RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 611 a 620


PN1044 - Painel Aspirante
Área: 2 - Biologia pulpar

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Influência do tabagismo no perfil inflamatório da periodontite apical em ratos Wistar
Silva ACR, Vasques AMV, Bueno CRE, Cury MTS, Custódio VZ, Biguetti CC, Matsumoto MA, Dezan-Junior E
Odontologia Preventiva e - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Neste trabalho, avaliou-se a influência do tabagismo no desenvolvimento da lesão periapical (PA) em ratos. Foram utilizados 32 ratos machos Wistar divididos em 4 grupos (n=8): AP (ratos com PA induzida); S (ratos expostos à fumaça do cigarro); SAP (ratos com PA induzida expostos à fumaça do cigarro); C (ratos sem PA e sem exposição ao cigarro). Para inalação da fumaça do cigarro, os animais permaneceram em câmara de tabagismo por 8 min, 3x/dia por 20 dias antes da indução da PA. Em seguida, os animais tiveram as polpas coronárias expostas ao meio oral por 30 dias para a indução da lesão e continuaram inalando fumaça até completarem 50 dias. Após eutanásia, maxilas foram removidas para avaliar o perfil inflamatório por coloração em hematoxilina e eosina (HE), picrosirius red (PSR) e imunoistoquímica para marcação macrofágica CD206 (M2) e iNOS (M1). Dados não paramétricos foram analisados Kruskal-Wallis e Mann-Whitney post-hoc Dunn (P<.05). No HE, houve diferenças entre os grupos SAP e AP (escore 4) com os grupos C e S (escore 1). No PSR, não houve diferenças entre os grupos avaliados C e S (P>.05). Na análise quantitativa de macrófagos, embora o grupo SAP e AP não apresentaram diferenças entre si (P<.05), o grupo AP mostrou maior marcação de CD206, seguido de SAP, com diferença para os grupos C e S (P<.05). Não houve diferença entre C e S. Na detecção iNOS, SAP mostrou elevada marcação (P<.05), seguido de AP. Não foi observada marcação entre C e S.
Portanto, os animais expostos a fumaça do cigarro associado à PA apresentaram maior marcação macrofágica M1 e reduzida marcação M2.
(Apoio: CNPq  N° 131423/2020-7)
PN1045 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Avaliação do tratamento endodôntico em dentes com periodontite apical em pacientes com diabetes mellitus tipo 2: proservação após 12 meses
Ribeiro APF, Bernardo JE, Loureiro C, Andrade JG, Rodrigues GWL, Jacinto RC
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Diversos trabalhos sugerem a existência de associação entre periodontite apical (PA) e condições sistêmicas. O objetivo deste estudo clínico prospectivo foi avaliar clínica e radiograficamente o sucesso do tratamento endodôntico em dentes com PA de pacientes diabéticos tipo 2, após 12 meses do tratamento endodôntico. Foram incluídos 40 dentes com PA e infecção endodôntica primária. Os pacientes foram divididos em 2 grupos: diabético tipo 2 (HbA1c > 6,5%) e controle (HbA1c < 6,5%). O exame clínico e radiográfico foi realizado após 12 meses do tratamento, avaliando a alteração na densidade óssea apical e a presença de sintomas clínicos. As radiografias imediatas de pós-operatório e acompanhamento foram examinadas por 2 observadores independentes e cegos, através do índice PAI. Os dados foram submetidos ao teste Chi-quadrado ou exato de Fisher (α = 0,05). No grupo diabético, 60% dos dentes foram considerados sucesso (PAI ≤ 2), 15% em reparo (↓ PAI), 5% permaneceram inalterados (= PAI), 20% foram considerados insucesso ( PAI). Já, no grupo controle, em 85% dos dentes houve sucesso e 5% apresentaram melhora, 10% foram considerados insucesso ( PAI). Houve diminuição dos sinais e sintomas associados à PA em ambos os grupos, antes e 12 meses após a obturação.
