RESUMOS APROVADOS

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PN0372 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica cirúrgica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Análise histomorfométrica e microtomográfica da osseointegração de implantes instalados previamente à radioterapia
Reis NTA, Oliveira GJPL, Claudino M, Pitorro TEA, Irie MS, Zanetta Barbosa D, Soares PBF
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo avaliou o efeito da radiação ionizante no processo de osseointegração de implantes. Vinte coelhos receberam implante na tíbia esquerda e foram randomizados em dois grupos: não irradiado (grupo controle) e irradiado, que recebeu dose única de 30 Gy, 2 semanas após instalação dos implantes. Quatro semanas após instalação do implante, os animais foram sacrificados e as amostras implante/osso removidas. Análises microtomográfica (volume cortical - CtV, mm3; espessura cortical - CtTh, mm e porosidade - CtPo,%) e histomorfométrica (Contato osso implante - %BIC e área óssea entre as roscas - %BABT) foram realizadas para avaliar processo de osseointegração. Análise de variância ANOVA foi realizada para os valores de Ct.V, Ct.Th e Ct.Po e teste de Mann Whitney para análise de BIC e BABT. O grupo não irradiado apresentou valores significativamente maiores de Ct.V (P <0,022) e menores de Ct.Po (P <0,002) que o grupo irradiado. Não houve diferença em relação aos parâmetros histomorfométricos BIC e BABT para os grupos avaliados.
A instalação de implantes previamente à radioterapia não gerou interferência nos parâmetros histomorfométricos avaliados nesse estudo. O protocolo terapêutico de câncer de cabeça e pescoço mediado pela radioterapia não requer remoção de implantes presentes em áreas cobertas pela radiação.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0374 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Distribuição de tensões em abutments angulados com diferentes tipos de retenção cone morse
Reis-Neta GR, Ribeiro MCO, Gomes RS, Vargas-Moreno VF, Cury AAB, Machado RMM
Prótese e Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

