9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2768 Resumo encontrados. Mostrando de 341 a 350


PN-R0427 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 14

Nanoparticulas de hexametafosfato de sódio potencializam o efeito antierosivo de dentifrícios fluoretados
Natally Pereira de Oliveira Silva, Amanda Costa Troncha, Juliano Pelim Pessan, Samuel Campos Sousa, Luigi Pedrini Guisso, Thayse Yumi Hosida, Alberto Carlos Botazzo Delbem, Caio Sampaio
Odontologia Infantil e Social UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou os efeitos de dentifrícios fluoretados suplementados com hexametafosfato de sódio (HMP) nanoparticulado (HMPnano) na erosão inicial do esmalte in vitro. Espécimes de esmalte bovino foram selecionados com base na dureza superficial e distribuídos em sete grupos (n=10): 1100 ppm F (1100F), 5000 ppm F (controle positivo), HMP micrométrico 1% (HMPmicro), HMPmicro/1100F, HMPnano 1%, HMPnano/1100F e placebo (sem flúor). As amostras foram imersas em saliva humana, tratadas com suspensões de dentifrício e submetidas a quatro desafios erosivos com ácido cítrico (0,75%; pH 3,5; 1 min cada). A microdureza foi avaliada para determinação da porcentagem de alteração da dureza superficial (%ADS). Amostras foram analisadas por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopia de raios X por dispersão em energia (EDX). Os dados de %ADS foram submetidos à ANOVA de medidas repetidas e teste de Student-Newman-Keuls (p<0,05). A análise em MEV mostrou precipitados sobre o esmalte, mais irregulares com HMPnano (especialmente HMPnano/1100F), e EDX detectou F (nos grupos fluoretados), além de Na nos grupos com HMP. HMPmicro isolado não reduziu significativamente a %ADS em relação ao placebo, porém sua associação com 1100F promoveu redução superior ao 1100F. O HMPnano, mesmo sem F, promoveu maior proteção que o placebo após o último desafio erosivo. A combinação HMPnano/1100F potencializou o efeito do flúor, com resultados comparáveis ao 5000F. Conclui-se que a incorporação de HMP melhora a ação antierosiva de dentifrícios fluoretados, que é ampliada pelo uso de nanopartículas.

Conclui-se que a incorporação de HMP melhora a ação antierosiva de dentifrícios fluoretados, que é ampliada pelo uso de nanopartículas.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN-R0428 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 14

Estratégia para o uso da Teleodontologia no Brasil
Letícia Fabiana Pereira Soares, Liliam Monteiro Cunha Jacob, Suzelei Rodgher
INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A Teleodontologia auxilia no atendimento odontológico à distância, por meio de tecnologias digitais, sendo uma prática comum e regulamentada em vários países. No Brasil, começou a ser exercida por suas submodalidades devido à pandemia de Covid-19 e foi regulamentada pela Resolução 226/2020 do Conselho Federal de Odontologia. Neste cenário, informações sobre a aplicação, os benefícios e a regulamentação dela são necessárias para o público em geral e, em particular, para os cirurgiões-dentistas e seus pacientes. O objetivo dessa pesquisa será elaborar um livro digital sobre Teleodontologia, voltado a cirurgiões-dentistas, para disseminar informações relevantes sobre a sua prática no país. Assim, espera-se que os profissionais, ao terem acesso a esse material, incorporem essa tecnologia uma vez que conceitos gerais, vantagens, impactos, normas e legislação vigentes estarão devidamente abordados. A elaboração do produto digital será por revisão bibliográfica em bases de dados consultadas, pelo uso da ferramenta StArt (State of the Art through Systematic Review) da UFSCar nas etapas da revisão e, assim, da síntese de informações que constituirão os capítulos. A edição será por ferramenta de design gráfico e o seu layout consistirá na organização de elementos visuais em páginas e se dará por título, sumário com divisão em capítulos.

Esse material didático divulgará informações conceituais e práticas legais sobre a Teleodontologia, no Brasil, para que profissionais se adaptem às ferramentas tecnológicas na área da saúde bucal para uso tanto no meio profissional quanto educacional. Após a finalização, o material será disponibilizado no repositório institucional do Instituto de Ciência e Tecnologia, em São José dos Campos, ICT-UNESP.

