RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 301 a 310


PN0359 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 17

Comparação entre cirurgias guiada flapless e convencional para inserção de implantes: estudo clínico randomizado
Matumoto EK, Nomiyama LM, Ribeiro FV, Cirano FR, Casati MZ, Pimentel SP, Corrêa MG
Odontologia - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar os desvios lineares (DL) e angular (DA), parâmetros centrados no paciente (PCP), nível ósseo marginal (NOM), aspectos imuno-enzimáticos de implantes instalados com cirurgia guiada e convencional. Assim, 29 pacientes totalmente edêntulos foram selecionados e quadrantes superiores foram randomicamente designados a: Cirurgia Guiada (GS): cirurgia guiada flapless; Cirurgia convencional (CS): cirurgia e planejamentos convencionais (com retalho). Tomografias foram realizadas no baseline e 10 dias após as cirurgias para mensuração dos desvios e radiografias, no baseline, após 6 e 12 meses, para a análise do NOM. O fluido peri-implantar foi coletado aos 7, 14, 30 e 90 dias após a inserção dos implantes para avaliação de imuno-enzimatica. GS apresentou menores desvios lineares e angular (p<0,05). Entretanto, GS exibiu maior discrepância no posicionamento da plataforma (p<0,05). Maiores valores de NOM vertical foram observados em GS no baseline (p<0,05) e, menores valores horizontais foram observados em CS, independente do período avaliado (p<0,05). CS apresentou maiores níveis de PLFG e VEGF-A, G-CSF, IL1-β, IL-6, TNF-α e IL-8 no 7º dia e de BMP-9 e PLGF no 30º dia (p<0,05). Maior morbidade foi verificada em CS (p<0,05).
Pode-se concluir que GS flapless para instalação de implantes dentais em pacientes desdentados totais de maxila possibilita menores desvios lineares e angulares e menor morbidade do que a técnica convencional. Entretanto, NOM foi menor in GS e aparentemente a CS conduziu a maior atividade de angiogênese e remodelação óssea.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/05376-2)
PN0360 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 17

A influência da prótese oculopalpebral em implantes com comprimentos diferentes
Cortizo DL, Gamarra RS, Dib LL
Doutorado - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A retenção protética oculopalpebral em pacientes oncológicos é realizada com no mínimo 2 implantes osseointegrados, comumente é observado tecido delgado, pouca vascularização e comprimento ósseo reduzido. A proposta do presente estudo foi comparar por meio da análise fotoelástica, a tensão que a prótese exerce sobre os implantes extraorais, com comprimentos diferentes 3 e 5mm e a influência na sobrevida dos implantes. Realizados dois modelos fotoelásticos com 2 implantes iguais em cada um e uma prótese oculopalpebral (13,14 g). Da seguinte forma, um com 2 implantes de 3,75 x 3mm e outro 3,75 x 5mm (Conexão Sistema de Próteses), posicionados em região de 13 e 15hs, com a prótese retida em 3 tempos diferentes 15, 30, 60 min. Observadas diferenças qualitativas, nos modelos de 5mm, as franjas localizadas entre os dois implantes com maior intensidade da distal do implante de 13hs, distribuindo-se para o de 15hs, comparando com implante menor, foi observada maior intensidade ao redor das roscas do implante de 13hs, maior intensidade distal e 15hs menor, poucas franjas, pouca intensidade ao redor do implante e em região apical, em equilíbrio. As análises quantitativas e estatísticas deste estudo ainda serão realizadas.
Nos dois modelos o aumento da tensão foi diretamente proporcional a exposição de tempo de uso da prótese e a distribuição de tensões no implante menor foi localizada, sendo menos distribuída na região entre os implantes, causando maior sobrecarga local, influenciando a longo tempo na sobrevida dos implantes extraorais.
(Apoio: CAPES)
PN0361 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 17

