RESUMOS APROVADOS

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PI0052 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 8

Aplicação de LLLT para o tratamento da superfície de dentes avulsionados: avaliação das fibras colágenas pelo vermelho picrosirius
Moraes LS, Santinoni CS, Bravo LT, Lacerda PBG, Oliveira DL, Batista VES, Britto ACS, Martins CM
Endodontia - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - ARAÇATUBA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

O objetivo do presente estudo foi avaliar a quantidade e a maturação de fibras colágenas do ligamento periodontal após o tratamento de superfície radicular com LLLT em dente avulsionado e reimplantado. Trinta ratos foram divididos em 3 grupos e tiveram seus incisivos centrais superiores direitos extraídos e permanecidos imersos em diferentes meios por 30 min, de acordo: Grupo Controle Negativo, dentes imersos em soro fisiológico; Grupo LLLT, dentes imersos em soro fisiológico e, após esse período, os dentes foram tratados com a LLLT; Grupo Leite, dentes imersos em leite. Após, os dentes foram reimplantados e passados 60 dias os animais foram eutanasiados. Três ratos não tiveram intervenção e foram avaliados como comparação, denominados Grupo Controle Positivo. A avaliação histoquímica com o vermelho Picrosirius sob microscopia de luz polarizada mostra a quantidade de fibras colágenas maduras e imaturas nos terços cervical, médio e apical. A quantidade de fibras colágenas maduras foi maior do que as imaturas para todos os grupos, independente do terço avaliado (p<0.05). Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos avaliados (p>0.05).
Conclusão: Dentro das limitações do trabalho e de acordo com o parâmetro estudado, não houve melhora na quantidade e maturação das fibras colágenas com a aplicação do LLLT quando comparado ao grupo leite e controle negativo. Mais estudos devem ser realizados para avaliação do processo de reparo e reabsorção radicular com o uso do LLLT.
(Apoio: FAPESP  N° 2019/26756-0)
PI0053 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 8

Efeito do tratamento endodôntico no perfil microbiano e nos níveis de endotoxinas de dentes com lesões endoperiodontais
Moreira NR, Louzada LM, Arruda-Vasconcelos R, Silva EGA, Lemos BIN, Marciano MA, Soares AJ, Gomes BPFA
Periodontia - FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE PIRACICABA
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

A polpa dental e o tecido periodontal são estruturas que apresentam inter-relações anatômicas, embriológicas e funcionais. O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil microbiano e os níveis de endotoxinas (LPS) nas bolsas periodontais (BP) e canais radiculares (CR) nas diferentes etapas do tratamento endodôntico de dentes com polpa vital e doença periodontal associada. Foram coletadas amostras das BP e CR de 10 pacientes com cones de papel absorvente estéreis. Amostras de ambos os sítios foram coletadas antes (C1) e após (C2) o preparo químico-mecânico (PQM), e após medicação intracanal (MIC) (C3). O perfil microbiano foi avaliado através de nested PCR e os níveis de LPS através de ensaio turbidimétrico LAL (Limulus Amebocyte Lysate). A análise estatística foi realizada com nível de significância de 5%. As espécies mais prevalentes nas BP foram E. faecalis, T. forsythia, P. gingivalis, P. micra, T. denticola e A. naeslundii. Nos CR houve prevalência de E. faecalis e P. gingivalis. O tratamento endodôntico promoveu redução microbiana tanto nas BP quanto nos CR. Os níveis de LPS foram maiores nas BP comparadas aos CR (P < 0.05). Os procedimentos endodônticos reduziram os níveis de LPS, embora as concentrações persistiram mais elevadas nas BP.
Concluiu-se que a microbiota das BP e CR é polimicrobiana, com presença de espécies Gram-positivas e Gram-negativas, anaeróbias facultativas e estritas. O PQM e a MIC favoreceram a redução microbiana e dos níveis de LPS em ambos os sítios.
(Apoio: FAPESP 2019/19300-0, 2017/25242-8, 2015/23479-5; CNPq 308162/2014-5, 303852/2019-4; CAPES 001)
PI0054 - Painel Iniciante
Área: 2 - Terapia endodôntica

Apresentação: 08/09 (Quarta-feira) - Horário: 10h30 - 12h00 - Sala: 8

Análise da biocompatibilidade das novas formulações de materiais reparadores biocerâmicos, CIMMO HP e Bio-C Repair Ion
Arantes LC, Reis-Prado AH, Fonseca FO, Oliveira SC, Ribeiro Sobrinho AP, Tavares WLF, Cintra LTA, Benetti F
Odontologia Restauradora - UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
Conflito de interesse: Não há conflito de interesse

Este estudo avaliou a biocompatibilidade de novas formulações de materiais reparadores biocerâmicos, o CIMMO HP e o Bio-C Repair Ion (Bio-C Ion), comparados ao Agregado Trióxido Mineral (MTA) branco (Angelus). Foram utilizados 64 tubos de polietileno preenchidos com os materiais CIMMO HP, Bio-C Ion ou MTA, ou vazios para controle. Os tubos foram implantados aleatoriamente no tecido subcutâneo de 32 camundongos BALB/c. Após 7 e 30 dias (n = 8), os animais foram eutanasiados e os tubos removidos com o tecido circundante, e processados para análise histológica em hematoxilina-eosina. O infiltrado inflamatório foi avaliado através de escores pré-estabelecidos. A cápsula fibrosa na região em contato com os materiais foi considerada fina quando < que 150 µm, e espessa quando ≥ a 150 µm. Os dados foram submetidos aos testes estatísticos de Kruskal-Wallis e Dunn (p < 0,05). Aos 7 dias, houve inflamação predominantemente moderada nos grupos controle, Bio-C Ion e MTA, e moderada a severa no grupo CIMMO HP, sem diferença significativa entre os grupos (p > 0,05); a cápsula fibrosa foi espessa em todos os espécimes neste período. Aos 30 dias, a maioria dos espécimes dos grupos MTA e Bio-C Ion tiveram inflamação leve, como o controle, enquanto o CIMMO HP teve inflamação leve à moderada, mas sem diferença significativa entre os grupos (p > 0,05); a cápsula fibrosa foi fina para todos os espécimes dos grupos controle, MTA e Bio-C Ion, e para a maioria dos espécimes do CIMMO HP.
Conclui-se que os materiais Bio-C Repair Ion e CIMMO HP apresentaram biocompatibilidade semelhante ao MTA branco.
(Apoio: CAPES  N° 88887.489995/2020-00)