RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 1391 a 1400


LHC005 - Prêmio LAOHA-Colgate de Apoio à Pesquisa Clínica
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 28

12 meses de avaliação clínica de resinas compostas fluidas de diferentes viscosidades em restaurações de lesões cervicais não cariosas
Matos TP, Souza JJ, Nuñez A, Reis A, Bauer MLM, Barceleiro MO, Bandéca MC, Loguercio AD
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este ensaio clínico randomizado duplo-cego comparou as taxas de retenção de três resinas compostas fluidas: uma à base de Ormocer (ORM) versus duas à base de metacrilato, colocadas em lesões cervicais não cariosas (LCNCs) de pacientes adultos. Foram realizadas 183 restaurações usando o adesivo universal Futurabond U (Voco) aplicado no modo de condicionamento ácido seletivo do esmalte, sendo aleatoriamente divididas em 3 grupos (n = 61): compósito fluído à base de ormocer (Admira Fusion Flow, Voco, ORM), compósito à base de metacrilato de baixa viscosidade (GrandioSO Flow, Voco, BV ) e compósito à base de metacrilato de alta viscosidade (GrandioSO Heavy Flow, Voco, AV). Após um ano, essas restaurações foram avaliadas de acordo com os critérios FDI e USPHS nos seguintes itens: retenção / fratura, adaptação marginal, coloração marginal, sensibilidade pós-operatória e recorrência de cárie. Oito restaurações foram perdidas / fraturadas (1 no ORM, 3 no grupo BV e 7 no grupo AV). As taxas de retenção de 12 meses (IC 95%) foram 98,4% (91,3% -99,7%) para o grupo ORM, 100% para o grupo BV e 88,5% (78,1% -94,3%) para o grupo AV, sem diferença estatística entre os grupos (p> 0,05). Cinco restaurações apresentaram pequenos defeitos de adaptação marginal e todas foram consideradas clinicamente aceitáveis.
O desempenho clínico do adesivo universal associado ao compósito fluido à base de ormocer ou metacrilato foi considerado promissor após 12 meses de avaliação clínica. Um compósito fluido de alta viscosidade não deve ser indicado em lesões cervicais não cariosas.
LHC007 - Prêmio LAOHA-Colgate de Apoio à Pesquisa Clínica
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 28

Enxaguatório clareador - eficácia e segurança por meio de estudo clínico randomizado
Mailart MC, Santos KC, Torres CRG, Borges AB
Odontologia Restauradora - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Neste estudo clínico randomizado, comparou-se a eficácia clareadora de enxaguatório à base de peróxido de hidrogênio (PH) a 2,5% com enxaguatório placebo (PL- controle negativo) e gel à base de peróxido de carbamida (PC) a 10% (controle positivo). Foram também avaliados a sensibilidade dental (SD) e condição gengival (CG). Voluntários foram alocados em três grupos (n=15): LWE (Listerine Whitening Extreme-PH 2,5%-2x/dia - 90d); PL (Placebo com a mesma composição e ausência de peróxido- 2x/dia - 90d) e OPF (OpalescencePF-PC 10%-1x/dia - 14d). A cor dos dentes foi avaliada com escalas de cor e espectrofotômetro (CIE L*a*b*), SD com escala visual/numérica e CG com índice de Löe. RM-ANOVA mostrou diferença de cor entre os grupos (p>0,05). Incisivos centrais (IC) e caninos (CN) superiores foram avaliados separadamente. Para IC, em 14d, LWE produziu alteração de cor (ΔE=2,3) superior ao limite de perceptibilidade (ΔE=1,2) e após 60d, a alteração de cor foi 3,7. Para CN, em 14d, LWE promoveu ΔE de 1,5, e após 60d, ΔE foi de 4,6. OPF promoveu alteração de cor significativamente maior (ΔE=6,6 IC e 11,0 CN) em 14d. PL não exibiu alteração de cor relevante durante o estudo (ΔE<0,8). O teste de Kruskall-Wallis mostrou que a intensidade de SD em LWE(0,17) e OPF(0,25) foi significativamente maior do que em PL(0,01) (p<0,05). Não houve sinal de inflamação gengival.
O enxaguatório clareador apresentou eficácia clareadora clinicamente relevante sem promover efeitos adversos importantes, considerando o longo período de tratamento. A alteração de cor foi menor que a obtida com o gel clareador.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/23892-8)
LHC008 - Prêmio LAOHA-Colgate de Apoio à Pesquisa Clínica
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 28