PN-R0429 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 14

EFEITOS DA CORROSÃO EM MINI-IMPLANTES ORTODONTICOS RELACIONADOS A RESISTÊNCIA A FRATURA AO TORQUE DE REMOÇÃO
Fabiana Roman, Júlia Dalpaz, Katherine Roman Duarte, João Paulo de Carli, Quéli Nunes Sonza, Paula Benetti, Gilberto Fabrin Junior, Micheline Trentin
UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Mini-implantes ortodônticos são dispositivos de ancoragem temporária de fácil instalação e remoção, confeccionados principalmente em ligas de titânio (Ti6Al4V) e aço inoxidável; assim, este estudo teve como objetivo avaliar o efeito da corrosão metálica na resistência à fratura por torção desses materiais em saliva artificial, com ou sem adição de flúor, simulando condições do meio bucal. Foram utilizados 60 mini-implantes da marca Morelli (30 de Ti6Al4V e 30 de aço inoxidável), distribuídos em seis grupos (n=10): G1 controle do aço, G2 controle do Ti6Al4V, G3 aço em saliva artificial, G4 aço em saliva artificial com flúor, G5 Ti6Al4V em saliva artificial e G6 Ti6Al4V em saliva artificial com flúor. Os ensaios de corrosão foram realizados em potenciostato, seguidos de análise qualitativa em microscopia eletrônica de varredura de um espécime por grupo; posteriormente, os mini-implantes foram submetidos ao ensaio de fratura por torção em máquina universal de ensaios, com nova análise após fratura ou deformação. Os resultados demonstraram ausência de diferença estatisticamente significativa entre os grupos quanto ao efeito da corrosão; entretanto, os mini-implantes de aço inoxidável apresentaram deformação plástica antes da fratura, suportando maior torque, enquanto os de Ti6Al4V fraturaram sob menor força, evidenciando comportamento mais frágil.

Conclui-se que todos os grupos sofreram potenciais de corrosão e de pite, porém nenhum suficiente para causar fratura no parafuso.A corrsão não influenciou significativamente a resistência à torção, sendo o tipo de liga o principal fator determinante do comportamento mecânico, com implicações clínicas relevantes na escolha do material.

(Apoio: CAPES)
PN-R0432 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 14

Desenvolvimento de sistema de liberação controlada como abordagem potencial para controle da infecção e reparo periodontal
Janaína Taiza Araújo de Jesus, Gabriela Fávero Galvão, Naiara Cristina Bessas, Leonardo do Prado-silva, Lea Assed Bezerra da Silva, Gilberto Úbida Leite Braga, Roberto Santana da Silva, Raquel Assed Bezerra da Silva
Clinica Infantil UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O reparo periodontal depende do equilíbrio entre controle da infecção e resposta inflamatória, modulados pelo microambiente local. Este estudo teve como objetivo desenvolver e caracterizar nanopartículas de sílica mesoporosa (MSNs) contendo cloridrato de minociclina (MH), assim como avaliar sua citotoxicidade e atividade antimicrobiana. As MSNs foram obtidas pelo método sol-gel e caracterizadas quanto ao tamanho, potencial zeta e polidispersividade (PDI). O MH foi encapsulado por adsorção. A quantificação do MH encapsulado foi avaliada por ultravioleta visível (pH 6.3, 5 e 7.4), atividade antimicrobiana foi avaliada por difusão em ágar e a citotoxicidade por ensaio MTT. As MSNs apresentaram tamanho médio de ~250 nm, PDI de 0,266 e potencial zeta de -20,8 mV, indicando distribuição moderadamente homogênea e estabilidade coloidal limitada. O MH encapsulado apresentou atividade antimicrobiana, especialmente no pH 5, para ambas as bactérias avaliadas (Escherichia coli e Staphylococcus aureus). A taxa de encapsulação do MH foi de 10%. No ensaio MTT, o MH livre reduziu a viabilidade celular, enquanto MH encapsulado manteve viabilidade após 24 h e induziu proliferação após 48 h.

Em conjunto, os resultados demonstram que o pH influencia a atividade do sistema, enquanto a encapsulação reduz os efeitos citotóxicos do fármaco livre. Assim, o sistema apresenta potencial para o controle local da infecção e modulação do microambiente inflamatório, com implicações no reparo periodontal.

