9 a 12 de Setembro de 2026 | São Paulo / SP

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Resumos Aprovados 2026

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 2768 Resumo encontrados. Mostrando de 1241 a 1250


PNe0858 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Determinantes da escolha terapêutica dos pais na HMI: evidências de um experimento de escolha discreta
Isabella Claro Grizzo, Amanda Moura Ferreira, Bianca Longo Polo, Giovanna Demarquis Pinto, Fernanda Lyrio Mendonça, Daiana da Silva Martins, Mariana Minatel Braga, Daniela Rios
Odontopediatria, Ortodontia e Saude Cole UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A definição do tratamento da hipomineralização molar-incisivo (HMI) permanece desafiadora, especialmente diante da limitada evidência científica disponível, tornando a tomada de decisão compartilhada um componente essencial do cuidado clínico. Este estudo avaliou as preferências parentais e os determinantes da escolha terapêutica em HMI por meio de um experimento de escolha discreta (DCE). Após aprovação ética, 114 responsáveis por crianças analisaram 4 cenários clínicos envolvendo HMI em molares e incisivos com diferentes níveis de severidade e características clínicas. Os cenários variaram em 6 atributos: durabilidade (primário), custo, anestesia, desgaste dentário, estética e complexidade. A influência desses atributos foi estimada por modelo de escolha Logit misto tipo panel. Observou-se uma preferência (40%) por tratamentos com maior longevidade (até 18 anos). Contudo, a não necessidade de desgaste dentário foi o fator determinante dessa preferência (OR = 3,65; p< 0,001). A estética também influenciou a preferência. Na presença de alterações de cor visíveis, a maior longevidade foi menos escolhida de 30% a 70%. A idade dos responsáveis esteve associada às decisões, com maior aceitação de tratamentos menos duráveis entre indivíduos mais velhos.

Conclui-se que a preservação da estrutura dentária é o principal fator na escolha terapêutica por tratamentos HMI mais longevos, reforçando a importância de incorporar as preferências dos responsáveis no planejamento clínico da HMI.

PNe0859 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Análise comparativa da distribuição de tensões na correção do apinhamento dos incisivos inferiores: um estudo in vitro
Vivian de Souza Lourenço, Ana Paula Macedo, Viviane de Oliveira Prado, Marcelo Piovesan Dessimoni, Raquel Assed Bezerra da Silva, Vitoria Leite Paschoini Costa, Murilo Fernando Neuppmann Feres
Odontologia UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O nivelamento e alinhamento ortodôntico podem ser realizados com uma grande variedade de fios ortodônticos e sistemas de braquetes,porém ainda não existe consenso sobre a abordagem mais apropriada, considerando os possíveis efeitos terapêuticos e colaterais da mesma.Este estudo avaliou as tensões transmitidas às raízes dos incisivos inferiores em um modelo experimental fotoelástico de apinhamento anterior inferior, comparando braquetes convencionais com ligaduras metálicas e elásticas, braquetes autoligados passivos e ativos, além de fios .014" de NiTi e CuNiTi. Foi simulado um apinhamento severo e diferentes combinações de braquetes, ligaduras e fios foram analisados qualitativa e quantitativamente por meio de fotografias. De maneira geral, o fio .014" NiTi produziu pontos de maior tensão quando comparado ao .014" CuNiTi, especialmente com ligaduras metálicas e braquetes autoligados passivos; embora apenas no primeiro caso os pontos de maior tensão tenham sido predominantes. As ligaduras elásticas aparentemente produziram menos tensão do que as metálicas, especialmente com o fio 0.014" NiTi; para ambos os fios, os pontos de maior tensão foram predominantes. Os braquetes autoligados, tanto ativos quanto passivos, geralmente produziram tensões relativamente menores para ambos os fios. Entretanto, maiores pontos de tensão foram associados aos braquetes autoligados passivos.

Assim, este estudo experimental indicou que os fios .014" CuNiTi, as ligaduras elásticas e os braquetes autoligados ativos produziram padrões de distribuição de tensão mais suaves quando comparados aos fios .014" NiTi, às ligaduras metálicas e aos braquetes autoligados passivos, respectivamente.

