RESUMOS APROVADOS

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PN0142 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

X-ray dose reduction in the detection of tooth ankylosis: a cone-beam computed tomography study
Martins LAC, Brasil DM, Freitas DQ, Oliveira ML
Diagnóstico Estomatologia - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

The aim of this study was to evaluate the influence of X-ray dose reduction in cone-beam computed tomography (CBCT) on the diagnosis of tooth ankylosis. Thirty extracted human single-rooted lower canines and premolars had their roots covered with a 0.5-mm-thick layer of wax. Before inserting all roots into a block of stone plaster to simulate a clinical condition, tooth ankylosis was simulated in half of the sample with the removal of a 2 x 2 mm or 4 x 2 mm window of wax in random regions of the root. CBCT scans were obtained of all teeth using the OP300 Maxio device with three dose protocols (6, 6.3, and 8 mA) and three voxel sizes (0.08, 0.125, and 0.2 mm). Four calibrated oral radiologists independently assessed all CBCT volumes for the diagnosis of tooth ankylosis using a five-point scale. Weighted Kappa was used to assess intra- and inter-examiner reliability. Sensitivity, specificity, and Area Under the Curve (AUC) were obtained for the 9 experimental groups (3 doses x 3 voxel sizes) and compared using two-way ANOVA test at a significance level of 5% (α = 0.05). Intra- and inter-examiner agreements ranged from slight to moderate. No statistically significant influence of dose and voxel size was observed on the diagnosis of tooth ankylosis. In general, sensitivity was low, and specificity was reasonably high.
In conclusion, the CBCT-based detection of tooth ankylosis is challenging and not influenced by the exposure dose and voxel size.
(Apoio: CAPES  N° 001)
PN0147 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Influência do índice de massa corporal no diagnóstico por termografia em região maxilofacial
Barbosa JS, Farias NC, Ferreira JEV, Suassuna FCM, Freitas APLF, Melo DP, Bento PM, Maia AMA
Odontologia - UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente estudo objetivou analisar a influência do índice de massa corpórea-IMC para o diagnóstico maxilofacial em determinadas regiões de interesse por meio da termografia infravermelha. O estudo foi do tipo transversal (CAAE 80848417.7.0000.5187), baseando-se em exames termográficos de 85 pacientes atendidos no laboratório de termografia infravermelha da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em mesmo parâmetro de temperatura ambiente (±23°C) e umidade relativa do ar (<60%). Foram formandos dois grupos: com pacientes com IMC adequado (≥18,5 a <24,9kg/m2), n= 45; e outro com pacientes com sobrepeso (≥25 kg/m2), n= 40. Os dados térmicos das ROIs (regiões de interesse) obtidos de termogramas em norma lateral dos referidos pacientes foram analisados por um avaliador previamente calibrado, utilizando o software FLIR Tools 6.4. Os dados foram tabulados e a análise estatística comparou as médias térmicas das ROIs através do teste t de student. As regiões do músculo temporal anterior, masseter médio e masseter inferior apresentaram menor valor médio de temperatura no grupo de pacientes com sobrepeso, apresentando resultado significativo. Ao analisar a temperatura adimensional entre os grupos, a região do músculo masseter (terço médio e inferior) apresentou resultado significativo e uma ligeira diminuição da temperatura.
Conclui-se que o IMC pode influenciar nas análises térmicas de regiões da face, pois a gordura subcutânea reduz diretamente a temperatura da pele do local, sendo importante considerar tal variável no momento do diagnóstico maxilofacial.
PN0149 - Painel Aspirante
Área: 7 - Imaginologia

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 17

Impactos da pandemia COVID-19 na rotina dos radiologistas odontológicos brasileiros
Sampaio-Oliveira M, Doriguêtto PVT, Americano JP, Devito KL
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi analisar os impactos da pandemia COVID-19 na rotina dos radiologistas odontológicos brasileiros através de um questionário virtual disponibilizado na plataforma Formulários Google. Participaram 103 profissionais (71,8% do sexo feminino e 28,2% do masculino), com idade entre 23 e 61 anos, de 16 estados, sendo os mais representados: Minas Gerais (32%), São Paulo (19,4%) e Rio de Janeiro (11,6%). Entre os indivíduos, 48,5% eram proprietários de clínica radiológica. Em 52% dos locais, os atendimentos durante a pandemia estavam ocorrendo por demanda espontânea e agendamento, 34% por agendamento e 8% não estavam atendendo. Quanto à triagem de pacientes, 40,8% aferiam a temperatura, 35% aplicavam questionário de saúde e 24,2% não faziam nenhum tipo de triagem. Acerca do impacto da pandemia na rotina de trabalho, 36,3% avaliaram como intermediário, 23,5% como leve e 18,6% como forte. O impacto no fluxo de pacientes foi intermediário para 28,1%, leve para 23,3% e forte para 20,4%. Quanto aos gastos com equipamentos de proteção individual, 28,1% consideraram o impacto intermediário, 26,9% forte e 19,2% muito forte. Nos rendimentos financeiros, 40,7% tiveram impacto intermediário, 23,3% leve e 18,4% forte.
Pode-se concluir que 78,4% dos radiologistas entrevistados tiveram impactos negativos na sua rotina de trabalho e 67% acreditam que a especialidade será afetada no pós-pandemia. Os resultados desse estudo podem orientar os órgãos da classe odontológica em relação à atual realidade dos profissionais para nortear decisões futuras.