(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2025/13292-7)
PN-R0434 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 14

Impacto da Cirurgia Ortognática na Qualidade de Vida e no Risco de Apneia Obstrutiva do Sono em pacientes Classe III
Joberth Rainner Baliza de Paula , Líris Cristina Nepomuceno Pinto, José Augusto Mendes Miguel
Odontopediatria e Ortodontia UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Introdução: A cirurgia ortognática é frequentemente indicada para a correção de deformidades esqueléticas maxilofaciais. No entanto, diversos estudos indicam que a cirurgia de recuo mandibular pode reduzir o espaço aéreo faríngeo ao alterar a posição do osso hioide e da língua, aumentando potencialmente o risco de Apneia Obstrutiva do Sono. Objetivo: Avaliar o impacto da cirurgia ortognática na qualidade de vida, saúde bucal e parâmetros respiratórios em pacientes Classe III. Metodologia: Estudo longitudinal com 15 pacientes submetidos à cirurgia bimaxilar. Aplicaram-se os questionários OQLQ, OHIP-14, Epworth (ESS) e STOP-BANG nos períodos pré (T0) e 6 meses pós-operatório (T1). Resultados: OQLQ: Redução de 58,2 para 17,85 (p<0,001), com ênfase na estética facial. OHIP-14: Redução de 35,14±6,84 para 22,28±12,39 (p=0,05). STOP-BANG: No pré-operatório, 30% da amostra apresentava risco intermediário; no pós-operatório, >90% migraram para baixo risco (p=0,05). ESS (Sonolência): Redução de 10,21 para 6,28 (p=0,001). Discussão: O avanço maxilar associado ao recuo mandibular promoveu ganho funcional nas vias aéreas e alívio psicossocial, sugerindo um papel preventivo contra morbidades respiratórias.

Conclusão: A cirurgia ortognática promoveu uma melhora multidimensional na vida dos pacientes, indo além da correção estética. Houve um impacto positivo significativo na qualidade de vida relacionada à saúde bucal e uma redução consistente no risco clínico de apneia obstrutiva do sono e na sonolência diurna.

PN-R0435 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 15

Análise tridimensional maxilar tratamento sorriso do gengival com mini-implantes e micro-osteoperfuração: Ensaio Clínico Randomizado
Giovanna de Castro Ribeiro Borsoni, Liana Fattori, Anita Carolina de Lourdes Ribeiro, Alexandre Purcino Nogueira, Jessica Barbar Przybysz Gaede, João Batista de Paiva, José Rino Neto
Departamento de Ortodontia UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo avaliar tridimensionalmente a remodelação óssea da maxila após intrusão dentária com ancoragem esquelética, associada ou não às micro-osteoperfurações (MOPs), em pacientes com sorriso gengival, além de investigar o efeito das MOPs sobre a magnitude da intrusão e a inclinação dentária. A amostra foi composta por 24 indivíduos, com idade média de 29,4 ± 9,6 anos, distribuídos aleatoriamente em grupo controle (sem MOPs) e grupo intervenção (com MOPs mensais). Todos os participantes foram tratados com aparelho ortodôntico fixo associado a mini-implantes para correção do sorriso gengival. Tomografias computadorizadas de feixe cônico obtidas nos tempos T1 e T2 foram avaliadas por meio de segmentação tridimensional e sobreposição pelo método voxel-based. Os dados foram analisados utilizando testes t, correlação de Pearson e MANOVA, adotando-se nível de significância de 5%. O tempo médio de intrusão foi de 10,9 ± 1,6 meses. A intrusão média foi de 4,29 mm nos dentes anteriores e aproximadamente 3,0 mm nas regiões posteriores, sem diferença estatisticamente significativa entre os grupos. As taxas médias de intrusão foram de 0,4 mm/mês anteriormente e 0,28 mm/mês posteriormente. Não foram observadas diferenças significativas entre os grupos quanto à inclinação dentária ou à remodelação óssea (p > 0,05).

A intrusão dentária com ancoragem em mini-implantes promoveu movimentação dentária eficaz e remodelação óssea da maxila na correção do sorriso gengival. As MOPs, no protocolo avaliado, não exerceram influência significativa sobre a velocidade de movimentação, a remodelação óssea ou a inclinação dentária.

