RESUMOS APROVADOS

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 1402 Resumo encontrados. Mostrando de 111 a 120


AO0209 - Apresentação Oral
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 15

Influência dos fatores ambientais e genéticos no desenvolvimento da Hipomineralização Molar Incisivo
Silva FMF, Franco ALMM, Fonseca-Gonçalves A, Vieira AR, Neves AA, Carvalho FM, Costa MC
Odontopediatria - UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Investigou-se a associação entre o uso de medicamentos durante a gestação e nos primeiros 4 anos de vida com os polimorfismos (SNPs) nos genes ameloblastina (AMBN), enamelina (ENAM) e calecreína (KLK4) com a Hipomineralização Molar Incisivo (HMI). Um total de 118 indivíduos foram incluídos e divididos em grupos: com HMI (n=54) e sem HMI (n=64). Foram coletados dados como: uso de medicamentos na gestação e nos primeiros 4 anos de vida da criança. A partir da saliva, o DNA foi extraído. Os SNPs foram analisados por reação em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real com o método TaqMan. O teste X 2 foi usado para comparar as frequências alélicas e genotípicas. O software Plink foi utilizado para explorar a interação entre variáveis ambientais e os genótipos (p≤0.05). O sexo masculino predominou (n = 70) entre os indivíduos, que apresentaram idade média de 9,94 (± 1,67) anos. Houve associação entre o uso de medicamentos nos primeiros quatro anos de vida e a presença de HMI (p=0,020). Entretanto, não foi observado o resultado significativo entre o uso de medicamento na gestação e HMI. Verificou-se associação entre o polimorfismo rs2235091 no gene KLK4 (OR: 3,75;95% IC=1,84-7,62; p=0,01) com a presença de HMI. Observou-se interação entre o uso de medicamentos nos primeiros 4 anos de vida da criança com os polimorfismos o nos genes ENAM (rs3796704), AMBN (rs4694075) e KLK4 (rs2235091) em indivíduos com HMI (p<0,05).
Conclui-se que os genes atuantes no desenvolvimento do esmalte e o uso de medicamentos nos primeiros 4 anos de vida contribuíram para etiologia da HMI na população estudada.
(Apoio: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ  N° E-26\202.035\2020)
AO0210 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 14

Efeito preventivo e terapêutico do Rubus Coreanus no reparo peri-implantar de ratas com deficiência de estrógeno
Monteiro NG, De-Souza-batista FR, Gandolfo MIL, Okamoto R
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O trabalho possui o objetivo de caracterizar o reparo perimplantar perante a administração de Rubus coreanus (200mg/kg/dia) em ratas saudáveis e deficientes em estrógeno. 40 ratas foram divididas em 4 grupos: SHAM; SHAM/RC; OVX; OVX/RC. Após 30 dias das cirurgias fictícia/ovariectomia o rubus coreanus/solução salina foram administrados diariamente. Após 60 dias da administração sistêmica diária os implantes foram instalados nas metáfises tibiais. Passados 14 dias foi aplicado o fluorocromo calceína e aos 42 dias foi aplicada alizarina. A eutanásia foi feita 60 dias após a instalação dos implantes. As análises realizadas foram: biomecânica (torque reverso), histometria dinâmica através da microscopia confocal, PCR em tempo real e imunoistoquímica para caracterizar o reparo perimplantar. Todos os dados quantitativos foram submetidos ao teste de homocedasticidade e o nível de significância foi em 0<0,05. Os maiores valores de torque reverso foram para SHAM/RC e em seguida OVX/RC. A microscopia confocal apontou os melhores padrões de precipitação de minerais para o grupo SHAM/RC e em seguida OVX/RC. O RT-PCR aponta que o rubus favorece a expressão de OPG quando administrado de forma preventiva. A imunoistoquímica aponta que há equilíbrio fisiológico entre formação e reabsorção entre os grupos, com ênfase para o estímulo da diferenciação osteoblástica presente nos grupos tratados.
Contudo, os resultados deste trabalho apontam que o Rubus coreanus melhorou o reparo perimplantar frente a presença e ausência de deficiência de estrógeno.
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2020/02798-3)
AO0211 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 14

