Avaliação tomográfica de dimensões ósseas em primeiros molares permanentes após a expansão rápida da maxila
Scarsi LSS, Gialain IO, Oltramari PVP, Bistaffa AGI, Conti ACCF, Almeida-Pedrin RR, Borba AM, Fernandes TMF
Pós Graduação Stricto Sensu Doutorado - UNIVERSIDADE DE CUIABÁ
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este trabalho avaliou a condição periodontal na região de primeiros molares superiores, após a expansão rápida da maxila.Os primeiros molares superiores de 24 pacientes jovens (14 meninas e 10 meninos) foram avaliados após a expansão rápida em TCFC. Os critérios de inclusão foram: pacientes com mordida cruzada posterior unilateral ou bilateral, com os primeiros molares permanentes em oclusão, ausência de agenesias, perdas de dentes permanentes e dentes supranumerários. Os pacientes foram orientados a seguir um protocolo de ativação até a obtenção da expansão de aproximadamente 8mm.Foram realizadas duas TCFC, sendo a primeira antes do início do tratamento (T0) e a segunda após 6 meses (T1).As seguintes mensurações tomográficas foram realizadas no software Dolphin: espessura do osso alveolar vestibular e palatino e a altura da cúspide mésio vestibular até a crista óssea em T0 e T1. Os grupos também foram subdivididos com relação a idade e sexo e para a comparação intragrupos foi utilizado teste t pareado (nível de significância de 5%). A espessura óssea vestibular dos primeiros molares superiores diminuiu na altura da furca e a espessura óssea palatina aumentou significantemente nos primeiros molares, com exceção dos pacientes maiores de 10 anos. A distância das cúspides MV até a crista óssea, aumentou em todas as medidas. A ERM promoveu a remodelação óssea alveolar em primeiros molares permanentes superiores com perda óssea em espessura e altura na vestibular e ganho ósseo em espessura na palatina, sugerindo a realização de estudos observando as implicações clínicas. (Apoio: CAPES N° 1)