Avaliação do efeito antimicrobiano do Blue®m na interface pilar-implante in vitro
Neiva-Junior R, Han WH, Martins AMF, Ferrari-Junior SH, Carvalho RDP, Cogo-Müller K, Pallos D, Kim YJ
Odontologia - UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A peri-implantite tem sido descrita como uma alteração patológica dos tecidos ao redor dos implantes osseointegrados, sendo o acúmulo do biofilme considerado como um de seus principais fatores etiológicos. Consequentemente a infiltração marginal bacteriana entre a conexão pilar-implante pode acarretar a peri-implantite. Sendo assim, este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia do Blue®M gel oral na prevenção da contaminação microbiana por Porphyromonas gingivalis da interface pilar-implante, em três diferentes tipos de conexões, HE, HI e CM. Foram utilizados o total de 45 conjuntos de implantes dentários de três tipos de conexões diferentes e pilares que foram divididos em três grupos, sendo que cada grupo possui cinco conjuntos de cada conexão (n=5/conexão/grupo): grupo Blue®M (BM) (n=15) grupo Clorexidina 2% (CX) (n=15) e grupo de controle positivo bacteriano (n=15). Os conjuntos de implantes e pilares foram incubados em tubos de ensaios contendo cultura de Porphyromonas gingivalis em condições de anaerobiose, após 4 dias de incubação as amostras da interface pilar-implante foram coletadas e processadas para quantificação absoluta pela qPCR. Verificou-se que dos três tipos de conexões pesquisadas neste trabalho, o vedamento da conexão HE apresentou o pior resultado em todos os grupos, seguido de HI e CM, respectivamente.
Concluiu-se que há contaminação bacteriana em todos tipos de conexões na interface pilar-implante. A aplicação do Blue®M diminuiu a infiltração bacteriana através do microgap da conexão pilar-implante
PN0362 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 17

Fabricação, caracterização e avaliação biológica de nanotubos de TiO2 em liga do tipo β
Italiano AEV, Reis BA, Ramos MLG, Fernandes L, Vaz LG
Materiais Odontológicos - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Técnicas e materiais utilizados para fabricação de implantes dentários são rotineiramente aprimorados, a fim de obter um material com propriedades físico-mecânicas e bioativas que otimizem a osseointegração em áreas desafiadoras, compensando a baixa qualidade óssea ou a menor área de contato osso implante. O objetivo deste estudo foi obter uma liga de titânio do tipo β com adição de Nb, Zr e Ta, modificar as superfícies com 2 metodologias para obtenção de nanotubos e em seguida avaliar a influência dos tratamentos na adesão de células MC3T3-E1 nos substratos. Discos de Ti-35Nb-7Zr-Ta foram anodizados com eletrólito composto por 0,3 M de HF ou com eletrólito de glicerol (90%) combinado com 2.5 g de NH4F e água destilada. A caracterização das superfícies foi realizada por meio de técnicas para avaliação da topografia superficial e composição química. A análise de adesão celular foi realizada em microscópio de alta resolução (FEG) em 3 períodos. Com ensaios de Difração de Raio X, observamos que a liga obtida foi do tipo β e no FEG diferentes comprimentos de nanotubos foram formados, sendo de 542 nm com HF e 125 nm com NH4F. A adesão e proliferação celular foi consideravelmente maior nos grupos tratados.
Sendo assim, na liga do tipo β diferentes padrões de nanotubos foram formados e ambos possibilitam a adesão celular, no entanto, mais estudos precisam ser realizados para verificar a influência desses padrões em mais testes biológicos.
(Apoio: CAPES)
PN0363 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 17

Distribuição de tensões em implantes extracurtos de diâmetro largo como ancoragem para coroas unitárias e esplintadas
Vargas-Moreno VF, Gomes RS, Ribeiro MCO, Cury AAB, Machado RMM
Odontologia - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Implantes dentários extracurtos (IDEC) de diâmetro largo, Ø6mm (DL), e a esplintagem de coroas protéticas, podem melhorar a biomecânica de reabilitações que apresentem maior proporção coroa/implante (C/I). Este estudo avaliou, por meio da análise de elementos finitos, a influência do DL e a esplintagem entre as próteses na distribuição de tensões de IDEC (5mm de comprimento), instalados na região posterior de rebordo mandibular atrófico retendo coroas com C/I 3:1. As variáveis de estudo foram o diâmetro do implante (largo (L) x regular (R)) e o tipo de reabilitação protética (unitária (U) x esplintada (E)). Modelos 3D foram criados para os 4 grupos: UR - IDEC Ø4mm; UL - IDEC Ø6mm; ER - IDEC Ø4mm; EL - IDEC Ø6mm. Comparado ao UR, o UL apresentou redução de tensão de 6% no abutment e de 43,89% no implante, no osso medular a redução foi de 16,57% na tensão mínima principal (σmin) e aumento de 8,6% na tensão de cisalhamento (τmax), e no osso cortical redução de até 59,39%. Na comparação EL x ER, observou-se aumento de tensão de 10,49% no abutment e de 9,75% na τmax no osso medular, e redução de 41,41% nos implantes, 28,38% na σmin no osso medular e de 53,65% na τmax no cortical. Ao comparar ER e UR nota-se redução da tensão de até 49% no implante, 54% no abutment, 56% no cortical e 16% na τmax no medular, ao mesmo tempo que aumenta 7% na σmin. Semelhantemente, a isso, ao comparar o EL com UL, há redução em até 53% no implante, 52% no abutment, 50% no cortical e 15% no medular.
De acordo com os resultados IDEC com DL e coroas esplintadas resultam em uma reabilitação com melhor distribuição de tensões.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0365 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 17

