RESUMOS APROVADOS

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PI0403 - Painel Iniciante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 12

Deiscência no osso alveolar humano: estudo in silico pelo método dos elementos finitos
Furlan CC, Freire AR, Prado FB, Rossi AC
Biociências - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi utilizar o método dos elementos finitos para testar a hipótese de que forças ortodônticas podem atuar como um fator preditivo para o surgimento de deiscências no osso alveolar do dente canino inferior.  Foi realizada uma simulação pelo método dos elementos finitos da ação das forças ortodônticas vestíbulo-linguais sobre o canino inferior. No software Materialise MIMICS Academic Research v18 (Materialise, Leuven, Bélgica) foi realizada a segmentação das imagens tomográficas de uma mandíbula humana para construção de um modelo tridimensional do dente canino inferior envolvendo estrutura óssea, dente e o espaço correspondendo ao ligamento periodontal. Após a construção do modelo tridimensional, para a simulação computacional, foi utilizado o software Ansys Academic v17.2 (Ansys Inc., Cannonsburg, EUA) para aplicar as cargas ortodônticas com diferentes níveis de força. As forças foram aplicadas no centro da superfície vestibular do canino inferior direito seguindo uma direção vestibulolingual.  A ação da força vestibulolingual sobre a face vestibular do canino inferior direito resultou em uma concentração de tensões em diferentes níveis de magnitude na lâmina óssea vestibular, variando nas regiões, em todos os níveis de força. A mudança dos níveis de magnitude da força resultou em variações em relação ao nível de deformação. 
É possível sugerir que essa variação da distribuição de tensões nas regiões estudadas pode ser compatível com o surgimento de deiscências. 
(Apoio: CNPq  N° 127154/2020-5)
PI0407 - Painel Iniciante
Área: 1 - Anatomia

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 12

Estudo morfométrico do canal incisivo e suas variações anatômicas em indivíduos brasileiros
Ribeiro IC, Aranha-Neto IS, Cruz WHS, Vidigal BCL, Martins-Júnior PA, Silva AIV, Silva MRMA, Manzi FR
Odontologia - PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O canal incisivo, também conhecido como canal nasopalatino ou canal palatino anterior, é um importante acidente ósseo, que pode apresentar variações anatômicas relacionadas a diferentes fatores como: sexo, dentição e idade nas diferentes populações. O objetivo desta pesquisa foi conduzir uma avaliação morfométrica do canal incisivo, suas estruturas adjacentes (tábuas ósseas vestibular, palatina e foramimas acessórias) e variações anatômicas em indivíduos brasileiros. Foi realizado um estudo retrospectivo utilizando uma amostra de 157 imagens de tomografia computadorizada multislice de indivíduos Brasileiros adultos, de ambos os sexos e com idade variando entre 20 e 96 anos. O exame foi realizado com o software RadiAnt Digital Imaging and Communications in Medicine (DICOM) Viewer 4.0.1 (64-bit), que utiliza o padrão DICOM PACS para visualização de imagens médicas e odontológicas. Os valores do comprimento e altura do canal, espessura da tábua óssea palatina e diâmetro látero-lateral do forame incisivo foram maiores nos homens do que nas mulheres (p < 0.05).
As evidências desse estudo demonstraram diferenças morfométricas dos seguintes parâmetros: diâmetro látero-lateral; largura dos canais em todos os níveis medidos; altura da tábua óssea palatina; altura do canal e espessura da tábua óssea palatina entre os sexos masculino e feminino na população Brasileira. Esses dados podem se tornar de grande utilidade para auxiliar clínicos em planejamentos cirúrgicos feitos na região anterior da maxila.
PI0408 - Painel Iniciante
Área: 1 - Cirurgia bucomaxilofacial

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 14h00 - 15h30 - Sala: 12

Avaliação da regeneração óssea guiada em defeitos críticos em calvárias de rato com o uso de membrana de colágeno bovino
Delamura IF, Bizelli VF, Ramos EU, Faverani LP, Ramires GADA, Oliveira JCS, Bassi APF
Diagnóstico e Cirurgia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O uso de membranas que auxiliem no processo de regeneração óssea guiada é também uma vertente dos estudos de biomateriais compatíveis que auxiliam no processo de reparo ósseo. Desta forma, este estudo teve por objetivo de avaliar a eficácia da membrana colagenosa bovina, por meio das análises histológica, histométrica e imunoistoquímica comparando-a com a eficácia da membrana colágeno porcino no processo de reparo de defeitos ósseos críticos em calvária de ratos. Para este estudo foram utilizados 72 ratos e eutanasiados nos tempos de 7, 15, 30 e 60 dias divididos em três grupos: Grupo Coágulo, Grupo Colágeno Bovino, Grupo Colágeno Porcino. Os resultados histológicos demonstraram que o Grupo Colágeno Porcino iniciou a neoformação óssea a partir do 70 dia sendo que aos 30 dias de reparo houve o preenchimento do defeito cirúrgico com o fechamento total em alguns animais. Para o Grupo Colágeno Bovino foi pouca atividade de neoformação óssea inicialmente, sendo que a partir dos 30 dias observou-se uma crescente neoformação óssea tendo um aumento aos 60 dias. Os dados obtidos na análise histométrica revelam que aos 30 dias a área de osso neoformado não teve discrepância para o Grupo Colágeno Porcino em relação ao Grupo Colágeno Bovino, mas teve de ambos em relação ao Grupo Coágulo, já em 60 dias o Grupo Colágeno Porcino apresentou maior osso neoformado em relação ao Grupo Colágeno Bovino. Esses resultados foram corroborados pelos resultados da iminoistoquimica.
Diante disso conclui-se que, todas as membranas estudadas nesta pesquisa promoveram a regeneração óssea guiada.
(Apoio: FAPESP  N° 2018/05973-0)