Impacto de diferentes fases do tratamento endodôntico na estabilidade de cor da coroa dental em diferentes cavidades e cimentos obturadores
Silva-Sousa AC, Sousa-Neto MD, Camargo RV, Lima TD, Branco AC, Panzeri FC, Souza-Gabriel AE, Mazzi-Chaves JF
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Avaliou-se, in vitro, a estabilidade de cor em dentes tratados endodonticamente variando cavidade de acesso e cimento obturador. Incisivos centrais superiores humanos permanentes foram distribuídos aleatoriamente em 4 grupos (n=8): Cavidade convencional e minimamente invasiva obturadas com AH Plus (AH) ou Bio-C Sealer (BC). Os dentes foram submetidos à cirurgia endodôntica convencional e minimamente invasiva com broca esférica nº 2 e ponta diamantada 1012HL, seguido de instrumentação, obturação e restauração (resina composta-A2), sendo todas as etapas realizadas sob magnificação. As leituras de cor (EasyShade - VITA) pelo sistema CIE L*a*b* foram realizadas: baseline e após cirurgia de acesso, instrumentação, obturação, restauração para o cálculo da estabilidade de cor (ΔE00) em cada tempo. Os dados foram submetidos a testes de normalidade, homogenicidade e 3-way ANOVA (p <0,05) evidenciando que não houve diferença na alteração de cor (ΔE00) em função das cavidades de acesso. Já em relação ao tempo experimental, as maiores alterações de estabilidade de cor ocorreram após instrumentação, em relação ao baseline, para todos os grupos. Quanto aos cimentos, após a restauração, o cimento BC em acesso minimamente invasivo apresentou maior ΔE00 comparado ao AH, independente do tipo de acesso. Concluiu-se que a instrumentação foi a fase clínica com maior influência na alteração de cor e que o tipo de cimento endodôntico interferiu na estabilidade da cor independente da cavidade de acesso utilizada. (Apoio: CAPES N° 88887480333/2020-00 | CAPES N° 33002029032P4)PN1066 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Análise de dentes tratados endodônticamente a partir de radiografias panorâmicas de um centro radiológico no centro-oeste do Brasil.
Souza LA, Borba AM, Rosa A, Volpato LER, Aranha AMF, Gialain IO, Silva ATC, Tonetto MR
UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Ao iniciar o tratamento endodôntico é necessário um correto diagnóstico, observando sinais clínicos e radiográficos, considerando alterações pulpares e periapicais no elemento à ser tratado. Estudar essa frequência colabora com a literatura, elucidando se o maior número de casos está ocorrendo em mulheres ou homens, dentes anteriores ou posteriores. O objetivo deste estudo foi analisar a prevalência de dentes com endodontia por meio de 900 radiografias panorâmicas de um centro radiológico. Foi realizado um estudo transversal avaliando prevalência de dentes tratados endodônticamente a partir de 900 radiografias panorâmicas realizadas em 2020, em um centro radiológico situado no centro-oeste do Brasil. Contendo 540 (60%) Indivíduos do gênero feminino e 360 (40%) do masculino, com idade entre 18 e 88 anos de idade, sendo mais prevalente para Indivíduos <31 anos de idade com (34,9%) da amostra. Os resultando em 1.236 dentes apresentando tratamento endodôntico, analisando individualmente o incisivo central superiores direito foi o mais frequente 9,22%, a análise de dentes por grupos foram os dentes anteriores superiores 7,06%. Baseados nos dados encontrados neste estudo, houve uma maior prevalência de dentes tratados endodonticamente em maxila, sendo o dente com maior índice de tratamento o incisivo central superior direito. Em relação ao gênero, mulheres foram mais acometidas e observou-se que com o aumento da idade, aumenta-se também o número de dentes tratados endodonticamente..PN1068 - Painel Aspirante
Área:
2 - Terapia endodôntica
Influência do preparo de diferentes cavidades de acesso endodôntico na espessura de dentina dos canais mesiais de molares inferiores
Barbosa AFA, Lima CO, Augusto CM, Versiani MA, Souza EM, Sassone LM, Silva EJNL
Procedimentos Clínicos Integrados - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O presente estudo avaliou a influência do acesso conservador (ConsAC) na espessura de dentina remanescente no terço coronário dos canais mesiais de molares inferiores por microtomografia computadorizada (micro-CT). Vinte molares inferiores hígidos foram selecionados e pareados por semelhança anatômica em 2 grupos (n = 10) de acordo com o tipo de acesso: tradicional (TradAC) ou ConsAC. Os dentes foram preparados sequencialmente com os instrumentos Reciproc Blue R25 e R40 e as amostras foram escaneadas antes e após o preparo. Os slices pós-operatórios foram registrados com seus respectivos conjuntos de dados pré-operatórios e as seções transversais com códigos de cores das raízes foram usadas para identificar a medida da menor espessura de dentina