Avaliação da incidência de parestesia do nervo alveolar inferior utilizando Articaína e Mepivacaína em cirurgias de terceiros molares
Ferriolli SC, Benetti LP, Baggio AMP, Bizelli VF, Ramos EU, Oliveira WC, Bassi APF
Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este ensaio clínico randomizado, triplo-cego, cruzado, pareado, teve como objetivos avaliar a incidência de dor pós-operatória e parestesia com dois tipos de anestésicos locais, articaína e mepivacaína. Um estudo comparativo para avaliar a incidência de parestesia entre os dois anestésicos ainda não foi realizado em grupos distintos empregados isoladamente. Para tanto, 20 indivíduos de ambos os gêneros, entre 18 e 35 anos, sem patologias locais ou sistêmicas, possuindo terceiros molares inferiores retidos bilaterais, em posição similar, foram selecionados e submetidos a cirurgias para remoção dos mesmos. A intervenção cirúrgica foi realizada sempre pelo mesmo operador, com a administração de um anestésico em cada lado, escolhido de forma aleatória, definido pelo Excel 2018. Comprimidos de paracetamol 500 mg foram prescritos como medicação para analgesia de escape. A dor foi avaliada por meio da escala visual em caixa de 11 pontos nas 24 horas pós operatórias. A parestesia, quando presente, foi avaliada aos 7 dias pós-operatórios. Todos os dados foram submetidos à análise estatística, considerando o nível de significância de 5%
Concluiu-se que a Articaína não está relacionado a causas de parestesia do nervo alveolar inferior, considerando ainda que todos os pacientes operados com o anestésico possuíam terceiros molares sem íntimo contato com o nervo. O anestésico Articaína trouxe melhores resultados em relação a dor pós-operatórias em comparação com o anestésico Mepivacaína, ainda que a diferença não tenha sido estatisticamente significante.
PN0368 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 17

Síntese e caracterização de nanofibras de PCL associada ao biovidro e PCL associada ao biovidro dopado com magnésio e lítio
Kukulka EC, Maroscia G, De Souza JR, Campos TMB, Borges ALS
Materiais Odontológicos e Prótese - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi sintetizar e caracterizar fibras ultrafinas de policaprolactona (PCL) associadas a um novo biovidro 58S, produzido pela rota sol-gel precipitado e ao biovidro dopado com magnésio e dopado com lítio, produzidas pelo processo de eletrofiação a fim de selecionar a melhor associação de parâmetros para a produção de fibras com este processo. Três soluções de PCL puro 20% foram preparadas e acrescidas de 7% de biovidro e biovidros dopados (10% Mg(NO3)2 e 5% Li2CO3) e foram submetidas ao processo de eletrofiação, onde foram associados alguns parâmetros (fluxo, distância e voltagem) resultando em 6 grupos, 2 para cada solução, (A a F) divididos em subgrupos (1 a 9), originando 54 subgrupos de fibras que foram caracterizadas morfologicamente (microscopia eletrônica de varredura e análise do diâmetro médio das fibras). Os resultados obtidos foram analisados por estatística descritiva por meio de média e desvio padrão e análise da frequência de distribuição do diâmetro das fibras e mostraram que a adição do biovidro altera os padrões de eletrofiação da solução de PCL puro, assim como a adição de íons terapêuticos. Foi possível determinar a associação de parâmetros de eletrofiação mais favorável para cada solução.
As associação mais favoráveis foram B1 (10 kV, 10 cm e 2,0 mLh-1 de fluxo) para a solução de PCL com biovidro produzido pela rota sol-gel precipitado, D7 (10 kV, 15 cm e 2,0 mLh-1 de fluxo) para a solução de PCL com biovidro produzido pela rota sol-gel precipitado dopado com magnésio e F4 (10 kV, 12 cm e 2,0 mLh-1 de fluxo) para o dopado com lítio.
(Apoio: CAPES  N° 88882.434243/2019-01)
PN0369 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 17

