RESUMOS APRESENTADOS

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 2725 Resumo encontrados. Mostrando de 2221 a 2230


PN-R0410 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 1

Interface de ligação adesiva de compósitos restauradores Bulk-Fill fotoativado vs autopolizável após o envelhecimento in vitro
Larissa Fiorin Arruda, Lorâine Perez Manzoli, Bernardo Viegas Bernardino Vallinoto, Gabriela Carvalho Santos Fernandes, Sandro Cordeiro Loretto, Milton Carlos Kuga, Roberta Pimentel de Oliveira, Cristiane de Melo Alencar
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo teve como objetivo comparar a resistência à microtração e a adaptação marginal de uma resina composta moderna Bulk fill de autocura comparada a um compósito Bulk fill de cura convencional fotoativada. Trinta restaurações foram realizadas em em dentina bovina em três grupos principais (n=10): (G1) STELA, restaurador de autocura Bulk Fill (STELA, SDI Ltd.); (G2) AURA BULK FILL, composto Bulk Fill de cura fotoativada (AURA BULK, SDI Ltd); e (G3) AURA, um composto convencional incremental de cura fotoativada (AURA, SDI Ltd). Com exceção da resina STELA, as resinas foram usadas em combinação com adesivo no modo etch-and-rinse - Adapte Single Bond (3M Oral Care). Os espécimes foram armazenados em saliva artificial (6 meses) avaliados mediante microtração. A análise marginal foi realizada por meio de microscopia confocal a laser. Os testes ANOVA/Turkey foram realizados com um nível de significância de 5%. Todos os materiais testados apresentaram maior resistência de união imediata (24 horas após as restaurações) quando comparados a 6 meses de envelhecimento em saliva (p<0.05). A resina STELA mostrou a maior resistência à microtração quando compara aos demais grupos (p<0.05) após 6 meses de envelhecimento. Na avaliação da interface marginal, a resina STELA mostrou menos lacunas enquanto a resina Bulk fill fotoativada apresentou uma interface com vários vazios e lacunas.

Todos os materiais foram afetados pela degradação da interface e redução da ligação adesiva após o envelhecimento prolongado. No entanto, a resina autopolimerizável Bulk fill apresentou menos danos a interface adesiva após envelhecimento.

PN-R0418 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Efeito do dimetilsulfóxido e temperatura de volatilização na resistência de união de pinos de fibra de vidro
Heloísa Caroline da Mota, Grace Mitiko Rosati Hori, Larissa Sgarbosa de Araujo Matuda, Giselle Maria Marchi, Ticiane Cestari Fagundes, André Luiz Fraga Briso, Anderson Catelan
Odontologia Preventiva e Restauradora UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O propósito neste estudo foi avaliar o efeito do pré-tratamento da dentina do conduto radicular usando dimetilsulfóxido (DMSO) e da volatilização de solventes de um adesivo universal com ar quente na resistência de união (RU) de pinos de fibra de vidro. Quarenta raízes bovinas unirradiculares (n = 10) foram usadas, o canal radicular foi tratado endodonticamente e preparado para cimentação de um pino de fibra cônico com o sistema de cimentação (adesivo universal + cimento resinoso "dual"). Inicialmente foi realizado o pré-tratamento da dentina com solução etanólica de DMSO 50% ou água destilada (controle) por 60 s e removido o excesso de umidade. Em seguida, o adesivo foi aplicado no modo autocondicionante e realizada sua volatilização à 23ºC (temperatura ambiente) ou 40ºC (ar aquecido) por 10 s, seguida pela fotoativação por 40 s. Finalizada a cimentação dos pinos, os espécimes foram submetidos à 10.000 ciclos térmicos (5 e 55ºC). Então, as raízes foram seccionadas em fatias com 1 mm de espessura dos terços cervical, médio e apical. A RU dos terços foi mensurada pelo teste de "push out" usando uma máquina universal de ensaios. O padrão de falha foi avaliado em estereomicroscópio. Os dados foram analisados estatisticamente pelos testes ANOVA e Tukey (α = 0,05). A volatilização com ar quente aumentou os valores de RU comparado à temperatura de 23ºC (p = 0,0101). O terço cervical apresentou maior RU, seguido pelo terço médio, sendo a menor RU observada no terço apical, com diferença estatística entre si (p < 0,0001). O pré-tratamento da dentina com DMSO não influenciou os valores de RU comparado à água (p = 0,7324).