PNe0860 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Avaliação da experiência de cárie e o impacto na qualidade de vida de pré-escolares utilizando o ECOHIS
Sâmia Francy Ferreira Alves, Kaio Henrique Soares, Maria Rita Lima Lopes, Jairo Evangelista Nascimento, Thiago Fonseca Silva
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliaou associação entre a experiência de cárie dentária, condições oclusais e fatores sociodemográficos com a qualidade de vida relacionada à saúde bucal (QVRSB) de pré-escolares, utilizando o instrumento Early Childhood Oral Health Impact Scale (ECOHIS). Trata-se de um estudo transversal realizado com 292 crianças de 3 a 5 anos, matriculadas em escolas públicas e privadas de Diamantina-MG. A QVRSB foi avaliada por meio do ECOHIS, dicotomizada em "sem impacto" e "com impacto". A cárie dentária foi diagnosticada pelo sistema ICDAS e classificada em ausência, cárie inicial e cárie estabelecida/grave. Variáveis sociodemográficas e oclusais também foram investigadas. As análises incluíram testes qui-quadrado e regressão logística binária (p<0,05). Observou-se associação significativa entre pior QVRSB e menor renda familiar, núcleo familiar não nuclear, presença de cárie dentária e mordida aberta anterior. Na análise ajustada, crianças com cárie inicial apresentaram maior chance de impacto na qualidade de vida (OR=2,23), assim como aquelas com cárie estabelecida/grave (OR=3,99). A presença de mordida aberta anterior também aumentou significativamente a chance de impacto (OR=4,20). As demais variáveis não permaneceram associadas após ajuste.a

Conclui-se que a cárie dentária, especialmente em estágios mais avançados, e a mordida aberta anterior são fatores determinantes para pior qualidade de vida relacionada à saúde bucal em pré-escolares, reforçando a importância de estratégias preventivas e intervenções precoces.

PNe0861 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Preferência alimentar por doces em gêmeos pré-escolares: coincidências, herdabilidade e fatores associados
Letícia Caminha Aguiar Lopes, Ana Caroline Batista Rodrigues, Francisca Aline da Silva Matias-santos, Maria Eduarda Matos Sousa, Taynara da Silva Soares Lima, Marina de Deus Moura de Lima, Cacilda Castelo Branco Lima, Marcoeli Silva de Moura
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou as coincidências de preferência alimentar por doces em pré-escolares gêmeos monozigóticos (MZ) e dizigóticos (DZ), herdabilidade e fatores associados. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Piauí (parecer - 4.541.438). Foi realizado estudo transversal censitário com pré-escolares gêmeos de três a cinco anos de Teresina, Brasil. Foram incluídos pares de gêmeos MZ e DZ com dentição decídua completa ou mista até irrupção dos incisivos inferiores permanentes. Foram excluídas crianças não colaborativas. Os dados foram coletados por meio de questionários. Coincidências foram analisadas por correlações tetracóricas e regressão logística multinomial. Herdabilidade (H²) foi estimada pela fórmula de Holzinger. Regressão logística multinível identificou fatores associados (p<0,05). A amostra final foi composta por 219 pares de gêmeos (87 pares MZ e 132 pares DZ). Pares MZ exibiram correlação positiva forte para preferência alimentar por doces (rMZ=0,750), enquanto pares DZ apresentaram correlação positiva moderada (rDZ=0,423). De acordo com o valor da herdabilidade da preferência alimentar por doces, 56,7% das diferenças fenotípicas entre os indivíduos do presente estudo foram determinadas por fatores genéticos. Os fatores associados à preferência alimentar por doces foram sexo feminino (OR=2,26; p=0,047) e consumir açúcar duas ou mais vezes ao dia (OR=3,22; p=0,040).

A preferência alimentar é influenciada pela interação entre fatores genéticos e ambientais, evidenciando a necessidade de estratégias precoces voltadas à promoção de hábitos alimentares saudáveis durante a infância.