Resistência à fadiga e fratura de próteses implantossuportadas confeccionadas por diferentes técnicas e materiais cerâmicos
Limírio JPJO, Gomes JML, Santiago-Junior JF, Rosa CDRD, Bento VAA, Alves Rezende MCR, Pesqueira AA, Pellizzer EP
Materiais Odontológicos e Prótese - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo desse estudo foi avaliar a resistência à fadiga e a fratura de próteses implantossuportadas confeccionadas por diferentes técnicas e materiais cerâmicos. Os espécimes foram confeccionados pela técnica convencional e/ou CAD/CAM em cinco níveis (n=10/grupo): MC(Metalocerâmica); ZrL (CoCr base+coping zircônia+cerâmica feldspática); Zr (Coping zircônia+cerâmica feldspática); MZrL (CoCr base+monolítica de Zircônia); MZr (Monolítica de zircônia), submetidos à ciclagem mecânica em 30°, a 37°C, 5x10⁶ ciclos, carga de 150N e 2Hz, avaliando quantidade, área (mm²), local e padrões das falhas das cerâmicas em estereomicroscópio e MEV e força máxima (N) em máquina de ensaios universal. Adotou-se o teste mais adequado com nível de significância de α=0.05. Quatorze espécimes apresentaram lascamentos de cerâmica, MZrL e MZr tiveram menor quantidade de falhas entre os grupos (p=0.035) e na análise do tipo de substrato (p<0.011), o uso de CoCr bases não mostrou diferenças (p>0.05). Não houve associação entre falhas e número de ciclos entre os grupos (p>0.202). Para área da falha, Zr (15.55mm²) teve maior área, p=0.029. Para local da falha, MC apresentou maior quantidade de falhas na região de orifício do parafuso (p=0,043). Em força máxima, MZr e MzrL tiveram maior resistência (p<0.05).
As coroas monolíticas de zircônia, independente do uso de CoCr bases, foram mais favoráveis em relação aos lascamentos de cerâmica e resistência. Entre as coroas estratificadas, MCs foram mais favoráveis devido à localização e menor área das falhas, o que possibilitaria reparos.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2018/13677-2  |  FAPs - Fapesp  N° 2018/13086-4  |  CAPES  N° 001)
AO0212 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 14

Avaliação dos efeitos do laser de baixa intensidade na osseointegração de implantes usinados
Pereira-Silva M, de Jesus LK, Hadad H, Santos AFP, Dayube URC, Okamoto R, Carvalho PSP, Souza FA
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar o efeito da laserterapia de baixa intensidade (LLLT) no processo de osseointegração de implantes com superfície usinada instalados em tíbias de coelhos. Dez coelhos Albinus receberam em cada tíbia um implante de 4x10mm. Realizou-se previamente a instalação e após a remoção dos implantes a microscopia eletrônica de varredura acoplado a espectroscopia por energia dispersiva de raios X (MEV-EDX). Os animais foram divididos aleatoriamente em dois grupos: MS - animais que não receberam LLLT e LMS - animais que receberam LLLT no transoperatório. Após a instalação dos implantes foi mensurado o coeficiente de estabilidade (ISQ). Nos períodos de 21 e 42 dias, foi mensurado novamente o ISQ, seguido da análise biomecânica. Os espécimes foram processados para análise histológica qualitativa e imunoistoquímica. A MEV-EDX prévio a instalação apresentou topografia lisa com restos de usinagem e picos de Ti, Al e V. Os valores do ISQ para LMS foram estatisticamente superiores a MS aos 42 dias (p = 0,0021), assim como na análise biomecânica nos dois períodos (p = 0,0155). Para histologia qualitativa observou-se fratura óssea adjacente a interface osso/implante bem como para imunoistoquímica observou-se uma maior imunomarcação de osteocalcina (OC) para LMS aos 42 dias. A MEV-EDX após a remoção dos implantes LMS apresentou-se com um maior recobrimento ósseo e maiores picos de Ti, Al, V, O, Ca e P quando comparado a MS.
A LLLT modulou o processo de osseointegração, proporcionando a bioestimulação do tecido ósseo periimplantar.
(Apoio: CAPES  N° 422842/2016-8  |  FAPs - FAPESP  N° 2016/02402-7  |  Emfils Colosso Company)
AO0214 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 14

