitários, uma vez que a vida acadêmica leva a altos níveis de estresse psicológico. O objetivo da pesquisa foi avaliar o BV em estudantes universitários com o aplicativo para smartphones WhatsApp®. Participaram da amostra 36 adultos jovens saudáveis, de ambos os sexos, com idade média de 20,7 anos. Avaliação Momentânea Ecológica foi utilizada para o relato em tempo real dos Comportamentos de BV (Dentes encostados, Dentes apertados, Ranger de dentes e Mandíbula tensionada) e da Mandíbula relaxada, por meio da ferramenta Listas de Transmissão do aplicativo, 15 vezes ao dia, durante 7 dias, das 8:00 às 19:00h. Foram utilizados os testes: não paramétrico de U de Mann-Whitney e comparações múltiplas não paramétricas 2 a 2 de Pairwise. Nos 7 dias de avaliação, a frequência dos Comportamentos de BV foi de 40,7%, sendo mais frequente Dentes encostados (23,1%), seguido por Dentes apertados (9,5%), Mandíbula tensionada (7,5%) e Ranger de dentes (0,5%). Não houve diferença entre os sexos para Comportamentos de BV (p>0,05). Maior frequência de BV ocorreu nos dias úteis (42,3%) em relação ao final de semana (35,5%) (p<0,05). Estudantes universitários apresentaram 40,7% de frequência de Comportamentos de BV, sugerindo a necessidade de ações de conscientização e controle desses comportamentos possivelmente nocivos à saúde bucal.PN0621 - Painel Aspirante
Área:
6 - Prótese
Material macio modificado por antifúngicos complexados no tratamento de estomatite protética em modelo murino
Garcia AAMN, Sugio CYC, Moraes GS, Albach T, Soares S, Urban VM, Oliveira TM, Neppelenbroek KH
Prótese e Periodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliou-se a resposta tecidual de ratos com estomatite protética (EP) tratados com material macio modificado pelas concentrações inibitórias mínimas (CIMs) ao biofilme de Candida albicans de fármacos puros ou complexados com β-ciclodextrina. Ratos machos Wistar (N=37), após a indução (ou não-Cn) de estomatite protética (Est), tiveram seus dispositivos intraorais (DIOs) reembasados ou não (De) com Softone, sem (Soft) ou com as CIMs de nistatina ou clorexidina em suas formas puras (Nis e Clx) ou complexadas (Nis:βCD e Clx:βCD). Decorridos dois dias para o tratamento, os ratos foram eutanasiados para avaliar a resposta tecidual do palato. Portanto, foram realizadas análises morfohistopatológicas qualitativa descritiva e ordinal por escores e histométrica por planimetria computadorizada. As variáveis foram correlacionadas pelo teste de Pearson. Os resultados evidenciaram que o Grupo Est apresentou modificações epiteliais compatíveis com o quadro de EP. O Grupo Soft não apresentou diferenças histopatológicas em relação ao Grupo EP, o que sugeriu persistência da doença. Em relação aos grupos Clx, Nis, Clx:βCD e Nis:βCD, houve diminuição da inflamação tecidual ou recuperação histopatológica completa dos tecidos. Pode-se concluir que, embora todos os tratamentos com Softone modificado por antifúngicos tenham resultado em recuperação tecidual, quando os fármacos foram complexados, concentrações bem inferiores foram utilizadas para induzir o mesmo grau de resposta, mostrando ser uma alternativa terapêutica potencial para a EP. (Apoio: FAPs - FAPESP N° 2017/07314-1; 2017/22996-1)PN0623 - Painel Aspirante
Área:
6 - Prótese
Análise de tensões em pilares personalizados de zircônia e Co-Cr sinterizado
Tomaselli LO, Rodrigues RCS, Faria ACL, Ribeiro RF
Materiais Dentários e Prótese - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi analisar as tensões transmitidas ao tecido ósseo por pilares protéticos personalizados obtidos em Co-Cr sinterizado e zircônia por meio da técnica de correlação de imagens digitais (CID). Foram utilizados implantes de 5x13mm conexão cone morse e pilares obtidos por CAD-CAM em zircônia e Co-Cr pré sinterizado. Depois de sinterizados os pilares foram cimentados sobre bases de titânio. Sobre os conjuntos implante/pilar foram cimentadas coroas de canino superior em zircônia monolítica, também obtidas por CAD-CAM. Para análise por CID foram confeccionados modelos em poliuretano onde foram posicionados os conjuntos implante/pilar/coroa; cada modelo foi apoiado em dois pontos em matriz em inclinação de 30 o . Para gerar tensões no modelo foi realizado carregamento estático puntiforme na face palatina em Máquina Universal de Ensaios com célula de carga de 50 kgf, velocidade de ensaio de 1 mm/min, até 250 N. A análise foi realizada com base em escala de cores e pelos valores numéricos de tensão, na qual os valores positivos (do amarelo ao vermelho) indicam tensões de tração e os valores negativos (do verde ao azul) tensão de compressão. Pela análise dos resultados foi possível observar que os modelos reabilitados com pilares de Co-Cr apresentaram maior concentração de tensão de tração (262,8 µs) que os modelos reabilitados com pilares de zircônia (30,07 µs). Os resultados, com base em Frost (2003), indicam que as tensões observadas estão em níveis seguros, e não causariam danos potenciais ao osso de suporte, ainda que a zircônia gere menor tensão. (Apoio: CNPq N° 405364/2016-4)