Impacto da pandemia nos custos dos materiais odontológicos utilizados no tratamento de lesões de cárie não francamente cavitadas
Rodrigues LGS, Viganó MEF, Rocha ES, Bonini GAVC, Braga MM
Ortodontia e Odontopediatria - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Com a pandemia do COVID-19, observou-se um aumento significativo do preço de materiais odontológicos e dos equipamentos de proteção individual (EPI's) devido ao aumento da procura e a alta do dólar durante o ano de 2020. Avaliar o impacto da pandemia nos custos de materiais utilizados em tratamentos não invasivos de lesões não francamente cavitadas pré e pós início da pandemia. A partir dos dados coletados em um estudo clínico comparando o diamino fluoreto de prata com o verniz fluoretado no tratamento de lesões iniciais em molares decíduos, a quantidade de material gastos para tratamento dessa condição foram coletados em cada procedimento (microcusteio). Foi realizada uma pesquisa de preços em três dentais em dois momentos (2017, 2021). A valoração foi realizada através do preço do produto dividido pela quantidade que o material rende, obtendo um preço por unidade de aplicação. A taxa do IPCA foi usada para correção monetária dos potenciais valores de 2017 para 2021. Os custos por criança tratada foram comparados entre os momentos pré e pós pandemia. Dados de 109 crianças foram incluídos (média=3 dentes tratados). Com a pandemia, houve um aumento médio de cerca de 3 vezes no valor dos tratamentos (média=3,05; 95%IC: 2,98 a 3.13). O aumento no valor dos tratamentos se deu principalmente nos materiais de EPIs, com custo, em média individual, 5 vezes maior nesse intervalo. Conclusão: A pandemia impactou o custo de materiais, mesmo os usados em tratamentos não invasivos, devendo ser especialmente considerada nas avaliações econômicas realizadas nesse período. (Apoio: CNPq N° 101911/2021-1)PI0485 - Painel Iniciante
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4 - Ortodontia
Avaliação da interferência de braquetes metálicos no escaneamento intraoral das arcadas dentárias
Meira KSC, Ueno EPS, Rino-Neto J, Paiva JB, Kanashiro LK
Odontologia Social - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste trabalho é avaliar a influência da presença de braquetes metálicos durante o escaneamento intraoral das arcadas dentárias, posto que fatores que interferem na reflexão da luz podem contribuir para a imprecisão dos modelos digitais. Assim, arquivos de arcadas dentárias superior e inferior de 29 pacientes, obtidos por scanner intraoral antes (G1) e imediatamente após a montagem do aparelho fixo metálico (G2), foram selecionados. Medidas lineares e sobreposições das arcadas foram realizadas por meio do software OrthoAnalyzer. A comparação entre medidas lineares de G1 e G2 foi realizada pelo teste t de Student (P=0.05). Comparações entre diferentes regiões, de acordo com as diferenças entre G1 e G2, foram realizadas pelos testes ANOVA e post hoc de Tukey (P=0.05). As imagens sobrepostas foram avaliadas por meio do mapa de cores gerado pelo mesmo software. Ao final das avaliações, verificou-se diferença estatisticamente significante nas distâncias inter-caninos e profundidade superior, inter-2º molares inferior, e entre algumas regiões das arcadas superior e inferior. Entretanto, estas diferenças foram consideradas clinicamente irrelevantes. As sobreposições demonstraram forte coincidência entre os "modelos", com pequena discrepância somente em porções bem próximas aos braquetes. Desta forma, concluímos que a presença de braquetes metálicos não interfere na precisão de regiões consideradas essenciais para a maior parte dos objetivos da Ortodontia, como reavaliações do tratamento e construção de aparelhos removíveis ou de contenção. (Apoio: FUNDECTO)PI0488 - Painel Iniciante