(Apoio: CAPES  |  CAPES)
PN-R0436 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 15

Associação entre bruxismo do sono, sintomas de dor orofacial e qualidade do sono entre estudantes adolescentes do Recife: estudo preliminar
Bruna Lopes Donato, Jessica Fernanda de Oliveira Lima Batista, Marcela Carla Pereira do Nascimento, Tatianny Carneiro Fonseca, Laercio Guedes de Lima Junior, Thays Flavia Assis de Oliveira Melo, Ana Vitória Marcena Coutinho, Mônica Vilela Heimer
Faculdade de Odontologoa de Pernambuco UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo transversal avaliou a associação entre bruxismo do sono, sintomas de dor orofacial e qualidade do sono em adolescentes. Participaram 150 estudantes, 11 a 15 anos, matriculados na rede pública de ensino do Recife. Foram coletados dados sociodemográficos, bruxismo do sono, qualidade do sono e sintomas de dor orofacial. O bruxismo do sono foi avaliado segundo critérios da Academia Americana de Medicina do Sono (AAMS); a qualidade do sono, pelo Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI); e os sintomas de dor orofacial, por questões baseadas no Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD), referentes à dor na face, maxilares, têmpora, região pré-auricular ou ouvido nos 30 dias anteriores à pesquisa, além da presença e intensidade da dor orofacial no momento da coleta. As associações foram analisadas pelo teste exato de Fisher, com significância de 5%, odds ratio (OR) e intervalo de confiança de 95% (IC95%). A frequência de bruxismo do sono foi de 5,3%, enquanto 68,7% dos adolescentes tiveram má qualidade do sono. Os sintomas de dor orofacial nos 30 dias anteriores foram relatados por 37,3%, e 32,0% apresentaram dor orofacial no momento da pesquisa. Não houve associação significativa entre bruxismo do sono e má qualidade do sono (p=0,436; OR=3,4; IC95%:0,4-28,1), sintomas de dor orofacial nos 30 dias anteriores (p=1,000; OR=1,0; IC95%:0,2-4,4), dor orofacial no momento da pesquisa (p=0,711; OR=1,3; IC95%:0,3-5,6) ou variáveis sociodemográficas.

Conclui-se que, nesta amostra, o bruxismo do sono apresentou baixa frequência e não esteve associado à qualidade do sono ou aos sintomas de dor orofacial. Por ser estudo piloto, amostras maiores são necessárias para verificar a consistência desses achados.

PN-R0437 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 15

Associação dos níveis de cortisol díades pós-gestação de alto risco e sua relação com o aleitamento
Gabriela Cristina Ávila Mota, Thayná Carla Prado Barbosa da Silva, Gabriele Carneiro Martins, Maria Eduarda de Souza Lima Mello, Tatiana Kelly da Silva Fidalgo, Adilis Alexandria
Odontologia preventiva e comunitária UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A amamentação (AM) oferece benefícios para mães e bebês, mas pode ser afetada por estressores perinatais, especialmente em gestações de alto risco. O cortisol é um biomarcador do estresse com possível impacto na lactação. Objetivou-se avaliar a correlação entre o cortisol salivar materno (CSM), no leite materno (CLM), na saliva do bebê (CSB) e descrever desfechos da AM no 1° mês. Estudo observacional longitudinal prospectivo com 68 díades, foram aplicados questionários de caracterização, escala de estresse percebido (EEP), autoeficácia na amamentação (AAM) e avaliação da mamada (LATCH) na maternidade. Amostras de saliva e leite materno, e saliva do bebê foram analisadas por ELISA. No 1° mês, avaliou-se aleitamento materno exclusivo (AME), EEP e AAM de forma remota. Adotou-se significância de 5% (p<0,05). Observou-se correlação positiva moderada entre CSM e CLM (ρ=0,517; p<0,001) e fraca entre CSM e CSB (ρ=0,259; p=0,044), sem correlação entre CLM e CSB (ρ=0,197; p=0,075), nem entre cortisol e EEP (p>0,05). No pós-parto imediato predominou AM ao seio (98,5%), AME (83,8%), AM na 1ª hora (82,4%), oferta de colostro (97,1%) e bom desempenho na mamada (7,21±1,82). Verificou-se ainda, dor ao amamentar (70,6%) e no pós-parto (85,5%). No 1° mês, houve redução do AME (60,3%), com oferta de fórmula (25%), mamadeira (38,2%) e chupeta (33,8%).

Conclui-se que houve correlação parcial do eixo HPA no binômio, reforçando a necessidade de suporte contínuo à AM no pós-alta.

