Avaliação da espessura óssea da crista infrazigomática nos diferentes padrões faciais verticais
Santos CMPM, Silva DKC, Gurgel JA, Cury SEN, Castro GG, Macêdo RFC, Pinzan-Vercelino CRM
Ppgo - UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi determinar a relação do padrão facial com a espessura da cortical óssea vestibular na região da crista infrazigomática (CIZ) em regiões dos dentes posteriores da maxila. Imagens de tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) de 76 pacientes foram divididas em três grupos: hipodivergente (n=24), hiperdivergente (n=25) e normodivergente (n=26). As medidas horizontais e verticais foram realizadas nos cortes axial e coronal das TCFC em três regiões (raízes mésio-vestibular e disto-vestibular dos primeiros molares superiores e raiz mésio-vestibular dos segundos molares superiores), nos planos de 14 e 17mm de altura e com angulações de 60º e 70º em direção ao assoalho do seio maxilar. As análises foram feitas usando-se os testes qui-quadrado, ANOVA e de Tukey. Não houve relação estatisticamente significativa entre a espessura da cortical óssea alveolar na região da CIZ e o padrão facial. As medidas verticais realizadas no plano de 14mm e com angulação de 70º apresentaram maiores valores de espessura óssea vestibular em todas as áreas mensuradas. A raiz mésio-vestibular do segundo molar superior apresentou maior espessura da cortical óssea vestibular. Os resultados deste estudo demonstraram que não houve relação entre os padrões faciais e a espessura da cortical óssea vestibular na região da CIZ. A maior espessura da cortical óssea vestibular para a instalação dos MIOEA foram as raízes disto-vestibular do primeiro molar superior e mésio-vestibular do segundo molar superior no plano de 14mm e na angulação de 70°. (Apoio: FAPEMA)PN1221 - Painel Aspirante
Área:
4 - Ortodontia
Desenvolvimento de aplicativo para smartphone no controle do biofilme dentário para adolescentes em tratamento ortodôntico fixo
Alves CCB, Delgado IF, Almeida KR, Ortolani CLF
Odontologia - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este trabalho teve como objetivo o desenvolvimento de um jogo eletrônico do tipo quiz, disponível como aplicativo para smartphones. O jogo foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar composta por profissionais de odontologia e informática, que criaram um método de ensino compatível com o público adolescente, com o objetivo de reduzir os problemas bucais decorrentes do uso prolongado de aparelhos ortodônticos fixos. Como resultado um jogo foi disponibilizado gratuitamente na loja de aplicativos para smartphones,testado por uma equipe de ortodontistas e periodontistas, além de profissionais de informática, que aprovaram a qualidade e a quantidade de informações prestadas bem como a usabilidade e clareza nas funções para o público-alvo, para tanto, empregou-se um teste com base no método de avaliação de jogos educacionais EGameFlow, uma escala avaliativa para medir a satisfação e aprendizagem dos jogos atribuindo notas de 1 a 7 para cada quesito, sendo 1 a mais baixa e 7 a mais alta e conta com 56 itens distribuídos por 8 dimensões, concentração ,clareza de objetivos ,feedback, desafio , autonomia, imersão, interação social e aquisição de conhecimento. A ferramenta foi validada por 5 diferentes testes e é frequentemente usada por autores no teste de novos aplicativos e serious games Ortodontech é uma ferramenta útil para o engajamento do paciente no tratamento visando uma maior consciência da responsabilidade com a sua higiene, conseguindo um vínculo de compromisso com o usuário aprimorando as práticas de higiene bucal, em adolescentes que usam aparelhos fixo.PN1222 - Painel Aspirante
Área:
4 - Ortodontia
Sexo como mediador da percepção da má olcusão o e impacto da qualidade de vida em adolescentes
Delgado IF, Tesoni CP, Alves CCB, Ortolani CLF
Doutorado - UNIVERSIDADE PAULISTA - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Um terço da população tem uma clara necessidade de tratamento ortodôntico, no entanto, esta estimativa depende da população e/ou da perceção de necessidade de tratamento da mesma. A má oclusão é considerada um problema de saúde pública, pois apresenta alta prevalência e pode interferir negativamente na qualidade de vida. Por consequência, a necessidade de tratamento emerge a fim de restabelecer os aspectos funcionais e psicossociais dos pacientes acometidos por essa desordem . Nesse sentido, o objetivo do trabalho foi avaliar se o sexo do adolecente é um fator que interfere na autopercepção da má oclusão e no impacto na qualidade de vida destes. Foi realizado estudo transversal observacional, com 386 adolescentes de 11 a 14 anos em escolas públicas e privadas, na cidade de São Paulo, com amostragem por conglomerado, onde foram sorteadas crianças dentro das escolas e escolas dentro da região. A severidade da má oclusão foi mensurada pelo Índice de Necessidade de Tratamento Ortodôntico e o impacto na qualidade de vida relacionada a saúde bucal com a aplicação do Child Perceptions Questionnarie (CPQ11-14). Os resultados demonstraram que os meninos apresentaram uma média de qualidade de vida significativamente menor quando comparado com as meninas. Sendo assim o fator sexo deve ser levados em consideração na tomada de decisão e indicação do tratamento ortodôntico, uma vez que o sexo feminino sofre maior impacto negativo na qualidade de vida. (Apoio: CAPES N° 001)PN1225 - Painel Aspirante
Área:
4 - Odontopediatria
Relação do "Teste da Linguinha" com os demais testes da triagem neonatal
Queiroz IQD, Alves WNS, Damasceno IMBP, Pinto TNN, Takeshita EM, Leal SC, Costa VPP
Odontologia - UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O objetivo deste estudo foi comparar a ocorrência de alterações entre o teste da linguinha e os demais testes da triagem neonatal. Os dados foram coletados de bebês nascidos no Hospital Universitário de Brasília entre julho de 2017 e agosto de 2018 os quais foram avaliados até 48 horas de vida por quatro odontopediatras, previamente treinadas e calibradas. Foram aplicados os protocolos "Teste da Linguinha" - TL e o Bristol Tongue Assessment Tool - BTAT e coletados dados sobre nascimento dos bebês. Em consulta de retorno aos 6 meses, foram coletados dados sobre os testes da triagem neonatal. Os dados foram analisados no programa Stata versão 12.0, onde estatística descritiva e teste Qui-quadrado foram realizados. Os resultados mostraram que dos 489 bebês examinados 50,72% eram do gênero feminino, 86,5% a termo e 92% estavam mamando ao nascimento. A prevalência de anquiloglossia encontrada foi de 5,7% (TL) e 5,9% (BTAT). Para os demais testes da triagem neonatal, a prevalência de alguma alteração detectada foi de 3,5% para o teste do pezinho; 0,8% para o teste da orelhinha; 1,6% para teste do coraçãozinho; e 0% para o teste do olhinho. Teste da linguinha alterado e presença de alteração em outro teste de triagem neonatal apresentou relação estatisticamente significante. Conclui-se que a prevalência de alterações no freio lingual foi maior que a prevalência de outras alterações detectadas pelos demais testes da triagem neonatal e que a ocorrência de um teste alterado deve ser alerta para a investigação de outras alterações presentes. (Apoio: FAPs - FAPDF N° 0193.001539/2017)