RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 711 a 720


PN1287 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 18

Influência de diferentes sistemas de conexão na perda de torque do parafuso protético suportando coroa metálica cimentada e parafusada
Paschoalino BJ, Paschoalino VESM, Turssi CP
Odontologia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo in vitro analisou a influência de três sistemas de conexão pilar/implante na perda de pré-carga do parafuso protético. Para tal, foram utilizados 36 implantes (3,75 x 13 mm) de conexão hexágono externo (HE), hexágono interno (HI) e cone morse (CM). A partir dessa combinação, se formaram seis grupos (n = 6), onde metade recebeu coroas cimentadas e outra, parafusadas. Cada implante teve comprimento de 11 mm, com inclinação de 30º. Foram confeccionadas coroas metálicas para o sistema cimentado. Os corpos de prova foram posicionados em uma morsa, e, utilizou-se torquímetro digital. As coroas parafusadas foram torqueadas com 30 N.cm para o sistema HE e CM e, 20 N.cm para o sistema HI. Os corpos de prova foram submetidos a fadiga mecânica. Depois mensurou-se o destorque. Os valores de perda de pré-carga foram submetidos à análise de variância a dois critérios e ao teste de Games-Howell. Não houve interação entre os sistemas e o tipo de fixação (p = 0,416), mas foi constatada diferença entre os sistemas (p < 0,001), sendo que o sistema HI apresentou média de perda de torque significativamente menor(7,67 ± 1,23 N.cm) à verificada para HE (16,42 ± 2,81 N.cm) e CM (15,75 ± 2,01 N.cm), os quais não diferiram significativamente entre si, e estes achados foram verificados independentemente das coroas metálicas terem sido cimentadas ou parafusadas, as quais não diferiram entre si (p = 0,878).
Concluiu-se que o sistema de conexão HI apresentou valor de perda de torque inferior. O tipo de retenção, cimentada ou parafusada, não afetou na perda de torque nos sistemas de conexão pesquisados.
PN1288 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 18

Uso de barreira de polipropileno exposta na preservação do volume alveolar após exodontia. Estudo clínico randomizado prospectivo
Sol I, Santos CCV, Tonini KR, Silva MAA, Carvalho PSP, Bassi APF, Souza FA, Ponzoni D
Cirurgia e Diagnóstico - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a preservação do volume alveolar utilizando ou não a barreira de polipropileno por curto período e exposta após exodontias. Foram avaliados 30 alvéolos de dentes posteriores com dentes indicados para exodontia distribuídos em grupo Controle (n=15, exodontia e sutura) e grupo Barreira (n=15, exodontia, barreira e sutura). Tomografias Cone Beam, acompanhadas de guia tomográfico, foram realizadas nos tempos pré-operatório, pós-imediato e 120 dias. A partir da visualização dos cortes coronais dos alvéolos foram avaliadas perdas verticais nas cristas mesial, distal, vestibular e lingual e perda horizontal de espessura. As diferenças de médias de perda vertical após exodontia, avaliadas pelo teste T Sudent, não foram significantes entre os grupos Controle e Barreira (mesial P=0,989, vestibular P=0,997,lingual/palatino P=0,070, distal P=0,107). A perda vertical após 120 dias em todas as cristas não teve diferença significante entre os grupos Controle e Barreira (mesial P=0,688, vestibular P=0,564, lingual/palatino P=0,116, distal P=0,410). O grupo Barreira apresentou aos 120 dias média de reabsorção em espessura (0,450) menor que o grupo Controle(0,765) e (P = 0,021).
Pode-se concluir que a barreira de polipropileno reduziu a reabsorção horizontal em alvéolos posteriores após exodontia.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° (FAPESP/ GS1>2018/21174-0/GN1>))
PN1290 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 18