L-PRF associada ao osso mineral bovino aumenta e acelera neoformação óssea em seios maxilares. Estudo clínico randomizado
Malzoni CMA, Pichotano EC, Paula LGF, de Molon RS, Okamoto R, Marcantonio-Junior E, Zandim-Barcelos DL
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da fibrina rica em plaquetas e leucócitos (L-PRF) associada ao osso bovino desproteinizado (OBD) para neoformação óssea em seios maxilares (SM). Para isso, 36 SM foram divididos aleatoriamente em grupo 1 (G1) - enxerto com OBD e 8 meses de reparo ósseo, grupo 2 (G2) - enxerto com OBD associado a L-PRF e 4 meses de reparo e grupo 3 (G3) - enxerto com OBD associado a L-PRF e 8 meses de reparo. Após o tempo de reparo de cada grupo, biópsias foram obtidas e implantes instalados na região. Além disso, tomografias computadorizadas foram realizadas em dois momentos: imediatamente após o enxerto ósseo (T1) e após o tempo de reparo de cada grupo (T2). Por meio das biópsias obtidas, análises histomorfométrica (HM) e imuno-histoquímica (IQ) foram realizadas. A HM evidenciou que a associação da L-PRF contribuiu com maior neoformação óssea nos SM (G1 - 32,34 ± 9,49%; G2 - 44,70 ± 14.01%; G3 - 46,56 ± 12,25%). A IH por sua vez, identificou maiores marcações de VEGF nos grupos que utilizaram L-PRF. As marcações de osteocalcina e osteopontina foram maiores no G2. Valores adequados de estabilidade primária foram obtidos em todos os grupos, porém foram significativamente menores no G2. Em relação a análise tomográfica, o volume de enxerto mensurado em T1 foi semelhante entre os grupos. Em T2, foi constatada uma redução volumétrica de 39% para G3 e de 33% para G1 e G2.
O L-PRF parece ser uma alternativa segura em associação ao OBD para enxerto ósseo no seio maxilar, acelerando o reparo ósseo e aumentando o osso recém-formado.
(Apoio: CAPES  N° 001)
AO0215 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 14

Confiabilidade e distribuição de tensão de implantes de diâmetros reduzidos com diferentes interfaces cônicas e desenhos de roscas
Freitas MIM, Gomes RS, Ruggiero MM, Bergamo E, Bonfante EA, Machado RMM, Cury AAB
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O aumento da interface cônica (IC) e diâmetro interno (DI) de implantes de diâmetros reduzidos (IDR) pode gerar problemas mecânicos devido a parede cervical mais fina dos implantes que apresentam maiores IC e DI. Este estudo avaliou a confiabilidade, distribuição de tensão e modos de falha de IDR com sistemas abutment-implante compostos por diferentes graus de conicidades internas e desenhos de roscas. Para realização do teste de fadiga acelerada progressiva (SSALT), 63 IDR (Ø 3,5 x 8 mm) foram divididos em três grupos (com n=21) de acordo com a IC, DI e desenho da rosca trapezoidal (RT): (i) 11,5°U (IC: 11,5°; DI: 2,5 mm; RT: dupla); (ii) 11,5°S (IC: 11,5°; DI: 2,5 mm; RT: simples); (iii) 16°S (IC:16°; DI: 2,72 mm; RT: simples). Em seguida, a curva de probabilidade de Weibull e a confiabilidade foram calculadas para uma missão de 50.000 ciclos em 50, 100 e 150 N e foi avaliado o modo de falha utilizando o microscopio eletrônica de varredura. Para análise de elementos finitos (AEF) uma carga de 49 N foi aplicada a 30° na borda incisal da coroa e o estresse de von-Mises (σvM) foi calculado para o implante e abutment. Ambos os grupos apresentaram alta confiabilidade em todas as cargas (até 97%). Na AEF, o grupo 11,5°U apresentou σvM mais alta para o implante quando comparados aos grupos 16°S e 11,5°S (36,99% e 30,29% maior, respectivamente).
Conclui-se que todos os IDRs mostraram alta confiabilidade em cargas clinicamente relevantes para dentes anteriores e os sistemas de implantes 16°S apresentaram menor σVm para o abutment, implante e osso cortical em relação aos demais sistemas.
(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPs - Fapesp  N° #2012/19078-7  |  FAPs - Fapesp  N° #2019/08693-1)
AO0216 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 14

