RESUMOS APROVADOS

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PN0212 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 20

Percepção de pré e pós-graduandos em Odontologia sobre estratégias de Educação a distância e Ansiedade durante o primeiro surto de COVID-19
Barreto LSC, Berry MCC, Quintão CCA, Artese F
Ortodontia e Odontopediatria - UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O primeiro surto de COVID-19 no Brasil ocorreu em março de 2020, forçando cursos de Odontologia a enfrentar desafios relacionados à educação a distância (EaD) e aos fatores psico-emocionais de alunos e professores. Diferentes estratégias de ensino foram propostas para seguir as regulamentações sociais. Este estudo investigou a percepção de pré e pós-graduandos em Odontologia em relação às estratégias de EaD e ansiedade durante o primeiro surto de COVID‐19. Uma pesquisa de 44 itens foi enviada eletronicamente, contendo questões socioeconômicas (ABEP-2019), escala de Estado de Ansiedade (STAI-S-6) e uma escala Likert para investigar as percepções sobre EaD. Foram analisadas 293 respostas ​​por teste t, qui-quadrado, correlação de Pearson, ANOVA e teste post-hoc de Tukey. Alunos de baixa renda (60,3) apresentaram maiores índices de ansiedade quando comparados àqueles de maior renda (53,9). Houve diferença significativa (p<0,001) de 8,4 pontos nas médias entre o grupo de alunos que declarou desempenho extremamente afetado negativamente (61,1), e o grupo de alunos que respondeu não ter sido afetado ou ter sido afetado positivamente (52,7). Dentre os alunos que relataram média dificuldade, 43% a associaram à falta de foco. A sugestão mais enviada (42,3%) se relacionou ao fornecimento de material complementar.
Na percepção dos alunos, a ansiedade teve papel crítico e afetou a retenção de conhecimento. Em setembro de 2020, o curso de Odontologia da UERJ reformulou o modelo educacional para minimizar as dificuldades reportadas, com formato híbrido de ensino.
PN0217 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 20

Existe associação entre assimetria esquelética e ausência dentária?
Aquino LMS, Thiesen G, Gribel BF, Pereira KCR, Freitas MPM
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A assimetria esquelética facial é comum em humanos, sendo o desvio do mento sua principal característica. Tem-se sugerido que problemas oclusais e mastigatórios advindos das ausências dentárias teriam relação com o desenvolvimento dessas assimetrias.O objetivo deste estudo transversal foi estimar a prevalência de assimetrias esqueléticas mandibulares e investigar sua associação com as ausências dentárias posteriores. Foram utilizadas imagens tomográficas de 952 indivíduos, com idade entre 18 e 75 anos. A assimetria foi o desfecho analisado, sendo categorizada em 3 grupos, de acordo com o desvio do gnátio em relação ao plano sagital mediano: simetria relativa, assimetria moderada e assimetria severa. Os indivíduos foram agrupados segundo a presença de todos os dentes posteriores, ausência dentária posterior unilateral ou ausência dentária posterior bilateral. Para verificar a associação entre a ausência dentária posterior e a assimetria, foi utilizado o teste Χ2, ao nível de significância de 5%. Os resultados mostraram que a simetria relativa esteve presente em 55,3% da amostra, bem como uma prevalência de 27,3% para a assimetria mandibular moderada e 17,4% para assimetria severa. As assimetrias mandibulares moderada e severa ocorreram em maior proporção nos indivíduos com ausência dentária posterior unilateral; entretanto, não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos (p=0,691).
Nesse estudo, as assimetrias mandibulares em adultos não apresentaram associação com a ausência de dentes na região posterior da arcada dentária.
(Apoio: CAPES)
PN0218 - Painel Aspirante
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 20

Formação de biofilme de Candida albicans em braquetes, fios e ligaduras ortodônticas
Fernandes EE, Oliveira DFLM, Jóias RP, Diniz PA, Jorge AOC, Rode SM
INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo verificou a adesão do biofilme de Candida albicans em dispositivos ortodônticos. 300 braquetes metálicos convencionais, cerâmicos e autoligados, fios de níquel-titânio (NiTi) e de niquel-cromo (NiCr) .014", .018", .018"x.025" e ligaduras elástica e metálica, formaram 30 grupos (n=10). Braquetes, fios e ligaduras foram unidos, esterilizados, e colocados em placas de cultura de células de 24 poços, contaminados com 100 μL da suspensão padronizada por células de Candida albicans (106 células/mL), e incubados a 37ºC por 48h. Biofilme formado foi desprendido por agitador ultrassônico, diluições decimais foram obtidas da suspensão do biofilme, semeadas em placas com ágar Sabouraud Dextrose e incubadas. Os números de unidades de formação de colônia (UFC/mL) em Log10 foram analisados estatisticamente (ANOVA, teste de Tukey, p<0.05). Foi feita microscopia eletrônica de varredura antes e após a formação de biofilme. Em relação ao tipo de braquete observou-se maior formação de biofilme no autoligado (p<0.001). Os fios 018x025-in apresentaram maior formação de biofilme quando associados aos três tipos de braquetes. Quando associados braquetes, fios e ligaduras, apresentaram maior formação de biofilme as associações com fios de NiCr e ligaduras metálicas com braquetes metálicos convencionais (p=0.0008) e cerâmicos (p=0.0003).
Braquetes metálicos, fio de NiCr e ligadura elástica acumulam menos biofilme. Braquetes metálicos convencionais e cerâmicos associados a fios de NiCr, fios 018x025-in e ligadura metálicas acumulam mais biofilme.
PN0215 - Painel Efetivo
Área: 4 - Ortodontia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 20

Avaliação das tensões nas suturas cranianas submetidas à aplicação de força de aparelho extrabucal com sustentação dentária ou esquelética
Mota-Júnior SL, Schmitberger CA, Azevedo DGR, Campos MJS, Gasparello GG, Tanaka OM, Vitral RWF
Odontopediatria e Ortodontia - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi identificar e comparar, utilizando o Método dos Elementos Finitos (MEF), os padrões de distribuição das tensões realizadas nas suturas do crânio por duas formas de sustentação do arco interno do Aparelho Extrabucal (AEB) com tração cervical. Os ossos do crânio, os dentes, o ligamento periodontal, 9 suturas e o AEB foram modelados; e 2 modelos distintos foram simulados com diferentes formas de encaixe do arco interno. O modelo número 1 simulou o arco interno fixado ao centro geométrico da face vestibular do primeiro molar e o modelo 2 simulou o arco interno sustentado por uma miniplaca, com formato de "Y", fixada no processo zigomático da maxila. O comportamento mecânico das estruturas representadas foi determinado com propriedades específicas de cada material e uma força de 500 gramas foi aplicada na extremidade do arco externo do AEB no sentido posterior, formando 25º com o plano oclusal, na direção da tração cervical. Os modelos foram analisados matematicamente e o resultado visualizado no software HYPER VIEW 2017. As tensões realizadas nas suturas, após a simulação da força realizada pelo AEB, foram semelhantes nos dois modelos.
A utilização do AEB com miniplaca promoveu nas suturas, o mesmo padrão de distribuição das forças promovido pelo AEB apoiado nos primeiros molares permanentes.
(Apoio: CNPq)