Conclui-se que o tratamento endodôntico é efetivo no sucesso clínico e radiográfico das infecções endodônticas tanto em pacientes sistemicamente saudáveis quanto em pacientes diabéticos. Além disso um período de avaliação maior que 12 meses pode ser necessário para que se obtenha o reparo completo das lesões endodônticas.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2018/18741-0  |  FAPs - Fapesp  N° 2019/24596-6   |  FAPs - Fapesp  N° 2018 20887-3)
PN1046 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 25

Avaliação antimicrobiana de um gel com oxigênio ativo e solução com peróxido de hidrogênio sobre Enterococcus faecalis e Candida albicans
Ramos MC, Moreira SA, Silva LS, Mendes YC, Lemes RML, Viola NV
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O tratamento endodôntico visa eliminar ou reduzir os microrganismos que infectaram o Sistema de Canais Radiculares, para alcançar esse objetivo métodos complementares ao preparo químico- mecânico se fazem necessários. Com esse fim, pesquisas mostram a propriedade antimicrobiana desempenhada pelo oxigênio ativo. O objetivo deste estudo foi avaliar a ação antimicrobiana de uma Solução Oral contendo peróxido de hidrogênio e de um Gel Oral composto por oxigênio ativo (ambos BLUE®M Florés Natural Cosmetics Kampen BV, Canada) sob Enterococus faecalis e Candida albicans. O trabalho utilizou duas cepas de Enterococus faecalis e uma de Candida albicans, ambas ATCC. As amostras foram divididas em dois grupos experimentais: Grupo 1 - Solução Oral; Grupo 2 - Gel Oral. Para isso se utilizou o método de difusão em ágar e inóculo em orifício para verificar o poder de inibição dos produtos, pois sua coloração impede a leitura por concentração inibitória mínima. Foi realizada leitura com 24 e 48 horas. O experimento foi realizado em duplicata. A aferição do diâmetro do halo de inibição foi realizada com halômetro, por dois leitores diferentes. Os resultados mostraram que o Gel Oral foi mais efetivo em Candida albicans do que em Enterococcus faecalis. A solução Oral teve maior capacidade de difusão em ágar do que o Gel Oral, apresentando inibição maior, e as cepas de Enterococcus faecalis apresentaram maiores médias de halo de inibição do que as de Candida albicans.
Dessa forma, é possível concluir que os microrganismos em questão apresentam sensibilidade aos produtos estudados.
(Apoio: CNPq  N° 009/2019)
PN1049 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Efeito de primers bioativos natural e sintético na interface adesiva de cimentos resinosos à dentina radicular
Assis HC, Sousa-Neto MD, Saquy PC, Lopes-Olhê FC
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliou-se o efeito da quitosana (Q) e da carbodiimida (EDC) na resistência de união (RU) e interface adesiva (IA) de pinos de fibra de vidro (PFV) cimentados com diferentes cimentos resinosos. Raízes de 90 caninos superiores foram tratadas endodonticamente (R50/AH Plus), preparadas para PFV e distribuídas em 3 grupos (n=30) de acordo com o tratamento da dentina: água destilada (AD), Q 0,2% e EDC 0,5M; e em três subgrupos (n=10) de acordo com os cimentos resinosos: RelyX ARC (RA), Panavia F 2.0 (PA) e RelyX U200 (R2). Obteve-se slices, sendo o cervical submetido à RU e padrão de falha, e o apical à análise da IA em microscopia confocal a laser (MCL) e microscopia eletrônica de varredura (MEV). ANOVA 3 fatores evidenciou que, para o RA maiores valores de RU foram observados para a Q (10,47±5,84) e EDC (11,26±6,05) em relação a AD (5,47±3,42) (P=0,0001), já para o PA e R2 não houve diferença entre os tratamentos (P>0,05). Considerando o tratamento com AD, maiores valores foram observados para R2 (10,70±6,85) (P=0,0001), já para Q e EDC, RA e R2 mostraram maiores valores quando comparados ao PA (P=0,0001). Houve maior % de falhas coesivas da dentina para RA (36,67) e adesivas à dentina para PA (73,33) e R2 (63,33). A análise da IA em MCL e MEV, mostrou ausência de gaps e lacunas para EDC (RA 93,3%, PA 100% e R2 86,67%) e maior desadaptação (gaps de 1-10 μm) para AD (RA 73,3%, PA 60% e R2 59,97%), independente do cimento utilizado.