Efeito da terapia respiratória em pacientes com bruxismo do sono e eventos respiratórios associados: ensaio clínico randomizado
Cavalcante-Leão BL, Araujo CM, Fischer AES, Giannasi LC, Ravazzi GC, Santos RS, Stechman-Neto J, Zeigelboim BS
Programa de Pos Graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE POSITIVO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

INTRODUÇÃO: Em revisão sistemática de 2019 aponta-se para uma hipótese de que caso o bruxismo seja um mecanismo secundário a apneia obstrutiva do sono, então a melhora respiratória deveria reduzir a ocorrência de eventos relacionados ao bruxismo em si. Portanto, o objetivo desse estudo foi de medir o efeito da fisioterapia respiratória em pacientes com bruxismo do sono e eventos respiratórios associados (apneia e hipopneia).METODOLOGIA: Este estudo é um ensaio clínico duplo cego randomizado e controlado paralelo de pacientes com bruxismo do sono e eventos respiratórios associados, que receberam terapia com exercícios inspiratórios e expiratórios (Grupos intervenção), e grupo não intervenção (Grupo placebo) sendo medido o índice de apneia/hipopneia (AHI) o número de contrações do masseter (característica da atividade do bruxismo) e o número de despertares pré e pós intervenção. RESULTADOS: A amostra final para o estudo resultou em 15 pacientes que foram alocados em 3 grupos (Inspiratório, Expiratório e Placebo). Houve diferença estatisticamente significante quando comparados o grupo inspiratório e placebo em relação a diferença de despertares pré e pós intervenção (p ≤ 0,005) e também no número de contrações de masseter quando comparados os grupos inspiratório com o expiratório (p ≤ 0,005) e entre os grupos inspiratório e placebo (p ≤ 0,005).
CONCLUSÃO: Este estudo aponta para uma opção de tratamento possível em gerar impacto positivo nos eventos relacionados ao bruxismo do sono. O aumento da amostra poderá apontar com segurança a indicação dessa terapia.
LHC009 - Prêmio LAOHA-Colgate de Apoio à Pesquisa Clínica
Área: 6 - Oclusão / ATM

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 28

Efeito de terapias comportamentais para o bruxismo em vigília em pacientes com dor miofascial: Ensaio clínico controlado randomizado
Câmara-Souza MB, Figueredo OMC, Bracci A, Manfredini D, Rodrigues Garcia RCM
Programa de Pós-graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE SANTO AMARO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

This clinical trial aimed to evaluate the influence of interventions to control awake bruxism (AB) on psychological factors, quality of life, and pain levels in patients with myofascial pain of jaw muscles. Thus, 90 volunteers with self-reported AB and myofascial pain were randomly divided into 3 groups (n = 30) that received biofeedback training (BFB), ecological momentary intervention (EMI), or no intervention (control). All variables were assessed before and after 30 and 90 days of interventions. Anxiety and depression were evaluated by the Hospital Anxiety and Depression Scale, while stress sensitivity was measured by the Perceived Stress Scale and quality of life by the WHOQOL-brief instrument. Masseter muscle activity was measured by electromyography, and pain levels were obtained by a visual analog scale and pressure pain threshold (PPT). Data were analyzed by two-way repeated-measures ANOVA (α=.05). Psychological outcomes and quality of life had a significant time-effect (P<.05), but no group differences (P>.05). The number of AB episodes was reduced after 30 of BFB and EMI interventions, with a persistent decrease for the EMI group through the 90-day evaluation. Likewise, participants receiving interventions presented lower scores for self-reported pain over the time-points (P<.05), and the PPT increased after 30 and 90 days, with higher improvements in the EMI group.
Therefore, behavioral therapies reduced AB episodes and pain. Consequently, the interventions had positive impacts on participants' quality of life.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2017/23429-3  |  CAPES  N° Código de Financiamento 001)
LHC012 - Prêmio LAOHA-Colgate de Apoio à Pesquisa Clínica
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 28