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4 - Odontopediatria
Preferências de responsáveis sobre as opções de tratamento para primeiros molares permanentes com defeitos de desenvolvimento no esmalte
Spinelli LR, Rosa TC, Silva FMF, Pedro RL, Costa MC, Neves AA
Patologia e Diagnóstico Oral - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliar preferências de responsáveis sobre opções de tratamento para primeiros molares permanentes (PMPs) hipomineralizados em crianças. Trata-se de um estudo transversal realizado com servidores da Universidade Federal do Rio de Janeiro com pelo menos um filho(a) entre 6-10 anos. Um questionário online contendo 26 perguntas foi desenvolvido com base no método de experiência de escolha discreta, através da criação de cenários hipotéticos do agravamento da condição. Os atributos avaliados foram os diferentes tratamentos (diamino fluoreto de prata-DFP, restauração, coroa de aço e exodontia) e o fator considerado na tomada de decisão. Dados demográficos (idade/gênero/maior nível escolar) foram coletados, sendo análises descritivas e teste qui-quadrado realizados. A amostra foi composta por 125 indivíduos, com idade média de 43±5 anos, predominantemente do gênero feminino (65,6%) e pós-graduados (96,8%). Não foram observadas diferenças entre escolhas de tratamento e o gênero/idade dos pais. Verificou-se que muitos responsáveis tiveram dificuldade em aceitar tratamentos com DFA (40,8%) e coroas de aço (56%) por questões estéticas. No entanto, após conhecer vantagens/desvantagens, muitos reconsideraram a escolha do DFP (51,2%; p≤0,05), devido à facilidade do procedimento. Em relação à exodontia, 64,8% dos avaliados preferem manter o dente, mesmo depois de conhecer as desvantagens. O tratamento conservador para PMPs hipomineralizados é desejável por responsáveis, porém, tratamentos que resultem em prejuízos estéticos podem não ser priorizados. (Apoio: FAPs - FAPERJ N° E-26/202.612/2019 | FAPs - FAPERJ N° E-26/202.035/2020 | CAPES N° DS 001)PI0491 - Painel Iniciante
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4 - Odontopediatria
Análise de custo-efetividade de terapias antineoplásicas em pacientes infantojuvenis com LLA e Osteossarcoma
Lima-Martins TMNR, Cavalcante FTS, Gomes AM, Bezerra PMM, Serpa EBM, Cavalcanti YW, Valença AMG, Sousa SA
Programa de Pós Graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se realizar uma análise econômica completa do tipo custo-efetividade (C/E) de tratamentos antineoplásicos em pacientes de 0 a 19 anos. Foi utilizado um modelo de árvore de decisão, com alternativas de tratamento comparando o manejo da LLA (Leucemia Linfoide Aguda) e do Osteossarcoma (OS), mais prevalentes nessa faixa etária. As informações foram extraídas do portal SIGTAP (SUS), onde foram consultados custos de transplante de medula óssea (TMO), radioterapia (Rxt), quimioterapia (Qt) e cirurgia (Cir). A base de dados de Registros Hospitalares de Câncer do INCA foi consultada para calcular razão de indivíduos que sobreviveram após um ano de tratamento, sob cada uma das diferentes modalidades de tratamento ou possíveis associações. A razão de custo-efetividade incremental (RCEI) foi calculada para cada esquema terapêutico, tomando como referência a estratégia de menor custo. A RCEI indica o custo necessário para aumento do benefício da tecnologia de menor valor. No tratamento da LLA, encontrou-se melhor C/E para a associação Qt+Rxt (custo = R$ 14.823,00, efetividade = 1,7) e pior para a Qt+TMO (custos = R$ 74.934,76, efetividade = 4,6). Para o OS, o tratamento mais custo-efetivo foi a Cir isolada (custo = R$ 37.346,10, efetividade = 1,0). A associação Qt+Cir não foi custo-efetiva devido ao seu custo incremental de R$ 7.285,83 e sobrevida menor (efetividade incremental de -0,13). Conclui-se que a Qt isolada não foi custo-efetiva em nenhum dos grupos. A Rxt e a Cir foram determinantes para melhora do C/E no tratamento da LLA e do OS. (Apoio: Programa Institucional de Bolsas (PIBIC)/PROPESQ-UFPB)PI0493 - Painel Iniciante