Desenvolvimento de biomateriais para regeneração óssea guiada: novas perspectivas para a engenharia tecidual
Machado GM, Kasper RH, Bastidas JG, Oliveira LS, Maurmann N, Pranke P, Bavaresco CS, Brew MC
Curso de Odontologia/ Canoas - UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi desenvolver e avaliar biomateriais particulados e uma nova membrana para regeneração óssea guiada. O biomaterial particulado foi desenvolvido a partir da complexação de quitosana, ácido ascórbico-2-fosfato de magnésio (ASAP) e β-tricálcio fosfato (β-TCP). As partículas foram caracterizadas por Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR), tamanho e potencial zeta. Além disso, foi realizado o ensaio de viabilidade celular brometo de 3-(4,5-dimetiltiazol-2-il)-2,5-difeniltetrazolio (MTT), colorações das células vivas com fluoresceína diacetato (FDA) e ensaio nuclear com 4',6'-diamino-2-fenil-indol (DAPI). As membranas eletrofiadas com policaprolactona (PCL) 14% p/v foram tratadas com ASAP e caracterizadas por ângulo de contato e análise de viabilidade celular MTT. A análise estatística foi realizada por ANOVA, seguido por teste Tukey. Os resultados do FTIR sugerem um processo de complexação entre quitosana e ASAP. O tamanho das partículas no grupo complexo quitosana/ASAP/β -TCP foi 416,2 nm. O potencial zeta demonstrou que houve interação no grupo dos complexos. Na avaliação da viabilidade celular, pôde-se observar biocompatibilidade e bioatividade dos complexos. A membrana desenvolvida foi biocompatível. Ademais, a adsorção de ASAP na membrana com PCL aumentou sua hidrofilicidade em relação à membrana eletrofiada apenas de PCL.
Portanto, os biomateriais desenvolvidos são promissores para a regeneração óssea guiada, podendo contribuir com novas perspectivas na engenharia tecidual.
PN1299 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 19

Análise da adaptação marginal de próteses implantossuportadas confeccionadas através do sistema CAD/CAM antes e após ciclagem mecânica
Gomes JML, Limírio JPJO, Santiago-Junior JF, Rosa CDRD, Bento VAA, Lemos CAA, Alves Rezende MCR, Pellizzer EP
Materiais Odontológicos e Prótese - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo in vitro foi avaliar próteses parafusadas sobre implantes de hexágono externo confeccionadas por diferentes técnicas (convencional e CAD/CAM) e materiais quanto à adaptação marginal vertical e horizontal antes e após ciclagem mecânica. Corpos de prova foram divididos 5 grupos (n=10/grupo): MC (Metalocerâmica); ZrL (coping fresado em zircônia+link+cerâmica feldspática); Zr (coping fresado em zircônia+ cerâmica feldspática); MZrL (Monolítica de zircônia com link); MZr (Monolítica de zircônia). Todos foram submetidos à ciclagem mecânica, simulando 5 anos clínicos. Foram avaliados à adaptação marginal vertical (MV) e horizontal (MH) antes e após ciclagem mecânica em Microscópio 3D(µm). Os dados foram submetidos à análise estatística adotando o valor significativo de α=0,05. A MV antes da ciclagem mecânica, houve diferença significativa com maiores valores de desadaptação para MC e MZrL (p<0.05), quando comparados à Zr e MZr. Em termos de MH antes da ciclagem mecânica, os maiores valores para o grupo MC (p<0.05), e menores valores o grupo MZr (p<0.05), quando comparados aos demais grupos. Na comparação antes e após ciclagem na MV o grupo MC foi o que apresentou maiores valores de desadaptação (p<0.05) em relação aos outros grupos. A MH, o grupo Zr apresentou diferença estatística (p<0.05).
A técnica convencional (MC) apresentou maiores valores de desadaptações MV e MH, já o sistema CAD/CAM foi o que resultou em menores valores de desadaptação MV e MH para as coroas monolíticas de zircônia (MZr), antes e após a ciclagem.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/13677-2  |  FAPESP  N° 2018/13179-2  |  FAPESP  N° 2018/13086-4)
PN1301 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 19

