RESUMOS APROVADOS

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PN1448 - Painel Aspirante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Efeito da exposição ao flúor fosfato acidulado no brilho, rugosidade e microestrutura de uma cerâmica CAD/CAM de dissilicato de lítio
Leal AMC, Castro EF, Giannini M, Sinhoreti MAC
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de aplicações sucessivas do flúor fosfato acidulado (APF) no brilho (Gs), rugosidade superficial (Ra) e microestrutura de uma cerâmica CAD/CAM de dissilicato de lítio glazeada ou polida. Vinte placas (14 x 12 x 1 mm) de cerâmica de dissilicato de lítio (e.max CAD/Ivoclar Vivadent) foram obtidas, submetidas à queima de cristalização e divididas em dois grupos (n = 10): aplicação de uma camada de glaze (GL) ou polimento até 2000 µm (PL). O Gs e a Ra das amostras foram avaliados com um glossímetro e um rugosímetro, respectivamente, no baseline (A0) e em outros três momentos, de acordo com a quantidade de aplicações tópicas de APF (5 min de aplicação, com intervalo de 1 dia entre cada aplicação): uma aplicação (A1), quatro (A4) e dez aplicações (A10). Para avaliação da microestrutura, amostras adicionais foram confeccionadas para cada quantidade de aplicação de APF (0, 1, 4 e 10) e analisadas em MEV (n = 2). Dados de Gs e Ra foram analisados por ANOVA dois fatores, seguidos de teste de Tukey (α = 5%). O grupo GL obteve maior Gs e Ra que o grupo PL independente da quantidade de aplicações de APF. O aumento no número de aplicações de APF diminuiu o Gs do grupo GL e PL, bem como a Ra do grupo GL. Não houve diferença na Ra do grupo PL do baseline até o A10. As micrografias corroboraram os dados de Gs e Ra.
A exposição sucessiva ao APF pela cerâmica de dissilicato de lítio alterou seu Gs, Ra e microestrutura, porém a aplicação do glaze permitiu uma maior manutenção do Gs.
(Apoio: CNPq  N° 142126/2019-6)
PN1449 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Formação de Fendas em Restaurações de Resina Composta Antes e Após Envelhecimento
Barbosa MP, Silva EM, Rabello TB
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi avaliar a influência de 3 fatores: sistema adesivo, resina composta e ciclagem termomecânica, na formação de fendas marginais em restaurações de resina composta. Cavidades cilíndricas foram preparadas nas superfícies vestibulares de 30 incisivos bovinos e divididas aleatoriamente em 6 grupos (n = 5) gerados pela associação entre sistema adesivo, convencional (Adper Single Bond 2 [SB2]) e autocondicionante (Single Bond Universal [SBU]); resinas compostas, nanoparticulada (FiltekTM Z350 [Z350]), microhíbrida (FiltekTM P60 [P60]) e bulk-fill (Bulk 3MTM FiltekTM One [ONE]). O percentual de fendas marginais (%FM) foi avaliado com microscópio confocal de varredura a laser antes e após ciclagem termomecânica. Além disso, a tensão de contração (TC) foi calculada. Os dados foram analisados ​​por ANOVA e testes de Scheffé, Bonferroni, Fisher LSD, Tukey HSD, Tukey's B, Newman-Keuls (α = 0,05). Sistema adesivo, resina composta e ciclagem termomecânica afetaram %FM (p <0,05). Para os sistemas adesivos, SBU apresentou %FM superior ao obtido com SB2. Em relação às resinas compostas, P60 apresentou o maior valor de %FM, seguido por ONE (p <0,05) e Z350 (p <0,05). Após a realização da ciclagem termomecânica, houve um aumento do %FM (p <0,05). P60 exibiu o maior TC entre as resinas compostas (p <0,05).
Foi possível concluir que todos os fatores estudados - sistema adesivo, resina composta e ciclagem termomecânica - tiveram influência significativa sobre %FM, mas em geral o envelhecimento dos espécimes produziu efeito deletério em relação ao %FM.
PN1451 - Painel Aspirante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 22

Adesivos Universais: efeito do solvente e aplicação de camada extra de resina fluida na resistência de união ao esmalte
Chrispim B, Soares JPB, Perdigão J, Lopes GC
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi comparar o efeito de diferentes solventes em adesivos universais (AUs) e a aplicação de uma camada extra de resina fluida na resistência de união (RU) ao esmalte após armazenamento. Foram selecionadas 224 coroas de incisivos bovinos e distribuídas em 3 AU com diferentes solventes (n = 32): (1) AU à base de etanol (ADU, AdheSE Universal); (2) AU à base de isopropanol (PBU, Prime&Bond Universal); e, (3) AU à base de acetona (OPT, OptiBond Universal). Os grupos foram subdivididos e foi aplicada uma camada extra de resina fluida sem solvente (HEL, Heliobond). HEL foi usado como controle. Os espécimes foram armazenados em água por 24 horas (24H) e 6 meses (6M). A análise estatística incluiu ANOVA de duas vias ('método de aplicação' e 'armazenamento') e teste post-hoc de Tukey HSD (α = 95%). As falhas foram classificadas após observação com lupa de 3.3x. As médias de RU ao esmalte variaram de 3,6 (± 2,2) MPa (HEL/6M) à 24,7 (± 7,1) MPa (ADU/HEL/6M). ANOVA apresentou diferenças estatísticas para 'método de aplicação' (p≤0,001), e não observou diferenças estatísticas para 'armazenamento' (p> 0,05). Todos os AUs resultaram em média de RU ao esmalte semelhante com ou sem aplicação da camada extra de HEL após 6 meses de armazenamento. Todos os AUs resultaram em média de RU superior ao HEL (grupo controle). Para todos os grupos, a maioria das falhas foi adesiva, com exceção de PBU/HEL/6M que apresentou a maioria de falhas mistas.
Conclui-se que todos os AUs resultaram em RU ao esmalte maior do que a resina fluida (sem solvente) independentemente do solvente em sua composição.