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4 - Odontopediatria
Prevalência de hipomineralização molar incisivo em crianças e sua associação com a hipotensão relacionada à anemia na mãe durante a gestação
Teles ACO, Teodoro-Junior RS, Souto-Souza D, Ramos-Jorge ML, Ramos-Jorge J
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência de Hipomineralização Molar Incisivo (HMI) em crianças e sua associação com a hipotensão relacionada à anemia materna nos dois últimos meses de gestação. Para isso, foi realizado um estudo transversal com 202 crianças de seis a oito anos de Diamantina, Brasil (poder do teste da amostra: 88.18%). Informações socioeconômicas, aspectos da saúde da mãe no período pré-natal, saúde da criança nos períodos perinatal e pós-natal foram obtidas através de questionários. O diagnóstico de HMI foi realizado por dois examinadores calibrados utilizando os critérios da Academia Europeia de Odontopediatria. Foi realizada análise descritiva, teste qui-quadrado e regressão de Poisson não ajustada e ajustada por modelos (modelo 1 - não ajustado; modelo 2 - ajustado para característica da criança; modelo 3 - ajustado para fatores pré-natais relacionados aos últimos dois meses de gestação; modelo 4 - ajustado para fatores relacionados à infância e modelo 5 - ajustado para todos os fatores). Os resultados mostraram que 22.3% das crianças possuía HMI, sendo 7,9% em molares e 14,4% em molares e incisivos simultaneamente. A hipotensão relacionada à anemia materna durante os dois últimos meses de gravidez foi associada ao HMI, independentemente dos fatores de confusão (RP: 3.135, IC 95%: 1.800 a 5.460; p< 0.001). Conclui-se que a HMI teve uma prevalência de 22.3% e estava associada à hipotensão relacionada à anemia materna, para a amostra de crianças de seis a oito anos de Diamantina, Brasil. (Apoio: FAPs - FAPEMIG)PI0495 - Painel Iniciante
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4 - Odontopediatria
Prevalência dos diferentes níveis de gravidade da Hipomineralização de Segundos Molares Decíduos (HMD) em escolares de Bauru
Souza IMR, Bisaia A, Regnault FGC, Mendonça FL, Honório HM, Grizzo IC, Martins DS, Rios D
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A HMD é uma alteração do esmalte de origem sistêmica que acomete os segundos molares decíduos, apresentando as mesmas características observadas nos molares e incisivos permanentes (Hipomineralização Molar Incisivo). O objetivo desse estudo foi avaliar a prevalência e os níveis de gravidade da HMD em escolares de Bauru (SP). Um total de 682 crianças (6 a 10 anos) foram examinadas por 2 pesquisadores calibrados para o diagnóstico de HMD (critério de Ghanim) em escolares de diferentes regiões geográficas da cidade de Bauru. Os dados foram analisados utilizando análise descritiva para avaliar a prevalência e a proporção das diferentes características clínicas da HMD (opacidade branco-creme, opacidade amarelo-marrom, perda de estrutura pós eruptiva, restauração atípica e cárie atípica). Os resultados mostraram que a prevalência de HMD foi de 9,09%. No que diz respeito aos níveis de gravidade, a prevalência encontrada foi 69% (opacidade branco-creme); 17% (opacidade amarelo-marrom), 5% (fratura pós eruptiva); 5% (restauração atípica) e 1% (lesão de cárie atípica). A face vestibular do dente 75 (31,03%) e a palatina do dente 65 (28,33%) foram as que mais apresentaram opacidades amarelo-marrom, sendo a vestibular do 75, a face com maior prevalência de fratura pós eruptiva (10,34%). Concluiu-se que a prevalência de HMD foi de 9% sendo a opacidade branco-creme a característica mais prevalente, refletindo uma baixa gravidade da HMD. Além disso, observou-se que a HMD apresenta um padrão assimétrico, pois os dentes apresentaram níveis de gravidade diferentes. (Apoio: FAPESP N° 2019/02735-4)PI0497 - Painel Iniciante