Avaliação a curto prazo da perda óssea marginal em implantes instalados na região anterior da maxila enxertada com osso autógeno ou rhBMP-2
Calazans NNN, Pichotano EC, Freitas RM, Marcantonio C, Spin Neto R, Marcantonio-Junior E, Zandim-Barcelos DL
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a perda óssea marginal de implantes instalados na região anterior edêntula da maxila enxertada com osso autógeno ou com rhBMP-2 após 6 meses do carregamento protético convencional. Pacientes com implantes instalados em áreas enxertadas com osso autógeno intraoral (grupo controle, n = 12) ou rhBMP-2 (Infuse® Bone Graft - grupo teste, n = 10) foram submetidos à reabilitação protética e monitorados pelo período de 6 meses. Um total de 28 implantes, com diâmetro de 3,5 mm e comprimento variável de 10 a 15 mm, foram instalados no grupo controle e 24 no teste. Radiografias periapicais padronizadas foram realizadas imediatamente após instalação prótese e após 6 meses de função. As alterações no nível da crista óssea marginal foram mensuradas nas faces mesial e distal de cada implante por meio de um software específico. Nenhum implante foi perdido durante o período de avaliação em ambos os grupos. A perda óssea marginal nos grupos controle e teste foi de 0,54 [0,16] ± 1,21 mm (média [mediana] ± DP) e 0,12 [0,08] ± 0,67 mm após 6 meses do carregamento protético, sem diferença significativa entre os grupos (p=0,17).
Concluiu-se que os implantes instalados na região anterior edêntula da maxila enxertada com rhBMP-2 apresentaram perda óssea marginal similar aos implantes instalados nas áreas enxertadas com osso autógeno após 6 meses de função.
(Apoio: CAPES  N° 88887.481177/2020-00)
PN1302 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 19

Implantes de conexões morse inseridos concomitantemente à elevação do assoalho de seio maxilar: 10 anos de acompanhamento longitudinal
Melo MARC, Paglia-Junior G, Bechara K, Garcia JP, Siroma RS, Joaquim CR, Sanchez ROM, Shibli JA
Periodontia - UNIVERSIDADE GUARULHOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a taxa de sobrevivência do implante, o sucesso do implante-coroa e as complicações protéticas de implantes de conexão Morse inseridos concomitantemente em seios maxilares. Os pacientes encaminhados para a colocação de implantes na Universidade de Guarulhos que necessitavam de elevação do seio antes da reabilitação oral utilizando implantes dentários foram incluídos neste estudo e submetidos à elevação do seio, usando o procedimento de janela lateral e os implantes foram instalados imediatamente após elevação do seio maxilar. Esses indivíduos foram acompanhados por 10 anos. Anualmente, foram avaliados parâmetros radiográficos, protéticos e clínicos. Os critérios de sucesso do implante incluíram a ausência de dor, supuração e mobilidade clínica, distância média entre o ombro do implante e o primeiro contato visível de osso (DIB) menor que 2,0 milímetros, e ausência de complicações protéticas na interface pilar/implante. Um total de 95 implantes foram inseridos após 124 procedimentos de elevação de seio em 28 pacientes. Restaurações protéticas foram fixadas próteses parciais (91 unidades), coroas unitárias (52 unidades) e arcos completos fixos (12 unidades). A taxa de sobrevida do implante acumulada foi de 97,6%. O sucesso implante-coroa de 97,8%. Nenhuma complicação protética na interface implante-pilar foram relatados. Após 6 anos, a média era de 1,09 DIB mm ± 0,22.
Conclui-se que o uso de implantes cone Morse associado à elevação do seio maxilar representa um procedimento bem sucedido para a reabilitação da maxila posterior edêntula.
PN1304 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 19