Assim, pode-se concluir que a volatilização de solventes do adesivo usando de ar aquecido aumentou a adesão do pino de fibra à dentina radicular.

(Apoio: CAPES  N° 001)
PN-R0423 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Propriedades físicas, químicas e organolépticas, de gel clareador dental de alta concentração modificado com dióxido de titânio
Ana Beatriz Bezerra de Albuquerque Ferro, Hugo Juan da Silva Rolim, Nayra Bezerra Matias, Rebeca Freire Dos Santos, Yasmily Vitória Bezerra de Lima, Danilo Rodrigues de Souza, Pedro Henrique Sette-de-Souza, Moan Jéfter Fernandes Costa
Bacharelado em Odontologia UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo visa modificar um gel clareador dental à base de peróxido de hidrogênio (H2O2) (35%) pela adição de dióxido de titânio (TiO2) com o propósito de qualificar o produto para uso clínico. Foram avaliadas cor (subjetivo - visual e objetivo - colorímetro), odor, pH, espalhabilidade e molhabilidade, todos com avaliação de estabilidade temporal em T0 (baseline), T1 (1 mês) e T2 (3 meses), em diferentes concentrações de 0,1%; 0,5% e 1% de TiO2. Os principais resultados apontam que para variáveis de pH, no T0 e T1 não houve mudança de nenhuma solução manipulada em comparação ao controle (pH = 2), no T2 ocorreu uma discreta diminuição de -1 para todas as concentrações, não comprometendo a funcionalidade do gel. Para molhabilidade, no T0 e T1 todas as concentrações variaram para mais em 5 a 10 pontos em relação ao controle, revelando que após a incorporação do TiO2 a adesão do gel na superfície aumentou, aprimorando uma característica desse material. Em T2 os valores de molhabilidade diminuíram em média 8 pontos devido a propensão de estabilidade do material após uma manipulação a longo prazo. Para espalhabilidade, em T1 e T2, todas as concentrações obtiveram valores menores que o controle, revelando que após a manipulação com TiO2 o gel clareador obteve maior retenção na área de cobertura devido a uma resistência significativa a força de espalhabilidade aplicada. Por fim, os dados de análise de cor objetiva, o cálculo do ΔE00 revelou que para T1 e T2 todas as concentrações obtiveram uma cor mais clara comparada ao controle.

Dessa forma, conclui-se que a adição do TiO2 nas diferentes concentrações testadas conseguiu otimizar todas as propriedades analisadas demonstrando um potencial de utilização para qualificar o produto final a ser utilizado.

(Apoio: CNPq  N° 164026/2023-1)
PN-R0424 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

A influência de unidades fotopolimerizadoras no manchamento de resinas compostas após diferentes técnicas de polimento
Bianca Barroso Santana, Luan Júlio Ruiz da Silva, Gabriela Monteiro Barbosa Xavier , Yngrid Fernanda Oliveira Paes, Cecy Martins Silva, Jesuina Lamartine Nogueira Araújo
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes unidades de fotoativação na alteração de cor (ΔE) e rugosidade superficial (Ra) de resinas compostas submetidas a técnicas de polimento distintas. Foram confeccionados 240 corpos de prova corpos de prova (n=10) com matriz circular bipartida (5x2mm), das resinas Forma-Ultradent (F) e Tetric N-ceram- Ivoclar/Vivadent (TN), divididas em grupos de acordo com a unidade fotoativadora, sistema de polimento (Sof-lex Pop on/3M-ESPE ou Opti 1 Step Polisher/Kerr Corporation) e solução de imersão (água destilada, café ou vinho tinto): F-BP e TN-BP (Bluephase-Ivoclar/Vivadent,20s/1200mW/cm2); F-V e TN-V (Valo-Utradent,24s/1000mW/cm2). Foram realizados ciclos de imersão por 7 dias. Para Ra foram feitas três medições com cut off de 0,25mm e para alteração de cor foi calculado o ΔE00 (CIEDE2000), as análises foram feitas em T0 (antes das imersões) e T1 (após último ciclo de imersão). Os dados foram analisados por ANOVA 3-fatores e Tukey (α=0,05). Observou-se que os grupos imersos em café e vinho apresentaram maior ΔE, independente do sistema de polimento e fotoativação (p=0,734). Para Ra, houve diferença significativa para a técnica de polimento(p<0.001) e fotoativação(p=0,006).

Soluções corantes podem interferir na coloração de diferentes resinas compostas, assim como fontes de ativação e sistemas de polimento podem influenciar na sua rugosidade superficial.