(Apoio: CAPES)
PNe0862 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Mantenedor de espaço para perda precoce de molares decíduos como uma abordagem promissora para o SUS: ensaio clínico randomizado
Alícia Morais Teixeira, Flávia Almeida Amorim, Caroline Barros Oliveira, Karollyne Bonfim Cavalcante, Lúcia de Fatima Almeida de Deus Moura, Marina de Deus Moura de Lima, Marcus Vinicius Neiva Nunes do Rego
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia do mantenedor com fio colado comparando-o à banda-alça na manutenção da largura mesiodistal do espaço edêntulo em crianças com perda precoce de segundos molares decíduos inferiores. Trata-se de um ensaio clínico randomizado (ReBEC: RBR-7w9ffgr), paralelo, de não inferioridade, com 32 crianças, média de 7,5 anos (±0,90), com perda precoce de pelo menos um segundo molar decíduo inferior. Os participantes foram randomizados em dois grupos (1:1): mantenedor de espaço com fio colado e banda-alça. Os arcos dentários foram escaneados antes da instalação do aparelho (T0), após três meses (T3m) e seis meses (T6m). O desfecho primário foi a diferença na largura mesiodistal do espaço edêntulo. Os desfechos secundários foram largura intermolar, rotação axial do primeiro molar permanente, sangramento à sondagem, sobrevida dos aparelhos e aceitação do tratamento pelas crianças e responsáveis. As comparações foram realizadas por ANCOVA ajustada e as falhas por análise de sobrevida (Kaplan-Meier e log-rank). Não houve diferença entre os grupos quanto à largura mesiodistal do espaço aos seis meses (p=0,818), nem quanto aos desfechos secundários largura intermolar (p=0,071), rotação axial do primeiro molar permanente (p=0,457), ou taxa de sobrevida dos aparelhos (p=0,154). O grupo fio colado apresentou menor sangramento à sondagem aos três meses, porém não houve diferença aos seis meses. A aceitação foi alta e semelhante entre os grupos para crianças (p=0,317) e responsáveis (p=0,780).

Concluiu-se que o mantenedor fio colado foi não inferior à banda-alça na manutenção do espaço ao longo de seis meses, sugerindo potencial aplicação em contextos de saúde pública, devido a sua facilidade de confecção.

PNe0863 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Influência da técnica de fabricação nas características dimensionais e ópticas de alinhadores ortodônticos após uso intraoral
Amanda Neves de Paula, Ricardo Tadeu Lopes, Ana Paula Fonseca de Almeida, Lincoln Issamu Nojima
ORTODONTIA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VOLTA REDONDA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diversos materiais passíveis de utilização na confecção de alinhadores ortodônticos têm surgido no mercado, evidenciando a necessidade de avaliar suas características estéticas e dimensionais, uma vez que alterações nessas propriedades podem comprometer a previsibilidade e a eficiência do tratamento ortodôntico. O objetivo deste estudo foi comparar a estabilidade de cor, o gap e a espessura de alinhadores confeccionados por termoformagem em PETG (TMF) e impressão direta com as resinas TC-85 (DPA1) e DIGILINE 360 (DPA2) após uso intraoral. Foram avaliados três grupos de alinhadores por meio de análise espectrofotométrica utilizando o sistema CIE Lab* nos tempos T0 e T1, com o equipamento Vita EasyShade, e análise dimensional por microtomografia computadorizada (micro-CT), considerando medidas de gap e espessura em diferentes regiões dentárias. Para análise estatística, utilizou-se o teste de Kruskal-Wallis para comparações intergrupos e o teste de Wilcoxon para análises intragrupos, adotando-se nível de significância de 5%. Todos os grupos apresentaram alteração de cor (p<0,05), sendo maior no DPA1 (ΔE=5,18), seguido por DPA2 (ΔE=2,16) e TMF (ΔE=1,78). O TMF apresentou menor gap inicial (p<0,001), enquanto o DPA2 demonstrou maior estabilidade dimensional após o uso.

