RESUMOS APROVADOS

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PI0163 - Painel Iniciante
Área: 5 - Materiais Dentários

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 11

Correlação entre propriedades de superfície do titânio e adesão bacteriana
Lima JP, Simões IG, Puls GL, Kreve S, Ramos AP, Reis AC, Valente MLC
Odontologia Restaudora - UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - RIBEIRÃO PRETO
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência de quatro superfícies de titânio na adesão bacteriana, em correlação com as propriedades de rugosidade e energia livre de superfície. Foram obtidos 30 discos de Ti-6Al-4V pelo método de usinagem convencional e 10 por manufatura aditiva, técnica de fusão seletiva a laser (SLM), totalizando 4 grupos de análise (n=10): G1 - Usinado polido; G2 - Usinado com tratamento de superfície H3PO4 + NaOH; G3 - Usinado com tratamento de superfície de hidroxiapatita (HA); e G4 - Manufaturado pela técnica SLM. A rugosidade foi avaliada por microscópio confocal a laser 3D, a energia livre de superfície através da medição de ângulo de contato estático (θ) e a formação de micro-organismos pelo método de Unidades Formadoras de Colônias (UFC). Os dados foram analisados pelo teste Kruskal-Wallis e o teste de correlação de Spearman foi empregado para avaliar a correlação entre rugosidade/UFC e energia livre de superfície/UFC (α=0,05). O G4 apresentou maior rugosidade e menor energia livre de superfície 32,06 (mJ/m2) (p<0,05), bem como, maior número de unidades formadoras de colônia 6,52 UFC/mL em relação aos demais grupos avaliados. A correlação entre as variáveis rugosidade/UFC e energia livre de superfície/UFC foi de fraca magnitude.
Conclui-se que as diferentes superfícies influenciam nas propriedades de rugosidade e energia livre de superfície, bem como na adesão bacteriana, porém, não foi verificada uma clara correlação entre tais propriedades avaliadas e a adesão de bactérias.
(Apoio: FAPESP  N° 19/14287-6)
PI0167 - Painel Iniciante
Área: 5 - Dentística

Apresentação: 09/09 (Quinta-feira) - Horário: 08h30 - 10h00 - Sala: 11

Influência da adição de quitosana e sal de iodônio em infiltrantes experimentais nas propriedades físicas
Boldieri JM, Pedreira PR, Flor-Ribeiro MD, Damasceno JE, Marchi GM, Aguiar FHB, Lins RBE
Odontologia Restauradora - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do estudo foi avaliar a influência da adição de sal de iodônio (DFI) e quitosana no infiltrante experimental em comparação com o comercial Icon® nas propriedades físicas. Foram preparados nove infiltrantes experimentais contendo a base monomérica de trietilenoglicol dimetracrilato (TEGDMA) 75% e bisfenol-A dimetracrilato etoxilato (BisEMA) 25%; 0,5 mol% de canforoquinona (CQ) e 1 mol% de 4- dimetilaminobenzoato de etila (EDAB) como sistema fotoiniciador e 10% do monômero hidroxietil metacrilato (HEMA). E adicionada variantes de concentração de quitosana em 0; 0,12; e 0,25% e DFI em 0; 0,5 e 1%; e o infintrante ICON® como controle comercial. Foi realizado o teste de ângulo de contato (n=5) por um goniômetro. Em segunda etapa, molares humanos foram submetidos a indução de lesão cariosa, depois infiltrados e submetidos a escovação simulada na máquina de ensaio (15 mil ciclos). A rugosidade superficial foi avaliada no rugosímetro, (n=10) em três tempos (T0 - após simulação de lesão cariosa, T1 - após infiltração e T2 após escovação). Os dados do ângulo de contato foram analisados por meio de ANOVA one-way com post-hoc de Tukey e o de rugosidade pelo modelo linear generalizado para medidas repetidas no tempo, ambos com nível de significância de 5%. Os grupos com a associação de DFI e quitosana obtiveram maior ângulo de contato e após a escovação, uma maior rugosidade de superfície.
Assim, podemos sugerir que a adição de DFI e quitosana pode produzir melhorias nas propriedades físico-químicas dos infiltrantes resinosos, porém pode aumentar a viscosidade do material.
(Apoio: CNPq  N° 01-p-175/2019)