PN-R0428 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Efeito anti-erosivo de soluções experimentais à base de sementes de Myrciaria dúbia sobre leões iniciais de erosão em dentina
Tayanne Laíse da Rocha Pirixan, Ana Carolina Saraiva Miranda, Gabriela Carvalho Santos Fernandes, Sandro Cordeiro Loretto, Lorâine Perez Manzoli, Paula Mendes Acatauassú Carneiro, Milton Carlos Kuga, Cristiane de Melo Alencar
Clínica Odontológica do Cesupa CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO PARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo investigou o potencial preventivo de soluções experimentais à base de Myrciaria dúbia (camu-camu) da Amazônia sobre as estruturas orgânica e inorgânica da dentina. A solução foi obtida através de prensagem a frio a partir das sementes de camu-camu. Além disso, amostras de dentina bovina foram obtidas e pré-erodidas em solução de ácido cítrico e randomizadas em quatro grupos (n=20): G1 - água destilada; G2 - solução experimental à base de polifenóis concentrados provenientes do Myrciaria dúbia; G3 - solução experimental à base de polifenóis provenientes do Myrciaria dúbia diluída em 50%; e G4 - material antierosivo comercial. Foi realizada ciclagem erosiva e tratamento durante três dias. Perfilometria 3D foi realizada para mensuração de rugosidade e perda de volume. Posteriormente, foi realizada microscopia eletrônica de varredura. Além disso, foi realizada avaliação do grau de maturação das fibrilas colágenas tipo I e tipo III mediante Picrocirius red. O teste ANOVA One way seguido de pós teste de Tukey foi usados para analisar os dados (α = 0,05). A perda volumétrica foi significativamente menor no grupo experimental G2, quando comparado aos demais grupos (p<0.05). Túbulos obliterados foram observados principalmente no grupo G2. O grupo G1 demonstrou exposição acentuadados túbulos dentinários. Foi detectada maior porcentagem de fibrilas colágenas Tipo III no grupo G1 (23%). O grupo G2 demonstrou a menor porcentagem de fibrilas colagens Tipo III (8%) em comparação aos demais grupos.

A solução experimental baseada em polifenóis antioxidantes de Myrciaria dúbia apresentou desempenho promissor na dentina erodida nesta investigação. Mais investigações devem ser realizadas para verificar a efetividade de um produto viável.

(Apoio: CNPq)
PN-R0429 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Avaliação da Resistência de União em Reparos de Resina Acrílica para Bases de Próteses com Resina Composta de Tonalidade Gengival
Marina Nunes de Faria Corrêa, Rafael Martins Dos Santos, Gabriela Cardoso de Cardoso, Rodrigo Rohenkohl Silva, Cristina Pereira Isolan, Carlos Enrique Cuevas Suárez, Rafael Guerra Lund, Carla Lucia David Peña
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avalia a resistência de união ao cisalhamento (RUC) entre resina acrílica para próteses dentárias e resinas compostas de tonalidade gengival com diferentes adesivos. Foram avaliadas 80 amostras em 9 grupos independentes e 1 grupo de referência coesiva, seguindo as Diretrizes CRIS. Tubos de PVC preenchidos com resina acrílica (JET, Artigos Odontológicos Clássico Ltda, São Paulo, SP, Brasil) foram envelhecidos em uma escovação mecânica (MEV 3Y-XT; Odeme, Luzerna, SC, Brasil) por 15.000 ciclos. A randomização foi feita no Excel 2007. Foram realizados reparos com as resinas compostas (n=8): Sigma Natural Flow (NF), Amaris Gingiva (AG) e NT Premium Gengiva (PG), e adesivos: Single Bond Universal (SBU) e Scotchbond Multipurpose Plus (SMB), além de um grupo controle que usou o mesmo material do substrato para reparos. O teste de RUC foi feito em máquina de ensaios mecânicos (DL500; EMIC, São José dos Pinhais, PR, Brasil), e as falhas foram avaliadas sob estereomicroscópio de luz. O método estatístico aplicado baseou-se em ANOVA de dois fatores (adesivo x resina) com p<0,05 no software Sigma Plot 12 (Systat Inc., San Jose, CA, EUA). A resina AG teve valores menores que a referência coesiva (p=0,005). O adesivo SBU aumentou os valores de RUC (p=0,001) em comparação com a aplicação direta das resinas e o SBM.

Conclui-se que, com exceção da resina AG aplicada diretamente, as resinas mostraram resultados similares à referência coesiva.