Superfície de zircônia revestida com EGF modula o metabolismo de fibroblastos gengivais expostos ao TNF-α
Pansani TN, Basso FG, Cardoso LM, de-Souza-Costa CA
Materiais Odontológicos e Prótese - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o metabolismo de fibroblastos gengivais (FG) semeados sobre discos de zircônia (ZrO2), revestidos ou não com fator de crescimento epidérmico (EGF), e expostos ao estímulo inflamatório com fator de necrose tumoral alfa (TNF-α). FG em meio de cultura (DMEM) foram cultivados (4x105 células) sobre discos de ZrO2 recobertos com EGF (100 nM). Após 24 h, o meio de cultura foi substituído por novo DMEM contendo TNF-α (100 ng/mL). Decorrido 24 h de incubação, a viabilidade celular (alamarBlue, n=8), síntese de interleucina 6 e 8 (IL-6 e IL-8) (ELISA, n=5) e expressão gênica de IL-6 (qPCR, n=5) foram avaliadas. Os dados foram submetidos à análise de ANOVA One-Way, α=5%. Uma cultura 3D em matriz de colágeno foi preparada para avaliar a morfologia das células em microscopia de fluorescência. Redução de viabilidade ocorreu nas células expostas ao TNF-α em comparação ao grupo controle, onde FG foram semeados sobre ZrO2 na ausência de EGF e TNF-α (p<0,05). FG expostos ao TNF-α aumentaram a expressão de IL-6 e da síntese de IL-6 e IL-8 em comparação ao controle (p<0,05). EGF associada ao TNF-α reduziu a expressão gênica e a síntese de IL-6 (p<0,05). Na cultura 3D, observou-se maior número de células no grupo contendo EGF quando comparado ao controle. Enquanto ruptura citoplasmática ocorreu nas células expostas ao TNF-α, FG com morfologia normal foram observados quando semeados sobre ZrO2 revestidos com EGF na presença de TNF-α.
Concluiu-se que a superfície de ZrO2 revestida com EGF modula diferentes funções biológicas de FG expostos a estímulos inflamatórios in vitro.
(Apoio: Fapesp  N° 2019/20783-6  |  Fapesp  N° 2015/19364-8  |  CNPq  N° 408721/2018-9)
AO0217 - Apresentação Oral
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 14

Avaliação da resposta óssea em implantes de superfície tratada com raloxifeno em tíbia de rato análises: histomorfométria e micro-CT
Sanches NS, Cervantes LCC, Piassi JEV, Reis ENRC, Okamoto R, Garcia-Junior IR
Biologia Básica e Oral - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo foi avaliar a resposta do tecido ósseo em superfícies de implantes de titânio puro tratados com duplo ataque ácido (GCRT) e deposição raloxifeno (GRLX) pelo método biomimético em modelo padronizado em tíbia de rato. Foram utilizados 12 implantes divididos igualmente entre os grupos. Após os períodos de eutanásia de 7,15,30 e 40 dias foi realizada a análise histológica, histométrica, microtomográfica (micro-ct) e estatística com nível de significância p<0,05. Aos 7 dias o GRLX apresenta maior expressão de tecido conjuntivo do que GCRT. Nos demais períodos o comportamento foi semelhante, destacando o GCRT. Na histometria houve diferença estatística entre os grupos aos 7 (p=0,005) e 40 dias (p=0,04) em área óssea neoformada. Na extensão linear de contato osso/implante houve diferença significante no GRLX entre os 7 e 15 dias (p=0,03) e entre grupos aos 7 dias (p<0,001) destacando o GCRT. Na micro-ct o GRLX revela valores superiores nos parâmetros de volume ósseo (2,02 mm³) em relação ao GCRT (1,45mm³), de volume ósseo (50,24%) em relação ao GCRT (37,9%), de espessura trabecular (0,108mm) em relação ao GCRT (0,10mm), de número de trabéculas (4,65/1mm) em relação ao GCRT (3,57/1mm), de porosidade total (4,97%) em relação ao GCRT (4,33%) e de densidade de conectividade (446,6mm³) em relação ao GCRT (310,36mm³). Já o GCRT apresenta valores superiores de separação entre as trabéculas (0,12%) em relação ao GRLX (0,1%).
Embora estes resultados não revelarem discrepâncias significantes entre si, o raloxifeno mostra ser favorável a neoformação óssea a nível histológico
(Apoio: FAPs - FAPESP  N° 2018/13264-0)
FC002 - Fórum Científico
Área: 3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 6