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4 - Odontopediatria
Impacto da inclusão de lesões iniciais de cárie no diagnóstico e tratamento de crianças com dentição decídua - estudo controlado randomizado
Machado TGO, Floriano I, Rocha ES, Tedesco TK, Imparato JCP, Raggio DP, Mendes FM, Braga MM
Ortodontia e Odontopediatria - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliamos o impacto de incluir as lesões iniciais de cárie no exame para guiar o plano de tratamento em crianças. O impacto foi visto pela necessidade de novos tratamentos operatórios futuros comparado à estratégia controle. Um estudo clínico controlado e randomizado (Cardec-02-NCT02473107) incluiu criança com dentição decídua. As crianças foram randomizadas para a estratégia de acordo com o limiar de detecção de lesões de cárie e consequente planejamento do caso: grupo teste (G0-6: todas as lesões considerando o ICDAS foram incluídas e um plano de manejo proposto baseado nelas) e grupo controle (G3-6: apenas lesões mais avançadas (ICDAS>2) foram avaliadas e consideradas para o plano). Como desfecho primário, consideramos o número de superfícies com necessidade de intervenção operatória (nova/troca de restauração, endodontia, exodontia) após 2 anos. Análises por intenção de tratar foram utilizadas e os grupos comparados usando análise de regressão binomial negativa. 260 crianças foram incluídas e 232 (89%) seguidas por 2 anos. Incluindo lesões iniciais, mais superfícies precisaram de vezes mais de tratamento não operatório (6,3; 95% IC: 5,3 a 7,4) que quando elas não foram incluídas (1,3, 95% IC: 1,0 a 1,7), p<0,001. Entretanto, não houve diferença no número de superfícies com necessidade de tratamento operatório após 2 anos (G0-6=.6,93; 95%IC=4,90 a 8,96/G3-6=6,61; 95%IC: 4,87 a 8,36). Conclui-se que a detecção das lesões modifica o tratamento inicialmente realizado, mas não leva a diferenças na necessidade de intervenções operatórias futuras. (Apoio: CNPq N° 448013/2014-2 | 2019-2610 N° PIBIC-USP)PI0503 - Painel Iniciante
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6 - Prótese
Efeitos da desinfecção com mistura de vinagre e peróxido de hidrogênio na composição elementar e na superfície da liga de cromo-cobalto
Soto AF, Sakis GS, Fraga S, Kapczinski MP, Mengatto CM
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A desinfecção química de próteses parciais removíveis é um desafio devido aos diferentes materiais que as compõem. A mistura de vinagre e peróxido de hidrogênio mostrou-se efetiva na eliminação de S.aureus e C.albicans da resina acrílica, sem alterar as propriedades da liga de cromo-cobalto. O objetivo deste estudo foi analisar as alterações na superfície e composição elementar da liga de cromo-cobalto quando desinfetada pela mistura de vinagre e peróxido de hidrogênio. Foram confeccionados 50 discos em liga de cromo-cobalto e randomicamente distribuídos em 5 grupos (n=10), com simulação de 90 imersões de 10 minutos: G1:água destilada; G2:hipoclorito de sódio 0,5%; G3:peróxido de hidrogênio 3% e água 1:1 vv; G4:vinagre e água 1:1 vv; G5:vinagre com peróxido de hidrogênio 1:1 vv. As amostras foram analisadas por meio de microscopia eletrônica de varredura e espectroscopia por energia dispersiva antes e após as imersões, com análise por ANOVA de dois fatores para medidas repetidas e significância de 5%. O grupo G5 não apresentou danos, manchamentos ou irregularidades na superfície do metal, nem aumento na taxa de oxigênio ou redução de outros elementos metálicos (p>0,05), o que seria um indicativo de corrosão. Já o grupo G2 apresentou manchamentos e irregularidades superficiais, altas taxas de oxigênio, e redução de Cromo e de Cobalto (p<0,05). Concluiu-se que a imersão na mistura de vinagre e peróxido de hidrogênio não alterou a superfície do metal e nem sua composição, enquanto o hipoclorito de sódio causou prejuízos irreversíveis à liga metálica estudada. (Apoio: BIC UFRGS N° 37719)PI0510 - Painel Iniciante
