Modelos de traçados na obtenção de rugosidades lineares e sua correlação com as rugosidades de área para estudo do desgaste dentário erosivo
Andrade KMS, Cabral LM, Valença AMG, Maia LC, Batista AUD, Vieira TI
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Este estudo analisou 8 modelos de traçados na determinação de rugosidades lineares para descrição do perfil de superfície e correlacionou esses modelos com parâmetros de área equivalentes em esmalte humano hígido in vitro. Trinta blocos de esmalte previamente polidos em lixas de granulação decrescente foram escolhidos aleatoriamente. Os dados de rugosidade linear (Rp, Rv, Rz, Rc, Rt, Ra, Rq, Rku e Rsk) e de área (Sp, Sv, Sz, Sa, Sq, Sku e Ssk) foram obtidos em duplicata em um perfilômetro óptico 3D de não-contato. Os modelos eram compostos de 1 único traço vertical no meio do bloco (modelo 1) até 8 traços - 3 verticais, 3 horizontais e 2 diagonais (modelo 8). Os testes de Wilcoxon ou t pareado foram usados para comparar os modelos 1-7 ao modelo 8 e obtido o coeficiente de Spearman. A adição de traços amostrais não resultou em alterações nos valores de Rp, Rv, Rz, Rc, Rt, Rku e Rsk (p>0,05). No entanto, houve diferenças para Ra e Rq entre o modelo 1 e o modelo 8 (p=0,00; p=0,00; respectivamente) e o modelo 2 e o modelo 8 (p=0,01; p=0,04; respectivamente). Os coeficientes de Spearman para Rp↔️Sp; Rv↔️Sv; Rz↔️Sz; Ra↔️Sa, Rq↔️Sq, Rku↔️Sku e Rsk↔️Ssk foram, respectivamente, ≥ 0,636; ≥ 0,857; ≥ 0,703; ≥ 0,869; ≥ 0,866; ≥ 0,459 (p=0,00) e ≤ 0,115 (p>0,05). Um único traço vertical no meio do bloco foi representativo de toda a rugosidade linear (Rp, Rv, Rz, Rc, Rt, Rku e Rsk). Para Ra e Rq, esse achado foi observado a partir de 3 traços (1 vertical e 1 horizontal no meio do bloco e 1 diagonal). A maioria dos modelos apresentou correlação significativa e positiva com as rugosidades de área equivalentes. (Apoio: CAPES - Código de Financiamento 001 e PIBIC)PI0593 - Painel Iniciante
Área:
3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia
Influência de diferentes substâncias desinfetantes sobre a estabilidade dimensional de silicone de condensação
Silva LAS, Arreguy IMS, Gomes ASL, Silveira BL, Silva TMS, Souza PTL, Souza FB
UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
O processo de desinfecção dos moldes dentais, visando reduzir o risco de contaminação cruzada, pode desencadear alterações dimensionais dos materiais de moldagem. Objetivou-se avaliar a estabilidade dimensional do silicone de condensação (Oranwash L Fluido/ Zhermack) após a desinfecção com diferentes métodos (grupos): lavagem com água (CTL); uso de hipoclorito de sódio 1% (HCS); uso de ácido peracético 0,2% (APE); uso de peróxido de hidrogênio 0,5% (PH1/PH2); uso de quaternário de amônio + polihexanida (QP1/QP2). A partir de uma matriz metálica e seguindo a especificação nº 19 da Associação Dentária Americana, foram produzidos 70 corpos de prova do silicone de condensação, distribuídos entre os grupos (n=10). Para a verificação da alteração dimensional (AD%), a distância entre pontos específicos foi avaliada nos corpos de prova, após a aplicação dos produtos desinfetantes, por meio de um estereomicroscópio. Os dados obtidos foram transformados em porcentagem por meio de uma fórmula matemática e submetidos ao teste T-Student e à análise de variância, sendo as médias comparadas pelo teste de Tukey. Os resultados indicaram alterações dimensionais estatisticamente significativas no grupo PH2 (AD%=-1,06, p<0,001) quando comparados com o valor médio da matriz metálica. Conclui-se que os grupos CTL, HCS, APE, PH1, QP1 e QP2 não promoveram alterações dimensionais nos corpos de prova de silicone de condensação, com exceção dos grupos PH2, que promoveu distorção média crítica sob o ponto de vista clínico.PI0594 - Painel Iniciante
Área:
3 - Controle de infecção / Microbiologia / Imunologia
Análise da estabilidade dimensional do silicone de adição frente a diferentes substâncias desinfetantes
Arreguy IMS, Silveira BL, Souza PTL, Silva TMS, Silva LAS, Gomes ASL, Souza FB
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse
Os moldes dentais devem ser desinfetados para reduzir o risco de contaminação cruzada, mas este processo pode produzir alterações dimensionais. Objetivou-se avaliar a estabilidade dimensional do silicone de adição (Elite HD+ /Zhermack) após a desinfecção com diferentes métodos (grupos): lavagem com água (CTL); uso de hipoclorito de sódio 1% (HCS); uso de ácido peracético 0,2% (APE); uso de peróxido de hidrogênio 0,5% (PH1/PH2); uso de quaternário de amônio + polihexanida (QP1/QP2). A partir de uma matriz metálica e seguindo a especificação nº 19 da Associação Dentária Americana, foram adquiridos 70 corpos de prova do silicone de adição, distribuídos entre os grupos (n=10). Para a verificação da alteração dimensional (AD%), a distância entre pontos específicos foi avaliada nos corpos de prova, após a aplicação dos produtos desinfetantes, por meio de um estereomicroscópio. Os dados obtidos foram transformados em porcentagem por meio de uma fórmula matemática e submetidos ao teste T-Student e à análise de variância, sendo as médias comparadas pelo teste de Tukey. Os resultados indicaram alterações dimensionais estatisticamente significativas nos grupos PH2 (AD%=-0,38, p=0,012) e QP2 (AD%=0,57, p=0,01) quando comparados com o valor médio da matriz metálica. Conclui-se que os grupos CTL, HCS, APE, PH1 e QP1 não promoveram alterações dimensionais nos corpos de prova de silicone de adição, com exceção dos grupos PH2 e QP2. Este último promoveu distorção dimensional crítica sob o ponto de vista clínico.