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PNe0833 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Desempenho da análise de textura no diagnóstico do grau de diferenciação tumoral em pacientes com carcinoma espinocelular de orofaringe
Pedro Luiz Duarte de sá, Lays Assolini Pinheiro de Oliveira, Adriana de Oliveira Lira , Sergio Lucio Pereira de Castro Lopes, André Luiz Ferreira Costa
UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o desempenho da análise de textura em imagens de tomografia computadorizada multislice (TCMS) de pacientes com carcinoma espinocelular de orofaringe (CEO) para a discriminação do grau de diferenciação tumoral. Quarenta e seis pacientes com CEO comprovado histologicamente que foram submetidos a exames de TCMS pré-tratamento foram incluídos retrospectivamente. O CEO foi classificado histologicamente como moderadamente diferenciado, bem diferenciado e pouco diferenciado; a localização do tumor foi classificada em tecido duro ou mole. Parâmetros da matriz de coocorrência de cada volume de lesão segmentado foram extraídos. O coeficiente de correlação de Spearman foi usado para avaliar a correlação entre as distâncias de um mesmo parâmetro da análise de textura. Os tipos de tumores foram comparados através do teste de Kruskal-Wallis. Os parâmetros de textura das lesões foram estatisticamente significativos (p<0,05) entre os três grupos de diferenciação do tumor.

A análise de textura usando TCMS pode fornecer um método valioso para estratificação tumoral de pacientes com CEO.

(Apoio: CAPES)
PNe0834 - Painel Aspirante
Área: 7 - Patologia Oral

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Mortalidade por câncer de boca e orofaringe no Brasil: projeções estimadas até 2042
Maica Gutierrez Zuñiga, Luana Carla Salvi, Ana Carolina Uchoa Vasconcelos, Luiz Alexandre Chisini, Flavio Fernando Demarco
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A taxa de mortalidade por câncer de cavidade oral (OC) e orofaringe (OPC) (OCOPC) apresenta desafios na saúde pública. O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da idade, período e coorte de nascimento nas taxas de mortalidade no Brasil de 1980 a 2022 e estimar a taxa de mortalidade futura para 2042. Foram estimadas a taxa de mortalidade e a taxa de mortalidade padronizada por idade (TMP). Os efeitos idade-período-coorte foram calculados por meio do modelo de regressão de Poisson. O modelo Lee-Carter foi empregado para realizar as projeções. Foram observados 152.756 óbitos durante o período. A TMP para OC foi de 2,37 para homens e 0,54 para mulheres, enquanto para OPC foi de 1,49 (homens) e 0,22 (mulheres). Foi observado um efeito idade-período-coorte significativo (p<0,001). Um forte efeito da idade foi observado para todos os tipos de câncer e aumentou com idades mais jovens nos homens. Os efeitos do período foram menos pronunciados. Os efeitos de coorte mostraram uma tendência decrescente nas coortes após 1960 para os homens. Em 2042, prevê-se que a mortalidade por OC em homens com idades compreendidas entre os 60 e os 70 anos e a mortalidade por OPC em homens com idades compreendidas entre os 50 e os 70 anos diminuam significativamente, não sendo esperadas alterações notáveis para as mulheres.

As projeções para 2042 indicaram uma diminuição significativa nas taxas de mortalidade OCOPC para os homens, enquanto não foram projetadas diferenças significativas para as mulheres.

