RESUMOS APROVADOS

Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


Resultado da busca [Siglas PN1157 a PN1164 ]
 3 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 3


PN1160 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 21

Avaliação de sinais e sintomas de Disfunção Temporomandibular (DTM) e limiar de dor em crianças com e sem bruxismo: um estudo transversal
Conte AL, Silva CAL, Costa ICO, Braga MM, Lira AO
Curso de Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO DA SERRA GAÚCHA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi comparar sinais e sintomas de DTM e limiar de dor orofacial entre crianças e adolescentes com e sem bruxismo do sono. A amostra foi composta por 42 indivíduos de ambos os sexos, de 8 a 15 anos, divididos em: grupo estudo (GE), de 21 indivíduos com diagnóstico de bruxismo de sono e grupo controle (GC), de 21 sujeitos sem bruxismo do sono, pareados por sexo e idade. Os grupos foram submetidos às avaliações de sinais e sintomas de DTM pelo Diagnostic Criteria of Temporomandibular Disorders (DC/TMD) e de limiar de dor com algômetro de pressão. Posteriormente, responderam mediante Escala Visual Analógica (EVA) o nível da dor que sentiram nas avaliações. Para análise dos desfechos foram utilizados os testes T de Student, Mann-Whitney e Qui-quadrado (p<0,05 - 95%). Não houve diferença entre GE e GC em relação aos parâmetros avaliados. Apenas 6 (14%) participantes apresentaram ruído articular (p=0,378), enquanto 23 (53,5%) referiram cefaleia (p=0,352). Não houve associação entre os desfechos com idade, gênero e lado avaliado (p>0,05). O escore médio de dor em crianças do GE foi 2,14 ± 1,96, do GC foi de 2,52 ± 1,50 e não foi encontrada diferença entre os grupos (p=0,483). Também não houve diferença em relação aos limiares de dor à taxa média de pressão (p<0,05). Porém, houve diferença entre as áreas avaliadas, onde os valores de Kpa foram maiores para o músculo temporal quando comparado ao masseter (IRR=1,08; IC=1,00-1,16).
Não houve diferença na frequência de sinais e sintomas de DTM, nem no limiar de dor orofacial, entre as crianças com e sem bruxismo do sono.
(Apoio: CAPES  N° 177056)
PN1161 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 21

Efeito de verniz fluoretado suplementado com nanopartículas de trimetafosfato de sódio sobre a erosão dentinária in vitro
Martins TP, Delbem ACB, Silva IF, Capalbo LC, Paiva MF, Cunha RF, Pessan JP
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou o efeito de vernizes fluoretados suplementados com nanopartículas de Trimetafosfato de Sódio (TMP) sobre o desgaste erosivo em dentina in vitro. Blocos de dentina radicular bovina (n=50) foram selecionados por microdureza de superfície e divididos aleatoriamente em 5 grupos (n=10/grupo), de acordo com os vernizes a serem testados: Placebo (sem flúor ou TMP - controle negativo), 5% NaF (controle positivo), 5%NaF + 5% TMP micropartículado (5%micro), 5% NaF + 2,5% TMP nanopartículado (2,5%nano) e 5% NaF + 5% TMP nanopartículado (5%nano). Os vernizes foram aplicados uma única vez sobre os blocos, os quais foram imersos em saliva artificial por 6 h. Em seguida, os vernizes foram removidos e os blocos, submetidos a desafios erosivos diários (imersão em ácido cítrico 0,05 M, pH 3,2, 90 s, 4x/dia), durante 5 dias. Posteriormente, o desgaste erosivo da dentina foi determinado por perfilometria. Os dados foram submetidos à análise de variância a um critério, seguida pelo teste de Fisher LSD (p<0,05). Diferenças significativas foram observadas entre todos os vernizes testados, com exceção dos grupos 5%micro e 2,5%nano. O verniz 5%nano promoveu o mais alto efeito protetor sobre o desgaste erosivo, seguido pelos grupos 5%micro, 2,5%nano, 5% NaF e Placebo.
Conclui-se que a adição de TMP a vernizes fluoretados melhorou significativamente a proteção contra o processo de erosão dentinária in vitro. O uso de TMP 5% em escala nanométrica aumentou ainda mais este efeito.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/02354-0  |  CNPq  N° 120124/2020-3)
PN1164 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 11/09 (Sábado) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 21

Época ideal de tratamento da maloclusão de Classe II esquelética e sua importância no Sistema Único de Saúde
Araújo KC, Arcas MF, Costa MC, Cruz CV
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O Odontopediatra acompanha o desenvolvimento da oclusão dentária no período de maior ocorrência de oclusopatias. A maloclusão ocupa a terceira posição em uma escala de prioridades entre os problemas Odontológicos de saúde pública no Brasil e no mundo, devido a sua alta prevalência. Apesar disso, sua abordagem precoce ainda não é definida nas políticas públicas de saúde. Desta forma, este trabalho tem por objetivo realizar uma revisão narrativa da literatura sobre a época ideal de tratamento da maloclusão de Classe II esquelética e a sua importância no Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil. Para tanto, foi realizada uma busca sistemática nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science, Bireme, Periódicos Capes, Google scholar e também foi realizada uma busca manual nas referências dos artigos selecionados. A estratégia de busca foi adequada de acordo com os critérios de cada base de dados, associada aos caracteres boleanos "AND" ou "OR". Foram avaliados 91 registros para leitura de título e resumo e selecionadas 79 referências para leitura na íntegra.
Conclui-se que a dentição mista precoce foi indicada como período ideal para iniciar a abordagem ortopédica no protocolo precoce de avanço mandibular na maloclusão de Casse II esquelética. O período da dentição mista tardia ou da dentição permanente também são opções a serem consideradas, no protocolo de tratamento tardio. O SUS não abrange o tratamento de maloclusões esqueléticas e há insuficiente capacidade de cobertura, além de uma necessidade de maior captação dos cirurgiões-dentistas no serviço-público.