Reparo ósseo periimplantar em função da ozonioterapia em ratas com osteoporose experimentalmente induzida
Fonseca-Santos JM, Silva WPP, Souza MC, Silva MC, Delanora LA, Lima-Neto TJ, Ervolino E, Faverani LP
Cirurgia e Diagnóstico - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se analisar a ozonioterapia no reparo ósseo periimplantar em ratas ovariectomizadas. Assim, 16 ratas Wistar, com 6 meses de idade, foram submetidas à ovariectomia bilateral, aguardando-se 90 dias para a indução da osteoporose, após isso, foram submetidas à cirurgia de instalação de implantes em ambas as tíbias. Após o procedimento cirúrgico, as ratas foram divididas nos grupos OZ no qual foi realizada a aplicação intraperitoneal do ozônio na concentração de 0.7mg/kg, nos períodos: pós-operatório imediato, 2º, 4º, 6º, 8º, 10º, 12º dia pós-operatório, e SAL onde foi realizada a aplicação intraperitoneal de 1ml de solução salina, nos mesmos períodos. A eutanásia foi realizada aos 14 e 42 dias pós-operatórios (análise histológica e imunoistoquímica) e 60 dias pós-operatório (análise dos tecidos calcificados). A comparação entre os grupos OZ e SAL no Contato de Osso e Implante, no tempo de 14 dias apresentou diferença estatística (p= 0.001), demonstrando aceleração na neoformação óssea para OZ, a área de osso neoformado de OZ e SAL não apresentou diferença estatística aos 14 dias, porém demonstra uma tendência a maior neoformação para OZ (p=0.051). Na análise de fluorocromos e microtomografia não houve diferença estatística, porém, ao observar a baixa imunomarcação de osteocalcina, em ambos os tempos do grupo OZ, sugere-se o adiantamento do reparo periimplantar, comparado ao grupo SAL, corroborando com o resultado histológico.
Conclui-se que o ozônio apresentou a capacidade de otimizar o reparo peri-implantar em ratas ovariectomizadas.
(Apoio: CAPES)
PN1308 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 19

Avaliação biomecânica de maxilas atróficas reabilitadas com prótese total fixa sobre 4 implantes: análise através dos elementos finitos
Gottardo CRC, Rodrigues AFA, Gertz LC, Hernández PAG, Ozkomur A
Doutorado - UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo comparou o comportamento biomecânico através da análise dos elementos finitos, de maxilas edêntulas, reabilitadas por próteses fixas implanto suportadas, no conceito "All on four" e "Four on pillars". Foram confeccionados 2 modelos virtuais tridimensionais de maxila edêntula que possibilitaram a simulação da reabilitação de acordo com os conceitos "All-on-Four" e "Four on Pillars", para análise através do método de elementos finitos. . Os implantes foram considerados 100% osseointegrados. A ação de mastigação foi realizada através de forças axiais aplicadas (150N) na configuração na região da extremidade do cantiléver, e molares. A análise das tensões foram realizadas através dos métodos dos elementos finitos. O critério de tensão de "Von Mises" foi utilizado para avaliar a distribuição de tensões em todas as estruturas. As maiores tensões apresentadas foram no conceito "All-on-four" quando comparado diretamente com o "Four-on-pillars" em 100% das estruturas. No pior cenário biomecânico do "All-on-four", no tecido ósseo, a tensão de von Mises apresentou 95,9MPa, já no "Four on pillars" a mesma força aplicada teve a distribuição da tensão 12, 4MPa.
O cantiléver é um fator predominante para o aumento da tensão no tecido ósseo, componentes e infraestrutura. O conceito "Four on pillars" apresentou-se biomecanicamente melhor do que o "All-on-four" mostrando ser uma técnica promissora devido aos implantes estarem dispostos num amplo polígono que distribui as forças mastigatórias entre os implantes e estruturas ósseas crânio-faciais.
PN1316 - Painel Aspirante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 25