(Apoio: CAPES)
PNe0837 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Câncer de boca: análise de conhecimentos, atitudes e práticas de dentistas, enfermeiros e médicos generalistas na atenção primária à saúde
Nara Rúbia Pereira de Siqueira, Fernanda Tenório Lopes Barbosa, Ana Laura Sene Amâncio Zara, Maria do Carmo Matias Freire, Maria Goretti Queiroz, Sandra Lucia Ventorin von Zeidler, Rejane Faria Ribeiro-rotta
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi identificar lacunas no conhecimento, atitudes e práticas relacionadas à detecção precoce do câncer de boca (CB) entre dentistas, enfermeiros e médicos na Atenção Primária à Saúde (APS). Esta investigação transversal, realizada em um distrito de saúde de Goiânia, Brasil, utilizou um questionário (plataforma Research Electronic Data Capture - REDCap®) como ferramenta de coleta de dados (30 questões, distribuídas em 9 seções) para avaliar os profissionais da APS. O instrumento foi submetido a pré-teste, piloto e a versão final foi aplicada, presencialmente, aos profissionais. As variáveis categóricas foram expressas como frequências, outras variáveis foram avaliadas em escala Likert, expressas em média, desvio padrão e intervalo de confiança de 95%, além da acurácia diagnóstica, todas estratificadas por profissão. O total de respondentes foi de 65 profissionais (60,7%), sendo 14 dentistas, 27 enfermeiros e 24 médicos. Os profissionais revelaram conhecimento suficiente sobre fatores de risco para CB, mas atitudes e práticas clínicas inadequadas em relação à detecção precoce, especialmente entre enfermeiros e médicos. A maioria dos profissionais demonstrou insegurança na identificação clínica de lesões de CB e na formulação de hipóteses de diagnóstico. Na seção de casos simulados, a acurácia dos dentistas foi superior.

Dentre as lacunas identificadas destacaram o reconhecimento clínico de variações anatômicas da cavidade oral e de desordens bucais potencialmente malignas, além da incerteza na suspeita clínica de malignidade. Mais estudos são necessários para avaliar o impacto dessas lacunas na precisão do encaminhamento para cuidados secundários e na eficácia da detecção precoce de CB.

(Apoio: FAPs - FAPEG)
PNe0838 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Qualidade de vida e condição de saúde bucal de pacientes com síndrome de COVID longa: estudo transversal
Laércio Alves de Amorim Júnior, Camila Alves Costa, Matheus de França Perazzo, Lidia Moraes Ribeiro Jordão, Lays Noleto Nascimento, Suzane Aparecida de Oliveira, Nádia do Lago Costa
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo transversal foi avaliar os sintomas e permanência da COVID longa e associação com condição bucal e qualidade de vida. Participaram 60 pessoas recuperadas de infecção por Sars-Cov-2, tratadas em dois hospitais públicos de referência em Goiânia, entre 2021 e 2022. Os participantes responderam ao questionário referente às complicações após a fase aguda da doença. Foi realizado o exame bucal e o instrumento sobre qualidade de vida 36-Item Short Form Health Survey foi aplicado. Análises descritivas e de regressão linear (p<0,05) foram realizadas. A média de idade dos participantes foi 52,45 anos (DP=16,39), com predominância do sexo masculino (53,3%) e pardos (65,0%). Houve alta prevalência de sintomas da COVID longa (96,6%), sendo os mais frequentes: fadiga (60,0%), dor articular e muscular (55,0%), xerostomia (45,0%), alopecia (43,3%), distúrbios de sono (38,3%), dificuldade em respirar ou falta de ar (35,0%), nevoeiro cerebral (46,7%), irritabilidade (43,3%) e ansiedade (41,7%). A prevalência de periodontite foi 66,6% e de alto número de dentes perdidos, obturados ou cariados (CPO-D>13,9) foi 36,7%, sem associação com COVID longa. A qualidade de vida relacionada à saúde geral variou de 5 a 85 (Md= 62). Houve associação entre tempo de permanência da COVID longa e qualidade de vida relacionada à saúde geral [b=-0.010 (IC95% -0.017 - -0.004); p = 0.002].

A alta prevalência de COVID longa e a persistência dos sintomas são fatores que afetam significativamente a qualidade de vida dos pacientes recuperados da fase aguda da doença.