(Apoio: CAPES  N° 0001)
PN-R0430 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 2

Estabilidade de cor e microdureza de cimentos resinosos associados a laminados cerâmicos
Nathália Guiomar Suzin, Clarissa Dias Reder, Márcia Borba, Giana da Silveira Lima, João Paulo de Carli, Micheline Sandini Trentin, Júlia Cadorim Facenda
UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi investigar o efeito do tipo de cimento resinoso na translucidez (TP), brancura (WID) e cor (ΔE00) de laminados cerâmicos submetidos ao envelhecimento em água, bem como avaliar a microdureza dos agentes cimentantes. Três cimentos resinosos foram avaliados: RXV (Rely X Veneer, 3M), NX3-f e NX3-d (NX3 fotoativado e dual, Kerr). Foram confeccionados corpos-de-prova compostos por 3 camadas (n=10): dente bovino, cimento e vitrocerâmica reforçada por leucita. Os parâmetros de cor foram obtidos com um espectofotômetro 48 horas após a cimentação, 45 dias e 6 meses após o envelhecimento em água destilada, para calcular a diferença de translucidez (ΔTP00), brancura (ΔWID) e cor (ΔE00). Os valores obtidos foram analisados através da comparação com os limiares de perceptibilidade (PT00= 0,81; WPT = 0,61; TPT = 0,62) e de aceitabilidade (AT00 = 1,77; WAT = 2,90; TAT = 2,62) e seus respectivos intervalos de confiança de 95%. O ensaio de microdureza Vickers dos cimentos foi realizado (300 g, 20 s) após 24h e 7 dias de confeção dos corpos-de-prova. Os dados de microdureza foram avaliados com teste de ANOVA e Tukey (α=0,05). Para ΔE00 os grupos apresentaram valores similares e menores do que PT00, tanto em 45 dias como em 6 meses. Os grupos apresentaram ΔTP00 e ΔWID perceptíveis, mas aceitáveis clinicamente em 45 dias e 6 meses. Houve diferença significativa entre os cimentos para microdureza, tanto em 24h como em 7 dias de avaliação (p<0,001). O cimento RXV obteve os maiores valores, seguido de NX-f e NX-d.

Conclui-se que os cimentos RXV, NX3-f, NX3-d apresentam estabilidade de cor favorável para a cimentação de laminados cerâmicos.

(Apoio: PibicUPF)
PN-R0436 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 3

Avaliação da eficácia antimicrobiana de cimentos ionoméricos enriquecidos com própolis vermelha
Thays Maria de Oliveira Almeida, Maria Helena Nunes Borges, Pedro Henrique Sette-de-Souza, Mayara Abreu Pinheiro, Renata de Albuquerque Cavalcanti Almeida, Geisa Aiane de Morais Sampaio
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo objetivou, avaliar a atividade antimicrobiana em culturas de Streptococcus mutans, de Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) com adição de Extrato Etanólico de Própolis Vermelha (EEPV). Foram utilizados cinco CIVs (Riva, Maxxion, Vidrion, Vitremer e Ketac) com adição de EEPV em concentrações de 11% e 20%. Para os grupos controle, os CIV foram manipulados segundo as instruções dos fabricantes. As cepas bacterianas de S. mutans de estoque de cultura, foram cultivadas em BHI e semeadas em uma diluição de 10-1, contendo 1,2 x 10-8 UFC/ml. As amostras dos cimentos foram colocadas em íntimo contato com o microrganismo por 48 horas, em estufa bacteriológica. Após este período, os diâmetros das zonas de inibição foram medidos com um paquímetro digital. Os CIVs Maxxion e Vitremer, demonstraram um aumento significativo no tamanho das zonas de inibição nos grupos com adição de EEPV 11% em relação ao grupo controle. Na comparação dos resultados entre as diferentes marcas de cimentos testados, os cimentos Maxxion e Vitremer apresentaram diferença significativa em relação aos cimentos Vidrion e Riva.

Em conclusão, observou-se que a adição de EEPV 11% demonstrou ser capaz de aumentar a capacidade antimicrobiana dos CIVs testados. Os cimentos Maxxion e Vitremer foram os que apresentaram o melhor potencial antimicrobiano após a adição do EEPV 11%.

