RESUMOS APROVADOS

Veja o Cronograma de Apresentação Completo


Modalidade:
Área:
Autores:
Palavra-Chave:


Resultado da busca [Siglas PN1027 a PN1033 ]
 4 Resumo encontrados. Mostrando de 1 a 4


PN1028 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 24

Avaliação do efeito sinérgico do dióxido de carbono pressurizado ao hipoclorito de sódio na inativação de biofilme de Enterococcus faecalis
Andrade JG, Loureiro C, Ribeiro APF, Natali AFF, Martinho FC, Jacinto RC
Odontologia Preventiva e Restauradora - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este trabalho avaliou a eficácia da associação do dióxido de carbono (CO2) pressurizado ao hipoclorito de sódio (NaOCl) na inativação do biofilme de Enterococcus faecalis no interior dos canais radiculares e túbulos dentinários através de cultura microbiológica. Quarenta pré-molares inferiores humanos extraídos, com único canal, foram contaminados com E. faecalis por 10 dias para formação de biofilme. Os dentes foram distribuídos aleatoriamente em 4 grupos, de acordo com o protocolo de irrigação (n = 10): G1- irrigação convencional com NaOCl 2,5%; G2- irrigação convencional com NaOCl 2,5% + CO2; G3- solução salina; G4- solução salina + CO2. A redução da carga microbiana no interior dos canais radiculares foi avaliada pela contagem de unidades formadoras de colônias (UFC), comparando a coleta inicial (S1) e a coleta após a irrigação (S2). A redução de UFC nos túbulos dentários também foi avaliada, atráves da coleta de raspas de dentina nos 3 terços da raiz após os protocolos de irrigação (S3). Os testes Two-way ANOVA de medidas repetidas, Student-Newman-Keuls, Tukey e Kruskal-Wallis foram usados com um nível de significância de 5%. Bactérias cultiváveis estavam presentes em todas as amostras (S1). Todos os protocolos e irrigação foram eficazes na redução da carga bacteriana, independente da solução utilizada (p < 0,05). Houve diferença estatística nos grupos do NaOCl comparados à solução fisiológica, independente da associação do CO2.
A associação do CO2 pressurizado às soluções não aumentou a redução bacteriana nos túbulos dentinários.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/14995-0   |  FAPs - Fapesp  N° 2021/02260-6  |  FAPs - Fapesp  N° 2018/18741-0)
PN1029 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 24

Conhecimento e atitudes dos especialistas em endodontia sobre dores não odontogênicas
Luiz MD, Duarte MAH, Vivan RR, Alcalde MP, Conti PCR, Costa YM, Bonjardim LR
Dentística, Endodontia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - BAURU
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Avaliar conhecimento e atitudes dos especialistas em endodontia em relação as dores não odontogênicas. Neste estudo de corte transversal, até o momento, 111 especialistas em Endodontia, cadastrados na Sociedade Brasileira de Endodontia, responderam a um questionário contendo questões sobre dores não odontogênicas, o qual foi enviado por e-mail. Os dados foram analisados por meio de análise estatística descritiva. Resultados: 68,14% dos especialistas relatam a dor como a queixa principal no consultório. 68,2% se dizem confiantes para o diagnóstico diferencial das dores não odontogênicas, porém, 52,7% consideram seu conhecimento sobre essas dores insuficiente. A grande maioria (87,3%), considera insuficiente o conteúdo ministrado na graduação em relação as dores não odontogênicas. Diante de um possível diagnóstico de dor não odontogênica, apenas 42,2% dos endodontistas relataram encaminhar o paciente para um especialista em DTM e dor orofacial.
Embora a maioria dos endodontistas se dizem confiantes no diagnóstico diferencial das dores não odontogênicas, a maioria considera ter conhecimento insuficiente sobre esses tipos de dores, o que pode estar associado a um conteúdo ainda pouco abordado na maioria dos cursos de graduação em Odontologia. Ainda, a maioria dos profissionais não encaminha o paciente para um especialista em DTM e dor orofacial, o que pode atrasar o diagnóstico das dores não odontogênicas e, por consequência, favorecer tratamentos iatrogênicos e desnecessários.
PN1031 - Painel Aspirante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 24