Utilização do peróxido de hidrogênio como tratamento auxiliar para COVID-19: Um ensaio clínico randomizado duplo-cego
Di-Domênico MB, Collares KF, Santos RB, Lenz U, Antunes VP, Godinho VW, Cesca H, Corazza PH
Programa de Pós Graduação Em Odontologia - UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a eficácia do peróxido de hidrogênio (H2O2) como solução para gargarejo e spray nasal no alívio dos sintomas da COVID-19. Foram incluídos pacientes positivos para SARS-CoV-2, tratados em leitos clínicos ou em casa. Familiares não positivos dos pacientes também foram incluídos no estudo (desfecho secundário). Os pacientes foram randomizados em 2 grupos: experimental (n = 97) (gargarejo com H2O2 1%, e spray nasal com H2O2 0,5%) e controle (n = 96). As soluções foram usadas por 7 dias. Os membros da família receberam o mesmo tratamento que o paciente tratado. Os pacientes foram contatados a cada 2 dias durante 8 dias, e questionados sobre os sintomas e efeitos adversos. Os familiares foram submetidos a testes rápidos 8 dias após o final do tratamento. Os sintomas mais frequentes no dia 0 foram tosse, perda do paladar e hiposmia. Esses três sintomas, somados à dor de garganta e febre, não apresentaram diferença entre os grupos do estudo, independente do período. O sintoma dificuldade para respirar apresentou significância entre os dias 2 e 4 (p = 0,04). Entre os familiares, 86% não tinham anticorpos, 2,3% tinham anticorpos IgG e 11,6% tinham infecção ativa: 4 do grupo experimental e 6 do grupo controle. Os efeitos adversos mais frequentes para o grupo H2O2 foram ardor na garganta e nariz.
Em conclusão, o H2O2 não é eficaz para o alívio dos sintomas de pacientes com COVID-19 e está associado a relatos de efeitos adversos transitórios.
(Apoio: CAPES)
LHI002 - Prêmio LAOHA-Colgate de Valorização à Internacionalização
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Mecanismo de citotoxicidade do hipoclorito de cálcio em fibroblastos e efeito sobre a biologia de osteoblastos
Coaguila-Llerena EH, Ochoa-Rodríguez VM, Chávez-Andrade GM, Guerreiro-Tanomaru JM, Tanomaru-Filho M, Faria G
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O hipoclorito de cálcio [Ca(OCl)2] tem sido proposto como uma solução alternativa ao hipoclorito de sódio (NaOCl) para a irrigação endodôntica. O objetivo foi avaliar o mecanismo de citotoxicidade em fibroblastos L929 e o efeito sobre a biologia de osteoblastos-like humanos, Saos-2, do Ca(OCl)2 a 2,5% em comparação ao NaOCl a 2,5%. Fibroblastos L929 foram expostos ao Ca(OCl)2 e ao NaOCl em diferentes concentrações por 10 min. Foram avaliados o metabolismo celular pelo ensaio de metil-tiazol-tetrazolio (MTT), integridade lisossomal pelo vermelho neutro (VN), tipo de morte celular por citometria de fluxo (apoptose/necrose), citoesqueleto pela marcação fluorescente de α-tubulina e actina, e ultrastructura celular por microscopia eletrônica de transmissão. A atividade da fosfatase alcalina (ALP) foi avaliada em Saos-2 por meio da liberação de timolftaleina após 1, 3 e 7 dias de exposição aos irrigantes. Os dados foram analisados pelos testes ANOVA de duas vias e Bonferroni (α=0.05). Ca(OCl)2 apresentou menor citotoxicidade, e menor porcentagem de apoptose e de necrose que NaOCl (p<0,05). Ca(OCl)2 e NaOCl diminuíram o metabolismo celular e a integridade dos lisossomos, levaram à desestruturação dos microtúbulos, filamentos de actina e ultraestrutura celular. Ca(OCl)2 não induziu atividade de ALP.
Pode-se concluir que, embora tenham apresentado o mesmo mecanismo de citotoxicidade, Ca(OCl)2 foi menos citotóxico que NaOCl e não estimulou a atividade de ALP.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2018/24662-6)
LHI003 - Prêmio LAOHA-Colgate de Valorização à Internacionalização
Área: 3 - Cariologia / Tecido Mineralizado