nos canais mesiais, em intervalos de 1mm a partir do nível da furca, até 5mm em direção apical. A análise estatística foi realizada com os testes T de Student e Qui-Quadrado com nível de significância de 5%. Em todos os níveis de ambos os grupos, a espessura da dentina dos canais MV e ML antes do preparo foi maior do que após o preparo, nas posições mesial e distal (p <0,01). Não foram observadas diferenças na porcentagem de redução de dentina entre os grupos TradAC e ConsAC em nenhum dos parâmetros testados (p> 0,05). Espessuras dentinárias menores que 0,5 mm foram observadas principalmente na face distal dos canais MV e ML após o preparo, com incidência semelhante nos 2 grupos de acesso (X2 = 2,286; p = 0,131). Nenhuma superioridade significativa foi observada em relação à espessura de dentina remanescente na área coronal do canal. (Apoio: CAPES)PN1069 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Caracterização morfológica de E. faecalis em dentina tratada ou não com irrigantes endodônticos: Análise em microscopia de força atômica
Espedilla EGV, Cuéllar MRC, Pedrinha VF, Coelho JA, Ribeiro AV, Andrade FB
Endodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Objetivou-se por meio da Microscopia de força atômica (AFM) avaliar a topografia de dentina radicular e biofilmes de E. faecalis, tratados com irrigantes endodônticos. Blocos de dentina foram obtidos com trefina para osso e esterilizados em autoclave. Foi reativada a cepa de E. faecalis (ATCC 29212) padronizando sua concentração em 12x108 UFC/mL. Os blocos foram divididos em duas etapas com quatro grupos cada uma (n=6): G1 (EDTA 17%), G2 (NaOCl 2,5%); G3 (NaOCl 2,5% + EDTA 17%), G4 (NaOCl 5% + HEBP 18%). Na etapa I, em AFM, foram realizadas leitura inicial da dentina, leitura com o inóculo bacteriano e leitura após a irrigação da dentina contaminada com as soluções. Na etapa II foi feita por AFM a leitura inicial da dentina, a leitura após o tratamento da superfície dentinária com as soluções e a leitura da superfície tratada com o inóculo bacteriano. As imagens capturadas foram avaliadas por três examinadores calibrados com o teste Kappa. A análise estatística bacteriana foi realizada com o teste de Kruskal-Wallis seguido de Dunn entre os grupos, o teste de Mann-Whitney entre as etapas e o teste ANOVA seguido de Tukey para a rugosidade. Na etapa I G2 e G3 mostraram maior remoção de biofilme quando comparados ao G1 e na etapa II, o G3 proporcionou menor adesão de E. faecalis. A rugosidade da dentina foi maior no grupo G3, diferente de G2, demonstrando a influência do EDTA. Concluiu-se que a escolha das soluções irrigadoras influencia a remoção de microrganismos como também altera a superfície da dentina tratada. A associação de NaOCl e EDTA eliminou e dificultou a adesão de bactérias.PN1070 - Painel Aspirante
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2 - Terapia endodôntica
Avaliação do terço apical de canais achatados e curvos empregando diferentes técnicas de irrigação - estudo in vitro
Saguchi AH, Isidoro M, Oshiro STK, Barioni ED, Machado MHB, Navarro RS, Akisue E, Araki AT
Odontologia - UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
A remoção de smear layer (SL) é mais crítica no terço apical radicular sobretudo nos canais achatados e curvos. O objetivo do estudo foi avaliar a remoção de SL no terço apical de 50 incisivos inferiores (canais achatados) e 50 raízes mesiovestibulares (canais curvos) de molares superiores empregando 5 técnicas. Após preparo químico-cirúrgico com NaOCl 2,5% e Reciproc #40, os dentes foram distribuídos em 5 grupos (n=20, 10 incisivos e 10 molares) de acordo com a técnica de irrigação final (IF) empregada. A IF foi realizada com a mesma quantidade e sequência de substância química auxiliar em todos os grupos (3 ml de NaOCl, 3 ml de EDTA-T 17% e 3 ml de NaOCl). No G1- irrigação com Endo EZE Irrigator; G2- Easy Clean ativado por 60"; G3- XP Endo Finisher por 60"; G4 - PUI (Irrigação Ultrassônica Passiva) com 3 ativações de 20"; G5- PQC foi realizado com NaOCl 2,5% e Endo PTC leve seguindo-se da IF com PUI com 3 ativações de 20". Os espécimes foram avaliados com Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV). Os dados foram avaliados por 3 endodontistas (teste Kappa 0,8) e posteriormente realizou-se o teste de Q quadrado e de Mann-Whiteney com 95% de confiança. Nos canais achatados, G5 apresentou diferença significativa (p=0,003) em relação ao G1. Nos canais curvos, não houve diferença estatística entre os grupos (p> 0,05). Conclui-se que a instrumentação com Endo PTC leve e irrigação final ativada com PUI melhora a remoção de SL no terço apical de canais achatados. Nos canais curvos, o emprego de Easy Clean, PUI e XP Endo Finisher não melhorou a efetividade comparado à irrigação com Endo Eze Irrigator. (Apoio: CAPES)