Anadenanthera colubrina: efeitos anti-Candida, antibiofilme e antiproteolítico in vitro
Silva JPR, Maia CMA, Pasetto S, Godwin WC, Nonaka CFW, Murata RM, Costa EMMB
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar in vitro os efeitos anti-Candida, antibiofilme e antiproteolítico do extrato de Anadenanthera colubrina. A atividade antifúngica foi avaliada pelo método de microdiluição em caldo contra C. albicans ATCC® 90028, C. albicans ATCC® MYA-2876, C. glabrata ATCC® MYA-275, C. tropicalis ATCC® MYA-750 e C. dubliniensis ATCC® MYA-646. O efeito antibiofilme foi avaliado em biofilme maduro de C. albicans e quantificado por UFC/mL/g de peso seco do biofilme. As atividades enzimáticas da proteinase e da fosfolipase foram avaliadas pelos ensaios da azocaseína e da fosfatidilcolina, respectivamente. A expressão gênica das enzimas SAP-1 e PLB-1 foi analisada por RT-PCR. O extrato apresentou efeito fungistático com CIM <15,62 µg/mL sobre as linhagens testadas. O extrato na concentração de 312,4 µg/mL (20 x 15,62 µg/mL) reduziu significativamente a carga fúngica do biofilme de C. albicans (p<0,05), expressa em UFC/ml/g de peso seco do biofilme, bem como a atividade enzimática da proteinase e fosfolipase. A expressão gênica de SAP-1 e PLB-1 secretadas por C. albicans foi infrarregulada (p<0,05), após o tratamento com o extrato de A. colubrina na concentração de 33,28 µg/mL. O extrato de A. colubrina apresentou atividade antifúngica, antibiofilme e antiproteolítica.
Considerando a importância destes fatores de virulência na patogenicidade da C. albicans, a A. colubrina pode sinalizar uma fonte promissora no tratamento da candidíase oral.
(Apoio: National Institutes of Health - NIH   N° UNC/CFAR P30AI50410  |  Funds from ECU, Division of Research, Economic Development & Engagement  |  CAPES  N° 47/2017)
PN1317 - Painel Aspirante
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 25

Anadenanthera colubrina: regulação in vitro da resposta imune na interação Candida albicans-Hospedeiro
Campos LT, Maia CMA, Pasetto S, Godwin WC, Nonaka CFW, Costa EMMB, Murata RM
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar in vitro os efeitos do extrato da casca de A. colubrina na regulação da resposta imune de fibroblastos gengivais humanos (FGH) infectados por Candida albicans. Inicialmente, determinou-se a citotoxicidade do extrato em FGH pelo método fluorométrico de rezasurina. A interação Candida-hospedeiro foi analisada em um modelo de co-cultura, tratado com o extrato de A. colubrina, utilizando para leitura a microscopia eletrônica de varredura (MEV) e a microscopia de fluorescência. A expressão gênica das citocinas inflamatórias do hospedeiro (IL-6, IL-8, IL-1β, IL-10) foi explorada por RT-PCR, e a secreção das citocinas foi analisada por Luminex. O extrato manteve a viabilidade celular superior a 70% em concentrações de até 250 µg / mL (LD 50 = 423,3 µg / mL). No modelo de co-cultura, o extrato de A. colubrina proporcionou redução substancial no crescimento de C. albicans, produziu desestruturação da morfologia das hifas e toxicidade mínima nos fibroblastos gengivais. A resposta imune do hospedeiro tratado com o extrato foi modulada por uma diminuição significativa na secreção das citocinas pró-inflamatórias IL-6 e IL-8.
O extrato de A. colubrina apresenta baixa citotoxicidade em fibroblastos gengivais humanos e modula a resposta imune diminuindo a secreção de citocinas pró-inflamatórias.
(Apoio: CAPES  N° PDSE-EDITAL 47/2017  |  NIH  N° P30AI50410  |  ECU)