Estudo da impacção palatina de caninos permanentes superiores com uso de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico
Araujo LFC, Oliveira TCP, Copello FM, Castro ACR, Nojima LI, Sant´Anna EF, Araujo MTS, Nojima MCG
Odontopediatra e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre a impacção palatina de caninos permanentes superiores, a morfologia de incisivos laterais e a base óssea maxilar. A amostra foi composta por 62 exames de Tomografias Computadorizadas de Feixe Cônico (TCFCs), oriundos do acervo da Clínica de Ortodontia do Programa de Pós-graduação em Odontologia da FO-UFRJ. Foram delineados dois grupos conforme os critérios de elegibilidade: grupo impacção (GI) (n = 31 / média de idade 14,3+- 2,4) com 45 caninos com impacção palatina; e grupo controle (GC) (n = 31 / média de idade 14,3 +- 2,3), pareado por idade e sexo, apresentando 62 caninos erupcionados normalmente. Foram realizadas medidas lineares e volumétricas dos incisivos laterais permanentes superiores (ILPS), bem como medidas lineares transversais e do perímetro anterior da maxila (PAM). O teste t independente foi aplicado para análise intergrupos. Os resultados indicaram tendência de valores menores nas dimensões dos ILPS no GI. Foram encontradas diferenças intergrupos significativas para o comprimento da coroa e diâmetro da raiz (vestíbulo-palatino - VP) dos ILPS (P <0,05). O PAM no GI apresentou-se reduzido em relação ao GC (P = 0,008). As variáveis transversais da maxila foram equivalentes entre os grupos (P> 0,05). Pode-se concluir que o GI apresentou dimensões reduzidas no comprimento da coroa e diâmetro VP da raiz dos ILPS, bem como menor perímetro anterior do arco superior. A dimensão transversa da maxila não apresentou diferença associada a essa condição. (Apoio: CAPES N° DS001)PN1246 - Painel Aspirante
Área:
4 - Odontopediatria
Alerta: a interação de brasileiros com conteúdos do YouTube relacionados ao uso do colar de âmbar é maior do que em outros países
Strieder AP, Teles AFS, Jacintho AFA, Aguirre PEA, Rizzato VL, Lotto M, Lourenço-Neto N, Cruvinel T
Odontopediatria, Ortodontia e Saúde Cole - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Grande parte das informações em saúde consumidas pelo público em geral é oriunda de buscas realizadas na Internet, o que expõe os usuários ao risco de consumirem fake news capazes de influenciar decisivamente os seus comportamentos e processos de tomada de decisão. Neste contexto, as plataformas de vídeo costumam ser bastante atrativas, sendo o YouTube a mais popular delas. O presente estudo objetivou determinar o nível de interação de usuários brasileiros, mexicanos e estadunidenses com conteúdos relacionados ao colar de âmbar disponibilizados no YouTube. Estratégias de busca foram desenvolvidas especificamente para três idiomas: português, espanhol e inglês. Uma amostra de 180 vídeos foi coletada e analisada de acordo com quatro parâmetros: duração, número de visualizações, likes e dislikes. Os dados foram comparados utilizando os testes de Kruskal Wallis e post-hoc de Dunn (P<0,05). Os vídeos em português foram significativamente mais longos, mais visualizados e receberam maior número de likes. Além disso, os vídeos em português receberam significativamente mais dislikes que os vídeos em inglês, semelhante ao número de dislikes dos vídeos em espanhol. Portanto, a interação dos brasileiros com conteúdos relacionados ao colar de âmbar é maior do que aquelas observadas em outros países, demonstrando indiretamente a maior propensão a acreditarem nos efeitos favoráveis do amuleto sobre aspectos de saúde, mesmo com a falta de evidências científicas e advertências em relação aos riscos de sua utilização. (Apoio: CNPq N° 141898/2019-4)