Efeito da terapia fotodinâmica no conteúdo infeccioso e inflamatório de dentes com infecção endodôntica primária
Silva EGA, Steiner-Oliveira C, Arruda-Vasconcelos R, Louzada LM, Soares AJ, Marciano MA, Gomes BPFA
Pós Graduação - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Os objetivos deste trabalho foram: 1) avaliar o efeito da terapia fotodinâmica na composição e na redução da microbiota de dentes com infecção primária, pelo método Checkerboard DNA-DNA hybridization; 2) quantificar os níveis de citocinas pró-inflamatórias IL-1β, TNF-α e substância P. Foram selecionados 24 pacientes, divididos em grupo convencional, sem PDT, e grupo PDT. As amostras foram coletadas antes e depois do PQM e após a PDT. A microbiota foi investigada pelo Checkerboard DNA-DNA hybridization. Os níveis de IL-1β, TNF-α e substância P foram avaliadas através do teste de ELISA. Análise estatística foi realizada com nível de significância de 5%. Bactérias foram detectadas em todas as amostras iniciais. No grupo convencional, após PQM, as espécies apresentaram-se em concentrações de <105 e 105 células. No grupo PDT, após a PDT, as concentrações médias foram de <105 células, sendo que 6 espécies não foram detectadas. O PQM diminuiu significativamente (p<0,05) os níveis de citocinas, em ambos os grupos. No grupo PDT, a terapia fotodinâmica diminuiu progressivamente os níveis de citocinas com diferença significante (p<0,05) em relação as amostras pós PQM.
Concluiu-se que maiores níveis de redução da carga microbiana e citocinas pró-inflamatórias IL-1β, TNF-α e substância P foram alcançados após a terapia fotodinâmica, quando comparados com as obtidas após o preparo químico-mecânico.
(Apoio: CAPES  N° 001  |  CNPq  N° 308162/2014-5, 303852/2019-4  |  FAPESP  N° 2015/23479-5, 2019/09115-1)
PN1033 - Painel Efetivo
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 24

Distribuição de tensões em diferentes tamanhos de acessos endodônticos em pré-molares superiores por analise de elementos finitos
Nunes AM, Barroso LS, Nardy RO, Teixeira AB, Lourenço TRM, Silva L, Huguenin JAO, Gouvêa JP
Pós Graduação Em Endodontia - CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DA ESCOLA DE ODONTOLOGIA DE VOLTA REDONDA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a influência de três diferentes tamanhos de acessos endodônticos na distribuição de tensões em pré-molar superior unirradicular, por meio da análise de elementos finitos (FEA). Foram confeccionados desenhos de acesso conservador, médio e convencional, correlacionando-o com a quantidade de perda de estrutura dentária interna para simulação computacional. Para analisar os resultados, foram calculadas as distribuições de tensão principal máxima (tensão compressiva) e mínima (tensão de tração). No modelo de dente hígido, a tensão compressiva localizou-se na junção esmalte/dentina, próximo à região oclusal, e a tensão de tração na junção cemento-esmalte, na cervical. Realizadas as simulações em modelos de dentes tratados endodonticamente, quando do acesso convencional, a tensão compressiva foi 41% maior em relação à abertura conservadora, concentrando-se na interface dente/restauração. O acesso médio causou um aumento de 28% da tensão de tração na região apical, quando comparado à cavidade conservadora. Foi observado um aumento de 15% na concentração de tensão de compressão na região apical, quando comparadas as cavidades médias e conservadora.
O tamanho da cavidade de acesso endodôntico modificou a concentração e a direção da distribuição principal de cargas em pré-molares superiores unirradiculares tratados endodonticamente.