Concluiu-se que o EDC e a Q resultam em maiores valores de RU para o RA. Além disso, o EDC resulta na melhor adaptação da IA dos PFV independentemente do tipo de cimento.
(Apoio: CAPES  N° 33002029032P4)
PN1050 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Atividade antimicrobiana das limas XP3D Shape e TRUShape em canais radiculares achatados infectados por biofilme de Enterococcus faecalis
Rodrigues GWL, Maia YS, Loureiro C, Ribeiro APF, Andrade JG, Martinho FC, Jacinto RC
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho objetiva comparar a redução bacteriana intracanal utilizando as limas XP-3D Shape (Brasseler USA®), TRUShape (Dentsply) e Sequence (Mklife) contra o biofilme de Enterococcus faecalis através da cultura microbiológica. Foram selecionados 40 incisivos centrais inferiores humanos, contendo apenas um canal. As amostras foram contaminadas por 10 dias para formação de biofilme. Os grupos foram divididos de acordo com as limas utilizadas no preparo biomecânico (PBM) (n = 10): G1- XP-3D Shape; G2- TRUShape; G3- Sequence; G4- Controle Negativo (CN). A instrumentação seguiu as recomendações de uso de cada fabricante. Foram realizadas duas coletas com cones de papel: S1 - antes do PBM; S2 - após o PBM. As amostras foram homogeneizadas, diluídas e incubadas por 24 h a 37 °C. Foi realizada a comparação das coletas através da contagem do número de unidades formadoras de colônias (UFC). Os dados foram submetidos ao teste ANOVA Two Way Repeated Measures, seguido pelo teste Student-Newman-Keuls (α = 0,05). Nos grupos experimentais, observou-se reduções significativas (p < 0,05) na contagem de UFC/mL. Já, no grupo CN não houve diferença entre os tempos avaliados. Após o PBM (S2), observou-se que todos os grupos experimentais apresentaram diferenças significantes (p < 0,05) em relação ao grupo CN. No entanto, não houve diferença estatística entre os grupos experimentais na redução de UFC/mL em S2.
Conclui-se que os sistemas XP-3D Shape e TRUShape apresentam uma capacidade de redução de biofilme de E. faecalis semelhante ao sistema rotatório convencional (Sequence).
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/24892-4   |  FAPs - Fapesp  N° 2018/18741-0   |  CAPES  N° 001)
PN1052 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Ação antimicrobiana de diferentes protocolos de irrigação com agitação em biofilme de Enterococcus faecalis
Louzada VG, Rodrigues JV, Silva MO, Goulart RS, Pitondo-Silva A, Leoni GB
Odontologia - UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a ação antimicrobiana de diferentes protocolos de irrigação com agitação, de forma isolada ou associados à solução de hipoclorito de sódio (NaOCl), em biofilme de Enterococcus faecalis. Dentes unirradiculares foram instrumentados, fixados em microtubos, esterilizados e contaminados com inóculo de E. faecalis durante 21 dias. Os espécimes foram distribuídos em dois grupos de acordo com a solução irrigante: PBS e NaOCl; e subdivididos em 4 grupos de acordo com a agitação das soluções (n=8): pressão apical positiva (PAP); mecânica por instrumento XP-Clean (XPC); e ultrassônica com potência de 10 (PUI10%) e 30% (PUI30%). Foi realizado um grupo controle negativo sem inoculação bacteriana e um grupo controle positivo (CP) sem nenhum tratamento. A redução microbiana foi avaliada quantitativamente por contagem das unidades formadoras de colônias (UFC) e qualitativamente por MEV e Live/Dead. Todos os grupos apresentaram redução de UFC comparados ao grupo CP. Para a solução de PBS, os grupos PUI 10% e 30% apresentaram as menores quantidades de UFC comparada aos grupos PAP e XPC, que não apresentaram diferença entre si. Para a solução NaOCl, a menor e a maior quantidade de UFC foram observadas nos grupos PUI 30% e PAP, respectivamente. Qualitativamente, para a solução de PBS, foram observadas maiores quantidades de bactérias inativas no grupo PUI 30%, e para NaOCl não foi observado diferença entre bactérias ativas e inativas entre os grupos.