O método de fabricação influenciou a estabilidade de cor e as características dimensionais dos alinhadores ortodônticos. O TMF apresentou melhor adaptação inicial, enquanto o DPA2 demonstrou maior estabilidade dimensional após o uso intraoral. Já o DPA1 apresentou maior alteração de cor, evidenciando diferenças clínicas entre os materiais avaliados.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PNe0864 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Comparação da estabilidade da primeira e terceira rugas palatinas após a expansão maxilar com 3 protocolos diferentes
Luiza Baldoino da Silva Stürmer, Bruno Nehme Barbo, Luciane Macedo de Menezes
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo avaliou, em modelos digitais, a estabilidade das rugas palatinas após a expansão maxilar com 3 protocolos. Foram escaneados e analisados 110 modelos da arcada superior, de 55 pacientes, divididos em 4 grupos: Controle (sem intervenção); Expansão rápida da maxila, (RME); Expansão e constrição (Alt-Ramec) e Expansão com aparelho removível (ROA). Os modelos foram obtidos em dois momentos: período inicial (T0) e 1 ano após a expansão maxilar ou acompanhamento (T1). Foram calculados os coeficientes de correlação intraclasse (ICC) para avaliar a concordância intraobservador (ICC < 0,90). A avaliação da normalidade dos dados foi aplicado o teste de Kolmogorov Smirnov. Para avaliar as médias das medidas entre os grupos em T0 foi utilizada Análise de Variância. seguido do teste post hoc de Tukey. Nas medidas que apresentaram diferenças em T0 foi utilizada a Análise de Covariância para ajuste das amostras. As médias foram comparadas entre os tempos e os grupos, pelo Modelo de Equações de Estimações Generalizadas. Buscando verificar possíveis correlações entre as medidas foi utilizado o coeficiente de correlação de Pearson. Todos os dados analisados foram considerados em um nível de significância de 5%.

Conclui-se com este estudo que, no grupo controle, com crescimento e sem intervenção, o ponto mais medial da primeira e terceira rugas apresentaram estabilidade no período de 1 ano, e podem ser usadas como pontos de referência estável. Nos grupos submetidos à expansão, parece haver diferenças na resposta das rugas palatinas, de acordo com o protocolo de expansão empregado. Assim, enquanto estas diferenças não forem completamente elucidadas, não se recomenda considerar as rugas palatinas como estáveis, nos casos de expansão maxilar.

(Apoio: CAPES)
PNe0865 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Manejo de óleos essenciais no controle do biofilme oral : uma revisão de escopo
Driany Tamami Yamashita de Carvalho, Carla Alves de Siqueira Alciati, Cyntia Luciancencov Petrillo, Gheyza Torres Chaves, Thays Soares Nascimento Eleodorio, Cristina Lucia Feijo Ortolani
pós graduação doutorado UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo visou mapear as evidências científicas sobre a eficácia e segurança do uso de óleos essenciais (OE) no controle do biofilme dentário pediátrico. Esta revisão de escopo seguiu as diretrizes do PRISMA-ScR e as recomendações do JBI. Realizou-se uma busca bibliográfica sistemática nas bases de dados PubMed, Lilacs,Embase utilizando os descritores e boleanos: :"Óleos Essenciais" OR "Óleos Voláteis" OR "Aceites Esenciales" OR "Essential Oils" AND Biofilme OR "Placa Bacteriana" OR "Placa Dental" OR "Biofilms" AND Criança OR Escolar OR Niño OR Child OR Pediatric. Os critérios de inclusão priorizaram estudos clínicos sem predefinição de intervalo de ano com crianças em idade escolar . Foram excluídas revisões de literatura, estudos puramente in vitro , estudos com animais e pesquisas com componentes sintéticos isolados. A seleção foi realizada por dois revisores independentes. A busca inicial resultou em 759 registros, sendo presentes uma grande quantidade de ensaios laboratoriais in vitro, seguido de revisões e experimentos em animais .Os dados extraídos dos artigos restantes revelaram uma pequena variação na forma de entrega dos óleos essenciais, prevalecendo os enxaguatórios bucais e pequena variação na metodologia de avaliação do biofilme no público infantil. Apesar dos estudos laboratoriais a despeito da ação dos OE sobre o biofilme, os resultados indicam um número reduzido de ensaios clínicos indicando uma necessidade de consolidar protocolos clínicos padronizados para o uso de OE na odontopediatria.