As complicações protéticas mais comuns do sistema cone morse geralmente estão relacionadas ao parafuso do abutment. Com o desenvolvimento dos abutments puramente friccionais sem parafuso (CMF) tais problemas seriam ser solucionados. Porém, em abutments angulados, não se sabe se a ausência do parafuso no sistema CMF proporcionaria uma melhor distribuição de tensões. Assim, este estudo comparou a distribuição de tensões entre o sistema cone morse friccional angulado (CMF-A) e o sistema cone morse convencional angulado (CMC-A). Modelos 3D de cada grupo foram criados e reabilitados com coroa unitária de um incisivo central superior. Uma carga de 50 N foi aplicada à 30° no bordo incisal da coroa. A distribuição de tensões foi avaliada por meio da análise de elementos finitos utilizando os critérios de tensão de von Mises (σvM) e deslocamento (μm) para implante, abutment e parafuso quando presente. A tensão de compressão (σmin) e cisalhamento (τmax) foram determinadas para osso cortical e medular, respectivamente. CMF-A apresentou σvM de 538,25 MPa no abutment e 126,08 MPa no implante, já o CMC-A apresentou σvM de 228,88 MPa no abutment, 145,33 MPa no parafuso e 221,77 MPa no implante. O deslocamento do abutment e do implante foi maior para o CMF-A, sendo de 84.25% e 29.34%, respectivamente. O CMF-A apresentou para o osso cortical e medular valores de σmin e τmax, no mínimo, 15.85% superiores comparado com o CMC-A.
O conjunto CMF-A apresentou maior concentração de tensões, sendo a maior delas no abutment.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0375 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Estudo "in vitro" da adaptação dos componentes protéticos de dois sistemas de implantes de hexágono externo
Luppino F, Carvalho PSP
FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste trabalho foi avaliar por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV) a adaptação de componentes protéticos aos implantes de hexágono externo de dois sistemas de implante nacional. Para esse trabalho foram utilizadas 6 amostras de componentes protéticos do tipo UCLA com cinta de cobalto-cromo e implantes de plataforma regular de hexágono externo, do Sistema Conexão Sistemas de Prótese Ltda. e do Sistema Intraoss. Para a avaliação da adaptação do componente protético ao implante foi utilizado o microscópio eletrônico de varredura (MEV) calibrado com 1.000 vezes de aumento. As medidas foram realizadas em 3 pontos de um mesmo lado selecionado aletoriamente. A média das medidas obtidas em cada grupo foram: Grupo 1 (Conexão-Conexão), 0,81 micrometros; Grupo 2 (Conexão-Intraoss), 5,37 micrometros; Grupo 3 (Intraoss-Conexão), 0,38 micrometros; Grupo 4 (Intraoss-Intraoss), 1,72 micrometros, sendo que houve diferença estatisticamente significante entre o Grupo 2 em relação aos demais.
Com base nos resultados obtidos conclui-se que a utilização de componentes protéticos do mesmo Sistema de implantes é mais previsível e segura com relação a adaptação do componente protético à plataforma do implante.
PN0376 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Análise por elementos finitos da influência do número e posição de implantes e a presença de cantilever em próteses totais fixas mandibulares
Santos-Neto OM, Roque ACC, Macedo AP, Souto ICC, Almeida RP
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi analisar o comportamento biomecânico de próteses totais implantossuportadas sobre mandíbula atrófica, variando-se o número e a inclinação dos implantes. Foram avaliados 4 grupos: 4R (quatro implantes colocados axialmente na região interforaminal - 3,75 X 13 mm); 2R2A ("all on four" - dois implantes colocados axialmente e dois implantes angulados em 30º na região interforaminal - 3,75 X 13 mm); 4R2WS (quatro implantes axiais - 3,75 X 13 mm, e dois implantes curtos WS posteriores - 3,75 X 10 mm); 2R2A2WS (2 implantes axiais e 2 angulados em 30º - 3,75 X 13 mm, e dois implantes curtos WS na posteriores - 3,75 X 10 mm). A transmissão de tensões aos implantes e tecido ósseo foi avaliada por meio do método dos elementos finitos, simulando a utilização de implantes conectados a mini pilares e infraestruturas em liga de cobalto-cromo. Realizou-se duas aplicações de carga oclusal, de 250 N na região de molares e 200 N para pré-molares. Os resultados mostraram que os grupos 4R e 2R2A apresentaram maiores níveis de tensão no implante mais próximo ao cantilever, principalmente no pilar. Os grupos com seis implantes, 4R2WS e 2R2A2WS apresentaram níveis inferiores de tensão, melhor distribuída em todo o modelo.
Conclui-se por meio da metodologia empregada que a colocação de quatro implantes associada ao cantilever, independentemente da sua configuração aumentou as tensões máximas e mínimas e principais e do equivalente de von Mises, sendo a utilização de implantes curtos uma alternativa viável para promover melhor distribuição das tensões.
PN0377 - Painel Aspirante
Área: 10 - Implantodontia - clínica protética

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 18

Perda de torque de pilares protéticos personalizados de Co-Cr sinterizado e Zircônia
Silva AO, Faria ACL, Rodrigues RCS, Ribeiro RF
Materiais Dentários e Prótese - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi analisar a perda de torque pilares protéticos personalizados obtidos em Co-Cr e zircônia antes e após a ciclagem termomecânica. Foram utilizados implantes de 5x13mm conexão cone morse e pilares obtidos por CAD- CAM em zircônia e Co-Cr os quais foram cimentados sobre links metálicos. Para padronizar a aplicação de torque foi utilizado torquímetro digital. Sobre os conjuntos implante/pilar foram fixadas com poliéter coroas de canino superior em zircônia monolítica, também obtidas por CAD-CAM. Para a ciclagem termomecânica foram utilizados 10 espécimes de cada grupo, que foram posicionados na máquina simuladora de mastigação com angulação de 30º. Foram realizados 1.000.000 de ciclos sob frequência de 2 Hz, com carga estática de 140 N, utilizando como antagonista pontas metálicas planas. Durante a ciclagem mecânica os espécimes foram mantidos em água e termociclados entre 5º e 55º C. Ao final do ensaio, foi realizado o destorque dos pilares com torquímetro digital para avaliar o afrouxamento dos mesmos após ciclagem termomecânica. Não houve diferença na perda de torque entre os materiais avaliados (p=0,865). Quando se comparou os tempos inicial e final observa-se que existe perda de torque para os dois grupos, com maior perda de torque após a ciclagem mecânica (zircônia p=0,018 e Co-Cr p=0,012).
Pode-se concluir que o material utilizado para confecção do pilar não teve influência na perda de torque.
(Apoio: CNPq  N° 405364/2016-4)