Concluiu-se que o aumento da potência ultrassônica pode impactar na redução e viabilidade microbiana.
(Apoio: CAPES)
PN1055 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 26

Influência da macro e microgeometria de pinos de fibra na remoção de dentina, na resistência flexural e distribuição de tensões
Bragança GF, Vilela ABF, Rodrigues MP, Peres TS, Ribeiro MTH, Oliveira HLQ, Soares CJ
Dentística e Materiais Odontológicos - UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar o efeito da macro e microgeometria na remoção de dentina, na radiopacidade, resistência flexural e distribuição de tensões de 8 pinos de fibra de vidro (PFV) , DC0.5 (Whitepost DC 0.5), DCE0.5 (Whitepost DCE 0.5), EXT (Exacto), RF1 (Reforpost 1), RF2 (Reforpost 2), SP0.5 (Superpost 0.5), FBP (Fiber Post), PWP (Power Post), comparado a um novo produto FIT (Whitepost DC FIT 0.4). Macrogeometria dos pinos foi caracterizada utilizando micrômetro digital (n=25). Microgeometria foi avaliada qualitativamente por MEV (n=3). Radiopacidade foi avaliada por radiografia digital (n=10). Resistência flexural e deflexão foram avaliadas com os pinos cimentados em incisivos (n=10). Foi realizada tomografia digital de incisivo e 9 pinos para calcular a perda de estrutura dental (%) quando do preparo para cada um dos pinos. Nove modelos de elementos finitos tridimensionais foram feitos para análise de tensões (Critério de von Mises modificado, MPa). Os dados foram analisados por Anova one-way (alfa=0,05). FIT, DC0.5, DCE0.5 e EXT apresentaram níveis de radiopacidade mais adequados. DCE0.5 e FIT apresentaram microgeometria mais adequada. Pinos com maior diâmetro cervical e médio apresentaram maior resistência flexural. FIT apresentou menor remoção de dentina. Pinos com estreitamento cervical e serrilhas apresentaram maior concentração de tensão.
Pinos de fibra que aliem maior diâmetro cervical e maior conicidade na porção radicular resultam em maior resistência flexural e menor concentração de tensão sem comprometer a dentina radicular intacta.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN1057 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 26

Monitoramento da resistência antimicrobiana de E. faecalis no insucesso endodôntico
Fagundes PIDG, Francisco PA, Lima AR, Soares AJ, Marciano MA, Almeida JFA, Ferraz CCR, Gomes BPFA
Endodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O monitoramento da suscetibilidade antimicrobiana é importante para a prescrição de medicamentos com precisão no insucesso endodôntico. Este estudo teve como objetivo observar a suscetibilidade antimicrobiana de E. faecalis de canais com infecção secundária/persistente. Cepas de E. faecalis foram recuperadas de 20 casos e confirmadas por sequenciamento do gene 16S rRNA. Esses isolados tiveram sua suscetibilidade antimicrobiana testada por meio do sistema E-test, contra diversos antibióticos. As leituras dos pontos da concentração inibitória mínima (MIC) foram feitas no ponto de intersecção entre o halo de inibição e a fita do E-test. A suscetibilidade ou resistência foi determinada de acordo com os guias de interpretação. Foram obtidas 37 cepas de E. faecalis. Todos os isolados foram 100% suscetíveis à amoxicilina, amoxicilina + clavulanato, moxifloxacina e vancomicina. Taxas mais altas 75-84% de eficácia antimicrobiana também foram encontradas para ciprofloxacina, cloranfenicol e doxiciclina. Azitromicina 45,9% e eritromicina 56,8% apresentaram taxas intermediárias de suscetibilidade, enquanto 21,6%, 24,3% e 24,3% das cepas de E. faecalis expressaram resistência à doxiciclina, rifampicina e tetraciclina, respectivamente.