(Apoio: PROATEC/UERJ)
PN-R0438 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 15

Associação entre bruxismo do sono, sintomas depressivos e sintomas de dor orofacial em adolescentes: estudo preliminar
Thays Flavia Assis de Oliveira Melo, Jessica Fernanda de Oliveira Lima Batista, Marcela Carla Pereira do Nascimento, Tatianny Carneiro Fonseca, Laercio Guedes de Lima Junior, Bruna Lopes Donato, Ana Vitória Marcena Coutinho, Mônica Vilela Heimer
Odontologia UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo transversal avaliou a associação entre bruxismo do sono, sintomas depressivos e sintomas de dor orofacial em adolescentes da rede pública de ensino do Recife, PE. Participaram 150 estudantes, de 11 a 15 anos, que responderam a questionário sociodemográfico, avaliação para bruxismo do sono, Inventário de Depressão Infantil e questões sobre dor orofacial baseadas no Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD). Os sintomas de dor orofacial foram investigados pela presença de dor na face, maxilares, têmpora, região pré-auricular ou ouvido nos 30 dias anteriores à pesquisa, além da presença e intensidade da dor facial no momento da avaliação. As associações foram analisadas pelo teste exato de Fisher, com significância de 5%, odds ratio (OR) e intervalo de confiança de 95% (IC95%). A frequência de bruxismo do sono foi de 5,3%, enquanto sintomas depressivos foram observados em 18,0% dos adolescentes. Os sintomas de dor orofacial nos 30 dias anteriores foram relatados por 37,3%, e 32,0% apresentaram dor facial no momento da pesquisa, com maior concentração entre intensidades leve e moderada. Não foram observadas associações significativas entre bruxismo do sono e sintomas depressivos (p=0,156; OR=3,0; IC95%:0,7-13,2), sintomas de dor orofacial nos 30 dias anteriores (p=1,000; OR=1,0; IC95%:0,2-4,4), dor no momento da pesquisa (p=0,711; OR=1,3; IC95%:0,3- 5,6) ou variáveis sociodemográficas.

Conclui-se que, nesta amostra, bruxismo do sono não esteve associado aos sintomas depressivos ou à dor orofacial. Por tratar-se de estudo piloto, amostras maiores são necessárias para verificar a consistência desses achados.

PN-R0439 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 03/09 - Horário: 08h30 - 12h30 - Zoom Sala: 15

Associação entre sintomas de dor orofacial e dor musculoesquelética em estudantes adolescentes da cidade do Recife: estudo piloto
Ana Vitória Marcena Coutinho, Jessica Fernanda de Oliveira Lima Batista, Marcela Carla Pereira do Nascimento, Tatianny Carneiro Fonseca, Laercio Guedes de Lima Junior, Bruna Lopes Donato, Thays Flavia Assis de Oliveira Melo, Mônica Vilela Heimer
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo transversal avaliou a associação entre sintomas de dor orofacial e dor musculoesquelética em 150 adolescentes de 11 a 15 anos da rede pública de ensino do Recife, PE. As informações coletadas abrangeram dados sociodemográficos, sintomas de dor orofacial e dor musculoesquelética. Os sintomas de dor orofacial foram investigados por perguntas baseadas no Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD), sobre dor na face, maxilares, têmpora, região pré-auricular ou ouvido no último mês, além da presença e intensidade da dor orofacial no momento da pesquisa. A dor musculoesquelética foi avaliada pelo Questionário Nórdico de Sintomas Musculoesqueléticos (NMQ - Nordic Musculoskeletal Questionnaire). As associações foram testadas pelo qui-quadrado de Pearson (α=0,05; IC95%). Os adolescentes que relataram dor no corpo nos últimos 7 dias apresentaram maior frequência de sintomas de dor orofacial (47,6%) do que aqueles sem dor no corpo (25,0%), com associação significativa (p=0,004; OR=2,7; IC95%:1,3-5,5). Nos últimos 12 meses, as maiores frequências de dores musculoesqueléticas ocorreram nos tornozelos/pés (38,7%), parte superior das costas e punho/mão (35,3%). A frequência de sintomas de dor orofacial nos 30 dias anteriores à pesquisa foi de 37,3%; no momento da pesquisa, 32,0% relataram dor: 12,7% leve, 15,3% moderada e 4,0% intensa.

Os achados sugerem associação positiva entre sintomas de dor orofacial e dor musculoesquelética em adolescentes. Aqueles com dor musculoesquelética nos 7 dias anteriores à pesquisa apresentaram 2,7 vezes mais chances de relatar sintomas de dor orofacial. Por ser estudo piloto, amostras maiores são necessárias para verificar a consistência dos achados.




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