Análise proteômica quantitativa da periodontite apical em pacientes diabéticos tipo 2
Loureiro C, Buzalaf MAR, Ventura TMO, Pelá VT, Ribeiro APF, Pessan JP, Jacinto RC
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi analisar quantitativamente o perfil proteômico de canais radiculares com periodontite apical (PA) em pacientes com Diabetes Mellitus (DM) tipo 2 comparados a pacientes saudáveis com PA, e correlacionar a expressão de proteínas e suas funções biológicas. Foram coletadas amostras de 18 pacientes com PA assintomática, divididos em dois grupos (n = 9): diabético - DM tipo 2; e controle - pacientes sem doença sistêmica. Após a extração, digestão e quantificação proteica, as amostras foram analisadas por cromatografia líquida e espectrometria de massas. A análise quantitativa foi realizada pelo software Protein Lynx Global Server (teste t, p < 0,05). As funções biológicas foram analisadas pelo banco de dados UniProt. No total, 727 proteínas humanas foram identificadas em todas as amostras. As proteínas comuns entre os grupos foram quantificadas, totalizando 124 proteínas, sendo que 65 apresentaram diferenças significativas. Dentre elas, 43 proteínas encontravam-se suprareguladas no grupo DM: Neutrophil gelatinase-associated lipocalin, Plastin-2, Lactotransferrin e 13 isoformas de imunoglobulinas. Por outro lado, 22 estavam subreguladas neste grupo: Protein S100-A8, S100-A9, Histone H2B, Defensin 1, Defensin 3 e a Prolactin-inducible protein. Foram encontradas diferenças na expressão de proteínas comuns aos grupos, principalmente relacionadas à resposta imune / inflamatória.
Este estudo apresenta dados sobre funções biológicas e diferenças na expressão de proteínas envolvidas na resposta do hospedeiro à PA relacionada ao DM.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/14995-0  |  FAPs - Fapesp  N° 2018/18741-0  |  CAPES  N° 001)
FC004 - Fórum Científico
Área: 3 - Fisiologia / Bioquimica / Farmacologia

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 10h30 - 11h30 - Sala: 6

Papel da via succinato/Sucnr1 em neurônios sensoriais primários no desenvolvimento da dor neuropática induzida por quimioterápico
Gomes-Aragão FIF, Kusuda R, Silva CEA, Guimarães RM, Mendes AS, Silva NR, Lopes AHP, Cunha TM
Farmacologia - FACULDADE DE MEDICINA DE RIBEIRÃO PRETO - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se avaliar o papel da via succinato/Sucnr1 em neurônios sensoriais primários (NSP) na dor neuropática induzida por quimioterápico. Transcritos de NSP obtidos por TRAP-seq foram avaliados por bioinformática e validados por qRT-PCR. A dor neuropática foi induzida por paclitaxel (PTX, 8 mg/kg; i.p.) e succinato dosado em gânglios sensoriais (1H-NMR). A expressão de Sucnr1 foi analisada por qRT-PCR após cell-sorting (FACS Aria III) e imunofluorescência (SUCNR1, NF200, TRPV1, CGRP, IB4). A via succinato/Sucnr1 foi estudada em animais wildtype (WT), Sucnr1 knockout (Sucnr1-/-) e depletados de fibras TRPV1+ e Nav1.8+ por resiniferatoxina e sistema CRE-LOX. Animais WT e Sucnr1-/- receberam PTX e respostas as nociceptivas foram mensuradas por filamentos von Frey e teste da acetona. Os dados foram avaliados por ANOVA e teste t de Student. Análise de bioinformática sugere desregulação em vias metabólicas e dosagem de succinato revelou aumento em gânglios sensitivos após paclitaxel (p<0,05). Sucnr1 está expresso em NSP de grande diâmetro (p<0,05) e a depleção de neurônios TRPV1+ e Nav1.8+ não alterou o efeito pronociceptivo de succinato (p>0,05). Animais Sucnr1-/- apresentaram respostas nociceptivas atenuadas após PTX (p<0,05). Os resultados sugerem que Sucnr1 está em neurônios de grande diâmetro e que o aumento de succinato após PTX contribui para o desenvolvimento da dor neuropática.
Portanto, a via succinato/Sucnr1 contribui para o desenvolvimento da dor neuropática induzida por PTX e pode ser uma perspectiva terapêutica para atenuar a dor neuropática.
(Apoio: FAPESP  N° 13/08216-2  |  FAPESP  N° 2019/14285-3)