Ensaios clínicos para validação da ação dos óleos essenciais no controle do biofilme. ainda são escassos indicando a necessidade de investigações futuras.

(Apoio: CAPES)
PNe0866 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Influência do aparelho ortodôntico na severidade dos traumatismos dentários
Cíntia Moreira Gonçalves, Vitor Rodrigues da Silva, Arian Braido, Luisa Coutinho Cardim, Julio Vargas Neto, Adriana de Jesus Soares, Rodolfo Figueiredo de Almeida, Eduardo César Almada Santos
Materiais Dentários FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho teve como objetivo principal correlacionar o uso do aparelho ortodôntico fixo com a gravidade dos traumatismos dentários resultantes de acidentes orofaciais. Foram selecionados 62 pacientes do banco de dados do Serviço de Atendimento aos Traumatismos Dentários da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP-UNICAMP) e distribuídos igualmente em dois grupos, pacientes com aparelho ortodôntico fixo e sem aparelho. Os grupos foram correlacionados com traumatismos de tecido de suporte e de tecido duro e então avaliados estatisticamente com o teste x2. Um total de 366 dentes foram afetados, 175 com aparelho e 191 sem aparelho. Nos pacientes com uso de aparelho não houve traumatismo com envolvimento periodontal (p 0,001), sendo a concussão (n 32), subluxação (n 21) e a luxação extrusiva (n 20) os traumatismos mais frequentes encontrados e sem diferença estatística entre os grupos. A adesão ao protetor bucal foi baixa (n 2). A queda da própria altura foi a etiologia mais prevalente (n 22).

O uso do aparelho ortodôntico não se mostrou como agravante aos traumatismos dentários neste estudo.

(Apoio: CAPES  |  CAPES)
PNe0867 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 12/09 - Horário: 08h30 às 12h00 - Local: Bloco A - Azul

Alterações transversais dos arcos dentários na dentição mista após expansão maxilar com Invisalign® First e Hyrax
César Henrique Fukuji Fuziy, Victor de Miranda Ladewig, Gabriela Utrago Carneiro, Camila Massaro, Felicia Miranda, Silvio Bellini, Daniela Garib, Ana Claudia de Castro Ferreira Conti
Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Cole UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi comparar as alterações transversais dos arcos dentários em pacientes na dentição mista submetidos à expansão maxilar com alinhadores Invisalign® First e expansor Hyrax. A amostra foi composta por 35 pacientes, com idade média de 8,99±1,52 anos, sendo 17 do sexo masculino e 18 do sexo feminino. Os indivíduos foram distribuídos em dois grupos: ELM, tratado com expansão lenta da maxila com Invisalign® First (8,06±0,78 anos; 9 meninos e 5 meninas), e ERM, tratado com expansão rápida da maxila com Hyrax (9,61±1,59 anos; 8 meninos e 13 meninas). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética sob protocolo 58511821600000108. Todos os pacientes seguiram o mesmo protocolo de tratamento dentro de seus respectivos grupos. Modelos digitais foram obtidos antes do tratamento (T0) e após o tratamento (T1), sendo analisados no software OrthoViewer (3Shape, Copenhagen, Dinamarca). A duração média do tratamento foi de 6 meses no grupo ERM e 8 meses no grupo ELM. No grupo tratado com Invisalign® First, os resultados obtidos também foram comparados ao planejamento digital. As comparações intergrupos foram realizadas por meio dos testes t de Student ou Mann-Whitney, enquanto as comparações intragrupo foram conduzidas pelo teste t pareado, à nível de significância de 5%.

O grupo ERM apresentou aumento estatisticamente maior das distâncias transversais nos pontos cervicais, bem como da distância entre as cúspides dos primeiros molares permanentes. No grupo ELM, a distância intermolar demonstrou maior reprodutibilidade em relação ao planejado digitalmente (84,19%). A expansão obtida com Invisalign® First ocorreu predominantemente por inclinação vestibular dos dentes, apresentando menor precisão na região de caninos.




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