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

A habilidade prática para detecção de lesões de cárie dos alunos é influenciada pela metodologia de ensino? dados de um estudo multicêntrico
Yampa-Vargas JD, Rodrigues GO, Magalhães AC, Cenci MS, Lenzi TL, Sanabe ME, Lima MDM, Braga MM
Ortodontia e Odontopediatria - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo multicêntrico (@IuSTCariology group) foi verificar se o treinamento teórico laboratorial melhora a habilidade prática dos alunos de graduação na detecção de lesões de cárie e avaliação de seu status de atividade. Alunos de 10 centros universitários foram incluídos (6 nacionais e 4 internacionais). Em cada centro, eles foram randomizados em 2 grupos de acordo com a estratégia educacional empregada: Grupo controle: alunos que receberam apenas aula teórica expositiva e Grupo Teste: alunos que, além da aula, receberam um treinamento teórico-prático mediado por tutores. O desempenho dos alunos foi avaliado por suas habilidades práticas ao avaliarem dentes extraídos após a atividade didática. Os grupos foram comparados utilizando regressão multinível de Poisson, ajustando-se pelo grau de formação do aluno. Foram incluídos 1085 alunos, sendo 579 dos primeiros e 506 dos últimos anos. Em geral, os alunos acertaram cerca de 9% (95% IC:6% - 12%) mais, a severidade das lesões, quando expostos ao treinamento (p<0,001). Em uma análise de subgrupo, observamos que houve melhora para identificar dentes hígidos e lesões em todas as severidades, mas mais significante foi em identificar os hígidos (melhora de 14% - 95%IC: 6% - 23%, p=0,001). Para a atividade, essa melhora foi de 36% (95%IC: 32%-40% - p<0,001).
O treinamento teórico laboratorial associado à aula teórica contribuiu positivamente para o melhor desempenho dos alunos, auxiliando no desenvolvimento de habilidades práticas na detecção de lesões de cárie.
(Apoio: CAPES  |  CNPq)
LHI006 - Prêmio LAOHA-Colgate de Valorização à Internacionalização
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Avaliação da espessura óssea do palato duro em adultos para a inserção de mini-implante ortodôntico. Um estudo 3D observacional
Sevillano MGC, Cuadrado SEH, Perez-Vargas LF, Fernandes LQP, Miguel JAM, Quintão CCA
Odontologia Preventiva e Comunitária - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a espessura óssea do palato duro em tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) para a inserção de mini-implantes ortodônticos em adultos. Para isto, foram avaliadas 50 TCFCs de pacientes entre 18 e 45 anos de idade, sendo 31 mulheres (idade média de 25 ± 7 anos) e 19 homens (idade média de 26 ± 6 anos). O programa PointNix Real Scan 2.0 foi utilizado para fazer medições em cortes coronais a 4, 8, 12 e 16 mm da margem posterior do forame incisal e a uma distância de 0, 3 e 6 mm lateralmente aos lados direito e esquerdo do plano sagital médio (PSM). Os dados foram avaliados usando o Teste de Wilcoxon, o Teste U de Mann-Whitney e o Teste de Kruskal-Wallis, com nível de confiança de 95%. Na amostra total, uma espessura óssea significativamente maior foi encontrada no nível de corte de 4 mm em relação aos cortes de 8, 12 e 16 mm (p <0,05). Os homens apresentaram espessura óssea significativamente maior do que as mulheres nos cortes de 4, 8 e 12 mm (p <0,05); portanto, apenas no corte de 16 mm não houve diferença significativa entre os sexos. Uma diminuição progressiva da espessura óssea também foi encontrada desde o PSM em direção às regiões laterais (cortes de 0, 3 e 6 mm) com exceção do corte de 4 mm. Somente no grupo de mulheres houve diferença significativa na espessura óssea entre o lado direito e esquerdo ao nível do corte de 16 e 6 mm do PSM (P <0,05).
Os maiores valores de espessura óssea foram encontrados em ambos os sexos na região anterior do palato, no entanto a região posterior pode ser usada também para atingir a estabilidade primária do mini-implante.
LHI007 - Prêmio LAOHA-Colgate de Valorização à Internacionalização
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 9

