RESUMOS APROVADOS

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PI0318 - Painel Iniciante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 10

Modelo de franquias odontológicas no Brasil: características e percepções dos seus franqueados, funcionários e pacientes
Khader GAC, Cademartori MG, Lund CG, Lund RG
Ciências da Saúde - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo objetivou analisar a percepção e a satisfação do franqueado (administrador), do funcionário (cirurgião-dentista) e dos pacientes de 58 redes de franquias odontológicas existentes no Brasil. Além de verificar se há satisfação das equipes profissionais e pacientes, decorrentes da experiência, da confiança e do compromisso da marca, que favorece a lealdade e, consequentemente, a aceitação desse modelo de negócio no segmento odontológico. Trata-se de um estudo transversal com uso de dados secundários obtidos por meio da Internet e utilização de três questionários estruturados com perguntas fechadas os quais avaliaram a percepção referente ao modelo de franquias odontológicas pelo ponto de vista dos entrevistados. Os resultados obtidos apontaram para uma satisfação com o negócio de 69,2% dos administradores, 29,17% dos cirurgiões dentistas e 53,19% dos pacientes. Foi realizada uma análise descritiva das frequências absoluta e relativa. Para a análise bivariada, o teste Qui-quadrado foi realizado para testar as associações entre as variáveis independentes e o desfecho (p ≤5).
Foi observado que as franquias atuam de maneira satisfatória como negócio a ser investido e alternativa ao acesso a saúde para pacientes. No entanto, diante da percepção dos cirurgiões dentistas, as franquias são vistas como alternativa insatisfatória para atuar no mercado de trabalho.
(Apoio: Universidade Federal de Pelotas)
PI0319 - Painel Iniciante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 10

Qualidade de vida relacionada a saúde e a saúde bucal em crianças com e sem Paralisia Cerebral
Andrade KS, Silva RO, Oliveira JJM, Silva LA, Medeiros MMD, Padilha WWN, Cardoso AMR, Cavalcanti AL
Odontologia - UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo deste estudo foi comparar os escores de Qualidade de Vida Relacionada a Saúde (QVRS) e Qualidade de Vida Relacionada a Saúde Bucal (QVRSB) de crianças com e sem Paralisia Cerebral (PC). Estudo transversal controlado, realizado com crianças de 2 a 12 anos, com PC (n=116) e sem PC (n=348) de centros de reabilitação e de creches e escolas de ensino fundamental públicos de João Pessoa-PB. A Qualidade de Vida das crianças foi avaliada através dos questionários PedsQLT4.0 e PedsQLT3.0 Escala de Saúde Bucal relato dos pais para crianças. A pontuação variou de 0 a 100, de modo que quanto mais próximo de 100, melhor QVRS e QVRSB. Os dados foram analisados pelo teste Mann-Whitney (α<0,05), no SPSS, versão 20.0. Observou-se que os escores de QVRS (Md=49,6) e QVRSB (Md=80,0) foram menores em crianças com PC do que em crianças sem PC, os quais os escores de QVRS e QVRSB foram Md=86,9 e Md=95,0, respectivamente, com diferença significativa (p<0,001). No domínio físico, as crianças com PC apresentaram escores mais baixos (Md=25,0) em relação as crianças sem PC (Md=90,6; p<0,001). No domínio psicológico, as crianças com PC obtiveram menores escores (Md=70,0), comparado as crianças sem PC (Md=80,0; p<0,001). As crianças com PC também apresentaram menores escores nos domínios social (Md=60,0) e escolar (Md=50,0), comparado as crianças sem PC que nos domínios social e escolar apresentaram Md=87,5 (p<0,001) e Md=75,0 (p<0,001), respectivamente.
Concluiu-se que as crianças com PC apresentaram piores escores gerais e por domínio de QVRS e QVRSB comparado as crianças que não tem PC.
(Apoio: CNPq)
PI0323 - Painel Iniciante
Área: 9 - Ciências do comportamento / Saúde Coletiva

Apresentação: 10/09 (Sexta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 10

Avaliação da confiabilidade, qualidade e conteúdo dos vídeos do YoutubeTM sobre a COVID-19
Gomes RDAD, Rodrigues TS, Moura IMA, Albuquerque JVAP, Nunes WB, Granville-Garcia AF, Firmino RT
Odontologia - CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNIFACISA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O presente trabalho teve o objetivo de avaliar a confiabilidade, a qualidade e o conteúdo de vídeos educativos do YouTubeTM sobre a COVID-19. Com o auxílio do Google Trends®, foram selecionadas três palavras chaves para a busca no YoutubeTM - "coronavirus", "covid 19", "covid 19 sintomas" - e analisados os 60 primeiros vídeos localizados com cada termo. Vídeos repetidos, em outros idiomas que não o português, reportagens, anúncios, músicas, vídeos com conteúdo não relacionado e aqueles com mais de uma hora de duração foram excluídos. Dois pesquisadores avaliaram a confiabilidade dos vídeos usando a escala DISCERN modificada e a qualidade usando o Global Quality Score (GQS). O número de visualizações e de likes também foram coletados. Os dados foram analisados descritivamente. Dos 180 vídeos julgados, 59 atenderam aos critérios de elegibilidade. Os vídeos apresentaram escores médios de qualidade e de confiabilidade de 3,0 (±1,1) e 3,2 (± 0,8), respectivamente. Aproximadamente dois terços dos vídeos (64,4%) apresentaram qualidade baixa/moderada. A maioria dos vídeos versou sobre sinais e sintomas, bem como as medidas de biossegurança. O número médio de likes e de visualizações foi 23.857(±61.292) e 518.536 (± 886.978), respectivamente.
Conclui-se que a maioria dos vídeos apresentou moderada qualidade e confiabilidade. É importante incentivar os profissionais de saúde a produzirem conteúdos gerando, assim, materiais de qualidade, confiáveis, visto que, o YouTubeTM pode ser um recurso educativo importante para a propagação de informações uteis para a população.