Análise da adaptação marginal de próteses implantossuportadas confeccionadas através do sistema CAD/CAM antes e após ciclagem mecânica
Gomes JML, Limírio JPJO, Santiago-Junior JF, Rosa CDRD, Bento VAA, Lemos CAA, Alves Rezende MCR, Pellizzer EP
Materiais Odontológicos e Prótese - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo desse estudo in vitro foi avaliar próteses parafusadas sobre implantes de hexágono externo confeccionadas por diferentes técnicas (convencional e CAD/CAM) e materiais quanto à adaptação marginal vertical e horizontal antes e após ciclagem mecânica. Corpos de prova foram divididos 5 grupos (n=10/grupo): MC (Metalocerâmica); ZrL (coping fresado em zircônia+link+cerâmica feldspática); Zr (coping fresado em zircônia+ cerâmica feldspática); MZrL (Monolítica de zircônia com link); MZr (Monolítica de zircônia). Todos foram submetidos à ciclagem mecânica, simulando 5 anos clínicos. Foram avaliados à adaptação marginal vertical (MV) e horizontal (MH) antes e após ciclagem mecânica em Microscópio 3D(µm). Os dados foram submetidos à análise estatística adotando o valor significativo de α=0,05. A MV antes da ciclagem mecânica, houve diferença significativa com maiores valores de desadaptação para MC e MZrL (p<0.05), quando comparados à Zr e MZr. Em termos de MH antes da ciclagem mecânica, os maiores valores para o grupo MC (p<0.05), e menores valores o grupo MZr (p<0.05), quando comparados aos demais grupos. Na comparação antes e após ciclagem na MV o grupo MC foi o que apresentou maiores valores de desadaptação (p<0.05) em relação aos outros grupos. A MH, o grupo Zr apresentou diferença estatística (p<0.05). A técnica convencional (MC) apresentou maiores valores de desadaptações MV e MH, já o sistema CAD/CAM foi o que resultou em menores valores de desadaptação MV e MH para as coroas monolíticas de zircônia (MZr), antes e após a ciclagem. (Apoio: FAPESP N° 2018/13677-2 | FAPESP N° 2018/13179-2 | FAPESP N° 2018/13086-4)PN1301 - Painel Aspirante
Área:
10 - Implantodontia - clínica cirúrgica
Avaliação a curto prazo da perda óssea marginal em implantes instalados na região anterior da maxila enxertada com osso autógeno ou rhBMP-2
Calazans NNN, Pichotano EC, Freitas RM, Marcantonio C, Spin Neto R, Marcantonio-Junior E, Zandim-Barcelos DL
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo do estudo foi avaliar a perda óssea marginal de implantes instalados na região anterior edêntula da maxila enxertada com osso autógeno ou com rhBMP-2 após 6 meses do carregamento protético convencional. Pacientes com implantes instalados em áreas enxertadas com osso autógeno intraoral (grupo controle, n = 12) ou rhBMP-2 (Infuse® Bone Graft - grupo teste, n = 10) foram submetidos à reabilitação protética e monitorados pelo período de 6 meses. Um total de 28 implantes, com diâmetro de 3,5 mm e comprimento variável de 10 a 15 mm, foram instalados no grupo controle e 24 no teste. Radiografias periapicais padronizadas foram realizadas imediatamente após instalação prótese e após 6 meses de função. As alterações no nível da crista óssea marginal foram mensuradas nas faces mesial e distal de cada implante por meio de um software específico. Nenhum implante foi perdido durante o período de avaliação em ambos os grupos. A perda óssea marginal nos grupos controle e teste foi de 0,54 [0,16] ± 1,21 mm (média [mediana] ± DP) e 0,12 [0,08] ± 0,67 mm após 6 meses do carregamento protético, sem diferença significativa entre os grupos (p=0,17). Concluiu-se que os implantes instalados na região anterior edêntula da maxila enxertada com rhBMP-2 apresentaram perda óssea marginal similar aos implantes instalados nas áreas enxertadas com osso autógeno após 6 meses de função. (Apoio: CAPES N° 88887.481177/2020-00)PN1302 - Painel Aspirante
Área:
10 - Implantodontia - clínica cirúrgica
Implantes de conexões morse inseridos concomitantemente à elevação do assoalho de seio maxilar: 10 anos de acompanhamento longitudinal
Melo MARC, Paglia-Junior G, Bechara K, Garcia JP, Siroma RS, Joaquim CR, Sanchez ROM, Shibli JA
Periodontia - UNIVERSIDADE GUARULHOS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo avaliou a taxa de sobrevivência do implante, o sucesso do implante-coroa e as complicações protéticas de implantes de conexão Morse inseridos concomitantemente em seios maxilares. Os pacientes encaminhados para a colocação de implantes na Universidade de Guarulhos que necessitavam de elevação do seio antes da reabilitação oral utilizando implantes dentários foram incluídos neste estudo e submetidos à elevação do seio, usando o procedimento de janela lateral e os implantes foram instalados imediatamente após elevação do seio maxilar. Esses indivíduos foram acompanhados por 10 anos. Anualmente, foram avaliados parâmetros radiográficos, protéticos e clínicos. Os critérios de sucesso do implante incluíram a ausência de dor, supuração e mobilidade clínica, distância média entre o ombro do implante e o primeiro contato visível de osso (DIB) menor que 2,0 milímetros, e ausência de complicações protéticas na interface pilar/implante. Um total de 95 implantes foram inseridos após 124 procedimentos de elevação de seio em 28 pacientes. Restaurações protéticas foram fixadas próteses parciais (91 unidades), coroas unitárias (52 unidades) e arcos completos fixos (12 unidades). A taxa de sobrevida do implante acumulada foi de 97,6%. O sucesso implante-coroa de 97,8%. Nenhuma complicação protética na interface implante-pilar foram relatados. Após 6 anos, a média era de 1,09 DIB mm ± 0,22. Conclui-se que o uso de implantes cone Morse associado à elevação do seio maxilar representa um procedimento bem sucedido para a reabilitação da maxila posterior edêntula.