PNe0839 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência da ferramenta de redução de artefatos na avaliação de perda de enxerto ósseo ao redor de implantes de titânio e de zircônia em TCFC
Michelle Chang, Henrique Mateus Alves Felizardo, Christiano Oliveira Santos, Hugo Gaêta-Araujo
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi investigar a influência da aplicação da ferramenta de redução de artefatos (FRA) de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) na avaliação de perda de enxerto ósseo adjacente a implantes dentários de titânio (Ti) e de zircônia (Zr). Os implantes dentários (n=24) foram instalados na região posterior de 12 mandíbulas humanas. Uma broca trefina foi utilizada para criar lacunas de 2mm ao redor do implante em todas as suas faces. Enxerto ósseo particulado xenógeno foi usado para preencher as lacunas e, em metade da amostra, foi simulado a perda do material até a terceira espira do implante na face vestibular. Foram realizadas aquisições das imagens de TCFC (OP300 e Eagle 3D) variando-se a aplicação da FRA. As imagens foram avaliadas por 5 avaliadores com uma escala de 5 para a presença de perda do enxerto. Os valores de diagnóstico foram calculados e comparados entre as variáveis pela ANOVA de dois fatores com nível de significância de 5%. Os valores de diagnóstico dos implantes de Ti foram maiores do que implantes de Zr no aparelho OP300 tanto para FRA ligada quanto desligada (p<0.05). No aparelho Eagle 3D, implantes de Zr apresentaram menores valores de acurácia e sensibilidade com a FRA nos modos desligado e intermediário (p<0,05). Para os implantes de Zr, maiores valores de AUROC, acurácia e sensibilidade foram alcançados com a FRA ativada no aparelho OP300 (p<0.05). Enquanto no aparelho Eagle 3D, o uso da FRA no modo extremo levou a valores de AUROC, acurácia e especificidade mais baixos para ambos os tipos de implantes (p<0,05).

Conclui-se que a aplicação da FRA, dependendo do material do implante, pode melhorar a identificação da perda de enxerto ósseo, no entanto, a FRA no seu modo extremo, pode prejudicar a tarefa diagnóstica.

(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2022/13509-8)
PNe0841 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Precisão dimensional de dente impresso por diferentes protocolos de Tomografia Computadorizada por Feixe Cônico: estudo experimental
Eleazar Mezaiko Vilela Dias, Flávio Roberto Rodrigues Silva, Milena Moraes de Oliveira Lenza, Brunno Santos de Freitas Silva, Fernanda Paula Yamamoto-Silva
Odontologia UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Dispositivos impressos tridimensionais têm sido cada vez mais utilizados para tornar tratamentos odontológicos mais previsíveis e confiáveis, utilizando a Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC) como etapa prévia. Sabendo-se que a imprecisão durante a sua instalação é determinada pela soma de erros que ocorrem durante etapas de planejamento, objetivou-se avaliar medidas obtidas de dentes impressos a partir de diferentes protocolos de aquisição de TCFC. Trata-se de um estudo experimental laboratorial em que foram feitas treze aquisições de TCFC (OP300, Tuusula, Finlândia), com diferentes protocolos, de um dente pré-molar inferior de um fantoma antropomórfico (Alderson Radiation Therapy Phantom). Após isso, a segmentação do dente de cada imagem e os arquivos foram convertidos e exportados para a impressora Flashforge Hunter (Done Equipamentos 3D, SP) para impressão em resina. As medidas no sentido vestíbulo-lingual (VL), mésio-distal (MD) e coroa-ápice (CA) dos dentes na TCFC e impressos foram realizadas e comparadas estatisticamente. Como resultado, nenhum protocolo conferiu ausência de discrepância entre as medidas na TCFC com dentes impressos. Entretanto, o voxel 0.2 apresentou menor diferença estatisticamente significante entre os valores para todas as medidas (diferença média de VL: 0.39 mm; MD: 0.44 mm e CA: -0.20 mm), com exceção da medida de MD, quando comparado ao voxel de 0.3 (VL: 0.58 mm; MD: 0.32 mm e CA: -0.48 mm). Ademais, protocolos com maior miliamperagem (mA) também se associaram com menor diferença entre as medidas.

Conclui-se que medidas lineares de dentes na TCFC diferem após a impressão, sendo que protocolos com voxels menores e maiores valores de mA resultam em menores diferenças entre as medidas.