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6 - Prótese
Digitalização de modelos: estudo comparativo com tomografia computadorizada de feixe cônico e scanner intraoral
Silva PO, Freitas BN, Mendonça LM, Lacerda TJ, Leite FGJ, Oliveira Santos C, Tirapelli C
Dor - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O estudo teve como objetivo comparar a acurácia de modelos digitais obtidos por meio de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) e de escaneamento intraoral (STL). Com paquímetro digital fez-se as seguintes medidas em um modelo mestre tipo Typodont: ocluso cervical, interarcos e mésio-distal. Sequentemente, o modelo mestre foi escaneado 10 vezes com TCFC e STL gerando dez modelos digitais de cada tecnologia de escaneamento, TCFC e STL. Nos modelos digitais TCFC e STL as mesmas medidas feitas no modelo mestre foram aferidas com os softwares RadiAnt® para TCFC e 3Shape 3D® para STL. Foi calculado o erro absoluto (EA) entre as medidas e as comparações foram feitas com One-Way ANOVA e teste de Tukey. Diferenças significantes (p<0.05) entre modelos digitais TCFC e STL foram observadas entre as medidas ocluso cervical, interarcos e mésio distais. O menor valor de erro absoluto foi encontrado para a medida mesiodistal do modelo digital STL(-0,03± 0,33 ), e o maior erro absoluto também no modelo STL para a medida ocluso cervical na região de segundo pré-molar (-0,99± 0,05 ). Foi possível concluir que existem diferenças significantes entre a acurácia de modelos digitais em relação ao modelo mestre dependendo da tecnologia de escaneamento e da região da medida. (Apoio: CAPES N° 001)PI0511 - Painel Iniciante
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6 - Prótese
Influência da inclinação e da esplintagem de implantes com coroas parafusadas na maxila posterior: MEF-3D
Santos MFO, Almeida DAF, Verri FR, Lemos CAA, Batista VES, Rosa CDRD, Bento VAA, Pellizzer EP
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse estudo foi avaliar a influência da esplintagem e da inclinação de implantes em coroas parafusadas na maxila posterior, na distribuição de tensões no implante, parafuso de fixação e tecido ósseo, usando análise de elementos finitos não linear tridimensional (3D). Seis modelos 3D foram projetados. Cada modelo era composto por um bloco ósseo posterior da maxila (osso tipo IV), contendo três implantes de hexágono externo de 4,1 mm de diâmetro com comprimentos de acordo com a região: primeiro pré-molar 10 mm, segundo pré-molar 8,5 mm e primeiro molar 8,5 mm variando a inclinação do implante (0º, 17º e 30º), suportando uma prótese parcial fixa de 3 unidades parafusadas com coroas unidas ou esplintadas. A força aplicada foi de 400N na direção axial e 200N oblíqua. Os resultados foram avaliados usando mapas de tensão de von Mises (TvM) para avaliar implantes e parafusos de fixação e tensão máxima principal (TMxP) para avaliar o tecido ósseo. O aumento da inclinação gerou maior acumulo de tensões no tecido ósseo ao redor do implante referente ao 1°M para os modelos unitários e esplintados, ao passo que a esplintagem reduziu as tensões periimplantar ao redor do 1°M. O mesmo foi observado na análise do implante e parafuso de fixação. Dentro dos limites deste estudo, é possível concluir que a inclinação de implantes é mais prejudicial ao tecido ósseo e parafusos de fixação e que a esplintagem foi benéfica na distribuição de tensões em implantes inclinados.