Concluindo,as cepas de E. faecalis foram suscetíveis à amoxicilina, amoxicilina + clavulanato, moxifloxacina e vancomicina. Além disso, observou-se que 1mg/ml de amoxicilina ou amoxicilina + clavulanato, 0,75mg/ml de moxifloxacina e 3mg/ml de vancomicina seriam suficientes para inibir pelo menos 90% dos isolados.
(Apoio: FAPESP  N° 2015/23479-5  |  CNPq  N° 303852/2019-4   |  CAPES  N° 001)
PN1058 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 26

Avaliação das propriedades físico-químicas de um cimento reparador de silicato de cálcio experimental com tamanho de partícula reduzido
Aguiar BA, Frota LMA, Vitoriano MM, Chaves AV, Fechine PBA, Vivan RR, Duarte MAH, Vasconcelos BC
Pós-graduação - UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar as propriedades físico-químicas de um cimento de silicato de cálcio experimental (C3S) com tamanho de partícula reduzido. Para este estudo o C3S foi sintetizado pela via estado solido e calcinado a 1400ºC. Em seguida macerado em almofariz e uma parte levada ao moinho planetário de bolas de zircônio por 24h, determinando assim dois grupos C3S não moído e C3S moído. Os testes físico-químico deu-se pela avaliação do tempo de presa utilizando moldes de anéis metálicos de aço inoxidável com 10 mm de diâmetro interno e 2,0 mm de altura (n = 5); já radiopacidade utilizou anéis metálicos medindo 10,0 mm de diâmetro interno e 1,0 mm de altura (n = 3), ambos de acordo com a norma ISO 6876/2012. A capacidade de liberação de hidroxila foi avaliada por meio de pHmetro nos períodos de 03, 24, 72 e 168 horas. A caracterização da distribuição do tamanho de partícula foi avaliada por meio de microscopia eletrônica de varredura. Os resultados foram determinados em função dos valores de mediana. Apresentando diferença estatística no tempo de presa inicial C3S moído (56min) e C3S não moído (40min) (P < 0,05). Radiopacidade C3S moído (5,37) e C3S não moído (4,56) (P < 0,05). pH não apresentou diferença nos períodos entre os grupos experimentais (P > 0,05). Sendo o C3S moído com maiores valores absolutos. Na análise de granulometria o C3S moído apresentou uma redução de 40,75% do tamanho de partícula frete ao C3S não moído.
Concluiu-se, nas condições deste estudo, que o C3S moído apresenta propriedades físico-químicas melhoradas e tamanho de partícula nanométrica.
PN1062 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 26

Avaliação da ação antimicrobiana de uma formulação à base de bis(peroximonossulfato)bis(sulfato) de pentapotássio para uso na Endodontia
Reis CB, Rached-Junior FJA, Silva BLRP, Moraes MA, Silva-Sousa YTC, Pitondo-Silva A, Miranda CES
UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O bis(peroximonossulfato)bis(sulfato) de pentapotássio é o princípio ativo de um produto recentemente lançado como potente desinfetante hospitalar. O objetivo, neste estudo, foi avaliar a potencial utilização dessa formulação como irrigante durante o tratamento endodôntico, tendo o hipoclorito de sódio (NaOCl) 2,5% como padrão. Para tanto, foram determinadas a concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração bactericida mínima (CBM) dessas soluções contra as seguintes cepas bacterianas: Enterococcus faecalis NCTC 775, Staphylococcus aureus ATCC 25923, Klebisiella variicola hipermucóide e Klebisiella pneumoniae pandrug-resistant (PDR). Considerando-se a sequência supracitada das bactérias, os valores de CIM e CBM do bis(peroximonossulfato)bis(sulfato) de pentapotássio foram, respectivamente, 0,06; 0,06; 0,13; 0,13% e 0,5; 0,13; 0,5; 0,25%, enquanto que, para o NaOCl, o valor de CIM foi de 0,039% e de CBM, 1,25%, para todas as bactérias, exceto para S. aureus, cuja CBM foi de 0,039%.
Conclui-se que o bis(peroximonossulfato)bis(sulfato) de pentapotássio foi capaz de eliminar as células bacterianas de todas as espécies com concentrações inferiores às do NaOCl, exceto para S. aureus, comprovando sua efetividade como agente antimicrobiano.