PNe0842 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Estudo da prevalência dos tipos de ossificações do complexo estilo-hioideo em uma população por meio de radiografias panorâmicas
Bruna Maciel de Almeida, Karolyane Cacique, Sarah Sucupira Botture Garcia, Lana Ferreira Santos, Victória Geisa Brito de Oliveira, André Luiz Ferreira Costa, Sergio Lucio Pereira de Castro Lopes
Diagnóstico e Cirurgia INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Analisar a prevalência dos tipos de ossificações do complexo estilo- hióideo em uma população, por meio da análise retrospectiva de imagens de radiografias panorâmicas da Clínica de Radiologia do ICT-UNESP, São José dos Campos. A amostra final de 1.059 radiografias panorâmicas. 02 examinadores, previamente treinados determinaram a presença ou não de ossificação dos processos estilo-hióideos e suas classificações obedecendo aos critérios de Langalis et al. (1986), sendo (A) Tipos de Ossificação - sem ossificação, alongado, pseudoarticulado ou segmentado; (B) Padrões de ossificação: Contorno Ossificado; Parcialmente ossificado ou Completamente ossificado. Observou-se que a idade e sexo não estão associados com presença de ossificação (p-valor>0,05). Houve associação (p-valor <0,05) entre: o lado (direito ou esquerdo) e a presença de ossificação (a presença de ossificação associada ao lado direito); idade e o tipo de ossificação (tipo articulado com maior idade média); sexo dos indivíduos e o tipo de ossificação (sexo feminino associado com o tipo alongado e o masculino com articulado e segmentado); idade e os padrões de ossificação (padrões com contorno calcificado e regiões internas calcificadas com maiores idades médias que o totalmente calcificado) e entre sexo e os padrões de ossificação (sexo feminino mais associado com totalmente calcificado e o masculino mais associado com contornos calcificados).

Houve maior frequência de ossificação do tipo alongada e do padrão de com contorno calcificado, não sendo encontrada associação entre a presença a ossificação com gênero ou idade.

PNe0843 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Frequência de achados incidentais posterior a instalação de implantes dentários na maxila em tomografias computadorizas de feixe cônico
Yuri Martins Barbosa, Raphael de Pina Luchetti, Lucas Rodrigues de Araújo Estrela, Orlando Aguirre Guedes, Mike Reis Bueno, Cyntia Rodrigues de Araújo Estrela, Carlos Estrela
Ciência Endodôntica UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a frequência de achados incidentais após a instalação de implantes dentários em maxila com navegação em imagens de tomografia computadoriza de feixe cônico (TCFC). A amostra foi composta por 207 exames de TCFC que fazem parte do banco de dados de uma clínica privada (CROIF, Cuiabá, MT). Os critérios para a determinação de achados incidentais incluíram: posicionamento dos implantes; relação anatômica entre o implante e o seio maxilar (implante aquém, em contato e dentro do assoalho do seio maxilar (SM); relação anatômica entre o implante e a cavidade nasal (aquém, em contato e dentro da cavidade nasal); danos aos dentes adjacentes aos implantes; fratura dos implantes; suporte ósseo para o implante. As variáveis foram descritas como frequências e porcentagens e avaliadas pelo teste do qui-quadrado e exato de Fischer. O nível de significância foi de 5%. Houve o predomínio de implantes em indivíduos do sexo feminino (61,4%), na região posterior. Os resultados mostraram ainda que 75,8% dos implantes ficaram aquém do seio maxilar, 18,4% em contato e 5,8% dentro do seio maxilar. Com relação à cavidade nasal, 94,7% dos implantes ficaram aquém, 3,9% em contato com a cavidade nasal e 1,5% dentro da cavidade nasal. Foi observado em 97,6% ausência de danos aos dentes adjacentes, 99,5% não foi evidenciada fratura e 87% houve a presença de suporte ósseo para o implante.

A navegação na tomografia foi decisiva na qualidade da avaliação.

