RESUMOS APROVADOS

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PN0281 - Painel Aspirante
Área: 4 - Odontopediatria

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 25

Conhecimento e preferências de Odontopediatras do Rio de Janeiro quanto ao Tratamento Endodôntico Não Instrumental
Sancas MC, Avelino MG, Pintor AVB, Duarte ML, Neves AA, Primo LG
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Objetivou-se investigar se Odontopediatras do Rio de Janeiro (RJ) conhecem o Tratamento Endodôntico Não Instrumental (TENI) e como o realizam. Neste estudo observacional transversal, os dados acerca da formação e atuação dos Odontopediatras do Estado do RJ, do conhecimento sobre TENI e da realização da técnica foram obtidos por questionário online auto aplicado. A amostra estimada a partir do total de odontopediatras inscritos no CRO-RJ (IC 95%; erro amostral 5%), indicou 207 respondentes. Os dados foram analisados de forma descritiva. A amostra final foi de 241 participantes. Observou-se que 93,78% eram do sexo feminino, 58,92% cursaram especialização em instituição pública, 52,7% há mais de 10 anos, 46,06% tinham a especialização como maior titulação, 52,7% trabalham no setor privado, e 67,63% na capital. Dentre os 195 que conhecem o TENI, 46,7% conheceram na especialização e a indicam para dentes decíduos anteriores e posteriores (44,51%) com necrose sem lesão radiograficamente visível (58,24%). Apesar de 82,42% se sentirem aptos, 63,74% realizam. Os 116 que realizam, utilizam frequentemente isolamento relativo (73,87%), soro fisiológico como irrigante (55,86%), removendo a polpa da câmara e entrada dos canais (44,14%) com colher de dentina (95,5%) sem alargamento da entrada dos canais (65,77%), aplicando pasta CTZ (87,39%) e restauração com CIV (87,39%).
A maioria dos Odontopediatras do Rio de Janeiro conhece o tratamento e cerca de metade o realiza com modificações no protocolo.
(Apoio: CAPES  N° 001  |  FAPs - FAPERJ  N° E-26/210.352/2019  |  FAPs - FAPERJ  N° E-26/202.612/2019)
PN0282 - Painel Efetivo
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 25

Mandibular advancement oral appliance (OAm) is a safe and effective treatment optin for adults with Down syndrome
Giannasi LC, Dutra MTS, Nazario LM, Fillietaz-Bacigalupo E, Amorim JBO, Salgado MAC, Gomes MF
Biociencias e Diagnóstico Oral - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Among several phenotypes of Down syndrome (DS), generalized hypotonia and major craniofacial alterations (eg: such as narrow maxilla, hypoplasia of the middle third of the face) directly contribute to the occurrence of obstructive sleep apnea (OSA). OSA, if left untreated, is associated to cardiometabolic diseases and cognitive alterations, which are already commonly present in this population. The aim of this work was to evaluate the effect of AOm in adults with DS, in the treatment of OSA and other sleep factors, through a type II polysomnography (PSG II). Seven adults with DS were underwent to a medical anamnesis, clinical examination and dental inspection. Stop-bang and Epworth Sleep Scale were answered by parents. A portable PSG II system (Embla Embletta MPR+PG ST+Proxy, Natus, California-USA) was used to perform a full-sleep study at patients' home, before and after 4 months of OAm usage. The device used was the PMPositioner with a thermosensitive microchip embedded. The sample presented a mean age 21.7±4.3 (females). Prevalence of OSA and SB were 93.8%. PSG data showed a decrease of AHI (apnea index), SBI (sleep bruxism index) and desaturation index (IDO) from 16.5±13.8 to 9.6±8.2, 19.3±43.0 to 6.8±15.0, and 13.9±11.9 to 9.6±9.6, respectively. OAm was very well tolerated and the mean usage was 92%. Initial questionnaire data did not correspond to PSG results, showing that parents seem not to be aware about the presence of OSA.
The use of OAm was effective to reduce OSA, IDO and SB. Oral appliance therapy is a safe and well accepted option to treat OSA in this population.
(Apoio: FAPESP)