(Apoio: CNPq  |  CNPq  |  CNPq  N° BIC-0054-4.02/23)
PN-R0437 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 3

Propriedades físicas, químicas e organolépticas, de gel clareador dental de baixa concentração modificado com dióxido de titânio
Rebeca Freire Dos Santos, Hugo Juan da Silva Rolim, Ana Beatriz Bezerra de Albuquerque Ferro, Nayra Bezerra Matias, Danilo Rodrigues de Souza, Pedro Henrique Sette-de-Souza, Mayara Abreu Pinheiro, Moan Jéfter Fernandes Costa
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo visa modificar o gel clareador dental à base de peróxido de hidrogênio (H2O2) a 10% pela adição de dióxido de titânio (TiO2), com a finalidade de qualificar o uso do produto. Foram avaliadas propriedades físicas, químicas e organolépticas do produto inicial modificados com diferentes concentrações de TiO2 (0,1%; 0,5% e 1%) e o grupo controle (gel clareador puro) em três recortes de tempo: T0 (baseline), T1 (1 mês) e T2 (3 meses). Dentre os testes feitos para avaliar as propriedades estão a verificação da espalhabilidade, pH, odor, mudança de fases e cor (subjetiva - visual e objetiva - colorímetro). Os resultados do pH obtiveram uma leve variação (1 ponto para menos) em todas as concentrações e recortes de tempo, sem alterações direta no produto final. A espalhabilidade aumentou ligeiramente nos três tempos, salvo uma certa estabilidade entre T1 e o T2, sugerindo uma adaptação do produto às condições de aplicação, melhorando a fixação em termos de viscosidade. Não houve alterações no odor. Na avaliação subjetiva, a cor do produto variou com o passar do tempo e das concentrações, melhorando fatores como opacidade e translucidez do produto. Com relação ao colorímetro, o cálculo do ΔE00 demonstrou mudanças diretas no eixo luminosidade, em todas as concentrações e na comparação direta entre T0 e T2 / T0 e T1, sendo mais evidentes. Além disso, notou-se o predomínio da despigmentação das cores amarelas e vermelhas, revelando a prevalência do verde e azul.

Portanto, nota-se que o novo produto possui propriedades melhoradas, criando uma nova possibilidade de qualificação do produto final, tendo em vista que o TiO2 pode aumentar a oxidação dos cromóforos pigmentados e melhorar o resultado final do procedimento.

PN-R0438 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 04/09 - Horário: 13h30 - 17h30 - Sala: 3

Incorporação de nanopartículas de clorexidina ao cimento mta branco
William Nagib do Nascimento Said, Nancy Gurgel Figueiredo, Bianca de Sousa Veiga, Martiane de Oliveira Silva, Braulio Soares Archanjo, Renata Antoun Simão, Maíra do Prado
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo dessa pesquisa foi sintetizar nanopartículas de clorexidina hexametafosfato (Nnps-CHX-HMP), caracterizá-las, e avaliar o efeito da sua incorporação ao cimento reparador MTA branco. Para produção das Nnps-CHX-HMP foi utilizada água deionizada, digluconato de clorexidina à 20% e hexametafosfato de sódio. As nanopartículas foram avaliadas topograficamente por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e o tamanho das partículas, pelo teste de dispersão dinâmica de luz. Foram avaliados 3 grupos: controle (MTA Branco Angelus, sem a incorporação de Nnps-CHX-HMP- 0%) e incorporação de 1% e 2% de Nnps-CHX-HMP, em peso, ao pó do cimento. A topografia do material foi avaliada por MEV. A análise de tempo de presa (TP) foi realizada de acordo com a ISO 6876:2012. Para avaliação de pH, o material foi inserido em tubos de polietileno, imersos em água destilada e mantidos em estufa. O pH foi aferido no período de 3h, 24h, 48h, 72h, 7 e 30 dias. Os resultados foram analisados estatisticamente pelos testes de Dunn (TP) e Levene (pH). O tamanho médio das partículas foi de 148±13nm. A incorporação das nanopartículas nas duas concentrações não levou a modificações significativas na topografia. Verificou-se alterações significativas nos valores de pH até 72h e no tempo de presa inicial e final.

Nesse estudo foi possível sintetizar e incorporar nanopartículas de clorexidina ao cimento MTA branco. Embora não fossem verificadas modificações topográficas e no pH por 7 e 30 dias, a incorporação levou a alterações significativas no tempo de presa e no pH do material por até 72 horas.

(Apoio: FAPs - Faperj  N° E-26/200.589/2024  |  FAPs - Faperj  N° E-26/200.254/2023  |  Funadesp   N° 1700473)