PNe0844 - Painel Aspirante
Área: 7 - Estomatologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Avaliação da fotobiomodulação na qualidade das propriedades da saliva (MUC5B) em pacientes oncológicos com xerostomia
Roberta Mariano de Carvalho E. Silva, Fausto Medeiros Mendes, Giovanna R. Degasperi, Sérgio Luiz Pinheiro
CCV PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CAMPINAS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar a aplicação da fotobiomodulação (PBM-T) na qualidade das propriedades da saliva (MUC5B) em pacientes oncológicos com xerostomia. Cinquenta e três pacientes com carcinoma espinocelular (CEC) de cabeça e pescoço foram incluídos e randomizados em dois grupos: PMB-T e Sham. No grupo PBM-T, 26 pacientes utilizaram saliva artificial e aplicação da PBM-T com laser de baixa intensidade em protocolos extra-orais e intra-orais. No grupo Sham, 27 pacientes utilizaram saliva artificial e a aplicação da PBM-T foi simulada. Foi realizada coleta de saliva pelo método não estimulado as amostras foram submetidas ao teste ELISA para determinar os níveis de mucina 5B (MUC5B) após as aplicações de laser. O ensaio sanduíche imunoenzimático de alta sensibilidade foi utilizado para determinar os níveis de MUC5B nas amostras de saliva. A reação enzima-substrato foi encerrada pela adição de uma solução de ácido sulfúrico e a mudança de cor foi medida no comprimento de onda de 450 nm. O ensaio foi realizado em duplicata e a concentração de MUC5B nas amostras foi determinada as amostras com a curva padrão no comprimento de onda de A = 450 nm. No ensaio, o MUC5B recombinante foi utilizado como padrão (controles positivos). O intervalo da curva padrão foi de 0,63 - 40 ng/ml para MUC5B. Os resultados do ELISA foram submetidos ao teste de Mann-Whitney. Houve maior quantidade de MUC5B na saliva do grupo PBM-T em comparação com o grupo Sham (p=0.0001).

Foi possível concluir que a PBM-T contribuiu com melhora na qualidade das propriedades da saliva (MUC5B) da população estudada.

PNe0845 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 07/09 - Horário: 08h00 às 11h30 - Sala: Área dos Painéis

Influência da Reconstrução Iterativa da Tomografia de Feixe Cônico na detecção de fratura radicular em dentes tratados endodonticamente
Ana Caroline Guedes Maciel Padilla, Matheus Barros Costa, Amanda Farias Gomes, Gustavo Machado Santaella, Christiano Oliveira Santos, Francisco Carlos Groppo, William Charles Scarfe, Deborah Queiroz Freitas
DIAGNÓSTICO ORAL FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo no presente estudo foi avaliar a influência da Reconstrução Iterativa (IT) da Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC) na detecção de fratura radicular vertical em dentes tratados endodonticamente. Para tanto, 22 dentes unirradiculares foram seccionados ao nível da junção cemento-esmalte e divididos em dois grupos: controle (n=12) e fratura (n=10). Os dentes do grupo fratura foram submetidos à máquina de ensaio INSTRON, onde tiveram as fraturas induzidas. A confirmação da presença de fratura ocorreu por meio de transiluminação. Os dentes foram posicionados individualmente no alvéolo de uma mandíbula humana seca e as imagens foram obtidas com e sem a presença da guta-percha no interior do conduto radicular, nas seguintes condições: com e sem a ativação da IT, e com e sem a ativação da Ferramenta Redutora de Artefatos (FRA) no tomógrafo Midmark EIOS (84 kV, voxel de 0,078 mm, FOV de 5 x 5 cm e 12 mA). Cinco radiologistas avaliaram as imagens para presença e ausência de fratura utilizando uma escala de cinco pontos. Os valores de diagnóstico (área sob a curva ROC, sensibilidade e especificidade) foram obtidos e comparados através de Análise de Variância multifatores (α=0,05). No geral, a ativação da IT e da FRA não influenciou a detecção de fratura (p>0,05). A presença de guta-percha influenciou negativamente os valores da área sob a curva ROC e sensibilidade (p<0,05). A área sob a curva ROC variou de 0,65 a 0,85; a sensibilidade 0,44 a 0,80; e a especificidade de 0,63 a 0,88.

Conclui-se que, mesmo combinada com a FRA, a IT não resultou em uma melhoria na detecção de fraturas em dentes tratados endodonticamente, reforçando o desafio desse diagnóstico.

(Apoio: CAPES  N° 001)