Efeito do uso da Bromelina associada a vitrocerâmica bioativa na interface dentina hígida/adesivo: Resultados imediatos
Geng-Vivanco R, Panzeri FC
Académico de Clínica Estomatológica - UNIVERSIDAD PERUANA CAYETANO HEREDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O estudo avaliou o efeito do uso da Bromelina associada a Biosilicato na resistência de união (RU) de restaurações em compósito à dentina hígida. Foi determinada concentração, tempo e forma de aplicação da Bromelina mais eficientes. Assim, foi aplicada sobre dentina a 2%, 5% e 10%, por 30 s ou 1 min, com microbrush ou pipeta, e associada ou não a Biosilicato. A dentina foi caracterizada por microscopia eletrônica de varredura (EVO MA10, ZEISS). A aplicação de Bromelina a 5% e 10% por 1 min com microbrush resultou em uma superfície mais regular e maior número de túbulos abertos. Optou-se por utilizar esse protocolo para restauração das amostras e ensaio de RU. Foram preparadas cavidades oclusais (5 mm x 4 mm x 4 mm) em 180 molares humanos hígidos. Os dentes foram separados em 9 grupos (n = 20) conforme tratamento prévio ao adesivo (Single Bond Universal, 3M ESPE): Controle - Sistema Adesivo; CHX - Clorexidina a 0,12%; NaOCl - Hipoclorito de sódio a 5%; Br5% - Bromelina a 5%; Br10% - Bromelina a 10%; Bio - Biosilicato a 10%; NaOClBio - NaOCl + Bio; Br5%Bio - Br5% + Bio; Br10%Bio - Br10% + Bio. Após restauração (Filtek Z350XT, 3M ESPE), foram cortados em palitos e armazenados em água destilada a 37 °C por 24 h. Os palitos foram submetidos ao teste de microtração (0,5 mm/min) e o tipo de fratura foi analisado. Os resultados (ANOVA, Tukey, p < .05) mostraram que Br10% teve maior RU (p < .05) que Bio. Não houve diferença (p > .05) entre os demais grupos. NaOCl e a associação de tratamentos revelaram maior número de fraturas não-adesivas.
Conclui-se que os tratamentos não interferiram negativamente na RU.
(Apoio: FAPESP  N° 2020/04092-0   |  CAPES  N° 001)
LHI011 - Prêmio LAOHA-Colgate de Valorização à Internacionalização
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Sinais radiográficos preditivos de proximidade do canal mandibular e terceiro molar versus tomografia computadorizada de feixe cônico
Peralta-Mamani M, Honório HM, Estrugo-Devesa A, López-López J, Bullen IRFR
Fissuras Orofaciais e Anomalias Relacion - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a confiabilidade de sinais radiográficos preditivos (SRP) de proximidade entre raízes do terceiro molar (3M) e canal mandibular (CM) na radiografia panorâmica (RP), utilizando tomografia computadorizada de feixe cónico (TCFC) como padrão ouro. Estudo realizado com 187 dentes (65 mulheres, 54 homens, idade média 36,62 anos). Na RP avaliou-se os SRP e classificados em interrupção do CM, desvio do CM, estreitamento do CM, escurecimento da raiz, desvio da raiz, estreitamento da raiz e ápice bífido. A TCFC confirmou o intimo contato ou não, entre as raízes e o CM. Na TCFC, 80.79% das raízes estava em intimo contato com CM, e em 19.21% sem contato. A análise descritiva e de porcentagens foi feita para a confiabilidade de cada SRP. O SRP mais frequente foi a interrupção do CM (52,94%), seguido de presença de mais de um SRP (22,48%), escurecimento da raiz (14,96%), estreitamento da raiz (2,67%), desvio do CM (2,14%), estreitamento do CM (2,14%), desvio da raiz (1,60%) e ápice bífido (1,07%). SRP mais confiáveis foram: desvio do CM (100%), estreitamento do CM (100%), 2 SRP (90,47%), interrupção do CM (78,78%) e escurecimento da raiz (75%). SRP menos confiáveis foram desvio da raiz (66,67%), estreitamento da raiz (60%) e ápice bífido (50%).
Concluiu-se que os SRP que indicariam a complementação da TCFC seriam os associados ao CM ou 2 SRP. Existe alta probabilidade de intimo contato entre 3M e CM quando presente 1 ou 2 SRP. Portanto, os SRP avaliados puderam indicar o íntimo contato ao cirurgião e a possível necessidade da TCFC na avaliação pré-operatória para exodontia.
(Apoio: CAPES  N° 88881.188448/2018-01  |  CAPES  N° 001)