Insucesso de implantes osseointegráveis em pacientes portadores de alterações sistêmicas. Estudo retrospectivo de 17 anos
Tonini KR, Valle LSEMB, Sol I, Carvalho PSP, Ponzoni D
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi relacionar doenças sistêmicas e medicamentos usados para tratar tais condições com o insucesso dos implantes osseointegrados. Foram analisados dados de 602 prontuários de pacientes que receberam tratamento reabilitador com implantes ossseointegrados no período de 2000 a 2017, concluído no mínimo há 6 meses. Foram coletados dados de idade, gênero, presença ou não de doença e/ou condição sistêmica, uso ou não de medicações, número de implantes instalados e perdidos e tipo de prótese confeccionada. Testes estatísticos de qui-quadrado e teste exato de Fisher foram utilizados para relacionar as variáveis com a perda de implante, com nível de significância de p<0,05. Foram instalados 1887 implantes com índice de sucesso de 97,51%(47 implantes perdidos em 41 pacientes). Dos 602 pacientes, 71,43 %(430) apresentavam alguma alteração ou condição sistêmicae 28,57% (172) eram saudáveis. Dos 41 pacientes que tiveram perda de implantes, 73,2% eram portadores de alterações/condições sistêmicas; não diferindo estatisticamente do grupo que não teve perda de implante (P=0,494). Desses pacientes, 39% faziam uso de medicações, sem diferença estatística com os pacientes que não perderam implantes (42,6%) (P=0,776).
A presença de condições e/ou doenças sistêmicas, assim como o uso de medicações não puderam ser associadas ao insucesso dos implantes osseointegrados.
PN0372 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Análise histomorfométrica e microtomográfica da osseointegração de implantes instalados previamente à radioterapia
Reis NTA, Oliveira GJPL, Claudino M, Pitorro TEA, Irie MS, Zanetta Barbosa D, Soares PBF
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo avaliou o efeito da radiação ionizante no processo de osseointegração de implantes. Vinte coelhos receberam implante na tíbia esquerda e foram randomizados em dois grupos: não irradiado (grupo controle) e irradiado, que recebeu dose única de 30 Gy, 2 semanas após instalação dos implantes. Quatro semanas após instalação do implante, os animais foram sacrificados e as amostras implante/osso removidas. Análises microtomográfica (volume cortical - CtV, mm3; espessura cortical - CtTh, mm e porosidade - CtPo,%) e histomorfométrica (Contato osso implante - %BIC e área óssea entre as roscas - %BABT) foram realizadas para avaliar processo de osseointegração. Análise de variância ANOVA foi realizada para os valores de Ct.V, Ct.Th e Ct.Po e teste de Mann Whitney para análise de BIC e BABT. O grupo não irradiado apresentou valores significativamente maiores de Ct.V (P <0,022) e menores de Ct.Po (P <0,002) que o grupo irradiado. Não houve diferença em relação aos parâmetros histomorfométricos BIC e BABT para os grupos avaliados.
A instalação de implantes previamente à radioterapia não gerou interferência nos parâmetros histomorfométricos avaliados nesse estudo. O protocolo terapêutico de câncer de cabeça e pescoço mediado pela radioterapia não requer remoção de implantes presentes em áreas cobertas pela radiação.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0374 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Distribuição de tensões em abutments angulados com diferentes tipos de retenção cone morse
Reis-Neta GR, Ribeiro MCO, Gomes RS, Vargas-Moreno VF, Cury AAB, Machado RMM
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As complicações protéticas mais comuns do sistema cone morse geralmente estão relacionadas ao parafuso do abutment. Com o desenvolvimento dos abutments puramente friccionais sem parafuso (CMF) tais problemas seriam ser solucionados. Porém, em abutments angulados, não se sabe se a ausência do parafuso no sistema CMF proporcionaria uma melhor distribuição de tensões. Assim, este estudo comparou a distribuição de tensões entre o sistema cone morse friccional angulado (CMF-A) e o sistema cone morse convencional angulado (CMC-A). Modelos 3D de cada grupo foram criados e reabilitados com coroa unitária de um incisivo central superior. Uma carga de 50 N foi aplicada à 30° no bordo incisal da coroa. A distribuição de tensões foi avaliada por meio da análise de elementos finitos utilizando os critérios de tensão de von Mises (σvM) e deslocamento (μm) para implante, abutment e parafuso quando presente. A tensão de compressão (σmin) e cisalhamento (τmax) foram determinadas para osso cortical e medular, respectivamente. CMF-A apresentou σvM de 538,25 MPa no abutment e 126,08 MPa no implante, já o CMC-A apresentou σvM de 228,88 MPa no abutment, 145,33 MPa no parafuso e 221,77 MPa no implante. O deslocamento do abutment e do implante foi maior para o CMF-A, sendo de 84.25% e 29.34%, respectivamente. O CMF-A apresentou para o osso cortical e medular valores de σmin e τmax, no mínimo, 15.85% superiores comparado com o CMC-A.
O conjunto CMF-A apresentou maior concentração de tensões, sendo a maior delas no abutment.
(Apoio: CAPES  N° 001)