RESUMOS APROVADOS

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PI0305 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Desenvolvimento e caracterização de esferas Quitosana/Emdogain® para regeneração óssea
Nogueira PL, Dantas MVO, Sousa WJB, Macêdo MDM, Fook MVL, Rosendo RA, Penha ES, Medeiros LADM
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A regeneração óssea para reabilitação oral continua sendo um desafio para a odontologia, assim, o objetivo desse estudo foi desenvolver e caracterizar esferas de Quitosana (Q100), Quitosana reticuladas com TPP (Q100TPP) e Quitosana/Emdogain® reticuladas com TPP (Q75E15) para regeneração óssea. Preparou-se uma solução de quitosana 2% (m/v); foram separadas duas porções dessa solução, uma delas foi misturada com Emdogain®; posteriormente foram obtidas as esferas dos três grupos por meio da gelificação ionotrópica; para os grupos Q100TPP e Q75E15 procedeu-se a reticulação com uma solução de TPP a 5%. As esferas foram caracterizadas pela Citotoxicidade in vitro, Microscopia Óptica (MO), Espectroscopia de Infravermelho com Transformada de Fourier (FTIR) e medida do diâmetro. Os resultados demonstraram que todas as amostras são biocompatíveis, sendo Q100, Q100TPP e Q75E15 apresentaram 90%, 93% e 80% de viabilidade celular, respectivamente. Na MO apresentaram-se bem delimitadas, circunscritas e observou-se redução dos poros nos grupos Q75E15 e principalmente no Q100TPP. Por meio do FTIR, foi evidenciada a presença do TPP e do Emdogain® na matriz de quitosana. O diâmetro das esferas foi maior no grupo Q100, seguidos do grupo Q75E15 e Q100TPP.
Conclui-se que a metodologia é reprodutível; que as amostras são biocompatíveis; bem delimitadas e circunscritas; observou-se a presença do TPP e a incorporação do Emdogain®. Assim sendo, são promissoras para regeneração óssea, necessitando de outros estudos para complementar a caracterização e avaliar a aplicação in vivo.
PI0306 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Influência de membranas de PCL incorporadas com biovidro 58S dopado com zinco na osteogênese: estudo in vitro
Fernandes MS, Borges ALS, Campos TMB, Kukulka EC, Siqueira L, De Souza JR, Araújo JCR, Vasconcellos LMR
Biociências e Diagnóstico Bucal - INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA / ICT-UNESP-SJC
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Visando minimizar problemas relacionados a lesões na estrutura óssea e melhorar a qualidade de vida da população, novos biomateriais produzidos por meio de tecnologias inovadoras que auxiliem o reparo tecidual estão sendo alvo de muitas pesquisas. Neste estudo foi avaliada a influência das membranas de policaprolactona (PCL) incorporadas com biovidro 58S dopado com zinco (Zn), produzidas por eletrofiação, na atividade e diferenciação de células mesenquimais obtidas de fêmures de ratos. Inicialmente, foram preparadas soluções de PCL, onde foram acrescentados 7% em massa de biovidro, produzidos pelo processo de precipitação, dopado com 10% de ZnCl2. Posteriormente foi realizado o processo de eletrofiação utilizando os parâmetros fixos: 2mLh-1 de razão de fluxo, 10kV de voltagem e 12cm de distância. A morfologia final das membranas foi analisada por microscopia eletrônica de varredura (MEV) e a seguir, foram plaqueadas com células na densidade de 1x104, na placa de 96 poços utilizando meio osteogênico e não osteogênico. Foram realizados os testes de viabilidade celular, proteína total, atividade de fosfatase alcalina e formação de nódulos de mineralização.
Os resultados do MEV comprovaram que a técnica de eletrofiação foi eficiente para a produção das membranas. Nos testes celulares não foi observada citotoxicidade, e todas permitiram a atividade e diferenciação celular, sem diferença estatística (p>0,05). Assim, a membrana de PCL incorporada com biovidro 58S dopado com zinco se mostrou promissora na engenharia tecidual para regeneração óssea.
(Apoio: FAPESP  N° 2019/25744-9)
PI0308 - Painel Iniciante
Área: 10 - Implantodontia básica e biomateriais

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 16h00 - 17h30 - Sala: 9

Comparação da formação de tecidos mineralizados em áreas enxertadas com diferentes substitutos ósseos de origem xenógena
Pavan JSR, Lima JR, Pereira LSG, Quiroz VF, Soares PBF, Oliveira GJPL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Esse estudo pré-clínico avaliou a formação de tecidos mineralizados, por meio de análise microtomográfica, na face lateral de mandíbulas de ratos que foram enxertadas com diferentes tipos de osso bovino desproteinizado. Foram utilizados nesse estudo 24 ratos que foram distribuídos em dois grupos de acordo com o substituto ósseo utilizado no procedimento de enxertia: DBB 1: Osso bovino desproteinizado 1 (Bio Oss®); DBB2: Osso bovino desproteinizado 2 (Cerabone®). O procedimento cirúrgico consistiu em abertura de retalho e exposição da face lateral da mandíbula dos animais que posteriormente foi submetida a adaptação de uma membrana de teflon em formato de domo que foi preenchida com os respectivos substitutos de tecido ósseo. Os animais foram eutanasiados em dois períodos experimentais (30 e 90 dias, n = 6 animais), e suas mandíbulas foram escaneadas em microtomógrafo. Essa metodologia foi aplicada para avaliar o volume de tecido mineralizado que se encontrava entre a membrana de teflon e a mandíbula em porcentagem. Foi verificado que o grupo DBB1 apresentou volume de tecido mineralizado de 60.58 ± 3.40 % aos 30 dias e de 52.28 ±7.81 % aos 90 dias. O grupo DBB2 apresentou volume de tecido mineralizado de 63.32 ± 7.15 % aos 30 dias e de 59.69 ± 11.24 % aos 90 dias, não havendo, dessa forma, diferenças estatisticamente significativas entre os grupos.
Não houve diferenças na formação de tecidos mineralizados em áreas enxertadas com diferentes substitutos ósseos de origem xenógena.
(Apoio: CNPq  N° 426954/2018-1)