RESUMOS APROVADOS

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PI0358 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 9

Avaliação do potencial pró-osteogênico da hesperitina
Mancim-Imbriani MJ, Maquera-Huacho PM, González-Maldonado LA, Rossa-Junior C, Spolidorio DMP
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARARAQUARA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A hesperitina é um flavonóide derivado de frutas cítricas e tem se tornado alternativa atraente como fármaco com a finalidade de uso terapêutico na doença periodontal, devido às suas propriedades biológicas e efeitos benéficos do metabolismo ósseo. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar, in vitro, o potencial biológico da hesperitina na osteogênese. Inicialmente utilizando células pré-osteoblásticas MC3T3-E1, as concentrações não citotóxicas de hesperitina foram determinadas pelo ensaio de MTT (Methyl-Thiazolyl-Tetrozalium). A atividade osteogênica da hesperitina foi avaliada determinando a formação de nódulos de mineralização utilizando coloração de vermelho de alizarina após 28 dias, e a expressão dos genes reguladores do metabolismo ósseo, Runx2, Alpl e Col1a1 foram analisados por RT-PCR. A expressão da proteína osteopontina (OPN) avaliada por Western Blot, foi determinada após 3, 7, 14 e 21 dias de tratamento. Os resultados mostraram que a hesperitina promoveu a diferenciação osteogênica pelo aumento significativo da deposição de nódulos mineralizados, assim como expressão dos genes avaliados (p < 0.05).
Com base nos resultados, podemos concluir que a hesperitina apresenta potencial pró-osteogênico em cultura celular de osteoblastos, podendo ser considerada como um medicamento promissor na regeneração óssea da doença periodontal.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2019/26508-7  |  FAPs - Fapesp  N° 2018/16540-8)
PI0359 - Painel Iniciante
Área: 8 - Periodontia

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 9

Impacto dos níveis clínicos de inflamação sobre o microbioma subgengival em crianças
Paraluppi MC, Sousa JS, Paz HES, Casati MZ, Casarin RCV, Monteiro MF
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Entender a relação entre composição do biofilme e níveis de inflamação é de suma importância na compreensão das doenças periodontais visto que estes dois aspectos se automodulam no desenvolvimento da periodontite. O objetivo deste trabalho foi avaliar como os níveis clínicos de inflamação periodontal interferem no microbioma subgengival em crianças de famílias com periodontite ou periodontalmente saudáveis. Dezoito crianças de pais com periodontite agressiva e 18 de pais periodontalmente saudáveis foram selecionadas. As crianças foram periodontalmente avaliadas e biofilme subgengival foi coletado de incisivos e molares. O DNA bacteriano do biofilme foi extraído, sequenciado com a plataforma Illumina Miseq e ferramentas de bioinformática foram utilizadas nas análises. Crianças foram divididas em grupos de acordo com o nível de sangramento a sondagem (SS). Análise da comunidade microbiana não demonstrou influência do SS sobre a diversidade alfa e beta (p>0.05). Bactérias dos gêneros Tannerela e Prevotella foram encontradas em maior abundância em pacientes com maior SS. Análise de regressão múltipla demonstrou que o histórico periodontal familiar (p=0.003) e abundância relativa de Fusobacterium (p<0.001), Parvimonas (p=0.002), Streptococcus (p=0.001), Selenomonas (p=0.014) e Prevotella (p=0.006) são preditores do SS.
Em conclusão, apesar do SS não estar relacionado a alterações na diversidade microbiana, ele está diretamente relacionado com alteração na proporção relativa de algumas espécies e gêneros bacterianos.
(Apoio: FAPs - Fapesp  N° 2016/03704-7  |  FAPs - Fapesp  N° 2016/19970-8)